Avaliação da resistência à fratura de próteses fixas provisórias implanto-suportadas variando o comprimento do cantilever e o tipo de fibra: fibras de vidro e fibras de poli(aramida)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: Colán Guzmán, Paola del Rosario
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25135/tde-21062007-103104/
Resumo: No tratamento reabilitador oral as restaurações provisórias são de suma importância. A resistência e a longevidade dos materiais utilizados em sua execução são críticas, principalmente em tratamentos prolongados e em espaços desdentados extensos. O objetivo deste trabalho foi avaliar a resistência e o modo de fratura de espécimes que simularam uma prótese fixa de três elementos variando o comprimento do cantilever (7, 14 e 21mm), confeccionadas em resina acrílica poli(metilmetacrilato) (PMMA) autopolimerizável, com e sem reforço em seu interior, construídos sobre componentes para implantes. Os reforços utilizados foram: fibras de vidro (Fibrante® - Ângelus®, Londrina, PR, Brasil) e fibras de poli(aramida) (Kevlar® - Du Pont®, USA). Os grupos foram constituídos de 10 espécimes cada, incluindo um grupo controle, sem reforço. Os espécimes foram submetidos à carga compressiva até a fratura. A análise dos resultados (ANOVA, p < 0,05), para o teste de resistência, mostrou não haver diferença estatística entre os grupos com respeito ao tipo de reforço, sendo que houve diferença estatística significante no que respeita ao comprimento do cantilever. Quando o comprimento do cantilever foi de 7mm todos os grupos apresentaram os valores médios de resistência a fratura, em N, significativamente maiores que os apresentados pelos grupos com 14 e 21mm de comprimento. Em relação ao modo de fratura os grupos reforçados apresentaram fraturas mais favoráveis ao reparo, tendo sido do tipo Parcial.
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