Simulação numérica com zonas climáticas locais da ilha de calor urbana na região Metropolitana de São Paulo
| Ano de defesa: | 2025 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/14/14133/tde-10072025-153325/ |
Resumo: | A expansão das cidades tem se intensificado nas últimas décadas, acarretando impactos urbanos. A ilha de calor urbana (ICU), caracterizada pela temperatura mais elevada encontrada nas cidades em relação às áreas rurais circunvizinhas, é uma das consequências mais conhecidas da urbanização no clima em escala local. À vista disso, o objetivo geral deste trabalho é investigar a ocorrência de ICU na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), destacando a contribuição da morfologia urbana e das condições meteorológicas na evolução do fenômeno. Para tanto, utilizou-se o modelo numérico Weather Research and Forecasting (WRF) e a classificação do espaço urbano em Zonas Climáticas Locais (ZCL). Na RMSP, encontraram-se 8 classes de ZCL variando desde edificações altas e compactas com pouca vegetação (ZCL 1, na parte central da cidade de São Paulo) até edificações baixas e esparsas com presença de vegetação (ZCL 9, na parte periférica da RMSP). Realizaram-se simulações para os meses de setembro de 2014 a 2023, a fim de avaliar a variação espacial da temperatura do ar na RMSP e o comportamento da ICU em relação a pontos rurais distintos. Considerando todos os pontos urbanos, observou-se a maior temperatura média no período em Jardim Paulista (ZCL 1), com 21,5 ± 5,1 °C, e a menor em Ribeirão Pires (ZCL 6), com 18,7 ± 4,5 °C. Entretanto, verificou-se que locais com um mesmo tipo de ZCL, mas em diferentes regiões da RMSP apresentaram resultados distintos, indicando a existência de outros fatores além das características locais contribuindo para o padrão encontrado. Após uma análise dos pontos urbanos em 4 clusters, evidenciou-se um gradiente de temperatura de sudeste para noroeste na RMSP. Nos dias com condições meteorológicas propícias à ICU, isto é, dias sem nebulosidade e com ventos calmos, verificaram-se intensidades de ICU mais acentuadas. Os dias não propícios suavizaram as magnitudes, atingindo valores máximos 4,8 °C inferiores aos obtidos nos dias propícios. Além disso, identificou-se que o fenômeno é mais pronunciado no período noturno, com pico máximo, predominantemente, no horário de 18:00 HL. Ao longo do dia, as intensidades encontradas foram menores. Em relação aos pontos rurais, destaca-se a importância de considerar a localização dessas áreas ao avaliar a magnitude da ICU. Como a brisa marítima ameniza a temperatura do ar em locais mais próximos ao litoral, a ICU pode ser mais ou menos intensa dependendo da escolha do ponto rural. A comparação dos pontos urbanos com o ponto rural sudeste resultou em ICU mais intensa (atingindo diferenças de temperaturas de até 9,7 ± 2,6 °C às 18:00 HL nos locais mais quentes) do que aquela gerada com o ponto noroeste (5,0 ± 2,2 °C no mesmo horário para os mesmos locais). Os resultados da ICU obtidos a partir de dados de observação corroboram para essas constatações, ressaltando a relevância e o bom desempenho da modelagem atmosférica em estudos urbanos. Ademais, observou-se que áreas com maior densidade de construção e menor fator de visão do céu (ZCL 1 a 3) apresentaram menores reduções da magnitude da ICU ao fim do período noturno (06:00 HL) quando comparadas a áreas menos densas com construções mais esparsas (ZCL 6 e 9). Esses resultados indicam o efeito das edificações no maior armazenamento de calor e na liberação tardia, mantendo as áreas urbanas mais quentes e gerando diferenças intraurbanas de temperatura. Portanto, a análise da ICU deve considerar não só as condições meteorológicas da escala sinótica, mas também a circulação regional, o ponto rural de referência e a morfologia urbana. |
| id |
USP_ef6be58d2ab797adf241011fccbb8faa |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:teses.usp.br:tde-10072025-153325 |
| network_acronym_str |
USP |
