Doenças oculares e suas frequências em pessoas em situação de rua de Ribeirão Preto, Brasil
| Ano de defesa: | 2024 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17165/tde-22012025-170415/ |
Resumo: | As pessoas em situação de rua apresentam fatores de risco aumentado para diversas condições que podem afetar os olhos, como doenças infecciosas, desnutrição e maior exposição a luz ultravioleta, além de menor acesso aos serviços de saúde. Existem poucos estudos a nível mundial sobre doenças oculares e suas frequências nessa população. O estudo descreve doenças oculares presentes na população em situação de rua e suas frequências. Estudo transversal de base populacional que avaliou amostra aleatória de pessoas vivendo em situação de rua na cidade de Ribeirão Preto. Realizado em centros de apoio a moradores de rua, com idade maior ou igual a 18 anos, durante o período de abril de 2023 a junho de 2024. Aplicado o termo de consentimento livre e esclarecido e após o questionário de identificação pessoal e sociodemográfico. Acuidade visual (AV) com e sem correção e exame de refração automatizada subjetiva e sob ciclopegia nos indivíduos menores de 40 anos. Seguido de exame do segmento anterior sob lâmpada de fenda portátil e tonometria com aparelho \"Icare\" em ambos os olhos (AO). Fundoscopia indireta com mapeamento de retina e uso de OBI e lente de 20D. A documentação do fundo de olho foi feita com aparelho EyerCam. Após exames, definido principal causa de deficiência visual longe e perto de cada participante, seguido de orientações e encaminhamento para rede pública de saúde, se indicado. Dos 518 indivíduos convidados a participar, 27 recusaram e 461 completaram todas as etapas de avaliação, representando a amostra final do estudo. Destes, 391 (84,82%) eram homens, 61 (13,23%) mulheres, 8 (1,74%) transgêneros. Em relação a raça, 243 (52,71%) se declararam pardos, 136 (29,50%) brancos, 75 (16,27%) negros. Quanto a escolaridade 257 (55,75%) tinham apenas o ensino fundamental, 153 (33,19%) o ensino médio completo, 17 (3,69%) o ensino superior completo. Em relação ao tempo em situação de rua, 219 (47,51%) viviam nessa condição há um ano ou menos, 110 (23,86%) entre um e cinco anos, e 123 (26,68%) há mais de cinco anos. 265 (57,48%) participantes tiveram algum tipo de alteração ocular. Desses, 19 (4,12%) apresentavam alterações palpebrais. 14 (3,04%) tinham opacidade corneana, 75 (16,27%) possuíam algum grau de pterígio, 51 (11,06%) pinguécula, 13 (2,82%) conjuntivite, 4 (0,87%) sem reflexo pupilar presente e 117 (25,38%) tinham catarata, 25 (5,42%) apresentaram nervo óptico com escavação glaucomatosa. Foi visto maculopatia e alta miopia em 6 (1,30%) indivíduos cada. Retinopatia vascular foi vista em 3 (0,65%) e retinocoroidite representou 5 (1,08%) da amostra. Degeneração macular relacionada à idade, descolamento de retina e retinose pigmentar tiveram 1 (0,22%) indivíduo cada. Hipertensão intraocular foi visto em 45 (9,76%) dos participantes, 1 (0,43%) apresentava phthisis de globo ocular e 3 (0,65%) com motilidade de globo ocular alterada. Os resultados indicaram que indivíduos com ensino superior apresentaram menor frequência e doenças oculares (OR 0,20; IC 95% 0,04-0,97; p<0,046), sugerindo que o nível educacional é um fator protetor contra alterações oculares. |
| id |
USP_e771954d6116a09708b16baa7cd1dafa |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:teses.usp.br:tde-22012025-170415 |
| network_acronym_str |
USP |
| network_name_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Doenças oculares e suas frequências em pessoas em situação de rua de Ribeirão Preto, BrasilEye diseases and their frequencies in homeless people in Ribeirão Preto, BrazilDoenças ocularesEye diseasesEye healthHomelessPessoa em situação de ruaSaúde ocularAs pessoas em situação de rua apresentam fatores de risco aumentado para diversas condições que podem afetar os olhos, como doenças infecciosas, desnutrição e maior exposição a luz ultravioleta, além de menor acesso aos serviços de saúde. Existem poucos estudos a nível mundial sobre doenças oculares e suas frequências nessa