Modelo Probabilístico Regional para Estimativa Prognóstica da Cirurgia de Revascularização Miocárdica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Viana, Valcellos José da Cruz
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
Programa de Pós-Graduação em Medicina e Saúde Humana
EBMSP
brasil
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www7.bahiana.edu.br//jspui/handle/bahiana/411
Resumo: Fundamento: Escores de risco permitem avaliar risco pré-operatório e definir cuidados durante a intervenção, entretanto, quando aplicados em populações diferentes evidenciam dificuldade de mesmo desempenho. Objetivos: 1- Testar a validade externa de escores tradicionais de risco cirúrgico cardíaco. 2- Identificar os marcadores de risco para a cirurgia de revascularização miocárdica. 3- Construir modelo de predição regional para complicações relacionadas ao procedimento. Métodos: De outubro de 2010 a abril de 2015, 472 pacientes foram operados de doença arterial coronariana no nosso serviço de cirurgia cardíaca no Hospital Santa Izabel da Santa Casa BA. Regressão logística foi usada para identificar fatores de risco para morbidade hospitalar. Dados de 2/3 dos pacientes foram utilizados para o desenvolvimento do modelo e de 1/3 para validação interna do modelo. A acurácia foi testada utilizando-se a área sob a curva ROC. Resultados: A idade média foi 62,8 anos e 32,5% eram mulheres. Os fatores de risco, identificados na análise multivariada, como preditores independentes para o desfecho foram: idade, revascularização prévia e creatinina prévia. A área sob a curva ROC foi 0,72(IC 95% 0,59-0,84)p<0,001 e calibração Hosmer-Lemeshow X2 =8,24; p=0.41. Conclusão: As variáveis clínicas (idade, creatinina prévia e revascularização prévia) nos permitiu construir um escore de risco com fatores locais e mais simplificados para a predição de morbidade nos pacientes operados de revascularização miocárdica para nossa prática clínica diária.
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