Alterações de saúde e qualidade de vida no trabalho em profissionais de enfermagem
| Ano de defesa: | 2025 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7139/tde-03102025-110710/ |
Resumo: | As características profissionais da enfermagem podem impactar a qualidade do sono, qualidade de vida laboral, estresse ocupacional e presenteísmo. Em situações semelhantes, alguns profissionais superam beneficamente as adversidades. Pouco se sabe sobre relações simultâneas entre alterações emocionais, de saúde e qualidade de vida laboral nesses profissionais. Objetivo: Analisar as relações simultâneas entre os constructos qualidade do sono, estresse ocupacional, resiliência e presenteísmo sob diferentes dimensões da qualidade de vida laboral em profissionais de enfermagem. Método: Estudo organizado em duas fases: metodológica e observacional transversal. A coleta de dados ocorreu entre 22 de junho de 2021 e 3 de outubro de 2022, incluindo 1.678 profissionais de enfermagem. Critérios de inclusão: idade acima de 18 anos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem atuantes no Estado de São Paulo, envolvidos na assistência, atuantes em instituição há mais de seis meses. Instrumentos utilizados: questionário de dados sociodemográficos, atividade laboral, hábitos de vida e situação de saúde, Quality of Working Life Questionnaire Bref, Índice de Qualidade de Sono de Pittsburg, Job Stress Scale, Escala de Resiliência e Stanford Presenteeism Scale. Realizou-se análise fatorial confirmatória para calibração dos instrumentos e modelagem de equações estruturais. Resultados: Houve necessidade de alteração dos instrumentos Quality of Working Life Questionnaire bref, para estrutura unidimensional, com manutenção de todos os itens; Job Stress Scale, com a exclusão dos itens g, h e i, com manutenção dos três fatores; Escala de Resiliência, com exclusão dos itens 11, 20 e 22, considerando o modelo unidimensional; Índice de Qualidade do Sono, com exclusão do componente duração do sono. Obteve-se predomínio de níveis satisfatórios de qualidade de vida no trabalho (57,6%), presença de presenteísmo (59,5%), alta demanda psicológica (53,2%), alto controle sobre o trabalho (63,9%), alto apoio social (61,3%), trabalho ativo segundo modelo demanda-controle (34.0%), moderada resiliência (54,2%) e má qualidade do sono (91,6%). Modelo hipotético foi parcialmente confirmado pelo modelo estrutural estimado e parte das hipóteses foi rejeitada. Houve predomínio de índices de qualidade de ajuste e resíduos satisfatórios. Verificou-se que presenteísmo, estresse ocupacional, resiliência e qualidade do sono explicaram 78% da qualidade de vida laboral. Observou-se que estresse ocupacional eleva os níveis de presenteísmo (=0,13). Resiliência eleva qualidade de vida laboral (=0,08) e qualidade do sono (=0,19). A baixa qualidade do sono aumenta os níveis de presenteísmo (-0,25). Estresse ocupacional atuou como mediador da relação entre resiliência e qualidade de vida no trabalho. Indivíduos resilientes apresentaram melhor qualidade de vida laboral. Conclusão: Estresse ocupacional, resiliência e qualidade do sono têm impacto significativo na qualidade de vida laboral dos profissionais de enfermagem. A resiliência eleva a qualidade de vida laboral e a qualidade do sono. O estresse ocupacional ocasiona maiores níveis de presenteísmo. A baixa qualidade do sono eleva os níveis de presenteísmo. Intervenções que promovam equilíbrio entre esses fatores, além de melhorar a qualidade do sono, são essenciais na promoção de bem-estar e saúde dos profissionais de enfermagem, em especial em contextos de alta demanda, como o vivido durante a pandemia de COVID-19. |
| id |
USP_f9914c2c0f84815cad9a1301e4b7cfe3 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:teses.usp.br:tde-03102025-110710 |
| network_acronym_str |
USP |
| network_name_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Alterações de saúde e qualidade de vida no trabalho em profissionais de enfermagemHealth and quality of life changes at work in nursing professionalsEnfermagemEstresse OcupacionalNursingOccupational StressPresenteeismPresenteísmoPsychological ResilienceQualidade de VidaQuality of LifeResiliência PsicológicaSaúde do TrabalhadorSleepSonoWorkers' HealthAs características profissionais da enfermagem podem impactar a qualidade do sono, qualidade de vida laboral, estresse ocupacional e presenteísmo. Em situações semelhantes, alguns profissionais superam beneficamente as adversidades. Pouco se sabe sobre relações simultâneas entre alterações emocionais, de saúde e qualidade de