A importância do controle sanitário no transporte e armazenagem de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFA) importados para a Logística Farmacêutica
| Ano de defesa: | 2019 |
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Resumo: | As ações de abertura dos mercados dos anos 90 associada a publicação da Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996, que regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial, fomentou a concorrência no mercado farmacêutico, que associados a criação da Anvisa e regulamentação dos Medicamentos Genéricos em 1999, ampliou a participação do Brasil no cenário global farmacêutico, além das políticas governamentais na área de saúde que juntos permitiram à população maior acesso aos medicamentos. E, para prevenção de riscos e agravos à saúde dos produtos sob vigilância sanitária importados e exportados, a Anvisa, através da Gerência Geral de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados GGPAF coordena todo processo, atuando diretamente no controle sanitário do transporte e armazenagem dos produtos sob vigilância sanitária importados. Entretanto, o conjunto de normas publicadas ao longo dos anos não apresentam as condições operacionais e de qualidade para que o transporte dos insumos farmacêuticos ativos seja realizado conforme as diretrizes de boas práticas. Logo, o controle sanitário da cadeia logística farmacêutica, deve ser estendido na armazenagem e transporte desde a importação dos IFA, a fim de garantir a manutenção da sua estabilidade e eficácia terapêutica ao longo de toda cadeia logística. O presente estudo objetivou levantar os riscos sanitários envolvidos no transporte e armazenagem dos IFA em Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados e avaliar seu impacto dentro da logística farmacêutica. Além disso, analisar se todos estes riscos são dirimidos quando é aplicada a regulação sanitária vigente. O levantamento das legislações resultou em seis normativas sanitárias vigentes que trata IFA, porém não existe nenhuma norma que esteja direcionada para armazenagem e transporte e, tampouco durante o processo de importação. A Resolução RDC n° 346/2002 direcionada para armazenagem em PAF e Recintos Alfandegados dispõe de regulamento técnico para a AFE e AE de Empresas interessadas a operar a atividade de armazenar mercadorias sob vigilância sanitária nestas áreas, entretanto, a resolução possui mais de 15 anos de publicação, necessitando atualização. No levantamento dos casos de recebimento de IFA no cenário do estudo, foram considerados incorretos e com risco à qualidade do produto àqueles recebidos em contêiner seco e como carga consolidada. Tem-se que de 27 insumos farmacêuticos ativos recebidos no período do estudo, 63% (17) foram transportados em contêiner seco e como carga consolidada. Destes IFA recebidos incorretos, foi observada a Zidovudina e Salicilato de Lamivudina, ambos classificados como antirretrovirais e com registro na Anvisa, conforme dispõe a Resolução RDC n° 57/ 2009. Também foi observado o recebimento do Bromazepam, substância sujeita a controle especial pela Portaria n° 344/1998, indicada para tratamento da ansiedade, tensão e outras queixas somáticas ou psicológicas associadas à síndrome de ansiedade, sendo transportado em contêiner seco e como carga consolidada. Não foram identificadas menções a tipos de contêineres nas normas, havendo apenas orientações gerais abordando a necessidade de cuidados com a temperatura e estabilidade de produtos, demonstrando não haver uma preocupação específica com a qualidade e segurança do IFA. Esses resultados reforçam a preocupação com a eficácia terapêutica dos insumos farmacêuticos ativos e a necessidade de uma normativa específica para transporte e armazenagem de IFA importados desde sua origem até o porto de chegada. |
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Schmidt, Danielli PadovaniRito, Priscila da NobregaRuela, Halliny SiqueiraMagalhães, Jorge Lima deBaio, Paulo Victor PereiraBarroso, Wanise Borges GouveaRito, Priscila da NobregaRuela, Halliny Siqueira2019-11-13T13:47:20Z2019-11-13T13:47:20Z2019SCHMIDT, Danielli Padovani. A importância do controle sanitário no transporte e armazenagem de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFA) importados para a Logística Farmacêutica. 2019. 