| network_name_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Simulação numérica com zonas climáticas locais da ilha de calor urbana na região Metropolitana de São PauloNumerical simulation with local climate zones of urban heat island in the Metropolitan Area of São PauloIlha de calor urbanaLocal Climate ZonesUrban heat islandWRFWRFZonas Climáticas LocaisA expansão das cidades tem se intensificado nas últimas décadas, acarretando impactos urbanos. A ilha de calor urbana (ICU), caracterizada pela temperatura mais elevada encontrada nas cidades em relação às áreas rurais circunvizinhas, é uma das consequências mais conhecidas da urbanização no clima em escala local. À vista disso, o objetivo geral deste trabalho é investigar a ocorrência de ICU na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), destacando a contribuição da morfologia urbana e das condições meteorológicas na evolução do fenômeno. Para tanto, utilizou-se o modelo numérico Weather Research and Forecasting (WRF) e a classificação do espaço urbano em Zonas Climáticas Locais (ZCL). Na RMSP, encontraram-se 8 classes de ZCL variando desde edificações altas e compactas com pouca vegetação (ZCL 1, na parte central da cidade de São Paulo) até edificações baixas e esparsas com presença de vegetação (ZCL 9, na parte periférica da RMSP). Realizaram-se simulações para os meses de setembro de 2014 a 2023, a fim de avaliar a variação espacial da temperatura do ar na RMSP e o comportamento da ICU em relação a pontos rurais distintos. Considerando todos os pontos urbanos, observou-se a maior temperatura média no período em Jardim Paulista (ZCL 1), com 21,5 ± 5,1 °C, e a menor em Ribeirão Pires (ZCL 6), com 18,7 ± 4,5 °C. Entretanto, verificou-se que locais com um mesmo tipo de ZCL, mas em diferentes regiões da RMSP apresentaram resultados distintos, indicando a existência de outros fatores além das características locais contribuindo para o padrão encontrado. Após uma análise dos pontos urbanos em 4 clusters, evidenciou-se um gradiente de temperatura de sudeste para noroeste na RMSP. Nos dias com condições meteorológicas propícias à ICU, isto é, dias sem nebulosidade e com ventos calmos, verificaram-se intensidades de ICU mais acentuadas. Os dias não propícios suavizaram as magnitudes, atingindo valores máximos 4,8 °C inferiores aos obtidos nos dias propícios. Além disso, identificou-se que o fenômeno é mais pronunciado no período noturno, com pico máximo, predominantemente, no horário de 18:00 HL. Ao longo do dia, as intensidades encontradas foram menores. Em relação aos pontos rurais, destaca-se a importância de considerar a localização dessas áreas ao avaliar a magnitude da ICU. Como a brisa marítima ameniza a temperatura do ar em locais mais próximos ao litoral, a ICU pode ser mais ou menos intensa dependendo da escolha do ponto rural. A comparação dos pontos urbanos com o ponto rural sudeste resultou em ICU mais intensa (atingindo diferenças de temperaturas de até 9,7 ± 2,6 °C às 18:00 HL nos locais mais quentes) do que aquela gerada com o ponto noroeste (5,0 ± 2,2 °C no mesmo horário para os mesmos locais). Os resultados da ICU obtidos a partir de dados de observação corroboram para essas constatações, ressaltando a relevância e o bom desempenho da modelagem atmosférica em estudos urbanos. Ademais, observou-se que áreas com maior densidade de construção e menor fator de visão do céu (ZCL 1 a 3) apresentaram menores reduções da magnitude da ICU ao fim do período noturno (06:00 HL) quando comparadas a áreas menos densas com construções mais esparsas (ZCL 6 e 9). Esses resultados indicam o efeito das edificações no maior armazenamento de calor e na liberação tardia, mantendo as áreas urbanas mais quentes e gerando diferenças intraurbanas de temperatura. Portanto, a análise da ICU deve considerar não só as condições meteorológicas da escala sinótica, mas também a circulação regional, o ponto rural de referência e a morfologia urbana.The expansion of cities has intensified in recent decades, leading to urban impacts. The urban heat island (UHI), characterized by higher temperatures in cities compared to surrounding rural areas, is one of the most well-known consequences of urbanization on the local climate. In this context, the main objective of this study is to investigate the occurrence of UHI in the Metropolitan Area of São Paulo (MASP), highlighting the contribution of urban morphology and meteorological conditions to the phenomenon\'s evolution. To this end, the study used the Weather Research and Forecasting (WRF) numerical model and classified the urban space into Local Climate Zones (LCZ). In the MASP, the analysis identified 8 LCZ classes, ranging from high, compact buildings with minimal vegetation (LCZ 1, in the central part of São Paulo) to low, scattered buildings with vegetation (LCZ 9, in the peripheral areas of the MASP). Simulations were conducted from September 2014 to 2023 to evaluate the spatial variation of air temperature in the MASP and the behavior of the UHI relative to different rural reference points. Considering all urban locations, the highest average temperature during the period was observed in Jardim Paulista (LCZ 1) at 21.5 ± 5.1 °C, while Ribeirão Pires (LCZ 6) recorded the lowest, at 18.7 ± 4.5 °C. However, locations within the