Burnout em médicos intensivistas: o diagnóstico individual e organizacional
| Ano de defesa: | 2016 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
Programa de Pós-graduação em Medicina e Saúde Humana BAHIANA brasil |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www7.bahiana.edu.br//jspui/handle/bahiana/788 |
Resumo: | Introdução: Estudos apontam a relação entre estresse no trabalho em UTI e a síndrome de burnout em médicos intensivistas. Objetivos: Estimar a prevalência de burnout em médicos intensivistas, avaliar a possível associação com variáveis sociodemográficas e aspectos psicossociais do trabalho e discutir o diagnóstico de burnout, na perspectiva tanto quantitativa quanto qualitativa, para que possa subsidiar uma análise organizacional. Métodos: Estudo epidemiológico descritivo, tendo incorporado, de forma complementar, uma abordagem qualitativa, com uma amostra de 180 médicos intensivistas de cinco capitais, representando as regiões geográficas brasileiras. Um questionário autoaplicável avaliou dados sociodemográficos e o nível de burnout utilizando o Inventário de Burnout de Maslach (MBI). Utilizou-se a razão de prevalência como medida de associação e o Chi-Square como medida de significância estatística com nível crítico de 5%. Resultados: Dos 180 médicos 54,4% eram do sexo feminino, com média de idade de 39 ± 8,1. anos, 63,4% com a especialização como a maior titulação, 55,7% com até 10 anos de trabalho em UTI. A metade dos intensivistas referiu ter carga horária semanal de trabalho entre 49 e 72 horas. Níveis elevados de exaustão emocional, despersonalização e ineficácia foram encontrados em 50,6%, 26,1% e 15,0%, respectivamente. A prevalência de burnout, quando considerado o nível alto em pelo menos uma dimensão foi de 61,7% e de 5% nas três dimensões simultaneamente. A exaustão emocional esteve associada à carga horária semanal de trabalho e ao trabalho de alta exigência; a despersonalização associou-se ao sexo masculino, a não ter título de especialista em TI, a ter renda mensal menor do que R$10.000,00 e ao trabalho passivo; a ineficácia se associou ao sexo masculino e ao trabalho passivo. Conclusão: Observou-se elevada prevalência da síndrome burnout entre os médicos intensivistas estudados e a prevalência de nível alto em pelo menos uma dimensão do burnout foi mais elevada em situação de trabalho de alta exigência. Assim, aponta-se para a necessidade de serem discutidas e implementadas nos hospitais, estratégias para promoção e proteção à saúde desses trabalhadores. |
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Burnout em médicos intensivistas: o diagnóstico individual e organizacionalSíndrome de burnoutMédicos intensivistasUnidades de Terapia IntensivaCondições de trabalhoProcesso de trabalhoIntrodução: Estudos apontam a relação entre estresse no trabalho em UTI e a síndrome de burnout em médicos intensivistas. Objetivos: Estimar a prevalência de burnout em médicos intensivistas, avaliar a possível associação com variáveis sociodemográficas e aspectos psicossociais do trabalho e discutir o diagnóstico de burnout, na perspectiva tanto quantitativa quanto qualitativa, para que possa subsidiar uma análise organizacional. Métodos: Estudo epidemiológico descritivo, tendo incorporado, de forma complementar, uma abordagem qualitativa, com uma amostra de 180 médicos intensivistas de cinco capitais, representando as regiões geográficas brasileiras. Um questionário autoaplicável avaliou dados sociodemográficos e o nível de burnout utilizando o Inventário de Burnout de Maslach (MBI). Utilizou-se a razão de prevalência como medida de associação e o Chi-Square como medida de significância estatística com nível crítico de 5%. Resultados: Dos 180 médicos 54,4% eram do sexo feminino, com média de idade de 39 ± 8,1. anos, 63,4% com a especialização como a maior titulação, 55,7% com até 10 anos de trabalho em UTI. A metade dos intensivistas referiu ter carga horária semanal de trabalho entre 49 e 72 horas. Níveis elevados de exaustão emocional, despersonalização e ineficácia foram encontrados em 50,6%, 26,1% e 15,0%, respectivamente. A prevalência de burnout, quando considerado o nível alto em pelo menos uma dimensão foi de 61,7% e de 5% nas três dimensões simultaneamente. A exaustão emocional esteve associada à carga horária semanal de trabalho e ao trabalho de alta exigência; a despersonalização associou-se ao sexo masculino, a não ter título de especialista em TI, a ter renda mensal menor do que R$10.000,00 e ao trabalho passivo; a ineficácia se associou ao sexo masculino e ao trabalho passivo. Conclusão: Observou-se elevada prevalência da síndrome burnout entre os médicos intensivistas estudados e a prevalência de nível alto em pelo menos uma dimensão do burnout foi mais elevada em situação de trabalho de alta exigência. Assim, aponta-se para a necessidade de serem discutidas e implementadas nos hospitais, estratégias para promoção e proteção à saúde desses trabalhadores.FAPESB – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da BahiaEscola Bahiana de Medicina e Saúde PúblicaPrograma de Pós-graduação em Medicina e Saúde HumanaBAHIANAbrasilMatos, Marcos Antônio AlmeidaNascimento Sobrinho, Carlito LopesVieira, Débora Feijó Villas BôasAleluia, Iêda Maria BarbosaNascimento, Mônica de AndradeFernandes, Sônia Regina PereiraPowell, Vania Maria BitencourtTironi, Márcia Oliveira Staffa2017-09-29T16:33:23Z2017-09-29T16:33:23Z2016info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttp://www7.bahiana.edu.br//jspui/handle/bahiana/788info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Públicainstname:Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBM)instacron:EBM2025-07-25T21:13:08Zoai:repositorio.bahiana.edu.br:bahiana/788Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.bahiana.edu.br:8443/oai/requestrepositorio@bahiana.edu.br || ebmsp-bibliotecacp2@bahiana.edu.bropendoar:10.71.50.272025-07-25T21:13:08Repositório Institucional da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública - Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBM)false |
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