vida laboral nesses profissionais. Objetivo: Analisar as relações simultâneas entre os constructos qualidade do sono, estresse ocupacional, resiliência e presenteísmo sob diferentes dimensões da qualidade de vida laboral em profissionais de enfermagem. Método: Estudo organizado em duas fases: metodológica e observacional transversal. A coleta de dados ocorreu entre 22 de junho de 2021 e 3 de outubro de 2022, incluindo 1.678 profissionais de enfermagem. Critérios de inclusão: idade acima de 18 anos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem atuantes no Estado de São Paulo, envolvidos na assistência, atuantes em instituição há mais de seis meses. Instrumentos utilizados: questionário de dados sociodemográficos, atividade laboral, hábitos de vida e situação de saúde, Quality of Working Life Questionnaire Bref, Índice de Qualidade de Sono de Pittsburg, Job Stress Scale, Escala de Resiliência e Stanford Presenteeism Scale. Realizou-se análise fatorial confirmatória para calibração dos instrumentos e modelagem de equações estruturais. Resultados: Houve necessidade de alteração dos instrumentos Quality of Working Life Questionnaire bref, para estrutura unidimensional, com manutenção de todos os itens; Job Stress Scale, com a exclusão dos itens g, h e i, com manutenção dos três fatores; Escala de Resiliência, com exclusão dos itens 11, 20 e 22, considerando o modelo unidimensional; Índice de Qualidade do Sono, com exclusão do componente duração do sono. Obteve-se predomínio de níveis satisfatórios de qualidade de vida no trabalho (57,6%), presença de presenteísmo (59,5%), alta demanda psicológica (53,2%), alto controle sobre o trabalho (63,9%), alto apoio social (61,3%), trabalho ativo segundo modelo demanda-controle (34.0%), moderada resiliência (54,2%) e má qualidade do sono (91,6%). Modelo hipotético foi parcialmente confirmado pelo modelo estrutural estimado e parte das hipóteses foi rejeitada. Houve predomínio de índices de qualidade de ajuste e resíduos satisfatórios. Verificou-se que presenteísmo, estresse ocupacional, resiliência e qualidade do sono explicaram 78% da qualidade de vida laboral. Observou-se que estresse ocupacional eleva os níveis de presenteísmo (=0,13). Resiliência eleva qualidade de vida laboral (=0,08) e qualidade do sono (=0,19). A baixa qualidade do sono aumenta os níveis de presenteísmo (-0,25). Estresse ocupacional atuou como mediador da relação entre resiliência e qualidade de vida no trabalho. Indivíduos resilientes apresentaram melhor qualidade de vida laboral. Conclusão: Estresse ocupacional, resiliência e qualidade do sono têm impacto significativo na qualidade de vida laboral dos profissionais de enfermagem. A resiliência eleva a qualidade de vida laboral e a qualidade do sono. O estresse ocupacional ocasiona maiores níveis de presenteísmo. A baixa qualidade do sono eleva os níveis de presenteísmo. Intervenções que promovam equilíbrio entre esses fatores, além de melhorar a qualidade do sono, são essenciais na promoção de bem-estar e saúde dos profissionais de enfermagem, em especial em contextos de alta demanda, como o vivido durante a pandemia de COVID-19.Nursing professionals\' characteristics can lead to changes in sleep quality, work-life quality, occupational stress, and presenteeism. In similar situations, some professionals beneficially overcome adversities. However, little is known about the simultaneous relationships between emotional, health, and work-life quality changes among nursing professionals. Objective: To analyze the simultaneous relationships between the constructs of sleep quality, occupational stress, resilience, and presenteeism across different dimensions of work-life quality in nursing professionals. Method: This study was organized into two phases: methodological and crosssectional observational. Data collection took place between June 22, 2021, and October 3, 2022, and included 1,678 nursing professionals. Inclusion criteria: over 18 years of age, working as a nurse, technicians, or nursing assistants in the state of São Paulo, involved in patient care, and employed at an institution for more than six months. Instruments used: a sociodemographic questionnaire covering work activity, lifestyle habits, and health status; the Quality of Working Life Questionnaire Bref; Pittsburgh Sleep Quality Index; Job Stress Scale; Resilience Scale; and Stanford Presenteeism Scale. Confirmatory factor analysis was conducted for instrument calibration, and structural equation modeling was applied. Results: There was a need to change the instruments Quality of