Uso da radiofrequência não-ablativa perianal na incontinência anal feminina: resultados preliminares de um ensaio clínico randomizado
| Ano de defesa: | 2019 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
Medicina e Saúde Humana |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.bahiana.edu.br:8443/jspui/handle/bahiana/3907 |
Resumo: | A incontinência anal (IA) é definida como a incapacidade de controlar a perda de fezes e gases, acomete cerca de a 0,1% a 18% da população. A radiofrequência não-ablativa (RFNA) é uma nova possibilidade terapêutica que pode auxiliar em um dos mecanismos fisiopatogênicos da musculatura esfincteriana anal, com produção de colágeno e fatores de colabamento. Objetivo: Verificar a resposta clínica, qualidade de vida fecal, efeitos adversos e resposta manométrica ao tratamento com a RFNA para a incontinência anal em mulheres. Metodologia: Tratase de um ensaio clínico randomizado onde foram incluídas mulheres com IA com função muscular ≥3 na escala de OXFORD, faixa etária de 18 a 65 anos atendidas no Centro de Atenção ao Assoalho Pélvico. Foram excluídas mulheres grávidas, com dificuldade de compreensão, com doença hemorroidária ativa e com clamp metálico. Após o consentimento, foi realizado uma avaliação inicial composta por anamnese, diários fecal e de incontinência, avaliação da função dos músculos do assoalho pélvico (PERFECT), manometria anorretal e aplicação dos questionários Fecal Incontinence Quality of Life (FIQL), Escala Visual Analógica Modificada (EVA). As mulheres foram randomizadas em dois grupos, grupo radiofrequência (GR) no qual foram realizadas 5 sessões de cinesioterapia ambulatorial associada a RF monopolar não ablativa, em bordo anal (perianal), com temperatura de 39-41°C por 2 minutos, e o grupo controle (GC) seguiu o mesmo protocolo, porém a RF estava desligada com gel aquecido. Ambos realizaram exercícios domiciliares. Após uma semana da última sessão de RFNA foram reavaliados os diários de incontinência e defecatório’’, questionários, função muscular, e questionado as participantes a satisfação com o tratamento (FIQL, EVA). Resultados: A amostra foi composta de 7 mulheres no GR e 8 no GC. O GR apresentou uma redução das perdas de gases. Não houve modificação na qualidade de vida pelo FIQL nem nos dados manométricos. Conclusão: Houve uma redução da perda de gases das mulheres submetidas a radiofrequência não ablativa em bordo anal. Contudo, a melhora dos sintomas clínicos não melhorou a qualidade de vida dessas mulheres. |
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Uso da radiofrequência não-ablativa perianal na incontinência anal feminina: resultados preliminares de um ensaio clínico randomizadoIncontinência Anal. Radiofrequência. Qualidade de Vida Fecal. Manometria Anorretal. Mulheres.A incontinência anal (IA) é definida como a incapacidade de controlar a perda de fezes e gases, acomete cerca de a 0,1% a 18% da população. A radiofrequência não-ablativa (RFNA) é uma nova possibilidade terapêutica que pode auxiliar em um dos mecanismos fisiopatogênicos da musculatura esfincteriana anal, com produção de colágeno e fatores de colabamento. Objetivo: Verificar a resposta clínica, qualidade de vida fecal, efeitos adversos e resposta manométrica ao tratamento com a RFNA para a incontinência anal em mulheres. Metodologia: Tratase de um ensaio clínico randomizado onde foram incluídas mulheres com IA com função muscular ≥3 na escala de OXFORD, faixa etária de 18 a 65 anos atendidas no Centro de Atenção ao Assoalho Pélvico. Foram excluídas mulheres grávidas, com dificuldade de compreensão, com doença hemorroidária ativa e com clamp metálico. Após o consentimento, foi realizado uma avaliação inicial composta por anamnese, diários fecal e de incontinência, avaliação da função dos músculos do assoalho pélvico (PERFECT), manometria anorretal e aplicação dos questionários Fecal Incontinence Quality of Life (FIQL), Escala Visual Analógica Modificada (EVA). As mulheres foram randomizadas em dois grupos, grupo radiofrequência (GR) no qual foram realizadas 5 sessões de cinesioterapia ambulatorial associada