população. O estudo descreve doenças oculares presentes na população em situação de rua e suas frequências. Estudo transversal de base populacional que avaliou amostra aleatória de pessoas vivendo em situação de rua na cidade de Ribeirão Preto. Realizado em centros de apoio a moradores de rua, com idade maior ou igual a 18 anos, durante o período de abril de 2023 a junho de 2024. Aplicado o termo de consentimento livre e esclarecido e após o questionário de identificação pessoal e sociodemográfico. Acuidade visual (AV) com e sem correção e exame de refração automatizada subjetiva e sob ciclopegia nos indivíduos menores de 40 anos. Seguido de exame do segmento anterior sob lâmpada de fenda portátil e tonometria com aparelho \"Icare\" em ambos os olhos (AO). Fundoscopia indireta com mapeamento de retina e uso de OBI e lente de 20D. A documentação do fundo de olho foi feita com aparelho EyerCam. Após exames, definido principal causa de deficiência visual longe e perto de cada participante, seguido de orientações e encaminhamento para rede pública de saúde, se indicado. Dos 518 indivíduos convidados a participar, 27 recusaram e 461 completaram todas as etapas de avaliação, representando a amostra final do estudo. Destes, 391 (84,82%) eram homens, 61 (13,23%) mulheres, 8 (1,74%) transgêneros. Em relação a raça, 243 (52,71%) se declararam pardos, 136 (29,50%) brancos, 75 (16,27%) negros. Quanto a escolaridade 257 (55,75%) tinham apenas o ensino fundamental, 153 (33,19%) o ensino médio completo, 17 (3,69%) o ensino superior completo. Em relação ao tempo em situação de rua, 219 (47,51%) viviam nessa condição há um ano ou menos, 110 (23,86%) entre um e cinco anos, e 123 (26,68%) há mais de cinco anos. 265 (57,48%) participantes tiveram algum tipo de alteração ocular. Desses, 19 (4,12%) apresentavam alterações palpebrais. 14 (3,04%) tinham opacidade corneana, 75 (16,27%) possuíam algum grau de pterígio, 51 (11,06%) pinguécula, 13 (2,82%) conjuntivite, 4 (0,87%) sem reflexo pupilar presente e 117 (25,38%) tinham catarata, 25 (5,42%) apresentaram nervo óptico com escavação glaucomatosa. Foi visto maculopatia e alta miopia em 6 (1,30%) indivíduos cada. Retinopatia vascular foi vista em 3 (0,65%) e retinocoroidite representou 5 (1,08%) da amostra. Degeneração macular relacionada à idade, descolamento de retina e retinose pigmentar tiveram 1 (0,22%) indivíduo cada. Hipertensão intraocular foi visto em 45 (9,76%) dos participantes, 1 (0,43%) apresentava phthisis de globo ocular e 3 (0,65%) com motilidade de globo ocular alterada. Os resultados indicaram que indivíduos com ensino superior apresentaram menor frequência e doenças oculares (OR 0,20; IC 95% 0,04-0,97; p<0,046), sugerindo que o nível educacional é um fator protetor contra alterações oculares.People experiencing homelessness are at increased risk for various eye conditions such as infectious diseases, malnutrition, heightened exposure to ultraviolet light, and reduced access to healthcare services. There are few global studies on ocular diseases and their frequencies in this population. The study describes ocular diseases among the homeless population and their frequencies. It was a cross-sectional, population-based study that assessed a random sample of homeless individuals in Ribeirão Preto city. The study was conducted from April 2023 to June 2024 at shelters for the homeless, targeting individuals aged 18 and older. Participants provided informed consent and completed a questionnaire on personal and sociodemographic information. Visual acuity (VA) was measured with and without correction, and automated subjective refraction and cycloplegic refraction were performed for individuals under 40 years old. This was followed by examination of the anterior segment using a portable slit lamp and tonometry with an \"Icare\" tonometer in both eyes (OU). Indirect ophthalmoscopy with retinal mapping and the use of an OBI and 20D lens were also conducted. Fundus photography was performed using an eyerCam device. Following the examinations, the primary cause of distance and near visual impairment for each participant was