Working Life Questionnaire bref, to a one-dimensional structure, maintaining all items; Job Stress Scale, with the exclusion of items g, h and i, maintaining the three factors; Resilience Scale, with the exclusion of items 11, 20 and 22, considering the one-dimensional model; Sleep Quality Index, with the exclusion of the sleep duration component. There was a predominance of satisfactory levels of quality of life at work (57.6%), presence of presenteeism (59.5%), high psychological demand (53.2%), high control over work (63.9%), high social support (61.2%), active work according to the Demand-Control model (34.0%), moderate resilience (54.2%) and poor sleep quality (91.6%). The hypothetical model was partially confirmed by the estimated structural model and part of the hypotheses were rejected. There was a predominance of goodness-of-fit indices and satisfactory residuals. It was found that presenteeism, occupational stress, resilience and sleep quality explained 78% of the quality of work life. It was observed that occupational stress increases presenteeism levels (=0.13), resilience increases work-life quality (=0.08) and sleep quality (=-0.19), and poor sleep quality increases presenteeism levels (-0,25). Occupational stress acted as a mediator in the relationship between resilience and work-life quality. Resilient individuals had better quality of working life. Conclusion: Occupational stress, resilience, and sleep quality have a significant impact on the work-life quality of nursing professionals. Resilience increases work-life quality and sleep quality. Occupational stress leads to higher levels of presenteeism. Poor sleep quality increases presenteeism levels. Interventions that promote a balance between these factors, in addition to improving sleep quality, are essential in promoting the well-being and health of nursing professionals, especially in high-demand contexts such as those experienced during the COVID-19 pandemic.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPCalache, Ana Lucia Siqueira CostaValóta, Izabel Alves das Chagas2025-02-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7139/tde-03102025-110710/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-10-17T17:26:02Zoai:teses.usp.br:tde-03102025-110710Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-10-17T17:26:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
| dc.title.none.fl_str_mv |
Alterações de saúde e qualidade de vida no trabalho em profissionais de enfermagem Health and quality of life changes at work in nursing professionals |
| title |
Alterações de saúde e qualidade de vida no trabalho em profissionais de enfermagem |
| spellingShingle |
Alterações de saúde e qualidade de vida no trabalho em profissionais de enfermagem Valóta, Izabel Alves das Chagas Enfermagem Estresse Ocupacional Nursing Occupational Stress Presenteeism Presenteísmo Psychological Resilience Qualidade de Vida Quality of Life Resiliência Psicológica Saúde do Trabalhador Sleep Sono Workers' Health |
| title_short |
Alterações de saúde e qualidade de vida no trabalho em profissionais de enfermagem |
| title_full |
Alterações de saúde e qualidade de vida no trabalho em profissionais de enfermagem |
| title_fullStr |
Alterações de saúde e qualidade de vida no trabalho em profissionais de enfermagem |
| title_full_unstemmed |
Alterações de saúde e qualidade de vida no trabalho em profissionais de enfermagem |
| title_sort |
Alterações de saúde e qualidade de vida no trabalho em profissionais de enfermagem |
| author |
Valóta, Izabel Alves das Chagas |
| author_facet |
Valóta, Izabel Alves das Chagas |
| author_role |
author |
| dc.contributor.none.fl_str_mv |
Calache, Ana Lucia Siqueira Costa |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Valóta, Izabel Alves das Chagas |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Enfermagem Estresse Ocupacional Nursing Occupational Stress Presenteeism Presenteísmo Psychological Resilience Qualidade de Vida Quality of Life Resiliência Psicológica Saúde do Trabalhador Sleep Sono Workers' Health |
| topic |
Enfermagem Estresse Ocupacional Nursing Occupational Stress Presenteeism Presenteísmo Psychological Resilience Qualidade de Vida Quality of Life Resiliência Psicológica Saúde do Trabalhador Sleep Sono Workers' Health |
| description |