a RF monopolar não ablativa, em bordo anal (perianal), com temperatura de 39-41°C por 2 minutos, e o grupo controle (GC) seguiu o mesmo protocolo, porém a RF estava desligada com gel aquecido. Ambos realizaram exercícios domiciliares. Após uma semana da última sessão de RFNA foram reavaliados os diários de incontinência e defecatório’’, questionários, função muscular, e questionado as participantes a satisfação com o tratamento (FIQL, EVA). Resultados: A amostra foi composta de 7 mulheres no GR e 8 no GC. O GR apresentou uma redução das perdas de gases. Não houve modificação na qualidade de vida pelo FIQL nem nos dados manométricos. Conclusão: Houve uma redução da perda de gases das mulheres submetidas a radiofrequência não ablativa em bordo anal. Contudo, a melhora dos sintomas clínicos não melhorou a qualidade de vida dessas mulheres.Escola Bahiana de Medicina e Saúde PúblicaMedicina e Saúde HumanaEscola Bahiana de Medicina e Saúde PúblicaEBMSPbrasilGarboggini, Patrícia Virgínia Silva LordêloDias, Cristiane Maria CarvalhoFerreira, Roseny SantosAlves, Priscila Godoy Januário MartinsFigueiredo, Cláudia Liony Amaral2019-12-05T12:12:13Z2019-12-05T12:12:13Z2019-02-11info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://repositorio.bahiana.edu.br:8443/jspui/handle/bahiana/3907info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Públicainstname:Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBM)instacron:EBM2025-07-25T21:24:24Zoai:repositorio.bahiana.edu.br:bahiana/3907Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.bahiana.edu.br:8443/oai/requestrepositorio@bahiana.edu.br || ebmsp-bibliotecacp2@bahiana.edu.bropendoar:10.71.50.272025-07-25T21:24:24Repositório Institucional da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública - Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBM)false |
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A incontinência anal (IA) é definida como a incapacidade de controlar a perda de fezes e gases, acomete cerca de a 0,1% a 18% da população. A radiofrequência não-ablativa (RFNA) é uma nova possibilidade terapêutica que pode auxiliar em um dos mecanismos fisiopatogênicos da musculatura esfincteriana anal, com produção de colágeno e fatores de colabamento. Objetivo: Verificar a resposta clínica, qualidade de vida fecal, efeitos adversos e resposta manométrica ao tratamento com a RFNA para a incontinência anal em mulheres. Metodologia: Tratase de um ensaio clínico randomizado onde foram incluídas mulheres com IA com função muscular ≥3 na escala de OXFORD, faixa etária de 18 a 65 anos atendidas no Centro de Atenção ao Assoalho Pélvico. Foram excluídas mulheres grávidas, com dificuldade de compreensão, com doença hemorroidária ativa e com clamp metálico. Após o consentimento, foi realizado uma avaliação inicial composta por anamnese, diários fecal e de incontinência, avaliação da função dos músculos do assoalho pélvico (PERFECT), manometria anorretal e aplicação dos questionários Fecal Incontinence Quality of Life (FIQL), Escala Visual Analógica Modificada (EVA). As mulheres foram randomizadas em dois grupos, grupo radiofrequência (GR) no qual foram realizadas 5 sessões de cinesioterapia ambulatorial associada a RF monopolar não ablativa, em bordo anal (perianal), com temperatura de 39-41°C por 2 minutos, e o grupo controle (GC) seguiu o mesmo protocolo, porém a RF estava desligada com gel aquecido. Ambos realizaram exercícios domiciliares. Após uma semana da última sessão de RFNA foram reavaliados os diários de incontinência e defecatório’’, questionários, função muscular, e questionado as participantes a satisfação com o tratamento (FIQL, EVA). Resultados: A amostra foi composta de 7 mulheres no GR e 8 no GC. O GR apresentou uma redução das perdas de gases. Não houve modificação na qualidade de vida pelo FIQL nem nos dados manométricos. Conclusão: Houve uma redução da perda de gases das mulheres submetidas a radiofrequência não ablativa em bordo anal. Contudo, a melhora dos sintomas clínicos não melhorou a qualidade de vida dessas mulheres. |
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