Immunita-001: estudo transversal de imunogenicidade, segurança e infecções por SARS-CoV-2 em adultos vacinados com a vacina de vírus inativado CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan) em protocolo de duas doses e doses heterólogas de reforço
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Fiocruz/IRR
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Link de acesso: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/65603 |
Resumo: | As vacinas são essenciais para a prevenção e controle de doenças, assim como o acompanhamento da resposta imunológica gerada por elas. Durante a pandemia da covid-19, a CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan) foi uma das vacinas pioneiras nas campanhas vacinais no Brasil e no mundo. Com isso, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a imunogenicidade, segurança e reatogenicidade durante dois anos da vacina CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan) seguida de doses heterólogas de reforço em 1.675 participantes do Hospital da Baleia e Hospital Metropolitano Dr Célio de Castro, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Para isso, foram coletadas amostras de sangue periférico dos participantes nos tempos 6, 9, 12, 15, 18, 21 e 24 meses, tendo como referência a data da segunda dose do protocolo primário da CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan). Todos os participantes foram acompanhados durante o estudo para realização de RT-qPCR seguida de sequenciamento da variante responsável pela infecção em casos de suspeita de covid-19. As amostras de sangue coletadas foram utilizadas para o ensaio ELISA, sendo os antígenos as proteínas S e N do vírus SARS-CoV-2. Também foi realizado o teste de neutralização viral (VNT50) para a variante Ômicron (BA.1) e ensaio por citometria de fluxo para determinação do perfil de biomarcadores imunológicos. Os resultados da RT-qPCR foram em sua maioria negativos. Para os positivos, a variante mais sequenciada foi a Ômicron (BA.1). As respostas de anticorpos totais IgG anti-S e anti-N se mantiveram expressivas em todos os tempos analisados e não houve diferença entre as faixas etárias (18-45 e 46-77) e sexo. Foi observado um aumento dessa resposta de anticorpos IgG anti-S com a introdução da primeira dose de reforço, no entanto, não houve diferença entre indivíduos sem covid-19 que se imunizaram com um reforço em comparação à imunização com dois reforços, assim como para aqueles com covid-19 prévia à vacinação. Inicialmente, aqueles que se infectaram antes da vacinação apresentaram maior resposta de anticorpos totais IgG anti-S entre o tempo de 6 e 9 meses em relação àqueles sem infecção. Esta diferença deixou de existir com a introdução do primeiro reforço. Em relação aos anticorpos neutralizantes para a variante Ômicron (BA.1), a resposta para aqueles que se infectaram pelo SARS-CoV-2 anteriormente à vacinação foi maior no tempo de 6 a 12 meses após o protocolo primário vacinal. A introdução do primeiro reforço aumentou essa resposta de forma significativa nos dois grupos analisados. A segunda dose de reforço foi responsável pela manutenção da resposta gerada no grupo com covid-19 prévia e aumentou a resposta no grupo sem covid-19. Após o segundo reforço, a resposta para os dois grupos foi equivalente até o tempo de 24 meses. Os níveis de biomarcadores imunológicos nos participantes que se infectaram com o SARS-CoV-2 antes da vacinação foram maiores em relação àqueles sem covid-19. Essa diferença foi eliminada com a introdução da segunda dose de reforço, entre 15 e 18 meses, período em que houve aumento significativo dos biomarcadores para os dois grupos. A interação entre os biomarcadores, que representa uma resposta celular mais robusta, foi maior em todos os tempos nos indivíduos que não se infectaram pela covid-19, menos no tempo de 18 meses. Todas as vacinas demonstraram ser seguras, não havendo nenhum evento adverso grave (EAG), pós vacinação somente eventos leves e transitórios. O imunizante Covishield (Oxford/Astrazeneca/Fiocruz) apresentou a maior reatogenicidade como dose de reforço, 58% (121/208), seguido por Comirnaty (Pfizer-BioNTech) com 50% (470/941) e Ad26.COV2.S (Janssen/Johnson & Johnson) com 45% (22/48). Já a CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan) obteve 21% de reatogenicidade (352/1675) como protocolo primário de vacinação. Dessa forma, esse estudo reforça a importância da vacinação em protocolo primário completo com introdução de doses heterólogas de reforço para o desenvolvimento e manutenção de resposta imune contra a covid-19. |
