Análise filogenética dos gêneros da família Philophthalmiidae Travassos, 1918 (Platyhelminthes, Digenea)
| Ano de defesa: | 2001 |
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Resumo: | A análise filogenética dos gêneros da família Philophthalmidae (Platyhelminthes: Digenea) foi realizada através da metodologia cladística (sensu Hennig). Os seguintes gêneros foram considerados na análise: Philophtalmus Looss, 1899, Pygorchis Looss, 1899, Pittacium Szidat, 1939, Parorchis (Nicoll, 1907, Echinostephilla Lebour, 1909, Cloacitrema Yamaguti, 1935, Ophthalmotrema Sobolev, 1943, Skrjabinovermis Belopolskaja, 1954, Paratrema Dronen & Badley, 1979, Oswaldotrema Muniz-Pereira & Pinto, 2000. No presente estudo, o gênero Proctobium Travassos, 1918, foi inicialmente considerado para testar sua monofilia, sendo posteriormente considrado como sinônimo de Parorchis e a espécie Proctobium proctobium combinada como Parorchis proctobium. A espécie Skrjabinovermis haematopi Díaz & Ramos, 1966, foi alocada no gênero Echinostephilla, por possuir uma dupla fileira de espinhos no colar cefálico. Por já existir a espécie neste gênero com o nome Echinostephilla haematopi Ching, 1961, foi proposto o novo nome e a nova combinação, Echinostephilla nattereri comb. nov. nom. nov. Duas espécies Proctobium gedoelsti Skrjabin, 1924 e Parorchis holotestis Cable, Connor & Balling, 1960 foram analisadas e consideradas como grupos naturais e entidades taxonômicas independentes em nível genérico. Dois novos gêneros são propostos, Neoproctobium gen. nov. e Neoparorchis gen. nov., com as novas combinações, Neoproctobium gedoelsti comb. nov. e Neoparorchis holotestis comb. nov. A análise filogenética da família Philophthalmidae foi realizada com 48 caracteres morfológicos. Uma única árvore resultante apresentou índice de consistência de 62,8%, índice de retenção de 69% e índice de consistência reescalonado de 0.433 Por ser considerada teoricamente superior ao procedimento DELTRAN (DELays the evolutionaryTRANsformation of a character), foi preferida a otimização denominada ACCTRAN (ACCelerate the evolutionary TRANsformation of a character). O monofiletismo de Philophthalmidae foi estabelecido através de putativas sinapomorfias basais. Duas subfamílias emergiram da análise, Echinostephillinae e Philophthalminae, suportadas por sinapomorfias. Classificações anteriorres foram discutidas com a proposta no presente trabalho. A evolução dos caracteres foi discutida. A assimetria da árvore filogenética foi caracterizada, com dois ramos desiguais (duas subfamílias). O fenômeno conhecido como heterocronia, que significa alteração na taxa e no tempo do desenvolvimento do indivíduo, foi discutido e relacionado com a riqueza de espécies em dois gêneros Philophthalmus e Parorchis. Os caracteres foram analisados quanto a distribuição de eventos homoplásticos, entre os grupos de caracteres. Em geral os caracteres femininos mostraram-se mais homoplásticos |
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Pereira, Luís Cláudio MunizPinto, Roberto Magalhães2017-10-30T15:39:30Z2017-10-30T15:39:30Z2001PEREIRA, Luís Cláudio Muniz. Análise filogenética dos gêneros da família Philophthalmiidae Travassos, 1918 (Platyhelminthes, Digenea). 2001. 145 f. Tese (Doutorado em Biologia Parasitária)-Fundação Oswaldo Cruz, Instituto Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2001.https://arca.fiocruz.br/handle/icict/22989A análise filogenética dos gêneros da família Philophthalmidae (Platyhelminthes: Digenea) foi realizada através da metodologia cladística (sensu Hennig). Os seguintes gêneros foram considerados na análise: Philophtalmus Looss, 1899, Pygorchis Looss, 1899, Pittacium Szidat, 1939, Parorchis (Nicoll, 1907, Echinostephilla Lebour, 1909, Cloacitrema Yamaguti, 1935, Ophthalmotrema Sobolev, 1943, Skrjabinovermis Belopolskaja, 1954, Paratrema Dronen & Badley, 1979, Oswaldotrema Muniz-Pereira & Pinto, 2000. No presente estudo, o gênero Proctobium Travassos, 1918, foi inicialmente considerado para testar sua monofilia, sendo posteriormente considrado como sinônimo de Parorchis e a espécie Proctobium proctobium combinada como Parorchis proctobium. A espécie Skrjabinovermis haematopi Díaz & Ramos, 1966, foi alocada no gênero Echinostephilla, por possuir uma dupla fileira de espinhos no colar cefálico. Por já existir a espécie neste gênero com o nome Echinostephilla haematopi Ching, 1961, foi proposto o novo nome