Nova Versão da Lei de Falências e Recuperação de empresas brasileira: análise dos impactos econômicos no ambiente de negócios
| Ano de defesa: | 2025 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/10438/37271 |
Resumo: | O tema da insolvência no Brasil passou por importantes mudanças ao longo dos últimos vinte anos, com a alteração na legislação falimentar, a partir de 2005, alinhada às melhores práticas das economias modernas. O estímulo à negociação entre devedores e credores, um ambiente mais flexível e ágil para as firmas buscarem sua reestruturação e maior segurança jurídica para investidores e credores apoiarem empresas em situações de crise e recuperarem seus investimentos foram os pilares centrais da reformulação das leis que tratam do tema da insolvência no país. Após a implementação da Lei de Recuperação Judicial e Falências, em 2005, e de sua alteração em 2020, foi possível observar uma redução significativa no número de decretações de falências e um incremento substancial no número de pedidos de recuperação judicial ao longo dos anos, tendo alcançado o seu ápice no ano de 2024. O aprimoramento da legislação para o tratamento de firmas insolventes está altamente relacionado a benefícios para a economia de um país, com a manutenção da geração de emprego e renda, para o caso de empresas viáveis, e a falência acelerada, no caso de empresas não viáveis. O presente trabalho analisou os dados dos pedidos de recuperação judicial e concordata e das decretações de falência formalizados entre os anos de 1991 e 2024. Adicionalmente, foram rodados dois modelos econométricos para duas séries, uma sobre recuperações judiciais/concordatas e outra sobre as falências dos últimos 25 anos, tendo como resultado a influência significativa das novas legislações (Lei 11.101/05 e 14.112/20) no número de pedidos e decretações, respectivamente. O instituto da recuperação judicial vem se mostrando uma ferramenta importante para evitar a falência de firmas viáveis, sendo utilizado, inclusive, por grandes grupos, deixando de ser um tabu no mercado. |
| id |
FGV_43feaba1b7dfceea0aa054a9a1f0a588 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.fgv.br:10438/37271 |
| network_acronym_str |
FGV |
| network_name_str |
Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Lafourcade, Luiz Henrique RosarioEscolas::EPGEDias, Victor PinaSantos, Rafael ChavesGonçalves, Edson Daniel Lopes2025-07-28T17:46:42Z2025-07-28T17:46:42Z2025-07-22https://hdl.handle.net/10438/37271O tema da insolvência no Brasil passou por importantes mudanças ao longo dos últimos vinte anos, com a alteração na legislação falimentar, a partir de 2005, alinhada às melhores práticas das economias modernas. O estímulo à negociação entre devedores e credores, um ambiente mais flexível e ágil para as firmas buscarem sua reestruturação e maior segurança jurídica para investidores e credores apoiarem empresas em situações de crise e recuperarem seus investimentos foram os pilares centrais da reformulação das leis que tratam do tema da insolvência no país. Após a implementação da Lei de Recuperação Judicial e Falências, em 2005, e de sua alteração em 2020, foi possível observar uma redução