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Contin, Sarah Vieira MarquesQueiroz, Rafaella Fortini Grenfell eCarvalho, Andréa Teixeira deJeremias, Wander de JesusQueiroz, Rafaella Fortini Grenfell e2024-08-27T16:08:42Z2024-08-27T16:08:42Z2024CONTIN, Sarah Vieira Marques. Immunita-001: estudo transversal de imunogenicidade, segurança e infecções por SARS-CoV-2 em adultos vacinados com a vacina de vírus inativado CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan) em protocolo de duas doses e doses heterólogas de reforço. Belo Horizonte: s.n., 2024. 174 p. Dissertação(Mestrado em Ciências da Saúde. Àrea de concentração: Biologia Celular e Molecular, Genética e Bioinformática.)-Fundação Oswaldo Cruz. Instituto René Rachou. Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúdehttps://arca.fiocruz.br/handle/icict/65603As vacinas são essenciais para a prevenção e controle de doenças, assim como o acompanhamento da resposta imunológica gerada por elas. Durante a pandemia da covid-19, a CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan) foi uma das vacinas pioneiras nas campanhas vacinais no Brasil e no mundo. Com isso, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a imunogenicidade, segurança e reatogenicidade durante dois anos da vacina CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan) seguida de doses heterólogas de reforço em 1.675 participantes do Hospital da Baleia e Hospital Metropolitano Dr Célio de Castro, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Para isso, foram coletadas amostras de sangue periférico dos participantes nos tempos 6, 9, 12, 15, 18, 21 e 24 meses, tendo como referência a data da segunda dose do protocolo primário da CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan). Todos os participantes foram acompanhados durante o estudo para realização de RT-qPCR seguida de sequenciamento da variante responsável pela infecção em casos de suspeita de covid-19. As amostras de sangue coletadas foram utilizadas para o ensaio ELISA, sendo os antígenos as proteínas S e N do vírus SARS-CoV-2. Também foi realizado o teste de neutralização viral (VNT50) para a variante Ômicron (BA.1) e ensaio por citometria de fluxo para determinação do perfil de biomarcadores imunológicos. Os resultados da RT-qPCR foram em sua maioria negativos. Para os positivos, a variante mais sequenciada foi a Ômicron (BA.1). As respostas de anticorpos totais IgG anti-S e anti-N se mantiveram expressivas em todos os tempos analisados e não houve diferença entre as faixas etárias (18-45 e 46-77) e sexo. Foi observado um aumento dessa resposta de anticorpos IgG anti-S com a introdução da primeira dose de reforço, no entanto, não houve diferença entre indivíduos sem covid-19 que se imunizaram com um reforço em comparação à imunização com dois reforços, assim como para aqueles com covid-19 prévia à vacinação. Inicialmente, aqueles que se infectaram antes da vacinação apresentaram maior resposta de anticorpos totais IgG anti-S entre o tempo de 6 e 9 meses em relação àqueles sem infecção. Esta diferença deixou de existir com a introdução do primeiro reforço. Em relação aos anticorpos neutralizantes para a variante Ômicron (BA.1), a resposta para aqueles que se infectaram pelo SARS-CoV-2 anteriormente à vacinação foi maior no tempo de 6 a 12 meses após o protocolo primário vacinal. A introdução do primeiro reforço aumentou essa resposta de forma significativa nos dois grupos analisados. A segunda dose de reforço foi responsável pela manutenção da resposta gerada no grupo com covid-19 prévia e aumentou a resposta no grupo sem covid-19. Após o segundo reforço, a resposta