1-Metilciclopropeno e atmosfera modificada para conservação de uva de mesa cv. Timpson tm.
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1175318 |
Resumo: | O cultivo de uvas de mesa no Submédio do Vale do São Francisco tem acompanhado o investimento em novas cultivares sem sementes, produtivas e com características de qualidade apreciadas pelos consumidores. A inserção contínua de avanços tecnológicos na produção e manejo pós-colheita fortalecem a atividade, contribuindo para a competitividade. O armazenamento refrigerado se consolidou como ferramenta essencial à conservação da fruta. Porém, é necessária a associação com outras tecnologias que potencializem a vida útil da uva de mesa. O objetivo deste trabalho foi preservar a qualidade e estender a conservação pós-colheita da uva de mesa cultivar TimpsonTM produzida na região do Submédio do Vale do São Francisco por meio da aplicação pré-colheita de 1-MCP e do uso de atmosfera modificada. O estudo abrangeu dois experimentos, em delineamento experimental inteiramente casualizado. O primeiro, em fatorial 4x5, avaliou dose de 1-MCP e tempo de armazenamento e o segundo, em fatorial 2x2x5, avaliou 1-MCP, atmosfera modificada por embalagem e tempo de armazenamento. O 1-MCP foi aplicado por pulverização dos cachos, aos sete dias antes das colheitas, que foram realizadas em 07/10/2022 (1o experimento) e 29/11/2022 (2o experimento). Os cachos colhidos foram transportados para o Laboratório de Fisiologia Pós-colheita da Embrapa Semiárido, onde foram amostrados e avaliados. As amostras foram pesadas, embaladas e armazenadas a 0,0±2,5oC, 83,0±3,5% UR. No primeiro experimento, as avaliações foram realizadas aos 0, 10, 20 30 e 40 dias. No segundo experimentos, os cachos foram avaliados aos 0, 14, 21, 28 e 35 dias. Os atributos de qualidade avaliados foram: perda de massa, firmeza da baga, desgrane, escurecimento da ráquis, incidência de manchas, ocorrência de murcha, cor da casca (luminosidade, croma e ângulo Hue), teor de sólidos solúveis, acidez titulável e teor de polifenóis extraíveis totais. As análises estatísticas foram realizadas utilizando o programa SISVAR versão 5.6. As doses de 1-MCP não produziram efeitos consistentes na maior parte das variáveis observadas no primeiro experimento. A perda de massa, o desgrane e a perda da luminosidade foram maiores nos cachos que receberam a maior dose de 1-MCP. A maior conservação da qualidade foi alcançada pelo emprego de atmosfera modificada, isoladamente ou em associação com o 1-MCP. O efeito sinérgico entre 1- MCP e atmosfera modificada foi observado na redução da luminosidade da casca. No decorrer do armazenamento não houve grandes alterações nos parâmetros de qualidade. |
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1-Metilciclopropeno e atmosfera modificada para conservação de uva de mesa cv. Timpson tm.Armazenamento refrigeradoViticultura tropicalUvas de mesaVale do São FranciscoCultivar TimpsonTMUvaPós-ColheitaVitis ViniferaVinhoGrapesPostharvest physiologyPostharvest technologyPostharvest treatmentCold storageO cultivo de uvas de mesa no Submédio do Vale do São Francisco tem acompanhado o investimento em novas cultivares sem sementes, produtivas e com características de qualidade apreciadas pelos consumidores. A inserção contínua de avanços tecnológicos na produção e manejo pós-colheita fortalecem a atividade, contribuindo para a competitividade. O armazenamento refrigerado se consolidou como ferramenta essencial à conservação da fruta. Porém, é necessária a associação com outras tecnologias que potencializem a vida útil da uva de mesa. O objetivo deste trabalho foi preservar a qualidade e estender a conservação pós-colheita da uva de mesa cultivar TimpsonTM produzida na região do Submédio do Vale do São Francisco por meio da aplicação pré-colheita de 1-MCP e do uso de atmosfera modificada. O estudo abrangeu dois experimentos, em delineamento experimental inteiramente casualizado. O primeiro, em fatorial 4x5, avaliou dose de 1-MCP e tempo de armazenamento e o segundo, em fatorial 2x2x5, avaliou 1-MCP, atmosfera modificada por embalagem e tempo de armazenamento. O 1-MCP foi aplicado por pulverização dos cachos, aos sete dias antes das colheitas, que foram realizadas em 07/10/2022 (1o experimento) e 29/11/2022 (2o experimento). Os cachos colhidos foram transportados para o Laboratório de Fisiologia Pós-colheita da Embrapa Semiárido, onde foram amostrados e avaliados. As amostras foram pesadas, embaladas e armazenadas a 0,0±2,5oC, 83,0±3,5% UR. No primeiro experimento, as avaliações foram realizadas aos 0, 