Hepatites virais B e C na região de Londrina, Paraná, 1996 a 1999

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2001
Autor(a) principal: Alvanhan, Rosângela Aparecida de Menezes
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6132/tde-07022025-180641/
Resumo: Objetivo: Realizou-se um estudo epidemiológico descritivo sobre as hepatites B e C na região de Londrina, Paraná, que inclui 19 municípios, com o objetivo de conhecer o perfil de morbidade e letalidade e a prevalência de marcadores sorológicos em hemofílicos, hemodialisados, portadores do vírus da imunodeficiência humana e em doadores de sangue. Métodos: Pesquisou-se dados secundários dos seguintes grupos populacionais: (1) doentes de hepatites B e C (n = 487) notificados ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação, quanto aos aspectos relacionados às morbidade e letalidade; (2) grupos de risco hemofílicos (n = 22), hemodialisados (n = 238) e portadores do vírus da imunodeficiência humana (n = 192) e (3) doadores de sangue (n = 26938), quanto à prevalência de marcadores sorológicos desses agravos. Resultados: Evidenciou-se: 1) a presença de 400 casos de hepatite B, 86 de hepatite C e 1 de co-infecção de hepatite B e hepatite C, concentrados principalmente em Londrina, Cambé e Rolândia, com maior frequência de casos de hepatite B entre os 16 e 30 anos e de hepatite C entre 31 e 45 anos de idade. Predominava entre os pacientes baixa escolaridade e baixa qualificação profissional. O tratamento odontológico na hepatite B e o uso de drogas injetáveis na hepatite C foram as situações de risco mais freqüentes. Quanto à evolução clínica (cura, óbito e cronicidade), a ausência de respostas em 41,25% nas hepatites B e 62,80% nas hepatites C prejudicaram a análise dos dados. 2) Nos hemofílicos a prevalência de anti-HBc foi de 63,6% (14/22) e de anti-VHC foi de 77,3% (17/22). O grau de hemofilia estava associado a maior prevalência de anti-VHC e anti-HBc. Nos hemodialisados a prevalência de Ag HBs foi de 3,78% (9/238), a de anti HBs foi de 75,21% (179/238) e a de anti-VHC foi de 22,27% (53/238). O período de tratamento e o número de transfusões sangüíneas estavam associados à maior prevalência de anti-VHC. Os vacinados anti-hepatite B apresentaram menor prevalência de AgHBs. Nos portadores do vírus da imunodeficiência humana a prevalência de Ag HBs foi de 4,78% (9/188), de anti-HBc foi de 7,95% (147/76), de anti-HBs foi de 4,02% (7/174) e de anti-VHC foi de 13,75% (11/80). A situação de risco mais frequente foi o uso de drogas injetáveis. 3) Nos doadores de sangue, a prevalência de Ag HBs foi de 0,50% (135/26938), de anti-HBc foi de 7,90% (2128/26938) e a de anti-VHC foi de 0,47% (127/26938). Conclusões: Dentre os casos notificados, a hepatite B foi a que se apresentou com maior freqüência. Nos hemofílicos a prevalência de anti-HBc e de anti-VHC são consideradas altas. Nos hemodialisados e nos portadores do vírus da imunodeficiência humana a prevalência de Ag HBs é intermediária, enquanto que a de anti-VHC é alta. As prevalências de Ag HBs, de anti-HBc e a de anti-VHC nos doadores de sangue são baixas. Recomenda-se aprimorar o sistema de vigilância epidemiológica com vistas a melhorar a qualidade dos dados e realizar busca ativa de casos de hepatite B e C em todos os grupos estudados; estruturar o fluxo para confirmação diagnóstica e tratamento dos portadores crônicos; implementar a vacinação contra a hepatite B nos grupos de risco e as ações educativas de prevenção de infecções pelo VHB, VHC e VIH, especialmente enfocando a transmissão pelo uso de drogas injetáveis.