para os dois grupos foi equivalente até o tempo de 24 meses. Os níveis de biomarcadores imunológicos nos participantes que se infectaram com o SARS-CoV-2 antes da vacinação foram maiores em relação àqueles sem covid-19. Essa diferença foi eliminada com a introdução da segunda dose de reforço, entre 15 e 18 meses, período em que houve aumento significativo dos biomarcadores para os dois grupos. A interação entre os biomarcadores, que representa uma resposta celular mais robusta, foi maior em todos os tempos nos indivíduos que não se infectaram pela covid-19, menos no tempo de 18 meses. Todas as vacinas demonstraram ser seguras, não havendo nenhum evento adverso grave (EAG), pós vacinação somente eventos leves e transitórios. O imunizante Covishield (Oxford/Astrazeneca/Fiocruz) apresentou a maior reatogenicidade como dose de reforço, 58% (121/208), seguido por Comirnaty (Pfizer-BioNTech) com 50% (470/941) e Ad26.COV2.S (Janssen/Johnson & Johnson) com 45% (22/48). Já a CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan) obteve 21% de reatogenicidade (352/1675) como protocolo primário de vacinação. Dessa forma, esse estudo reforça a importância da vacinação em protocolo primário completo com introdução de doses heterólogas de reforço para o desenvolvimento e manutenção de resposta imune contra a covid-19.Vaccines are essential for the prevention and control of diseases as well as for monitoring the immunological responses generated by them. During the covid-19 pandemic, CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan) was one of the pioneering vaccines used in vaccination campaigns in Brazil and worldwide. Therefore, the present study aimed to evaluate the immunogenicity, safety and reactogenicity for two years of the CoronaVac vaccine (Sinovac/Instituto Butantan) followed by heterologous booster doses in 1.675 participants from Hospital da Baleia and Hospital Metropolitano Dr Célio de Castro, in Belo Horizonte, Minas Gerais. Peripheral blood samples were collected from participants at 6, 9, 12, 15, 18, 21 and 24 months, using the date of the second dose of the CoronaVac primary protocol (Sinovac/Instituto Butantan) as a reference. All participants were monitored during the study to perform RT-qPCR, followed by sequencing of the variant responsible for the infection in cases of suspected covid-19. The collected blood samples were used for the ELISA assay, with the antigens being the S and N proteins of the SARS-CoV-2 virus. A viral neutralization test (VNT50) for the Ômicron variant (BA.1) and flow cytometry assays to determine the profile of immunological biomarkers were also performed. RT-qPCR results were mostly negative. For the positive samples, the most sequenced variant was Ômicron (BA.1). The IgG anti-S and anti-N total antibody responses remained significant at all times analyzed and there was no difference between age groups (18-45 and 46-77) and sex. An increase in the anti-S IgG antibody response was observed with the introduction of the first booster dose; however, there was no difference between individuals without covid-19 who were immunized with one booster and those immunized with two boosters, as well as between those with covid-19 prior to vaccination. Initially, those who became infected before vaccination showed a greater total IgG anti-S antibody response between 6 and 9 months than those without infection. This difference ceased to exist when the first booster was introduced. In relation to neutralizing antibodies to the Ômicron (BA.1) variant, the response of those who became infected with SARS-CoV-2 prior to vaccination was greater between 6 and 12 months after the primary vaccination protocol. The introduction of the first booster significantly increased this response in both groups analyzed. The second booster dose was responsible for maintaining the response generated in the group with previous covid-19 and increased the response in the group without covid-19. After the second booster, the response in both groups was equivalent for up to 24 months. The levels of immunological biomarkers in participants who