determined, and appropriate guidance and referrals to public healthcare services were provided as needed. Out of 518 individuals invited to participate, 27 declined, and 461 completed all evaluation stages, comprising the study\'s final sample. Among these, 391 (84.82%) were male, 61 (13.23%) were female, and 8 (1.74%) were transgender. In terms of race, 243 (52.71%) identified as mixed race, 136 (29.50%) as white, and 75 (16.27%) as black. Regarding education, 257 (55.75%) had completed only primary school, 153 (33.19%) had completed secondary education, and 17 (3.69%) had completed higher education. Concerning the duration of homelessness, 219 (47.51%) had been homeless for one year or less, 110 (23.86%) for between one and five years, and 123 (26.68%) for more than five years. A total of 265 (57.48%) participants exhibited some form of ocular abnormality. Of these, 19 (4.12%) had eyelid abnormalities, 14 (3.04%) had corneal opacity, 75 (16.27%) had some degree of pterygium, 51 (11.06%) had pinguecula, 13 (2.82%) had conjunctivitis, 4 (0.87%) had absent pupillary reflex, and 117 (25.38%) had cataracts. Optic nerve with glaucomatous excavation was observed in 25 (5.42%) participants. Maculopathy and high myopia were each found in 6 (1.30%) individuals. Vascular retinopathy was seen in 3 (0.65%), and retinochoroiditis represented 5 (1.08%) of the sample. Age-related macular degeneration, retinal detachment, and retinitis pigmentosa each affected 1 (0.22%) individual. Intraocular hypertension was noted in 45 (9.76%) participants, 1 (0.43%) had phthisis bulbi, and 3 (0.65%) had altered ocular motility. Results indicated that individuals with higher education levels had a lower frequency of ocular diseases (OR 0.20; 95% CI 0.04-0.97; p < 0.046), suggesting that educational attainment acts as a protective factor against ocular disorders.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPFurtado, João Marcello FórtesCanova, Daiana Karine2024-09-09info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17165/tde-22012025-170415/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-03-19T17:53:02Zoai:teses.usp.br:tde-22012025-170415Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-03-19T17:53:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
| dc.title.none.fl_str_mv |
Doenças oculares e suas frequências em pessoas em situação de rua de Ribeirão Preto, Brasil Eye diseases and their frequencies in homeless people in Ribeirão Preto, Brazil |
| title |
Doenças oculares e suas frequências em pessoas em situação de rua de Ribeirão Preto, Brasil |
| spellingShingle |
Doenças oculares e suas frequências em pessoas em situação de rua de Ribeirão Preto, Brasil Canova, Daiana Karine Doenças oculares Eye diseases Eye health Homeless Pessoa em situação de rua Saúde ocular |
| title_short |
Doenças oculares e suas frequências em pessoas em situação de rua de Ribeirão Preto, Brasil |
| title_full |
Doenças oculares e suas frequências em pessoas em situação de rua de Ribeirão Preto, Brasil |
| title_fullStr |
Doenças oculares e suas frequências em pessoas em situação de rua de Ribeirão Preto, Brasil |
| title_full_unstemmed |
Doenças oculares e suas frequências em pessoas em situação de rua de Ribeirão Preto, Brasil |
| title_sort |
Doenças oculares e suas frequências em pessoas em situação de rua de Ribeirão Preto, Brasil |
| author |
Canova, Daiana Karine |
| author_facet |
Canova, Daiana Karine |
| author_role |
author |
| dc.contributor.none.fl_str_mv |
Furtado, João Marcello Fórtes |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Canova, Daiana Karine |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Doenças oculares Eye diseases Eye health Homeless Pessoa em situação de rua Saúde ocular |
| topic |
Doenças oculares Eye diseases Eye health Homeless Pessoa em situação de rua Saúde ocular |
| description |
