Vulnerabilidade de acessos de sementes de Erythrina velutina Willd. (Fabaceae) a estresses abióticos.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: SENA, E. M. N. de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
PEG
Link de acesso: http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1172018
Resumo: A situação de estresse na caatinga tende a se agravar pelas mudanças no clima onde se prevê maiores temperaturas, escassez de água e maior salinização do solo. Estudos que avaliem as diferenças de tolerância de sementes aos estresses abióticos entre acessos ou genótipos da mesma espécie podem constituir ferramentas fisiológicas importantes e complementares para a seleção de grupos de plantas mais adaptadas às pressões ambientais. Esse trabalho teve como objetivos comparar a vulnerabilidade de sementes de diferentes acessos de Erythrina velutina (Fabaceae) à estresses abióticos; avaliar a qualidade fisiológica das sementes; e determinar os limites de tolerância aos estresses salino, hídrico e térmico. Os ensaios foram conduzidos nos laboratórios de sementes da Embrapa Semiárido (Petrolina-PE) e no de Germinação da UEFS (Feira de Santana –BA). Os ensaios foram montados em delineamento inteiramente casualizado, quatro repetições de 10 sementes para o teste de vigor e de 50 sementes para os estresses. Em relação ao vigor inicial as sementes de todos os acessos apresentaram 100% de emissão de radícula na primeira contagem. As sementes dos acessos foram afetadas pela adição de cloreto de sódio na solução apresentando limite crítico de germinação aos 36 dS.m -1 para alguns. A protrusão radicular foi afetada também com a diminuição do potencial osmótico da solução causada pelo PEG 6000 tendo limite de germinação em -0,9 MPa. A germinação de sementes de E. velutina ocorreu sob amplo limites de temperatura, 5 a 40 °C. De modo geral os estresses impostos pelo cloreto de sódio e PEG não comprometeram a viabilidade do poder germinativo, visto que as sementes dos acessos apresentaram alta porcentagem de germinação quando as condições ideais foram reestabelecidas, exceto as de Caiçara 2011. A temperatura ótima de germinação de E. velutina ocorreu na faixa de 25 a 30 °C.
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