e a nova combinação, Echinostephilla nattereri comb. nov. nom. nov. Duas espécies Proctobium gedoelsti Skrjabin, 1924 e Parorchis holotestis Cable, Connor & Balling, 1960 foram analisadas e consideradas como grupos naturais e entidades taxonômicas independentes em nível genérico. Dois novos gêneros são propostos, Neoproctobium gen. nov. e Neoparorchis gen. nov., com as novas combinações, Neoproctobium gedoelsti comb. nov. e Neoparorchis holotestis comb. nov. A análise filogenética da família Philophthalmidae foi realizada com 48 caracteres morfológicos. Uma única árvore resultante apresentou índice de consistência de 62,8%, índice de retenção de 69% e índice de consistência reescalonado de 0.433 Por ser considerada teoricamente superior ao procedimento DELTRAN (DELays the evolutionaryTRANsformation of a character), foi preferida a otimização denominada ACCTRAN (ACCelerate the evolutionary TRANsformation of a character). O monofiletismo de Philophthalmidae foi estabelecido através de putativas sinapomorfias basais. Duas subfamílias emergiram da análise, Echinostephillinae e Philophthalminae, suportadas por sinapomorfias. Classificações anteriorres foram discutidas com a proposta no presente trabalho. A evolução dos caracteres foi discutida. A assimetria da árvore filogenética foi caracterizada, com dois ramos desiguais (duas subfamílias). O fenômeno conhecido como heterocronia, que significa alteração na taxa e no tempo do desenvolvimento do indivíduo, foi discutido e relacionado com a riqueza de espécies em dois gêneros Philophthalmus e Parorchis. Os caracteres foram analisados quanto a distribuição de eventos homoplásticos, entre os grupos de caracteres. Em geral os caracteres femininos mostraram-se mais homoplásticosThe phylogenetic analysis of the genera of the family Philophthalmidae (Platyhelminthes: Digenea) was performed by using the phylogenetic methods (cladistics) (sensu Hennig). The following genera were considered in the present analysis: Philophthalmus Looss, 1899, Pygorchis Looss, 1899, Pittacium Szidat, 1939, Parorchis (Nicoll, 1906) Nicoll, 1907, Echinostephilla Lebour, 1909, Cloacitrema Yamaguti, 1935, Ophthalmotrema Sobolev, 1943, Skrjabinovermis Belopolskaja, 1954, Paratrema Dronen & Badley, 1979, Oswaldotrema Muniz-Pereira & Pinto, 2000. In this study, the genus Proctobium Travassos, 1918, was previously considered to test its monophyly. Posteriorly, it was considered a synonym of Parorchis and the species Proctobium proctobium combined as Parorchis proctobium. The species Skrjabinovermis haematopi Díaz & Ramos, 1966, was included in the genus Echinostephilla, due to the presence of a cephalic collar with two rows of spines. Based on the fact that, a previous existing species in genus, has the same name, Echinostephilla haematopi Ching, 1961, a new combination and a new name are proposed to avoid homonym: Echinostephilla nattereri comb. nov. nom. nov. Two species, Proctobium gedoelsti Skrjabin, 1924 and Parorchis holotestis Cable, Connor & Balling, 1960 were analyzed and considered as natural groups. Two new genera were proposed, Neoproctobium gen. nov. and Neoparorchis gen. nov., along with two new combinations, Neoproctobium gedoelsti comb. nov. and Neoparorchis holotestis comb. nov The phylogenetic analysis of the genera we considered valid was based on 48 morphological characters. It produces a unique most parsimonious tree, with a consistency index of 62,8%, a retention index of 69% and a rescalonated consistency index of 0.433. Teh preferred optimization option was ACCTRAN (ACCelerate the evolutionary TRANsformation of a character), considered theoretically superior. The monophyly of the Philophthalmidae was established and is supported by putative synapomorphies. Two subfamilies emerged from the analysis, Echinostephillinae and Philophthalminae, supported by synapomorphies. Previous classifications and character evolution were discussed. The tree symmetry was characterized, with two unequal branches (two subfamilies). The phenomena called heterochrony, which means alteration on tempo and mode of the species development, was discussed and related with species richness number in two genera, Philophthalmus and Parorchis. The characters were analyzed in respect of its homoplastic events distribution. In general, the feminine characters showed to be more homoplasticFundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.porPlatelmintosClassificaçãoAnálise