As características profissionais da enfermagem podem impactar a qualidade do sono, qualidade de vida laboral, estresse ocupacional e presenteísmo. Em situações semelhantes, alguns profissionais superam beneficamente as adversidades. Pouco se sabe sobre relações simultâneas entre alterações emocionais, de saúde e qualidade de vida laboral nesses profissionais. Objetivo: Analisar as relações simultâneas entre os constructos qualidade do sono, estresse ocupacional, resiliência e presenteísmo sob diferentes dimensões da qualidade de vida laboral em profissionais de enfermagem. Método: Estudo organizado em duas fases: metodológica e observacional transversal. A coleta de dados ocorreu entre 22 de junho de 2021 e 3 de outubro de 2022, incluindo 1.678 profissionais de enfermagem. Critérios de inclusão: idade acima de 18 anos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem atuantes no Estado de São Paulo, envolvidos na assistência, atuantes em instituição há mais de seis meses. Instrumentos utilizados: questionário de dados sociodemográficos, atividade laboral, hábitos de vida e situação de saúde, Quality of Working Life Questionnaire Bref, Índice de Qualidade de Sono de Pittsburg, Job Stress Scale, Escala de Resiliência e Stanford Presenteeism Scale. Realizou-se análise fatorial confirmatória para calibração dos instrumentos e modelagem de equações estruturais. Resultados: Houve necessidade de alteração dos instrumentos Quality of Working Life Questionnaire bref, para estrutura unidimensional, com manutenção de todos os itens; Job Stress Scale, com a exclusão dos itens g, h e i, com manutenção dos três fatores; Escala de Resiliência, com exclusão dos itens 11, 20 e 22, considerando o modelo unidimensional; Índice de Qualidade do Sono, com exclusão do componente duração do sono. Obteve-se predomínio de níveis satisfatórios de qualidade de vida no trabalho (57,6%), presença de presenteísmo (59,5%), alta demanda psicológica (53,2%), alto controle sobre o trabalho (63,9%), alto apoio social (61,3%), trabalho ativo segundo modelo demanda-controle (34.0%), moderada resiliência (54,2%) e má qualidade do sono (91,6%). Modelo hipotético foi parcialmente confirmado pelo modelo estrutural estimado e parte das hipóteses foi rejeitada. Houve predomínio de índices de qualidade de ajuste e resíduos satisfatórios. Verificou-se que presenteísmo, estresse ocupacional, resiliência e qualidade do sono explicaram 78% da qualidade de vida laboral. Observou-se que estresse ocupacional eleva os níveis de presenteísmo (=0,13). Resiliência eleva qualidade de vida laboral (=0,08) e qualidade do sono (=0,19). A baixa qualidade do sono aumenta os níveis de presenteísmo (-0,25). Estresse ocupacional atuou como mediador da relação entre resiliência e qualidade de vida no trabalho. Indivíduos resilientes apresentaram melhor qualidade de vida laboral. Conclusão: Estresse ocupacional, resiliência e qualidade do sono têm impacto significativo na qualidade de vida laboral dos profissionais de enfermagem. A resiliência eleva a qualidade de vida laboral e a qualidade do sono. O estresse ocupacional ocasiona maiores níveis de presenteísmo. A baixa qualidade do sono eleva os níveis de presenteísmo. Intervenções que promovam equilíbrio entre esses fatores, além de melhorar a qualidade do sono, são essenciais na promoção de bem-estar e saúde dos profissionais de enfermagem, em especial em contextos de alta demanda, como o vivido durante a pandemia de COVID-19. |
| publishDate |
2025 |
| dc.date.none.fl_str_mv |
2025-02-27 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/doctoralThesis |
| format |
doctoralThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7139/tde-03102025-110710/ |
| url |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7139/tde-03102025-110710/ |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.relation.none.fl_str_mv |
|
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
Liberar o conteúdo para acesso público. info:eu-repo/semantics/openAccess |
| rights_invalid_str_mv |
Liberar o conteúdo para acesso público. |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.format.none.fl_str_mv |
application/pdf |
| dc.coverage.none.fl_str_mv |
|
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP |
| publisher.none.fl_str_mv |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP instname:Universidade de São Paulo (USP) instacron:USP |
| instname_str |
Universidade de São Paulo (USP) |
| instacron_str |
USP |
| institution |
USP |
| reponame_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| collection |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| repository.name.fl_str_mv |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP) |
| repository.mail.fl_str_mv |
virginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.br |
| _version_ |
1865492345760251904 |