became infected with SARS-CoV-2 before vaccination were higher than those without covid-19. This difference was eliminated with the introduction of the second booster dose between 15 and 18 months, a period in which there was a significant increase in biomarkers in both groups. The interaction between biomarkers, which represents a more robust cellular response, was greater at all times in individuals who were not infected with covid-19, except at 18 months. All vaccines were safe, with no serious adverse events (SAE) following vaccination, only mild and transient events. The immunizer Covishield (Oxford/Astrazeneca/Fiocruz) showed the highest reactogenicity as booster dose, 58% (121/208), followed by Comirnaty (Pfizer-BioNTech) with 50% (470/941) and Ad26.COV2.S (Janssen/Johnson & Johnson) with 45% (22/48). CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan) achieved 21% reactogenicity (352/1675) as the primary vaccination protocol. Therefore, this study reinforces the importance of vaccination in a complete primary protocol with the introduction of heterologous booster doses for the development and maintenance of immune response against covid-19.CAPESFundação Oswaldo Cruz. Instituto René Rachou. Belo Horizonte, MG, Brazil.porFiocruz/IRRSARS-CoV-2COVID-19VacinasResposta imuneSARS-CoV-2COVID-19VaccinesImmune responseCOVID-19SARS-CoV-2GenômicaVacinasImunidade03 Saúde e Bem-EstarImmunita-001: estudo transversal de imunogenicidade, segurança e infecções por SARS-CoV-2 em adultos vacinados com a vacina de vírus inativado CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan) em protocolo de duas doses e doses heterólogas de reforçoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis2024Fundação Oswaldo Cruz. Instituto René Rachou. Belo Horizonte, MG, BrasilMestrado AcadêmicoBelo Horizonte/MGPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúdeinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)instname:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)instacron:FIOCRUZLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82991https://arca.fiocruz.br/bitstreams/e326f3ac-0ced-43ca-8128-155be3018aa0/download5a560609d32a3863062d77ff32785d58MD51falseAnonymousREADORIGINALD_2024_Sarah_Vieira_Marques_Contin.pdfD_2024_Sarah_Vieira_Marques_Contin.pdfapplication/pdf5649621https://arca.fiocruz.br/bitstreams/64140413-0b27-4d9c-a7c7-5f6ed38cbc46/download40baaa8180c440fd310e0e3da9d5c5ccMD52trueAnonymousREADTEXTD_2024_Sarah_Vieira_Marques_Contin.pdf.txtD_2024_Sarah_Vieira_Marques_Contin.pdf.txtExtracted texttext/plain103013https://arca.fiocruz.br/bitstreams/32df3f96-5a4c-4a2e-9a80-430544caf2c2/downloada3c8f1cc76f5536359ecc70dd63f8a7fMD57falseAnonymousREADTHUMBNAILD_2024_Sarah_Vieira_Marques_Contin.pdf.jpgD_2024_Sarah_Vieira_Marques_Contin.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg18401https://arca.fiocruz.br/bitstreams/3f6fe37b-8dd9-4473-a97b-5bee1b6e5a0a/downloadc236d054d71776e1f421b3de1a9b4c1eMD58falseAnonymousREADicict/656032025-12-11 08:27:04.305open.accessoai:arca.fiocruz.br:icict/65603https://arca.fiocruz.brRepositório InstitucionalPUBhttps://www.arca.fiocruz.br/oai/requestrepositorio.arca@fiocruz.bropendoar:21352025-12-11T11:27:04Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) - 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03 Saúde e Bem-Estar |
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As vacinas são essenciais para a prevenção e controle de doenças, assim como o acompanhamento da resposta imunológica gerada por elas. Durante a pandemia da covid-19, a CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan) foi uma das vacinas pioneiras nas campanhas vacinais no Brasil e no mundo. Com isso, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a imunogenicidade, segurança e reatogenicidade durante dois anos da vacina CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan) seguida de doses heterólogas de reforço em 1.675 participantes do Hospital da Baleia e Hospital Metropolitano Dr Célio de Castro, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Para isso, foram coletadas amostras de sangue periférico