Efeitos do congelamento e descongelamento sucessivos nas propriedades mecânicas em ossos corticais
| Ano de defesa: | 2004 |
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| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/82/82131/tde-17012005-105520/ |
Resumo: | Este estudo investiga o Módulo de Young (Módulo de Elasticidade) em amostras de osso cortical oriundas de uma mesma região da tíbia bovina depois de submetidas a congelamentos e descongelamentos sucessivos. As amostras foram coletadas da face caudal do terço médio da diáfise de tíbias bovinas e depois submetidas a testes de flexão em três pontos e ensaios de ruptura, obedecendo à norma ASTMD790M86ε1. Nesse experimento, 20 pares de amostras de ossos corticais foram retirados de 20 tíbias bovinas, cada amostra medindo 2 mm x 4 mm x 40 mm, aproximadamente. Todos os testes foram realizados à temperatura controlada (21 graus Celsius), e as condições de ensaio foram as mesmas durante os testes. As amostras foram identificadas e divididas em dois grupos experimentais: Grupo A: as amostras foram conservadas (em sacos plásticos) a - 20 graus Celsius (submetidos a congelamentos e descongelamentos sucessivos por 50 vezes: uma vez ao dia durante 50 dias). Esses descongelamentos produziram 15 ensaios de flexão, sendo que o primeiro foi realizado com as amostras ainda frescas mantidas em geladeira a 4 graus Celsius. Após os 50 descongelamentos foram levados até a ruptura. Grupo B: as amostras foram conservadas frescas (em sacos plásticos) a 4 graus Celsius em geladeira aguardando o tempo para que os ensaios do grupo A fossem concluídos e, posteriormente fez-se o teste de ruptura. Importantes cuidados foram tomados. Depois de cada descongelamento, as amostras foram analisadas e comparadas com as amostras frescas tanto para os ensaios de flexão em três pontos como para os ensaios de ruptura. Observamos que o congelamento não alterou de modo significativo as propriedades mecânicas destes ossos, pois não foi encontrada nenhuma diferença significativa entre o comportamento dos dois grupos testados. Isso implica que, congelando e estocando mesmo por longos períodos, as propriedades mecânicas não se alteram tanto nos ensaios de flexão em três pontos como nos ensaios de ruptura. Com respeito às diferenças observadas no dia a dia, as alterações do primeiro dia até o último dia não foram significativas |
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Efeitos do congelamento e descongelamento sucessivos nas propriedades mecânicas em ossos corticais Effects of sucessive freezing and thawing on the mechanical properties of cortical bonebone storagecongelamentocorticalcortical bonedescongelamentoestocagemfreezingossothawingEste estudo investiga o Módulo de Young (Módulo de Elasticidade) em amostras de osso cortical oriundas de uma mesma região da tíbia bovina depois de submetidas a congelamentos e descongelamentos sucessivos. As amostras foram coletadas da face caudal do terço médio da diáfise de tíbias bovinas e depois submetidas a testes de flexão em três pontos e ensaios de ruptura, obedecendo à norma ASTMD790M86ε1. Nesse experimento, 20 pares de amostras de ossos corticais foram retirados de 20 tíbias bovinas, cada amostra medindo 2 mm x 4 mm x 40 mm, aproximadamente. Todos os testes foram realizados à temperatura controlada (21 graus Celsius), e as condições de ensaio foram as mesmas durante os testes. As amostras foram identificadas e divididas em dois grupos experimentais: Grupo A: as amostras foram conservadas (em sacos plásticos) a - 20 graus Celsius (submetidos a congelamentos e descongelamentos sucessivos por 50 vezes: uma vez ao dia durante 50 dias). Esses descongelamentos produziram 15 ensaios de flexão, sendo que o primeiro foi realizado com as amostras ainda frescas mantidas em geladeira a 4 graus Celsius. Após os 50 descongelamentos foram levados até a ruptura. Grupo B: as amostras foram conservadas frescas (em sacos plásticos) a 4 graus Celsius em geladeira aguardando o tempo para que os ensaios do grupo A fossem concluídos e, posteriormente fez-se o teste de ruptura. Importantes cuidados foram tomados. Depois de cada descongelamento, as amostras foram analisadas e comparadas com as amostras frescas tanto para os ensaios de flexão em três pontos como para os ensaios de ruptura. Observamos que o congelamento não alterou de modo significativo as propriedades mecânicas destes ossos, pois não foi encontrada nenhuma diferença significativa entre o comportamento dos dois