same LCZ type but in different regions of the MASP exhibited distinct results, indicating the influence of additional factors beyond local characteristics in shaping the observed patterns. A cluster analysis of the urban locations revealed a temperature gradient from southeast to northwest across the MASP. On days with meteorological conditions conducive to UHI formation (clear skies and calm winds), UHI intensity was higher. Conversely, the UHI effect was weaker on unfavorable days, with maximum intensities up to 4.8 °C lower than those recorded on favorable days. Additionally, the phenomenon was more pronounced at night, with peak intensity occurring predominantly at 18:00 local time (LT). Throughout the day, UHI intensities were lower. Regarding rural reference points, the importance of their location in assessing UHI magnitude was evident. Since the sea breeze mitigates air temperatures in areas closer to the coast, UHI intensity can vary depending on the choice of the rural reference point. Comparisons between urban locations and the southeastern rural point resulted in a more substantial UHI effect (with temperature differences of up to 9.7 ± 2.6 °C at 18:00 LT in the warmest areas) than when using the northwestern rural point (5.0 ± 2.2 °C at the same time for the exact locations). Observational data corroborated these findings, emphasizing the relevance and accuracy of atmospheric modeling in urban studies. Furthermore, areas with higher building density and lower sky view factors (LCZ 1 to 3) exhibited smaller reductions in UHI magnitude at the end of the nighttime period (06:00 LT) compared to less dense areas with more scattered buildings (LCZ 6 and 9). These results indicate the role of buildings in heat storage and delayed release, keeping urban areas warmer and generating intra-urban temperature differences. Therefore, UHI analysis should consider synoptic-scale meteorological conditions, regional circulation patterns, the choice of rural reference point, and urban morphology.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPYnoue, Rita YuriAlves, Kellyssa Loren de Lima2025-05-30info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/14/14133/tde-10072025-153325/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPReter o conteúdo por motivos de patente, publicação e/ou direitos autoriais.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-08-12T19:12:44Zoai:teses.usp.br:tde-10072025-153325Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-08-12T19:12:44Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
| dc.title.none.fl_str_mv |
Simulação numérica com zonas climáticas locais da ilha de calor urbana na região Metropolitana de São Paulo Numerical simulation with local climate zones of urban heat island in the Metropolitan Area of São Paulo |
| title |
Simulação numérica com zonas climáticas locais da ilha de calor urbana na região Metropolitana de São Paulo |
| spellingShingle |
Simulação numérica com zonas climáticas locais da ilha de calor urbana na região Metropolitana de São Paulo Alves, Kellyssa Loren de Lima Ilha de calor urbana Local Climate Zones Urban heat island WRF WRF Zonas Climáticas Locais |
| title_short |
Simulação numérica com zonas climáticas locais da ilha de calor urbana na região Metropolitana de São Paulo |
| title_full |
Simulação numérica com zonas climáticas locais da ilha de calor urbana na região Metropolitana de São Paulo |
| title_fullStr |
Simulação numérica com zonas climáticas locais da ilha de calor urbana na região Metropolitana de São Paulo |
| title_full_unstemmed |
Simulação numérica com zonas climáticas locais da ilha de calor urbana na região Metropolitana de São Paulo |
| title_sort |
Simulação numérica com zonas climáticas locais da ilha de calor urbana na região Metropolitana de São Paulo |
| author |
Alves, Kellyssa Loren de Lima |
| author_facet |
Alves, Kellyssa Loren de Lima |
| author_role |
author |
| dc.contributor.none.fl_str_mv |
Ynoue, Rita Yuri |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Alves, Kellyssa Loren de Lima |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Ilha de calor urbana Local Climate Zones Urban heat island WRF WRF Zonas Climáticas Locais |
| topic |
Ilha de calor urbana Local Climate Zones Urban heat island WRF WRF Zonas Climáticas Locais |
| description |
