Formulação e avaliação /n vitro de comprimidos de liberação controlada contendo extrato seco de Hypericum perforatum L.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1999
Autor(a) principal: Salazar, Peky Maida Noriega
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/9/9139/tde-24032025-084300/
Resumo: Hypericum perforatum (Erva de São João) é uma planta medicinal conhecida tradicionalmente como agente antiinflamatório e cicatrizante; a atividade anti-viral da hipericina, seu princípio ativo, encontra-se sob investigação. Na atualidade, os extratos purificados das partes aéreas são utilizados por sua atividade antidepressiva. O objetivo deste trabalho é o desenvolvimento de formulações de liberação controlada contendo extratos padronizados de Hypericum perforatum, a fim de obter formulações sólidas para uso oral satisfatórias, do ponto de vista da sua biodisponibilidade. Os métodos analíticos utilizados para determinação da hipericina nos extratos de Hypericum perforatum, assim como nas formas farmacêutica foram a abordagem fitoquímica e cromatografia de camada delgada, para identificação e método espectrofotométrico em 590 nm descrito no Deutsche Apotheker Codex, para avaliação quantitativa. Foram realizados estudos de pré-formulação para determinar-se a influência do pH na solubilidade do extrato seco de Hypericum perforatum, para formular apropriadamente os sistemas de liberação controlada. Foram desenvolvidos sistemas matriciais com polimetacrilatos, etilcelulose e hidroxipropil metilcelulose, por compressão direta. Os ensaios de liberação in vitro foram adaptados aos requerimentos da United States Pharmacopoeia XXIII, 1995 e baseados na monografia da British Herbal Pharmacopoeia, 1983. Para melhorar a liberação da hipericina nas formulações de hidroxipropil metilcelulose, que foram resistentes ao estudo de dissolução por mais de oito horas, testou-se a inclusão de β-ciclodextrinas e agente tensoativo aniônico: lauril sulfato de sódio, porém os resultados ainda não foram satisfatórios e definitivos.
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