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Métodos: Pesquisou-se dados secundários dos seguintes grupos populacionais: (1) doentes de hepatites B e C (n = 487) notificados ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação, quanto aos aspectos relacionados às morbidade e letalidade; (2) grupos de risco hemofílicos (n = 22), hemodialisados (n = 238) e portadores do vírus da imunodeficiência humana (n = 192) e (3) doadores de sangue (n = 26938), quanto à prevalência de marcadores sorológicos desses agravos. Resultados: Evidenciou-se: 1) a presença de 400 casos de hepatite B, 86 de hepatite C e 1 de co-infecção de hepatite B e hepatite C, concentrados principalmente em Londrina, Cambé e Rolândia, com maior frequência de casos de hepatite B entre os 16 e 30 anos e de hepatite C entre 31 e 45 anos de idade. Predominava entre os pacientes baixa escolaridade e baixa qualificação profissional. O tratamento odontológico na hepatite B e o uso de drogas injetáveis na hepatite C foram as situações de risco mais freqüentes. Quanto à evolução clínica (cura, óbito e cronicidade), a ausência de respostas em 41,25% nas hepatites B e 62,80% nas hepatites C prejudicaram a análise dos dados. 2) Nos hemofílicos a prevalência de anti-HBc foi de 63,6% (14/22) e de anti-VHC foi de 77,3% (17/22). O grau de hemofilia estava associado a maior prevalência de anti-VHC e anti-HBc. Nos hemodialisados a prevalência de Ag HBs foi de 3,78% (9/238), a de anti HBs foi de 75,21% (179/238) e a de anti-VHC foi de 22,27% (53/238). O período de tratamento e o número de transfusões sangüíneas estavam associados à maior prevalência de anti-VHC. Os vacinados anti-hepatite B apresentaram menor prevalência de AgHBs. Nos portadores do vírus da imunodeficiência humana a prevalência de Ag HBs foi de 4,78% (9/188), de anti-HBc foi de 7,95% (147/76), de anti-HBs foi de 4,02% (7/174) e de anti-VHC foi de 13,75% (11/80). A situação de risco mais frequente foi o uso de drogas injetáveis. 3) Nos doadores de sangue, a prevalência de Ag HBs foi de 0,50% (135/26938), de anti-HBc foi de 7,90% (2128/26938) e a de anti-VHC foi de 0,47% (127/26938). Conclusões: Dentre os casos notificados, a hepatite B foi a que se apresentou com maior freqüência. Nos hemofílicos a prevalência de anti-HBc e de anti-VHC são consideradas altas. Nos hemodialisados e nos portadores do vírus da imunodeficiência humana a prevalência de Ag HBs é intermediária, enquanto que a de anti-VHC é alta. As prevalências de Ag HBs, de anti-HBc e a de anti-VHC nos doadores de sangue são baixas. Recomenda-se aprimorar o sistema de vigilância epidemiológica com vistas a melhorar a qualidade dos dados e realizar busca ativa de casos de hepatite B e C em todos os grupos estudados; estruturar o fluxo para confirmação diagnóstica e tratamento dos portadores crônicos; implementar a vacinação contra a hepatite B nos grupos de risco e as ações educativas de prevenção de infecções pelo VHB, VHC e VIH, especialmente enfocando a transmissão pelo uso de drogas injetáveis.Objective: A descriptive epidemiological study about hepatitis B and hepatitis C in the region of Londrina, Paraná, including 19 municipalities, was made in order to establish profiles of morbidity and lethality as well as the prevalence of serological markers in hemophiliacs, patients under hemodialysis treatment, HIV infected patients and blood donors. Methods: Secondary data about the following populational groups were analyzed: (1) hepatitis B and C patients (n = 487) notified by the Information System of Injuries Notification, in relation to morbidity and lethality; (2) groups at risk - hemophiliacs (n = 22), under hemodialysis treatment (n = 238), HIV infected patients (n = 192); and (3) blood donors (n = 26.938) in regard to the prevalence of the serological markers of such injuries. Results: 1) 400 cases of hepatitis B, 86 cases of hepatitis C and 1 case of hepatitis B and C co-infection, mostly concentrated in Londrina, Cambé and Rolândia, with a higher rate of hepatitis B in people between 16 to 30 years old and hepatitis C in those aged 31 to 45. Most patients have a low level of education and professional qualification. Dental treatment among patients with hepatitis B and the use of drug injections among patients with hepatitis C were considered the most frequent conditions of risk. The analysis of clinic evolution was not possible because in 41,25% of hepatitis B cases and in 62,80% of hepatitis C cases this information was not available. (2) The prevalence of anti-HBc was 63.6% (14/22) and 77.3% (17/22) of anti-VHC in the hemophiliacs. The degree of hemophilia was associated to the larger prevalence of anti-VHC and anti-HBc. For the patients under hemodialysis treatment the prevalence of Ag HBs was 3.78% (9/238), 75.21% (179/238) of anti-HBs and 22.27% (53/238) of anti-VHC. The duration of the treatment and the number of blood transfusions were related to the larger prevalence of anti-VHC. Those vaccinated against hepatitis B showed a smaller prevalence of Ag HBs. For those with the human immune deficiency virus, there was a 4.78% (9/188) prevalence of Ag HBs, 7.95% (147/176) of anti-HBC, 4.02% (7/174) of anti-HBs and 13.75% (11/80) of anti-VHC. The most frequent situation of risk was the use of drug injection. (3) Among the blood donors, the prevalence of Ag HBs was 0.50% (135/26938), 7.90% (2128/26938) of anti-HBc and 0.47% (127/26938) of anti-VHC. Conclusion: Among the notified cases, hepatitis B was the one with the highest frequency. The prevalence of anti-HBc and anti-VHC in hemophiliacs is considered high. In those patients under hemodialysis treatment and in those HIV infected patients, there was an intermediary prevalence of Ag HBs and a high prevalence of anti-VHC. There is a low prevalence of Ag HBs, anti-HBc and anti-VHC in blood donors. It is recommended an improvement on the epidemiological survey system in order to obtain a better quality of data and an active search of cases of hepatitis B and C in the groups under study. The structuring of the flow for diagnosis confirmation and treatment of chronic patients, the implementation of a vaccine program against hepatitis B in groups at risk and educational procedures for the prevention of infections by VHB, VHC and HIV, with a major focus on the transmission by the use of drug injections are also desirable actions to be taken.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPIversson, Lygia BuschAlvanhan, Rosângela Aparecida de Menezes2001-11-07info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6132/tde-07022025-180641/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-02-18T14:17:02Zoai:teses.usp.br:tde-07022025-180641Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-02-18T14:17:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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