filogenética dos gêneros da família Philophthalmiidae Travassos, 1918 (Platyhelminthes, Digenea)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesis2001Instituto Oswaldo CruzFundação Oswaldo CruzRio de Janeiro/RJinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)instname:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)instacron:FIOCRUZLICENSElicense.txttext/plain1748https://arca.fiocruz.br/bitstreams/8c7732c1-6aa1-4494-85a8-3bdbb12972b2/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD51falseAnonymousREADORIGINALluis_pereira_ioc_dout_2001.pdfapplication/pdf99662712https://arca.fiocruz.br/bitstreams/f62b28ae-e89d-462e-b51a-c1cc4c780c0e/downloaddcda30c182bfa8a9ad0d297cb7b5ff02MD52trueAnonymousREADTEXTluis_pereira_ioc_dout_2001.pdf.txtluis_pereira_ioc_dout_2001.pdf.txtExtracted texttext/plain104098https://arca.fiocruz.br/bitstreams/cf89028e-b037-48af-9f43-9987d9e3a821/download1bea6ad4505d4f2e267c78c2ef34e9d8MD57falseAnonymousREADTHUMBNAILluis_pereira_ioc_dout_2001.pdf.jpgluis_pereira_ioc_dout_2001.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2507https://arca.fiocruz.br/bitstreams/a0dff369-2118-4bae-b76f-b115238d3dc1/download640af00961080bcaf072d9922db4d6faMD58falseAnonymousREADicict/229892025-07-29 19:47:22.906open.accessoai:arca.fiocruz.br:icict/22989https://arca.fiocruz.brRepositório InstitucionalPUBhttps://www.arca.fiocruz.br/oai/requestrepositorio.arca@fiocruz.bropendoar:21352025-07-29T22:47:22Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) - Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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A análise filogenética dos gêneros da família Philophthalmidae (Platyhelminthes: Digenea) foi realizada através da metodologia cladística (sensu Hennig). Os seguintes gêneros foram considerados na análise: Philophtalmus Looss, 1899, Pygorchis Looss, 1899, Pittacium Szidat, 1939, Parorchis (Nicoll, 1907, Echinostephilla Lebour, 1909, Cloacitrema Yamaguti, 1935, Ophthalmotrema Sobolev, 1943, Skrjabinovermis Belopolskaja, 1954, Paratrema Dronen & Badley, 1979, Oswaldotrema Muniz-Pereira & Pinto, 2000. No presente estudo, o gênero Proctobium Travassos, 1918, foi inicialmente considerado para testar sua monofilia, sendo posteriormente considrado como sinônimo de Parorchis e a espécie Proctobium proctobium combinada como Parorchis proctobium. A espécie Skrjabinovermis haematopi Díaz & Ramos, 1966, foi alocada no gênero Echinostephilla, por possuir uma dupla fileira de espinhos no colar cefálico. Por já existir a espécie neste gênero com o nome Echinostephilla haematopi Ching, 1961, foi proposto o novo nome e a nova combinação, Echinostephilla nattereri comb. nov. nom. nov. Duas espécies Proctobium gedoelsti Skrjabin, 1924 e Parorchis holotestis Cable, Connor & Balling, 1960 foram analisadas e consideradas como grupos naturais e entidades taxonômicas independentes em nível genérico. Dois novos gêneros são propostos, Neoproctobium gen. nov. e Neoparorchis gen. nov., com as novas combinações, Neoproctobium gedoelsti comb. nov. e Neoparorchis holotestis comb. nov. A análise filogenética da família Philophthalmidae foi realizada com 48 caracteres morfológicos. Uma única árvore resultante apresentou índice de consistência de 62,8%, índice de retenção de 69% e índice de consistência reescalonado de 0.433 Por ser considerada teoricamente superior ao procedimento DELTRAN (DELays the evolutionaryTRANsformation of a character), foi preferida a otimização denominada ACCTRAN (ACCelerate the evolutionary TRANsformation of a character). O monofiletismo de Philophthalmidae foi estabelecido através de putativas sinapomorfias basais. Duas subfamílias emergiram da análise, Echinostephillinae e Philophthalminae, suportadas por sinapomorfias. Classificações anteriorres foram discutidas com a proposta no presente trabalho. A evolução dos caracteres foi discutida. A assimetria da árvore filogenética foi caracterizada, com dois ramos desiguais (duas subfamílias). O fenômeno conhecido como heterocronia, que significa alteração na taxa e no tempo do desenvolvimento do indivíduo, foi discutido e relacionado com a riqueza de espécies em dois gêneros Philophthalmus e Parorchis. Os caracteres foram analisados quanto a distribuição de eventos homoplásticos, entre os grupos de caracteres. Em geral os caracteres femininos mostraram-se mais homoplásticos |
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