Deslocamento transversal do segmento proximal após recuo mandibular utilizando a osteotomia sagital bilateral do ramo mandibular em pacientes com fissura labiopalatina
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/61/61132/tde-22042025-104816/ |
Resumo: | Os estudos sobre a estabilidade pós-operatória em cirurgia ortognática de pacientes com fissuras labiopalatinas em sua maioria focam na maxila após a osteotomia Le Fort I. No entanto, também é essencial avaliar as mudanças nos segmentos proximais da mandíbula, que são cruciais para a estabilidade esquelética, já que alterações do posicionamento condilar no pós-operatório pode interferir no posicionamento vertical e sagital da mandíbula. O objetivo deste estudo foi analisar tridimensionalmente as alterações na posição do segmento proximal nos eixos roll, pitch e yaw após recuo mandibular em pacientes com fissura labiopalatina submetidos à osteotomia sagital bilateral do ramo mandibular. Foram analisadas 88 tomografias computadorizadas de feixe cônico de pacientes operados no Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais/USP. As tomografias pré e pós-operatórias foram sobrepostas para avaliar mudanças nos aspectos coronal, sagital e axial da mandíbula, com foco em rotações e deslocamentos horizontais. A média dos movimentos de roll foi de -1,909 ± 2,544 graus no lado esquerdo e 3,550 ± 2,460 graus no lado direito (p<0,05). Para o movimento de yaw as médias de movimentação foram de -5,352 ± 3,000 graus no lado esquerdo e 3,916 ± 2,671 graus no lado direito (p<0,05). Não houve diferença significativa entre o grau de rotação pitch ao comparar os lados esquerdo e direito após a cirurgia ortognática (p>0,05). Estes resultados indicam que a cirurgia ortognática resultou em uma \"abertura\" transversal da mandíbula, com os segmentos proximais deslocando-se lateralmente após o recuo mandibular, além de mudanças significativas nas rotações dos segmentos proximais da mandíbula nos três eixos. |
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Deslocamento transversal do segmento proximal após recuo mandibular utilizando a osteotomia sagital bilateral do ramo mandibular em pacientes com fissura labiopalatinaTransverse displacement of the proximal segment after mandibular setback using bilateral sagittal split osteotomy in patients with cleft lip and palateBilateral sagital split osteotomyCirurgia ortognáticaCleft lip and palateFissural labiopalatinaOrthognathic surgeryOsteotomia sagital bilateral do ramo mandibularOs estudos sobre a estabilidade pós-operatória em cirurgia ortognática de pacientes com fissuras labiopalatinas em sua maioria focam na maxila após a osteotomia Le Fort I. No entanto, também é essencial avaliar as mudanças nos segmentos proximais da mandíbula, que são cruciais para a estabilidade esquelética, já que alterações do posicionamento condilar no pós-operatório pode interferir no posicionamento vertical e sagital da mandíbula. O objetivo deste estudo foi analisar tridimensionalmente as alterações na posição do segmento proximal nos eixos roll, pitch e yaw após recuo mandibular em pacientes com fissura labiopalatina submetidos à osteotomia sagital bilateral do ramo mandibular. Foram analisadas 88 tomografias computadorizadas de feixe cônico de pacientes operados no Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais/USP. As tomografias pré e pós-operatórias foram sobrepostas para avaliar mudanças nos aspectos coronal, sagital e axial da mandíbula, com foco em rotações e deslocamentos horizontais. A média dos movimentos de roll foi de -1,909 ± 2,544 graus no lado esquerdo e 3,550 ± 2,460 graus no lado direito (p<0,05). Para o movimento de yaw as médias de movimentação foram de -5,352 ± 3,000 graus no lado esquerdo e 3,916 ± 2,671 graus no lado direito (p<0,05). Não houve diferença significativa entre o grau de rotação pitch ao comparar os lados esquerdo e direito após a cirurgia ortognática (p>0,05). Estes resultados indicam que a cirurgia ortognática resultou em uma \"abertura\" transversal da mandíbula, com os segmentos proximais deslocando-se lateralmente após o recuo mandibular, além de mudanças significativas nas rotações dos segmentos proximais da mandíbula nos três eixos.Studies on postoperative stability in orthognathic surgery for cleft lip and palate patients mostly focus on the maxilla after Le Fort I osteotomy. However, it is also essential to evaluate changes in the proximal segments of the mandible, which are crucial for skeletal stability, since the positioning of the proximal segment after orthognathic surgery also leads to important horizontal and vertical changes in the mandible in the coronal and sagittal directions. The aim of this study was to analyze three-dimensionally the changes in the position of the proximal segment after mandibular setback in patients with cleft lip and palate who underwent bilateral sagittal split osteotomy. In total, 88 computed tomography scans of patients operated at the Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais/USP were analyzed. Pre- and post-operative CT scans were superimposed to evaluate changes in the coronal, sagittal and axial aspects of the mandible, with a focus on rotations and horizontal displacements. The average roll movement was -1.909 ± 2.544 degrees on the left and 3.550 ± 2.460 degrees on the right (p<0,05). For the yaw movement, averages of -5.352 ± 3.000 degrees on the left side and 3.916 ± 2.671 degrees on the right side (p<0,05). There was no significant difference between the degree of pitch rotation when comparing the left and right sides after surgery (p>0,05). These results indicate that orthognathic surgery resulted in a transverse opening of the mandible, with the proximal segments moving laterally after mandibular retraction, as well as significant changes in the rotations of the proximal segments of the mandible in the three axis.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPYaedú, Renato Yassutaka FariaBarcellos, Bhárbara Marinho2024-12-18info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/61/61132/tde-22042025-104816/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-12-11T12:20:02Zoai:teses.usp.br:tde-22042025-104816Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-12-11T12:20:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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