Terapia ocupacional e grupos: em busca de espaços de subjetivação
| Ano de defesa: | 2002 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47134/tde-26072019-154205/ |
Resumo: | Esta pesquisa consiste na realização de um estudo sobre um grupo de terapia ocupacional, na tentativa de se observar um processo grupal no campo da reabilitação, no que diz respeito à articulação entre subjetividade e lugar social de seus integrantes. Refletir sobre a possibilidade do grupo de terapia ocupacional constituir-se em espaço para a construção de novos projetos de vida para os participantes, considerando-se a manifestação de limites - sejam eles de ordem física, psíquica, social ou institucional - e de potencialidades que emergem, é nosso objetivo. A discussão apóia-se em pesquisa realizada com sujeitos portadores de deficiência ou transtorno psíquico na Estação Especial da Lapa, através da constituição de um grupo de Terapia Ocupacional e o acompanhamento de seu processo durante 7 meses. Foram realizadas atividades internas à instituição e também algumas saídas aos espaços sociais. Para a análise do processo grupal, utilizou-se o referencial teórico de E. Pichon-Rivière (embora a condução do grupo respeitasse os procedimentos da Terapia Ocupacional), aliado aos conhecimentos da prática em terapia ocupacional. Pela utilização do referencial pichoniano, considera-se que os aspectos institucionais são constituintes do processo, portanto a leitura grupal é mediada pelas questões do contexto institucional. A partir da reflexão sobre o campo das deficiências e o campo da saúde mental, busca-se discutir a possibilidade de maior diálogo entre essas duas áreas de conhecimento, no sentido de apontar o grupo como dispositivo de investigação e intervenção em reabilitação. A abordagem grupal em terapia ocupacional é pensada sobre sua condição de permitir a manifestação de conteúdos relativos às histórias subjetivas e inter-subjetivas, sua elaboração e a possibilidade de sua re-significação. Pelos conteúdos que se manifestaram e pela análise do processo grupal, considerou-se a efetividade deste dispositivo e a (Continuacao) possibilidade do mesmo oferecer uma abertura, uma ampliação do campo de ação e teorização no trabalho com reabilitação |
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