10, 20 30 e 40 dias. No segundo experimentos, os cachos foram avaliados aos 0, 14, 21, 28 e 35 dias. Os atributos de qualidade avaliados foram: perda de massa, firmeza da baga, desgrane, escurecimento da ráquis, incidência de manchas, ocorrência de murcha, cor da casca (luminosidade, croma e ângulo Hue), teor de sólidos solúveis, acidez titulável e teor de polifenóis extraíveis totais. As análises estatísticas foram realizadas utilizando o programa SISVAR versão 5.6. As doses de 1-MCP não produziram efeitos consistentes na maior parte das variáveis observadas no primeiro experimento. A perda de massa, o desgrane e a perda da luminosidade foram maiores nos cachos que receberam a maior dose de 1-MCP. A maior conservação da qualidade foi alcançada pelo emprego de atmosfera modificada, isoladamente ou em associação com o 1-MCP. O efeito sinérgico entre 1- MCP e atmosfera modificada foi observado na redução da luminosidade da casca. No decorrer do armazenamento não houve grandes alterações nos parâmetros de qualidade.Dissertação (Mestrado em Produção Vegetal ) - Universidade Federal do Vale do São Francisco, Petrolina. Orientado por Maria Auxiliadora Coelho de Lima, Embrapa Semiárido.JOSÉ HENRIQUE BARBOZA NETO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO.BARBOZA NETO, J. H.2025-05-06T16:47:39Z2025-05-06T16:47:39Z2025-05-062023info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisil.112 f.2023.http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1175318porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice)instname:Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)instacron:EMBRAPA2025-05-10T11:38:47Zoai:www.alice.cnptia.embrapa.br:doc/1175318Repositório InstitucionalPUBhttps://www.alice.cnptia.embrapa.br/oai/requestcg-riaa@embrapa.bropendoar:21542025-05-10T11:38:47Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice) - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)false |
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O cultivo de uvas de mesa no Submédio do Vale do São Francisco tem acompanhado o investimento em novas cultivares sem sementes, produtivas e com características de qualidade apreciadas pelos consumidores. A inserção contínua de avanços tecnológicos na produção e manejo pós-colheita fortalecem a atividade, contribuindo para a competitividade. O armazenamento refrigerado se consolidou como ferramenta essencial à conservação da fruta. Porém, é necessária a associação com outras tecnologias que potencializem a vida útil da uva de mesa. O objetivo deste trabalho foi preservar a qualidade e estender a conservação pós-colheita da uva de mesa cultivar TimpsonTM produzida na região do Submédio do Vale do São Francisco por meio da aplicação pré-colheita de 1-MCP e do uso de atmosfera modificada. O estudo abrangeu dois experimentos, em delineamento experimental inteiramente casualizado. O primeiro, em fatorial 4x5, avaliou dose de 1-MCP e tempo de armazenamento e o segundo, em fatorial 2x2x5, avaliou 1-MCP, atmosfera modificada por embalagem e tempo de armazenamento. O 1-MCP foi aplicado por pulverização dos cachos, aos sete dias antes das colheitas, que foram realizadas em 07/10/2022 (1o experimento) e 29/11/2022 (2o experimento). Os cachos colhidos foram transportados para o Laboratório de Fisiologia Pós-colheita da Embrapa Semiárido, onde foram amostrados e avaliados. As amostras foram pesadas, embaladas e armazenadas a 0,0±2,5oC, 83,0±3,5% UR. No primeiro experimento, as avaliações foram realizadas aos 0, 10, 20 30 e 40 dias. No segundo experimentos, os cachos foram avaliados aos 0, 14, 21, 28 e 35 dias. Os atributos de qualidade avaliados foram: perda de massa, firmeza da baga, desgrane, escurecimento da ráquis, incidência de manchas, ocorrência de murcha, cor da casca (luminosidade, croma e ângulo Hue), teor de sólidos solúveis, acidez titulável e teor de polifenóis extraíveis totais. As análises estatísticas foram realizadas utilizando o programa SISVAR versão 5.6. As doses de 1-MCP não produziram efeitos consistentes na maior parte das variáveis observadas no primeiro experimento. A perda de massa, o desgrane e a perda da luminosidade foram maiores nos cachos que receberam a maior dose de 1-MCP. A maior conservação da qualidade foi alcançada pelo emprego de atmosfera modificada, isoladamente ou em associação com o 1-MCP. O efeito sinérgico entre 1- MCP e atmosfera modificada foi observado na redução da luminosidade da casca. No decorrer do armazenamento não houve grandes alterações nos parâmetros de qualidade. |
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