| Ano de defesa: | 2025 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USP
Universidade de São Paulo Instituto de Psicologia |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47134/tde-05052026-163353/ |
Resumo: | O presente trabalho se localiza entre os estudos marxistas que tratam dos elementos subjetivos inscritos na luta de classes, em especial sobre a maternidade enquanto trabalho expresso nos cuidados domésticos. Como pano de fundo, tem-se o campesinato enquanto uma das classes sociais dentro do Capitalismo, caracterizando-se de maneira sui generis por sua relação de produção de alimentos para subsistência familiar baseada nos ciclos da natureza, e por sua subordinação ao Capitalismo através da questão da renda da terra, característica central na questão agrária brasileira. Considerando a família como fundamental para a produção no campo, este estudo objetivou verificar qual seria o papel da maternidade na organização da família camponesa. Os referenciais teórico e metodológico que embasam o estudo são respectivamente o materialismo histórico-dialético e a etnografia crítica. A investigação contou com a realização de oficinas de bordado com moradoras dos distritos de Parelheiros e Marsilac, parte integrante do chamado Cinturão Verde do município de São Paulo, região sudeste do Brasil. Os resultados apresentaram pouca menção à prole, porém se mostraram ricos em detalhes sobre a busca por um lugar de pertencimento por parte das mulheres, encontrado na relação de trabalho com a terra. Espera-se, com este estudo, que os elementos encontrados permitam a elaboração de novas pesquisas acerca da questão agrária no Brasil, com base na participação feminina nas atividades do campo como ponto focal para a discussão de novas formas de cuidado com a terra. |
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Mulheres campeando rumo: terra, trabalho e a busca do lugarWomen \"forging their way\": land, work, and the search for their placeGonsaga, Luana KarolineTassara, Eda Terezinha de OliveiraCampesinatoPsicologia SocialTrabalho DomésticoOrganização Familiar CamponesaLugarPeasant Family OrganizationPlaceDomestic WorkSocial PsychologyPeasantryO presente trabalho se localiza entre os estudos marxistas que tratam dos elementos subjetivos inscritos na luta de classes, em especial sobre a maternidade enquanto trabalho expresso nos cuidados domésticos. Como pano de fundo, tem-se o campesinato enquanto uma das classes sociais dentro do Capitalismo, caracterizando-se de maneira sui generis por sua relação de produção de alimentos para subsistência familiar baseada nos ciclos da natureza, e por sua subordinação ao Capitalismo através da questão da renda da terra, característica central na questão agrária brasileira. Considerando a família como fundamental para a produção no campo, este estudo objetivou verificar qual seria o papel da maternidade na organização da família camponesa. Os referenciais teórico e metodológico que embasam o estudo são respectivamente o materialismo histórico-dialético e a etnografia crítica. A investigação contou com a realização de oficinas de bordado com moradoras dos distritos de Parelheiros e Marsilac, parte integrante do chamado Cinturão Verde do município de São Paulo, região sudeste do Brasil. Os resultados apresentaram pouca menção à prole, porém se mostraram ricos em detalhes sobre a busca por um lugar de pertencimento por parte das mulheres, encontrado na relação de trabalho com a terra. Espera-se, com este estudo, que os elementos encontrados permitam a elaboração de novas pesquisas acerca da questão agrária no Brasil, com base na participação feminina nas atividades do campo como ponto focal para a discussão de novas formas de cuidado com a terra.The present work is located among Marxist studies that deal with the issue of class struggle, as well as the subjective elements included in it, including motherhood as work expressed in domestic care. As a background, there is the peasantry as one of the classes within capitalism, characterized in a sui generis way by its relationship of food production for family subsistence based on the cycles of nature, and its subordination to capitalism through the issue of land income, a central characteristic in the Brazilian agrarian issue. Considering the family as fundamental for production in the countryside, this study aimed to verify the role of motherhood in the organization of the peasant family. The theoretical and methodological framework that underpins the study is dialectical historical materialism and critical ethnography. The investigation included embroidery workshops with residents of the districts of Parelheiros and Marsilac, an integral part of the so-called green belt in the municipality of São Paulo, southeastern Brazil. The results showed little mention of offspring, but were rich in details about women\'s search for a place of belonging, found in the working relationship with the land. It is hoped, with this study, that the elements found will allow the development of new research on the agrarian issue in Brazil, based on female participation in rural activities as central to the discussion of new forms of care for the land.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USPUniversidade de São PauloInstituto de Psicologia2026-05-132026-05-14T09:03:02Z2025-05-26info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47134/tde-05052026-163353/10.11606/D.47.2025.tde-05052026-163353tde-05052026-163353Liberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPMestradomastersUniversidade de São PauloBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-05-14T09:03:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)falseoai:teses.usp.br:tde-05052026-163353 |
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O presente trabalho se localiza entre os estudos marxistas que tratam dos elementos subjetivos inscritos na luta de classes, em especial sobre a maternidade enquanto trabalho expresso nos cuidados domésticos. Como pano de fundo, tem-se o campesinato enquanto uma das classes sociais dentro do Capitalismo, caracterizando-se de maneira sui generis por sua relação de produção de alimentos para subsistência familiar baseada nos ciclos da natureza, e por sua subordinação ao Capitalismo através da questão da renda da terra, característica central na questão agrária brasileira. Considerando a família como fundamental para a produção no campo, este estudo objetivou verificar qual seria o papel da maternidade na organização da família camponesa. Os referenciais teórico e metodológico que embasam o estudo são respectivamente o materialismo histórico-dialético e a etnografia crítica. A investigação contou com a realização de oficinas de bordado com moradoras dos distritos de Parelheiros e Marsilac, parte integrante do chamado Cinturão Verde do município de São Paulo, região sudeste do Brasil. Os resultados apresentaram pouca menção à prole, porém se mostraram ricos em detalhes sobre a busca por um lugar de pertencimento por parte das mulheres, encontrado na relação de trabalho com a terra. Espera-se, com este estudo, que os elementos encontrados permitam a elaboração de novas pesquisas acerca da questão agrária no Brasil, com base na participação feminina nas atividades do campo como ponto focal para a discussão de novas formas de cuidado com a terra. |
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