significativa no número de decretações de falências e um incremento substancial no número de pedidos de recuperação judicial ao longo dos anos, tendo alcançado o seu ápice no ano de 2024. O aprimoramento da legislação para o tratamento de firmas insolventes está altamente relacionado a benefícios para a economia de um país, com a manutenção da geração de emprego e renda, para o caso de empresas viáveis, e a falência acelerada, no caso de empresas não viáveis. O presente trabalho analisou os dados dos pedidos de recuperação judicial e concordata e das decretações de falência formalizados entre os anos de 1991 e 2024. Adicionalmente, foram rodados dois modelos econométricos para duas séries, uma sobre recuperações judiciais/concordatas e outra sobre as falências dos últimos 25 anos, tendo como resultado a influência significativa das novas legislações (Lei 11.101/05 e 14.112/20) no número de pedidos e decretações, respectivamente. O instituto da recuperação judicial vem se mostrando uma ferramenta importante para evitar a falência de firmas viáveis, sendo utilizado, inclusive, por grandes grupos, deixando de ser um tabu no mercado.The topic of insolvency in Brazil has undergone significant changes over the past twenty years, following the reform of bankruptcy legislation starting in 2005, which aligned the country’s legal framework with the best practices of modern economies. The encouragement of negotiation between debtors and creditors, a more flexible and efficient environment for companies to pursue restructuring and increased legal certainty for investors and creditors to support distressed firms and recover their investments were the central pillars of the legal reform regarding insolvency in the country. Following the enactment of the Bankruptcy and Judicial Reorganization Law in 2005 and its amendment in 2020, there was a notable reduction in the number of bankruptcy declarations and a substantial increase in judicial reorganization filings over the years, reaching its peak in 2024. Improving the legal framework for dealing with insolvent firms is strongly associated with benefits to the overall economy, by preserving employment and income generation in the case of viable companies, and by enabling faster bankruptcy proceedings for non-viable ones. This study analyzed data on judicial reorganization filings, as well as bankruptcy declarations, from 1991 to 2024. Additionally, two econometric models were estimated — one for judicial reorganization and another for bankruptcies over the past 25 years. The results highlight the significant impact of the new legislation (Laws 11.101/2005 and 14.112/2020) on the number of filings and declarations, respectively. Judicial reorganization has proven to be an important tool in avoiding the bankruptcy of viable firms and is now even used by large corporate groups, no longer seen as a market taboo.porInsolvênciaFalênciaReestruturação de EmpresasRecuperação JudicialInsolvencyBankruptcyCorporate restructuringJudicial reorganizationEconomiaEmpresas - FalênciaInadimplência (Finanças)Recuperação econômicaDevedores e credoresNova Versão da Lei de Falências e Recuperação de empresas brasileira: análise dos impactos econômicos no ambiente de negóciosinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)instname:Fundação Getulio Vargas (FGV)instacron:FGVORIGINALDissertação Luiz Lafourcade_Versão Final.pdfDissertação Luiz Lafourcade_Versão Final.pdfPDFapplication/pdf1741847https://repositorio.fgv.br/bitstreams/c22f7564-9a9d-40dc-80ef-d9567f068181/download4245e57f33bfb2a2f3823a17107eeea0MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-85112https://repositorio.fgv.br/bitstreams/abd58b9a-0862-4751-9304-d1c7adb0cd88/download2a4b67231f701c416a809246e7a10077MD52falseAnonymousREADTEXTDissertação Luiz Lafourcade_Versão Final.pdf.txtDissertação Luiz Lafourcade_Versão Final.pdf.txtExtracted texttext/plain75811https://repositorio.fgv.br/bitstreams/f9aad5d5-14d8-4160-a7a7-a7d599ea72be/downloada62be3e6bdb2f46e7beee2b99b50857cMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILDissertação Luiz Lafourcade_Versão Final.pdf.jpgDissertação Luiz Lafourcade_Versão Final.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2705https://repositorio.fgv.br/bitstreams/9aa099e1-9249-47a7-8647-fec7e980f115/download1bf532d97de97e0d6e01d9458bdff240MD54falseAnonymousREAD10438/372712025-07-28 21:00:42.015open.accessoai:repositorio.fgv.br:10438/37271https://repositorio.fgv.brRepositório InstitucionalPRIhttp://bibliotecadigital.fgv.br/dspace-oai/requestbiblioteca.digital@fgv.bropendoar:39742025-07-28T21:00:42Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) - Fundação Getulio Vargas (FGV)falseVGVybW8gZGUgTGljZW5jaWFtZW50bwpIw6EgdW0gw7psdGltbyBwYXNzbzogcGFyYSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciBlIGRpc3RyaWJ1aXIgc3VhIHN1Ym1pc3PDo28gZW0gdG9kbyBvIG11bmRvLCB2b2PDqiBkZXZlIGNvbmNvcmRhciBjb20gb3MgdGVybW9zIGEgc2VndWlyLgoKQ29uY29yZGFyIGNvbSBvIFRlcm1vIGRlIExpY2VuY2lhbWVudG8sIHNlbGVjaW9uYW5kbyAiRXUgY29uY29yZG8gY29tIG8gVGVybW8gZGUgTGljZW5jaWFtZW50byIgZSBjbGlxdWUgZW0gIkZpbmFsaXphciBzdWJtaXNzw6NvIi4KClRFUk1PUyBMSUNFTkNJQU1FTlRPIFBBUkEgQVJRVUlWQU1FTlRPLCBSRVBST0RVw4fDg08gRSBESVZVTEdBw4fDg08gUMOaQkxJQ0EgREUgQ09OVEXDmkRPIMOAIEJJQkxJT1RFQ0EgVklSVFVBTCBGR1YgKHZlcnPDo28gMS4yKQoKMS4gVm9jw6osIHVzdcOhcmlvLWRlcG9zaXRhbnRlIGRhIEJpYmxpb3RlY2EgVmlydHVhbCBGR1YsIGFzc2VndXJhLCBubyBwcmVzZW50ZSBhdG8sIHF1ZSDDqSB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXRyaW1vbmlhaXMgZS9vdSBkaXJlaXRvcyBjb25leG9zIHJlZmVyZW50ZXMgw6AgdG90YWxpZGFkZSBkYSBPYnJhIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhIGVtIGZvcm1hdG8gZGlnaXRhbCwgYmVtIGNvbW8gZGUgc2V1cyBjb21wb25lbnRlcyBtZW5vcmVzLCBlbSBzZSB0cmF0YW5kbyBkZSBvYnJhIGNvbGV0aXZhLCBjb25mb3JtZSBvIHByZWNlaXR1YWRvIHBlbGEgTGVpIDkuNjEwLzk4IGUvb3UgTGVpIDkuNjA5Lzk4LiBOw6NvIHNlbmRvIGVzdGUgbyBjYXNvLCB2b2PDqiBhc3NlZ3VyYSB0ZXIgb2J0aWRvLCBkaXJldGFtZW50ZSBkb3MgZGV2aWRvcyB0aXR1bGFyZXMsIGF1dG9yaXphw6fDo28gcHLDqXZpYSBlIGV4cHJlc3NhIHBhcmEgbyBkZXDDs3NpdG8gZSBkaXZ1bGdhw6fDo28gZGEgT2JyYSwgYWJyYW5nZW5kbyB0b2RvcyBvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBlIGNvbmV4b3MgYWZldGFkb3MgcGVsYSBhc3NpbmF0dXJhIGRvcyBwcmVzZW50ZXMgdGVybW9zIGRlIGxpY2VuY2lhbWVudG8sIGRlIG1vZG8gYSBlZmV0aXZhbWVudGUgaXNlbnRhciBhIEZ1bmRhw6fDo28gR2V0dWxpbyBWYXJnYXMgZSBzZXVzIGZ1bmNpb27DoXJpb3MgZGUgcXVhbHF1ZXIgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSBwZWxvIHVzbyBuw6NvLWF1dG9yaXphZG8gZG8gbWF0ZXJpYWwgZGVwb3NpdGFkbywgc2VqYSBlbSB2aW5jdWxhw6fDo28gw6AgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHViwgc2VqYSBlbSB2aW5jdWxhw6fDo28gYSBxdWFpc3F1ZXIgc2VydmnDp29zIGRlIGJ1c2NhIGUgZGlzdHJpYnVpw6fDo28gZGUgY29udGXDumRvIHF1ZSBmYcOnYW0gdXNvIGRhcyBpbnRlcmZhY2VzIGUgZXNwYcOnbyBkZSBhcm1hemVuYW1lbnRvIHByb3ZpZGVuY2lhZG9zIHBlbGEgRnVuZGHDp8OjbyBHZXR1bGlvIFZhcmdhcyBwb3IgbWVpbyBkZSBzZXVzIHNpc3RlbWFzIGluZm9ybWF0aXphZG9zLgoKMi4gQSBhc3NpbmF0dXJhIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhIHRlbSBjb21vIGNvbnNlccO8w6puY2lhIGEgdHJhbnNmZXLDqm5jaWEsIGEgdMOtdHVsbyBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBlIG7Do28tb25lcm9zbywgaXNlbnRhIGRvIHBhZ2FtZW50byBkZSByb3lhbHRpZXMgb3UgcXVhbHF1ZXIgb3V0cmEgY29udHJhcHJlc3Rhw6fDo28sIHBlY3VuacOhcmlhIG91IG7Do28sIMOgIEZ1bmRhw6fDo28gR2V0dWxpbyBWYXJnYXMsIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhcm1hemVuYXIgZGlnaXRhbG1lbnRlLCByZXByb2R1emlyIGUgZGlzdHJpYnVpciBuYWNpb25hbCBlIGludGVybmFjaW9uYWxtZW50ZSBhIE9icmEsIGluY2x1aW5kby1zZSBvIHNldSByZXN1bW8vYWJzdHJhY3QsIHBvciBtZWlvcyBlbGV0csO0bmljb3MsIG5vIHNpdGUgZGEgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHViwgYW8gcMO6YmxpY28gZW0gZ2VyYWwsIGVtIHJlZ2ltZSBkZSBhY2Vzc28gYWJlcnRvLgoKMy4gQSBwcmVzZW50ZSBsaWNlbsOnYSB0YW1iw6ltIGFicmFuZ2UsIG5vcyBtZXNtb3MgdGVybW9zIGVzdGFiZWxlY2lkb3Mgbm8gaXRlbSAyLCBzdXByYSwgcXVhbHF1ZXIgZGlyZWl0byBkZSBjb211bmljYcOnw6NvIGFvIHDDumJsaWNvIGNhYsOtdmVsIGVtIHJlbGHDp8OjbyDDoCBPYnJhIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLCBpbmNsdWluZG8tc2Ugb3MgdXNvcyByZWZlcmVudGVzIMOgIHJlcHJlc2VudGHDp8OjbyBww7pibGljYSBlL291IGV4ZWN1w6fDo28gcMO6YmxpY2EsIGJlbSBjb21vIHF1YWxxdWVyIG91dHJhIG1vZGFsaWRhZGUgZGUgY29tdW5pY2HDp8OjbyBhbyBww7pibGljbyBxdWUgZXhpc3RhIG91IHZlbmhhIGEgZXhpc3Rpciwgbm9zIHRlcm1vcyBkbyBhcnRpZ28gNjggZSBzZWd1aW50ZXMgZGEgTGVpIDkuNjEwLzk4LCBuYSBleHRlbnPDo28gcXVlIGZvciBhcGxpY8OhdmVsIGFvcyBzZXJ2acOnb3MgcHJlc3RhZG9zIGFvIHDDumJsaWNvIHBlbGEgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHVi4KCjQuIEVzdGEgbGljZW7Dp2EgYWJyYW5nZSwgYWluZGEsIG5vcyBtZXNtb3MgdGVybW9zIGVzdGFiZWxlY2lkb3Mgbm8gaXRlbSAyLCBzdXByYSwgdG9kb3Mgb3MgZGlyZWl0b3MgY29uZXhvcyBkZSBhcnRpc3RhcyBpbnTDqXJwcmV0ZXMgb3UgZXhlY3V0YW50ZXMsIHByb2R1dG9yZXMgZm9ub2dyw6FmaWNvcyBvdSBlbXByZXNhcyBkZSByYWRpb2RpZnVzw6NvIHF1ZSBldmVudHVhbG1lbnRlIHNlamFtIGFwbGljw6F2ZWlzIGVtIHJlbGHDp8OjbyDDoCBvYnJhIGRlcG9zaXRhZGEsIGVtIGNvbmZvcm1pZGFkZSBjb20gbyByZWdpbWUgZml4YWRvIG5vIFTDrXR1bG8gViBkYSBMZWkgOS42MTAvOTguCgo1LiBTZSBhIE9icmEgZGVwb3NpdGFkYSBmb2kgb3Ugw6kgb2JqZXRvIGRlIGZpbmFuY2lhbWVudG8gcG9yIGluc3RpdHVpw6fDtWVzIGRlIGZvbWVudG8gw6AgcGVzcXVpc2Egb3UgcXVhbHF1ZXIgb3V0cmEgc2VtZWxoYW50ZSwgdm9jw6ogb3UgbyB0aXR1bGFyIGFzc2VndXJhIHF1ZSBjdW1wcml1IHRvZGFzIGFzIG9icmlnYcOnw7VlcyBxdWUgbGhlIGZvcmFtIGltcG9zdGFzIHBlbGEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBmaW5hbmNpYWRvcmEgZW0gcmF6w6NvIGRvIGZpbmFuY2lhbWVudG8sIGUgcXVlIG7Do28gZXN0w6EgY29udHJhcmlhbmRvIHF1YWxxdWVyIGRpc3Bvc2nDp8OjbyBjb250cmF0dWFsIHJlZmVyZW50ZSDDoCBwdWJsaWNhw6fDo28gZG8gY29udGXDumRvIG9yYSBzdWJtZXRpZG8gw6AgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHVi4KCjYuIENhc28gYSBPYnJhIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhIGVuY29udHJlLXNlIGxpY2VuY2lhZGEgc29iIHVtYSBsaWNlbsOnYSBDcmVhdGl2ZSBDb21