Avaliação do potencial do capim-elefante como suporte sustentável para imobilização de lipases
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/97/97139/tde-12122024-125251/ |
Resumo: | O objetivo principal deste trabalho foi utilizar a biomassa lignocelulósica capim-elefante (Pennisetum purpureum) como suporte para imobilização de lipases, visando a obtenção de um biocatalisador sustentável e avaliando o seu desempenho catalítico por meio de duas rotas: 1) transesterificação do óleo de babaçu com etanol empregando a lipase de Burkholderia cepacia (LBC) e 2) esterificação do ácido oleico com hexanol empregando a lipase de pâncreas de porco (LPP). O trabalho experimental foi desenvolvido em três etapas. Na primeira etapa, o capim-elefante foi avaliado em sua forma in natura, desaerado e prétratado em ultrassom com diferentes soluções de pH (4, 7 e 10). O material obtido em cada condição foi caracterizado quanto aos teores de celulose, hemicelulose, lignina e cinzas. A lipase pancreática foi imobilizada por adsorção física nesses suportes e a partir dos valores de atividade hidrolítica (U/g) do biocatalisador foram estabelecidas as melhores condições. Os resultados mostraram que o pré-tratamento com ultrassom em pH 7 mostrou-se o mais eficaz, resultando em uma atividade catalítica de 995,6 U/g e um aumento de 53,7% na atividade catalítica da lipase em comparação com o suporte sem tratamento (647,6 U/g). Além disso, a remoção de bolhas no interior do suporte em hexano aumentou a atividade para 869,3 U/g, representando um incremento de 34,2%. Essas duas condições foram adotadas para as etapas subsequentes. Na segunda fase do estudo, as lipases LPP e LBC foram imobilizadas em capim in natura desaerado e pré-tratado pelos métodos de ligação covalente e adsorção física. Os biocatalisadores foram caracterizados quanto suas propriedades bioquímicas (pH e temperatura), cinéticas (Km e Vmax) e estabilidade térmica (45 e 50 °C). Além disso, também foram caracterizados com relação a identificação de grupos funcionais (FTIR), área superficial (BET) e morfologia (MEV). Na terceira e última etapa, os biocatalisadores obtidos por diferentes técnicas de imobilização, ligação covalente e adsorção física, foram avaliados nas reações de síntese dos ésteres. A lipase de Burkholderia cepacia foi empregada na transesterificação do óleo de babaçu com etanol para síntese de biodiesel, sob agitação de 170 rpm, a 45ºC e razão molar 1:12 (óleo/álcool), por 72 horas. Os resultados mostraram que em todas as condições estudadas obteve-se uma conversão superior a 75% em ésteres etílicos. Para a reação de esterificação do ácido oleico com hexanol, visando a síntese do éster emoliente oleato de hexila, foi utilizada como biocatalisador a lipase pancreática sob agitação de 150 rpm, 50ºC e razão molar 1:1 (ácido/álcool), por 96 horas. Os resultados demonstraram uma conversão na faixa entre 30- 66%, dependendo do sistema imobilizado. No estudo da estabilidade operacional dos biocatalisadores, o maior tempo de meia-vida foi obtido para as reações catalisadas pelas lipases imobilizadas por ligação covalente em suporte pré-tratado, da ordem de 385,1 h para a LBC na reação de transesterificação e 150,7 h para a lipase pancreática na reação de esterificação. Os resultados indicam que o capim-elefante é um suporte promissor para imobilização de lipases em reações de síntese de ésteres, oferecendo uma alternativa viável aos suportes sintéticos devido à sua biodegradabilidade, abundância e facilidade de obtenção. |
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Avaliação do potencial do capim-elefante como suporte sustentável para imobilização de lipasesEvaluation of the potential of elephant grass as a sustainable support for lipase immobilizationCapim-elefanteElephant grassEsterificationImmobilized lipaseLignocellulosic supportLipase imobilizada EsterificaçãoSuporte lignocelulósicoTransesterificaçãoTransesterificationO objetivo principal deste trabalho foi utilizar a biomassa lignocelulósica capim-elefante (Pennisetum purpureum) como suporte para imobilização de lipases, visando a obtenção de um biocatalisador sustentável e avaliando o seu desempenho catalítico por meio de duas rotas: 1) transesterificação do óleo de babaçu com etanol empregando a lipase de Burkholderia cepacia (LBC) e 2) esterificação do ácido oleico com hexanol empregando a lipase de pâncreas de porco (LPP). O trabalho experimental foi desenvolvido em três etapas. Na primeira etapa, o capim-elefante foi avaliado em sua forma in natura, desaerado e prétratado em ultrassom com diferentes soluções de pH (4, 7 e 10). O material obtido em cada condição foi caracterizado quanto aos teores de celulose, hemicelulose, lignina e cinzas. A lipase pancreática foi imobilizada por adsorção física nesses suportes e a partir dos valores de atividade hidrolítica (U/g) do biocatalisador foram estabelecidas as melhores condições. Os resultados mostraram que o pré-tratamento com ultrassom em pH 7 mostrou-se o mais eficaz, resultando em uma atividade catalítica de 995,6 U/g e um aumento de 53,7% na atividade catalítica da lipase em comparação com o suporte sem tratamento (647,6 U/g). Além disso, a remoção de bolhas no interior do suporte em hexano aumentou a atividade para 869,3 U/g, representando um incremento de 34,2%. Essas duas condições foram adotadas para as etapas subsequentes. Na segunda fase do estudo, as lipases LPP e LBC foram imobilizadas em capim in natura desaerado e pré-tratado pelos métodos de ligação