91 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Gestão, Pesquisa e Desenvolvimento na Indústria Farmacêutica) - Instituto de Tecnologia em Fármacos / Farmanguinhos, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2019.https://arca.fiocruz.br/handle/icict/37026As ações de abertura dos mercados dos anos 90 associada a publicação da Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996, que regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial, fomentou a concorrência no mercado farmacêutico, que associados a criação da Anvisa e regulamentação dos Medicamentos Genéricos em 1999, ampliou a participação do Brasil no cenário global farmacêutico, além das políticas governamentais na área de saúde que juntos permitiram à população maior acesso aos medicamentos. E, para prevenção de riscos e agravos à saúde dos produtos sob vigilância sanitária importados e exportados, a Anvisa, através da Gerência Geral de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados GGPAF coordena todo processo, atuando diretamente no controle sanitário do transporte e armazenagem dos produtos sob vigilância sanitária importados. Entretanto, o conjunto de normas publicadas ao longo dos anos não apresentam as condições operacionais e de qualidade para que o transporte dos insumos farmacêuticos ativos seja realizado conforme as diretrizes de boas práticas. Logo, o controle sanitário da cadeia logística farmacêutica, deve ser estendido na armazenagem e transporte desde a importação dos IFA, a fim de garantir a manutenção da sua estabilidade e eficácia terapêutica ao longo de toda cadeia logística. O presente estudo objetivou levantar os riscos sanitários envolvidos no transporte e armazenagem dos IFA em Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados e avaliar seu impacto dentro da logística farmacêutica. Além disso, analisar se todos estes riscos são dirimidos quando é aplicada a regulação sanitária vigente. O levantamento das legislações resultou em seis normativas sanitárias vigentes que trata IFA, porém não existe nenhuma norma que esteja direcionada para armazenagem e transporte e, tampouco durante o processo de importação. A Resolução RDC n° 346/2002 direcionada para armazenagem em PAF e Recintos Alfandegados dispõe de regulamento técnico para a AFE e AE de Empresas interessadas a operar a atividade de armazenar mercadorias sob vigilância sanitária nestas áreas, entretanto, a resolução possui mais de 15 anos de publicação, necessitando atualização. No levantamento dos casos de recebimento de IFA no cenário do estudo, foram considerados incorretos e com risco à qualidade do produto àqueles recebidos em contêiner seco e como carga consolidada. Tem-se que de 27 insumos farmacêuticos ativos recebidos no período do estudo, 63% (17) foram transportados em contêiner seco e como carga consolidada. Destes IFA recebidos incorretos, foi observada a Zidovudina e Salicilato de Lamivudina, ambos classificados como antirretrovirais e com registro na Anvisa, conforme dispõe a Resolução RDC n° 57/ 2009. Também foi observado o recebimento do Bromazepam, substância sujeita a controle especial pela Portaria n° 344/1998, indicada para tratamento da ansiedade, tensão e outras queixas somáticas ou psicológicas associadas à síndrome de ansiedade, sendo transportado em contêiner seco e como carga consolidada. Não foram identificadas menções a tipos de contêineres nas normas, havendo apenas orientações gerais abordando a necessidade de cuidados com a temperatura e estabilidade de produtos, demonstrando não haver uma preocupação específica com a qualidade e segurança do IFA. Esses resultados reforçam a preocupação com a eficácia terapêutica dos insumos farmacêuticos ativos e a necessidade de uma normativa específica para transporte e armazenagem de IFA importados desde sua origem até o porto de chegada.The actions to open markets of the 1990s associated with the publication of Law n° 9.279 of May 14, 1996, which regulates rights and obligations related to industrial property, fostered competition in the pharmaceutical market, which associated with the creation of ANVISA and regulation of Generic Drugs in 1999, expanded Brazil's participation in the global pharmaceutical scenario, as well as government health policies that together allowed the population greater access to medicines. And, for the prevention of risks and health hazards of products under sanitary surveillance imported and exported, ANVISA, through of the General Management of Ports, Airports, Borders and Customs Enclosures- GGPAF, coordinates all processes, acting directly in the sanitary control of the transportation and storage of the products under imported sanitary surveillance. However, the set of standards published over the years do not present the operational and quality conditions for the transport of active pharmaceutical inputs to be carried out in accordance with good practice guidelines. Therefore, the sanitary control of the pharmaceutical logistics chain should be extended in the storage and transport since the importation of the IFA, in order to guarantee the maintenance of it stability