tb25zIChxdWFscXVlciB2ZXJzw6NvKSwgc29iIGEgbGljZW7Dp2EgR05VIEZyZWUgRG9jdW1lbnRhdGlvbiBMaWNlbnNlIChxdWFscXVlciB2ZXJzw6NvKSwgb3Ugb3V0cmEgbGljZW7Dp2EgcXVhbGlmaWNhZGEgY29tbyBsaXZyZSBzZWd1bmRvIG9zIGNyaXTDqXJpb3MgZGEgRGVmaW5pdGlvbiBvZiBGcmVlIEN1bHR1cmFsIFdvcmtzIChkaXNwb27DrXZlbCBlbTogaHR0cDovL2ZyZWVkb21kZWZpbmVkLm9yZy9EZWZpbml0aW9uKSBvdSBGcmVlIFNvZnR3YXJlIERlZmluaXRpb24gKGRpc3BvbsOtdmVsIGVtOiBodHRwOi8vd3d3LmdudS5vcmcvcGhpbG9zb3BoeS9mcmVlLXN3Lmh0bWwpLCBvIGFycXVpdm8gcmVmZXJlbnRlIMOgIE9icmEgZGV2ZSBpbmRpY2FyIGEgbGljZW7Dp2EgYXBsaWPDoXZlbCBlbSBjb250ZcO6ZG8gbGVnw612ZWwgcG9yIHNlcmVzIGh1bWFub3MgZSwgc2UgcG9zc8OtdmVsLCB0YW1iw6ltIGVtIG1ldGFkYWRvcyBsZWfDrXZlaXMgcG9yIG3DoXF1aW5hLiBBIGluZGljYcOnw6NvIGRhIGxpY2Vuw6dhIGFwbGljw6F2ZWwgZGV2ZSBzZXIgYWNvbXBhbmhhZGEgZGUgdW0gbGluayBwYXJhIG9zIHRlcm1vcyBkZSBsaWNlbmNpYW1lbnRvIG91IHN1YSBjw7NwaWEgaW50ZWdyYWwuCgpBbyBjb25jbHVpciBhIHByZXNlbnRlIGV0YXBhIGUgYXMgZXRhcGFzIHN1YnNlccO8ZW50ZXMgZG8gcHJvY2Vzc28gZGUgc3VibWlzc8OjbyBkZSBhcnF1aXZvcyDDoCBCaWJsaW90ZWNhIFZpcnR1YWwgRkdWLCB2b2PDqiBhdGVzdGEgcXVlIGxldSBlIGNvbmNvcmRhIGludGVncmFsbWVudGUgY29tIG9zIHRlcm1vcyBhY2ltYSBkZWxpbWl0YWRvcywgYXNzaW5hbmRvLW9zIHNlbSBmYXplciBxdWFscXVlciByZXNlcnZhIGUgbm92YW1lbnRlIGNvbmZpcm1hbmRvIHF1ZSBjdW1wcmUgb3MgcmVxdWlzaXRvcyBpbmRpY2Fkb3Mgbm8gaXRlbSAxLCBzdXByYS4KCkhhdmVuZG8gcXVhbHF1ZXIgZGlzY29yZMOibmNpYSBlbSByZWxhw6fDo28gYW9zIHByZXNlbnRlcyB0ZXJtb3Mgb3UgbsOjbyBzZSB2ZXJpZmljYW5kbyBvIGV4aWdpZG8gbm8gaXRlbSAxLCBzdXByYSwgdm9jw6ogZGV2ZSBpbnRlcnJvbXBlciBpbWVkaWF0YW1lbnRlIG8gcHJvY2Vzc28gZGUgc3VibWlzc8Ojby4gQSBjb250aW51aWRhZGUgZG8gcHJvY2Vzc28gZXF1aXZhbGUgw6AgYXNzaW5hdHVyYSBkZXN0ZSBkb2N1bWVudG8sIGNvbSB0b2RhcyBhcyBjb25zZXHDvMOqbmNpYXMgbmVsZSBwcmV2aXN0YXMsIHN1amVpdGFuZG8tc2UgbyBzaWduYXTDoXJpbyBhIHNhbsOnw7VlcyBjaXZpcyBlIGNyaW1pbmFpcyBjYXNvIG7Do28gc2VqYSB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXRyaW1vbmlhaXMgZS9vdSBjb25leG9zIGFwbGljw6F2ZWlzIMOgIE9icmEgZGVwb3NpdGFkYSBkdXJhbnRlIGVzdGUgcHJvY2Vzc28sIG91IGNhc28gbsOjbyB0ZW5oYSBvYnRpZG8gcHLDqXZpYSBlIGV4cHJlc3NhIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gdGl0dWxhciBwYXJhIG8gZGVww7NzaXRvIGUgdG9kb3Mgb3MgdXNvcyBkYSBPYnJhIGVudm9sdmlkb3MuCgpQYXJhIGEgc29sdcOnw6NvIGRlIHF1YWxxdWVyIGTDunZpZGEgcXVhbnRvIGFvcyB0ZXJtb3MgZGUgbGljZW5jaWFtZW50byBlIG8gcHJvY2Vzc28gZGUgc3VibWlzc8OjbywgY2xpcXVlIG5vIGxpbmsgIkZhbGUgY29ub3NjbyIuCgpTZSB2b2PDqiB0aXZlciBkw7p2aWRhcyBzb2JyZSBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBwb3IgZmF2b3IgZW50cmUgZW0gY29udGF0byBjb20gb3MgYWRtaW5pc3RyYWRvcmVzIGRvIFJlcG9zaXTDs3Jpby4K |
| dc.title.por.fl_str_mv |
Nova Versão da Lei de Falências e Recuperação de empresas brasileira: análise dos impactos econômicos no ambiente de negócios |
| title |
Nova Versão da Lei de Falências e Recuperação de empresas brasileira: análise dos impactos econômicos no ambiente de negócios |
| spellingShingle |
Nova Versão da Lei de Falências e Recuperação de empresas brasileira: análise dos impactos econômicos no ambiente de negócios Lafourcade, Luiz Henrique Rosario Insolvência Falência Reestruturação de Empresas Recuperação Judicial Insolvency Bankruptcy Corporate restructuring Judicial reorganization Economia Empresas - Falência Inadimplência (Finanças) Recuperação econômica Devedores e credores |
| title_short |