covalente e adsorção física. Os biocatalisadores foram caracterizados quanto suas propriedades bioquímicas (pH e temperatura), cinéticas (Km e Vmax) e estabilidade térmica (45 e 50 °C). Além disso, também foram caracterizados com relação a identificação de grupos funcionais (FTIR), área superficial (BET) e morfologia (MEV). Na terceira e última etapa, os biocatalisadores obtidos por diferentes técnicas de imobilização, ligação covalente e adsorção física, foram avaliados nas reações de síntese dos ésteres. A lipase de Burkholderia cepacia foi empregada na transesterificação do óleo de babaçu com etanol para síntese de biodiesel, sob agitação de 170 rpm, a 45ºC e razão molar 1:12 (óleo/álcool), por 72 horas. Os resultados mostraram que em todas as condições estudadas obteve-se uma conversão superior a 75% em ésteres etílicos. Para a reação de esterificação do ácido oleico com hexanol, visando a síntese do éster emoliente oleato de hexila, foi utilizada como biocatalisador a lipase pancreática sob agitação de 150 rpm, 50ºC e razão molar 1:1 (ácido/álcool), por 96 horas. Os resultados demonstraram uma conversão na faixa entre 30- 66%, dependendo do sistema imobilizado. No estudo da estabilidade operacional dos biocatalisadores, o maior tempo de meia-vida foi obtido para as reações catalisadas pelas lipases imobilizadas por ligação covalente em suporte pré-tratado, da ordem de 385,1 h para a LBC na reação de transesterificação e 150,7 h para a lipase pancreática na reação de esterificação. Os resultados indicam que o capim-elefante é um suporte promissor para imobilização de lipases em reações de síntese de ésteres, oferecendo uma alternativa viável aos suportes sintéticos devido à sua biodegradabilidade, abundância e facilidade de obtenção.The main objective of this work was to use lignocellulosic biomass from elephant grass (Pennisetum purpureum) as a support for lipase immobilization, aiming to obtain a sustainable biocatalyst and evaluate its catalytic performance through two pathways: 1) transesterification of babassu oil with ethanol using Burkholderia cepacia lipase (BCL), and 2) esterification of oleic acid with hexanol using porcine pancreatic lipase (PPL). The experimental work was carried out in three stages. In the first stage, elephant grass was evaluated in its in natura form, degassed, and pre-treated by ultrasound with different pH solutions (4, 7, and 10). The material obtained under each condition was characterized in terms of cellulose, hemicellulose, lignin, and ash content. The pancreatic lipase was immobilized by physical adsorption on these supports, and based on the biocatalyst\'s hydrolytic activity values (U/g), the best conditions were established. The results showed that ultrasound pre-treatment at pH 7 was the most effective, resulting in catalytic activity of 995.6 U/g and a 53.7% increase in lipase activity compared to the untreated support (647.6 U/g). Additionally, the removal of bubbles inside the support in hexane increased the activity to 869.3 U/g, representing a 34.2% improvement. These two conditions were adopted for the subsequent stages. In the second phase of the study, PPL and BCL lipases were immobilized on degassed in natura and pre-treated elephant grass using covalent bonding and physical adsorption methods. The biocatalysts were characterized in terms of their biochemical properties (pH and temperature), kinetics (Km and Vmax), and thermal stability (45 and 50°C). Additionally, they were characterized regarding the identification of functional groups (FTIR), surface area (BET), and morphology (SEM). In the third and final stage, the biocatalysts obtained through different immobilization techniques, covalent bonding, and physical adsorption were evaluated in ester synthesis reactions. Burkholderia cepacia lipase was used for the transesterification of babassu oil with ethanol to synthesize biodiesel, under agitation at 170 rpm, 45°C, and a molar ratio of 1:12 (oil/alcohol) for 72 hours. The results showed that under all conditions studied, a conversion greater than 75% into ethyl esters was achieved. For the esterification reaction of oleic acid with hexanol, aiming at the synthesis of the emollient ester hexyl oleate, pancreatic lipase was used as a biocatalyst under agitation at 150 rpm, 50°C, and a molar ratio of 1:1 (acid/alcohol) for 96 hours. The results showed a conversion range between 30-66%, depending on the immobilized system. In the study of the operational stability of the biocatalysts, the longest half-life was obtained for reactions catalyzed by lipases immobilized by covalent bonding on pre-treated support, with a halflife of 385.1 h for BCL in the transesterification reaction and 150.7 h for pancreatic lipase in the esterification reaction. The results indicate that elephant grass is a promising support for lipase immobilization in ester synthesis reactions, offering a viable alternative to synthetic supports due to its biodegradability, abundance, and ease of acquisition.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPFreitas, Larissa deRós, Patrícia Caroline Molgero DaTheodoro, Janaina Martins2024-09-06info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/97/97139/tde-12122024-125251/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2024-12-12T14:57:02Zoai:teses.usp.br:tde-12122024-125251Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212024-12-12T14:57:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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