A expansão das cidades tem se intensificado nas últimas décadas, acarretando impactos urbanos. A ilha de calor urbana (ICU), caracterizada pela temperatura mais elevada encontrada nas cidades em relação às áreas rurais circunvizinhas, é uma das consequências mais conhecidas da urbanização no clima em escala local. À vista disso, o objetivo geral deste trabalho é investigar a ocorrência de ICU na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), destacando a contribuição da morfologia urbana e das condições meteorológicas na evolução do fenômeno. Para tanto, utilizou-se o modelo numérico Weather Research and Forecasting (WRF) e a classificação do espaço urbano em Zonas Climáticas Locais (ZCL). Na RMSP, encontraram-se 8 classes de ZCL variando desde edificações altas e compactas com pouca vegetação (ZCL 1, na parte central da cidade de São Paulo) até edificações baixas e esparsas com presença de vegetação (ZCL 9, na parte periférica da RMSP). Realizaram-se simulações para os meses de setembro de 2014 a 2023, a fim de avaliar a variação espacial da temperatura do ar na RMSP e o comportamento da ICU em relação a pontos rurais distintos. Considerando todos os pontos urbanos, observou-se a maior temperatura média no período em Jardim Paulista (ZCL 1), com 21,5 ± 5,1 °C, e a menor em Ribeirão Pires (ZCL 6), com 18,7 ± 4,5 °C. Entretanto, verificou-se que locais com um mesmo tipo de ZCL, mas em diferentes regiões da RMSP apresentaram resultados distintos, indicando a existência de outros fatores além das características locais contribuindo para o padrão encontrado. Após uma análise dos pontos urbanos em 4 clusters, evidenciou-se um gradiente de temperatura de sudeste para noroeste na RMSP. Nos dias com condições meteorológicas propícias à ICU, isto é, dias sem nebulosidade e com ventos calmos, verificaram-se intensidades de ICU mais acentuadas. Os dias não propícios suavizaram as magnitudes, atingindo valores máximos 4,8 °C inferiores aos obtidos nos dias propícios. Além disso, identificou-se que o fenômeno é mais pronunciado no período noturno, com pico máximo, predominantemente, no horário de 18:00 HL. Ao longo do dia, as intensidades encontradas foram menores. Em relação aos pontos rurais, destaca-se a importância de considerar a localização dessas áreas ao avaliar a magnitude da ICU. Como a brisa marítima ameniza a temperatura do ar em locais mais próximos ao litoral, a ICU pode ser mais ou menos intensa dependendo da escolha do ponto rural. A comparação dos pontos urbanos com o ponto rural sudeste resultou em ICU mais intensa (atingindo diferenças de temperaturas de até 9,7 ± 2,6 °C às 18:00 HL nos locais mais quentes) do que aquela gerada com o ponto noroeste (5,0 ± 2,2 °C no mesmo horário para os mesmos locais). Os resultados da ICU obtidos a partir de dados de observação corroboram para essas constatações, ressaltando a relevância e o bom desempenho da modelagem atmosférica em estudos urbanos. Ademais, observou-se que áreas com maior densidade de construção e menor fator de visão do céu (ZCL 1 a 3) apresentaram menores reduções da magnitude da ICU ao fim do período noturno (06:00 HL) quando comparadas a áreas menos densas com construções mais esparsas (ZCL 6 e 9). Esses resultados indicam o efeito das edificações no maior armazenamento de calor e na liberação tardia, mantendo as áreas urbanas mais quentes e gerando diferenças intraurbanas de temperatura. Portanto, a análise da ICU deve considerar não só as condições meteorológicas da escala sinótica, mas também a circulação regional, o ponto rural de referência e a morfologia urbana. |
| publishDate |
2025 |
| dc.date.none.fl_str_mv |
2025-05-30 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/14/14133/tde-10072025-153325/ |
| url |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/14/14133/tde-10072025-153325/ |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.relation.none.fl_str_mv |
|
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
Reter o conteúdo por motivos de patente, publicação e/ou direitos autoriais. info:eu-repo/semantics/openAccess |
| rights_invalid_str_mv |
Reter o conteúdo por motivos de patente, publicação e/ou direitos autoriais. |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.format.none.fl_str_mv |
application/pdf |
| dc.coverage.none.fl_str_mv |
|
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP |
| publisher.none.fl_str_mv |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP instname:Universidade de São Paulo (USP) instacron:USP |
| instname_str |
Universidade de São Paulo (USP) |
| instacron_str |
USP |
| institution |
USP |
| reponame_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| collection |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| repository.name.fl_str_mv |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP) |
| repository.mail.fl_str_mv |
virginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.br |
| _version_ |
1848370482430083072 |