grupos testados. Isso implica que, congelando e estocando mesmo por longos períodos, as propriedades mecânicas não se alteram tanto nos ensaios de flexão em três pontos como nos ensaios de ruptura. Com respeito às diferenças observadas no dia a dia, as alterações do primeiro dia até o último dia não foram significativasThe present study was conducted to investigate the Young Module (Elasticity Module) in cortical bone samples submitted to successive freezing and thawing and then assayed in flexion tests at three points and in rupture tests according to the norms of ASTMD790M86ε1. Twenty pairs of cortical bone samples, each measuring approximately 2 x 4 x 40 mm, were collected from the same region of the caudal surface of the middle third of the diaphysis of 20 bovine tibiae and divided into two experimental groups: Group A: consisting of 20 cortical bone samples stored at 20 Celsius degrees in plastic bags and submitted to successive freezing and thawing 50 times once a day for 50 days. These thawing episodes produced 15 flexion assays. After the 50 thawing episodes, the samples were tested until rupture. Group B: consisting of 20 cortical bone samples stored at 4 Celsius degrees in plastic bags in a refrigerator until the time when the assays of group A were concluded and then submitted to the rupture test. No statistically significant variation in the Young Module was observed after the flexion test at three points performed for Group A. The values of rupture tension also did not differ significantly between groups A and B. We observed that freezing did not cause a significant change in the mechanical properties of these bones, indicating that freezing and storage of these bones even for long periods of time does not alter their mechanical properties in flexion tests at three points or in rupture assaysBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPPaulin, Jose Baptista PortugalPenha, Vera Thereza Bueno Barros2004-05-12info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttp://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/82/82131/tde-17012005-105520/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2016-07-28T16:09:49Zoai:teses.usp.br:tde-17012005-105520Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212016-07-28T16:09:49Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Este estudo investiga o Módulo de Young (Módulo de Elasticidade) em amostras de osso cortical oriundas de uma mesma região da tíbia bovina depois de submetidas a congelamentos e descongelamentos sucessivos. As amostras foram coletadas da face caudal do terço médio da diáfise de tíbias bovinas e depois submetidas a testes de flexão em três pontos e ensaios de ruptura, obedecendo à norma ASTMD790M86ε1. Nesse experimento, 20 pares de amostras de ossos corticais foram retirados de 20 tíbias bovinas, cada amostra medindo 2 mm x 4 mm x 40 mm, aproximadamente. Todos os testes foram realizados à temperatura controlada (21 graus Celsius), e as condições de ensaio foram as mesmas durante os testes. As amostras foram identificadas e divididas em dois grupos experimentais: Grupo A: as amostras foram conservadas (em sacos plásticos) a - 20 graus Celsius (submetidos a congelamentos e descongelamentos sucessivos por 50 vezes: uma vez ao dia durante 50 dias). Esses descongelamentos produziram 15 ensaios de flexão, sendo que o primeiro foi realizado com as amostras ainda frescas mantidas em geladeira a 4 graus Celsius. Após os 50 descongelamentos foram levados até a ruptura. Grupo B: as amostras foram conservadas frescas (em sacos plásticos) a 4 graus Celsius em geladeira aguardando o tempo para que os ensaios do grupo A fossem concluídos e, posteriormente fez-se o teste de ruptura. Importantes cuidados foram tomados. Depois de cada descongelamento, as amostras foram analisadas e comparadas com as amostras frescas tanto para os ensaios de flexão em três pontos como para os ensaios de ruptura. Observamos que o congelamento não alterou de modo significativo as propriedades mecânicas destes ossos, pois não foi encontrada nenhuma diferença significativa entre o comportamento dos dois grupos testados. Isso implica que, congelando e estocando mesmo por longos períodos, as propriedades mecânicas não se alteram tanto nos ensaios de flexão em três pontos como nos ensaios de ruptura. Com respeito às diferenças observadas no dia a dia, as alterações do primeiro dia até o último dia não foram significativas |
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