and therapeutic efficacy throughout the entire logistic chain. The present study aimed to assess the sanitary risks involved in the transportation and storage of IFA at Ports, Airports, Borders and Customs Enclosures and to evaluate their impact within pharmaceutical logistics. In addition, to analyze if all these risks are settled when the current sanitary regulation is applied. The lifting of the legislation resulted in six current sanitary regulations that treat IFA, but there is no standard that is directed to storage and transportation, nor during the import process. Resolução RDC n° 346/2002 directed to storage in PAF and Customs Enclosures has technical regulation for the AFE and AE of Companies interested to operate the activity of storing merchandise under sanitary surveillance in these areas, however, the resolution has more than 15 years of publication, needing updating. In the survey of the cases of receipt of IFA in the study scenario, those received in a dry container and as a consolidated cargo were considered incorrect and with risk to product quality. It has been observed that of the 27 active pharmaceutical inputs received during the study period, 63% (17) were transported in a dry container and as a consolidated cargo. Of these IFA received incorrectly, Zidovudine and Lamivudine Salicylate were observed, both classified as antiretrovirals and registered with Anvisa, according to Resolução RDC n° 57/2009. The Bromazepam was also observed, a substance subject to special control by the Portaria n° 344/1998, indicated for the treatment of anxiety, tension and other somatic complaints or in psychological associated with anxiety syndrome, being transported dry container and as a consolidated cargo. No mention was made of container types in the standards, with only general guidelines addressing the need for care with temperature and product stability, demonstrating that there is no specific concern with the quality and safety of the IFA. These results reinforce the concern with the therapeutic efficacy of the active pharmaceutical ingredients and the need for a specific regulation for transport and storage of imported IFA from its origin to the port of arrival.Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Tecnologia em Fármacos. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.porInsumo Farmacêutico AtivoControle SanitárioArmazenagemTransporteRecinto AlfandegadoActive Pharmaceutical InputSanitary ControlStorageTransportCustoms EnclosureVigilância SanitáriaInsumos FarmacêuticosArmazenamento de Medicamentos11 Cidades e comunidades sustentáveisA importância do controle sanitário no transporte e armazenagem de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFA) importados para a Logística FarmacêuticaThe importance of sanitary control in the transport and storage of imported Active Pharmaceutical Inputs (IFA) for Pharmaceutical Logisticsinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis2019Instituto de Tecnologia em FármacosFundação Oswaldo Cruz. Instituto de Tecnologia em Fármacos / FarmanguinhosMestrado ProfissionalRio de Janeiro/RJPrograma de Pós-Graduação Profissional em Gestão, Pesquisa e Desenvolvimento na Indústria Farmacêuticainfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da Fiocruz (ARCA)instname:Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)instacron:FIOCRUZLICENSElicense.txttext/plain1748https://arca.fiocruz.br/bitstreams/db6d0bbc-7881-4149-9133-7197c472a554/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD51falseAnonymousREADORIGINALDanielliPadovaniSchmidt_Dissertacao_2019.pdfDanielliPadovaniSchmidt_Dissertacao_2019.pdfapplication/pdf2344277https://arca.fiocruz.br/bitstreams/2156d238-b992-4111-a4b8-2b648e88ddec/download34a678c78c974f267ad6adcce783c131MD52trueAnonymousREADTEXTDanielliPadovaniSchmidt_Dissertacao_2019.pdf.txtDanielliPadovaniSchmidt_Dissertacao_2019.pdf.txtExtracted texttext/plain103374https://arca.fiocruz.br/bitstreams/31bf69c3-6a36-4304-a49e-777dfaed7624/download31de78319a0b360f9658da5a5cabd46fMD59falseAnonymousREADTHUMBNAILDanielliPadovaniSchmidt_Dissertacao_2019.pdf.jpgDanielliPadovaniSchmidt_Dissertacao_2019.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg16171https://arca.fiocruz.br/bitstreams/e7b99e2c-d2b5-4c12-9fc0-a3f84fe4c035/download98b301e2b0147855f23620e63a95653aMD510falseAnonymousREADicict/370262026-01-08 14:56:02.115open.accessoai:arca.fiocruz.br:icict/37026https://arca.fiocruz.brRepositório InstitucionalPUBhttps://www.arca.fiocruz.br/oai/requestrepositorio.arca@fiocruz.bropendoar:21352026-01-08T17:56:02Repositório Institucional da Fiocruz (ARCA) - Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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