Níveis de CA-125, 17 β estradiol e progesterona no soro e no fluído peritoneal de mulheres com e sem endometriose pélvica
| Ano de defesa: | 1999 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-07012026-131530/ |
Resumo: | A meta principal do presente estudo foi avaliar os níveis de CA-125, 17 β estradiol (E2) e progesterona (P4) pelas dosagens séricas e no fluido peritoneal de mulheres com e sem endometriose pélvica. Foram selecionadas 52 mulheres, divididas em dois grupos, dispostos em Grupo A, composto por 35 mulheres portadoras de endometriose pélvica, comprovada por laparoscopia e biópsia, e Grupo B, determinado por 17 mulheres sem endometriose pélvica, comprovada pela laparoscopia e submetidas à laqueadura tubária bilateral. Nas 52 mulheres selecionadas para o presente trabalho, foram realizadas dosagens séricas em um dos três primeiros dias do ciclo menstrual e as amostras do fluido peritoneal foram colhidas durante a laparoscopia, durante a fase folicular. Observamos em nosso estudo que os níveis de CA-125 no soro e no fluido peritoneal são mais elevados em graus mais avançados da endometriose. Encontramos também correlação estatisticamente significativa entre os níveis de CA-125 séricos e no fluido peritoneal de mulheres portadoras de endometriose pélvica. Os valores de 17 β estradiol, avaliados no soro e no fluido peritoneal, não apresentaram eficácia no diagnóstico da doença quando realizados nas duas fases do ciclo descritas acima. A progesterona sérica e no fluido peritoneal mostrou-se elevada em mulheres normais comparadas com as mulheres portadoras de endometriose pélvica. Essa diferença foi estatisticamente significante. Os sintomas da doença não revelaram correlação com os níveis laboratoriais de nenhum dos três possíveis marcadores. O melhor marcador da endometriose presente em graus mais avançados da doença foi o CA-125. Baseando-se na correlação encontrada entre os valores do CA-125, obtidos no soro e no fluido peritoneal, supõe-se que a dosagem sérica pode ser suficiente para a avaliação da doença, evitando-se assim um procedimento mais invasivo. |
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Níveis de CA-125, 17 β estradiol e progesterona no soro e no fluído peritoneal de mulheres com e sem endometriose pélvicaNão informado.Ca-125EndometrioseLaparoscopiaNão informado.A meta principal do presente estudo foi avaliar os níveis de CA-125, 17 β estradiol (E2) e progesterona (P4) pelas dosagens séricas e no fluido peritoneal de mulheres com e sem endometriose pélvica. Foram selecionadas 52 mulheres, divididas em dois grupos, dispostos em Grupo A, composto por 35 mulheres portadoras de endometriose pélvica, comprovada por laparoscopia e biópsia, e Grupo B, determinado por 17 mulheres sem endometriose pélvica, comprovada pela laparoscopia e submetidas à laqueadura tubária bilateral. Nas 52 mulheres selecionadas para o presente trabalho, foram realizadas dosagens séricas em um dos três primeiros dias do ciclo menstrual e as amostras do fluido peritoneal foram colhidas durante a laparoscopia, durante a fase folicular. Observamos em nosso estudo que os níveis de CA-125 no soro e no fluido peritoneal são mais elevados em graus mais avançados da endometriose. Encontramos também correlação estatisticamente significativa entre os níveis de CA-125 séricos e no fluido peritoneal de mulheres portadoras de endometriose pélvica. Os valores de 17 β estradiol, avaliados no soro e no fluido peritoneal, não apresentaram eficácia no diagnóstico da doença quando realizados nas duas fases do ciclo descritas acima. A progesterona sérica e no fluido peritoneal mostrou-se elevada em mulheres normais comparadas com as mulheres portadoras de endometriose pélvica. Essa diferença foi estatisticamente significante. Os sintomas da doença não revelaram correlação com os níveis laboratoriais de nenhum dos três possíveis marcadores. O melhor marcador da endometriose presente em graus mais avançados da doença foi o CA-125. Baseando-se na correlação encontrada entre os valores do CA-125, obtidos no soro e no fluido peritoneal, supõe-se que a dosagem sérica pode ser suficiente para a avaliação da doença, evitando-se assim um procedimento mais invasivo.The present study concerns the analysis of serum levels of CA-125 17 β Estradiol (E2) and Progesterone (P4) compared to peritoneal fluid levels from pelvic endometriosis patients. Fifty two patients were divided into two groups:- the first one-group A comprised 35 patients with pelvic endometriosis diagnosed by laparoscopy and confirmed by biopsy and the second-group B- comprised 17 women without confirmed endometriosis. The serum samples were taken during the first three days of the cycle and the peritoneal fluid samples were taken during laparoscopy at the follicular phase. We observed higher levels of serum and peritoneal fluid of CA-125 in patients with advanced pelvic endometriosis. 17 β Estradiol levels in serum and peritoneal fluid samples were not higher in patients with endometriosis. Progesterone levels were lowrer in serum and peritoneal fluid samples from patients with pelvic endometriosis and infertility. Endometriosis symptoms were not correlated with laboratory markers. The best endometriosis marker present in advanced disease was CA-125. We observed a correlation between serum and peritoneal fluid values and wish to emphasize that mesurements made in serum samples avoid invasive procedures.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMoura, Marcos Dias deAmaral, Vivian Ferreira do1999-06-11info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-07012026-131530/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-01-07T15:53:02Zoai:teses.usp.br:tde-07012026-131530Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-01-07T15:53:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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