dos participantes nos tempos 6, 9, 12, 15, 18, 21 e 24 meses, tendo como referência a data da segunda dose do protocolo primário da CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan). Todos os participantes foram acompanhados durante o estudo para realização de RT-qPCR seguida de sequenciamento da variante responsável pela infecção em casos de suspeita de covid-19. As amostras de sangue coletadas foram utilizadas para o ensaio ELISA, sendo os antígenos as proteínas S e N do vírus SARS-CoV-2. Também foi realizado o teste de neutralização viral (VNT50) para a variante Ômicron (BA.1) e ensaio por citometria de fluxo para determinação do perfil de biomarcadores imunológicos. Os resultados da RT-qPCR foram em sua maioria negativos. Para os positivos, a variante mais sequenciada foi a Ômicron (BA.1). As respostas de anticorpos totais IgG anti-S e anti-N se mantiveram expressivas em todos os tempos analisados e não houve diferença entre as faixas etárias (18-45 e 46-77) e sexo. Foi observado um aumento dessa resposta de anticorpos IgG anti-S com a introdução da primeira dose de reforço, no entanto, não houve diferença entre indivíduos sem covid-19 que se imunizaram com um reforço em comparação à imunização com dois reforços, assim como para aqueles com covid-19 prévia à vacinação. Inicialmente, aqueles que se infectaram antes da vacinação apresentaram maior resposta de anticorpos totais IgG anti-S entre o tempo de 6 e 9 meses em relação àqueles sem infecção. Esta diferença deixou de existir com a introdução do primeiro reforço. Em relação aos anticorpos neutralizantes para a variante Ômicron (BA.1), a resposta para aqueles que se infectaram pelo SARS-CoV-2 anteriormente à vacinação foi maior no tempo de 6 a 12 meses após o protocolo primário vacinal. A introdução do primeiro reforço aumentou essa resposta de forma significativa nos dois grupos analisados. A segunda dose de reforço foi responsável pela manutenção da resposta gerada no grupo com covid-19 prévia e aumentou a resposta no grupo sem covid-19. Após o segundo reforço, a resposta para os dois grupos foi equivalente até o tempo de 24 meses. Os níveis de biomarcadores imunológicos nos participantes que se infectaram com o SARS-CoV-2 antes da vacinação foram maiores em relação àqueles sem covid-19. Essa diferença foi eliminada com a introdução da segunda dose de reforço, entre 15 e 18 meses, período em que houve aumento significativo dos biomarcadores para os dois grupos. A interação entre os biomarcadores, que representa uma resposta celular mais robusta, foi maior em todos os tempos nos indivíduos que não se infectaram pela covid-19, menos no tempo de 18 meses. Todas as vacinas demonstraram ser seguras, não havendo nenhum evento adverso grave (EAG), pós vacinação somente eventos leves e transitórios. O imunizante Covishield (Oxford/Astrazeneca/Fiocruz) apresentou a maior reatogenicidade como dose de reforço, 58% (121/208), seguido por Comirnaty (Pfizer-BioNTech) com 50% (470/941) e Ad26.COV2.S (Janssen/Johnson & Johnson) com 45% (22/48). Já a CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan) obteve 21% de reatogenicidade (352/1675) como protocolo primário de vacinação. Dessa forma, esse estudo reforça a importância da vacinação em protocolo primário completo com introdução de doses heterólogas de reforço para o desenvolvimento e manutenção de resposta imune contra a covid-19. |
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2024 |
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CONTIN, Sarah Vieira Marques. Immunita-001: estudo transversal de imunogenicidade, segurança e infecções por SARS-CoV-2 em adultos vacinados com a vacina de vírus inativado CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan) em protocolo de duas doses e doses heterólogas de reforço. Belo Horizonte: s.n., 2024. 174 p. Dissertação(Mestrado em Ciências da Saúde. Àrea de concentração: Biologia Celular e Molecular, Genética e Bioinformática.)-Fundação Oswaldo Cruz. Instituto René Rachou. Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde |
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