As pessoas em situação de rua apresentam fatores de risco aumentado para diversas condições que podem afetar os olhos, como doenças infecciosas, desnutrição e maior exposição a luz ultravioleta, além de menor acesso aos serviços de saúde. Existem poucos estudos a nível mundial sobre doenças oculares e suas frequências nessa população. O estudo descreve doenças oculares presentes na população em situação de rua e suas frequências. Estudo transversal de base populacional que avaliou amostra aleatória de pessoas vivendo em situação de rua na cidade de Ribeirão Preto. Realizado em centros de apoio a moradores de rua, com idade maior ou igual a 18 anos, durante o período de abril de 2023 a junho de 2024. Aplicado o termo de consentimento livre e esclarecido e após o questionário de identificação pessoal e sociodemográfico. Acuidade visual (AV) com e sem correção e exame de refração automatizada subjetiva e sob ciclopegia nos indivíduos menores de 40 anos. Seguido de exame do segmento anterior sob lâmpada de fenda portátil e tonometria com aparelho \"Icare\" em ambos os olhos (AO). Fundoscopia indireta com mapeamento de retina e uso de OBI e lente de 20D. A documentação do fundo de olho foi feita com aparelho EyerCam. Após exames, definido principal causa de deficiência visual longe e perto de cada participante, seguido de orientações e encaminhamento para rede pública de saúde, se indicado. Dos 518 indivíduos convidados a participar, 27 recusaram e 461 completaram todas as etapas de avaliação, representando a amostra final do estudo. Destes, 391 (84,82%) eram homens, 61 (13,23%) mulheres, 8 (1,74%) transgêneros. Em relação a raça, 243 (52,71%) se declararam pardos, 136 (29,50%) brancos, 75 (16,27%) negros. Quanto a escolaridade 257 (55,75%) tinham apenas o ensino fundamental, 153 (33,19%) o ensino médio completo, 17 (3,69%) o ensino superior completo. Em relação ao tempo em situação de rua, 219 (47,51%) viviam nessa condição há um ano ou menos, 110 (23,86%) entre um e cinco anos, e 123 (26,68%) há mais de cinco anos. 265 (57,48%) participantes tiveram algum tipo de alteração ocular. Desses, 19 (4,12%) apresentavam alterações palpebrais. 14 (3,04%) tinham opacidade corneana, 75 (16,27%) possuíam algum grau de pterígio, 51 (11,06%) pinguécula, 13 (2,82%) conjuntivite, 4 (0,87%) sem reflexo pupilar presente e 117 (25,38%) tinham catarata, 25 (5,42%) apresentaram nervo óptico com escavação glaucomatosa. Foi visto maculopatia e alta miopia em 6 (1,30%) indivíduos cada. Retinopatia vascular foi vista em 3 (0,65%) e retinocoroidite representou 5 (1,08%) da amostra. Degeneração macular relacionada à idade, descolamento de retina e retinose pigmentar tiveram 1 (0,22%) indivíduo cada. Hipertensão intraocular foi visto em 45 (9,76%) dos participantes, 1 (0,43%) apresentava phthisis de globo ocular e 3 (0,65%) com motilidade de globo ocular alterada. Os resultados indicaram que indivíduos com ensino superior apresentaram menor frequência e doenças oculares (OR 0,20; IC 95% 0,04-0,97; p<0,046), sugerindo que o nível educacional é um fator protetor contra alterações oculares. |
| publishDate |
2024 |
| dc.date.none.fl_str_mv |
2024-09-09 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17165/tde-22012025-170415/ |
| url |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17165/tde-22012025-170415/ |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.relation.none.fl_str_mv |
|
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
Liberar o conteúdo para acesso público. info:eu-repo/semantics/openAccess |
| rights_invalid_str_mv |
Liberar o conteúdo para acesso público. |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.format.none.fl_str_mv |
application/pdf |
| dc.coverage.none.fl_str_mv |
|
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP |
| publisher.none.fl_str_mv |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP instname:Universidade de São Paulo (USP) instacron:USP |
| instname_str |
Universidade de São Paulo (USP) |
| instacron_str |
USP |
| institution |
USP |
| reponame_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| collection |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| repository.name.fl_str_mv |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP) |
| repository.mail.fl_str_mv |
virginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.br |
| _version_ |
1839839154600411136 |