Nova Versão da Lei de Falências e Recuperação de empresas brasileira: análise dos impactos econômicos no ambiente de negócios |
| title_full |
Nova Versão da Lei de Falências e Recuperação de empresas brasileira: análise dos impactos econômicos no ambiente de negócios |
| title_fullStr |
Nova Versão da Lei de Falências e Recuperação de empresas brasileira: análise dos impactos econômicos no ambiente de negócios |
| title_full_unstemmed |
Nova Versão da Lei de Falências e Recuperação de empresas brasileira: análise dos impactos econômicos no ambiente de negócios |
| title_sort |
Nova Versão da Lei de Falências e Recuperação de empresas brasileira: análise dos impactos econômicos no ambiente de negócios |
| author |
Lafourcade, Luiz Henrique Rosario |
| author_facet |
Lafourcade, Luiz Henrique Rosario |
| author_role |
author |
| dc.contributor.unidadefgv.por.fl_str_mv |
Escolas::EPGE |
| dc.contributor.member.none.fl_str_mv |
Dias, Victor Pina Santos, Rafael Chaves |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Lafourcade, Luiz Henrique Rosario |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Gonçalves, Edson Daniel Lopes |
| contributor_str_mv |
Gonçalves, Edson Daniel Lopes |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Insolvência Falência Reestruturação de Empresas Recuperação Judicial |
| topic |
Insolvência Falência Reestruturação de Empresas Recuperação Judicial Insolvency Bankruptcy Corporate restructuring Judicial reorganization Economia Empresas - Falência Inadimplência (Finanças) Recuperação econômica Devedores e credores |
| dc.subject.eng.fl_str_mv |
Insolvency Bankruptcy Corporate restructuring Judicial reorganization |
| dc.subject.area.por.fl_str_mv |
Economia |
| dc.subject.bibliodata.por.fl_str_mv |
Empresas - Falência Inadimplência (Finanças) Recuperação econômica Devedores e credores |
| description |
O tema da insolvência no Brasil passou por importantes mudanças ao longo dos últimos vinte anos, com a alteração na legislação falimentar, a partir de 2005, alinhada às melhores práticas das economias modernas. O estímulo à negociação entre devedores e credores, um ambiente mais flexível e ágil para as firmas buscarem sua reestruturação e maior segurança jurídica para investidores e credores apoiarem empresas em situações de crise e recuperarem seus investimentos foram os pilares centrais da reformulação das leis que tratam do tema da insolvência no país. Após a implementação da Lei de Recuperação Judicial e Falências, em 2005, e de sua alteração em 2020, foi possível observar uma redução significativa no número de decretações de falências e um incremento substancial no número de pedidos de recuperação judicial ao longo dos anos, tendo alcançado o seu ápice no ano de 2024. O aprimoramento da legislação para o tratamento de firmas insolventes está altamente relacionado a benefícios para a economia de um país, com a manutenção da geração de emprego e renda, para o caso de empresas viáveis, e a falência acelerada, no caso de empresas não viáveis. O presente trabalho analisou os dados dos pedidos de recuperação judicial e concordata e das decretações de falência formalizados entre os anos de 1991 e 2024. Adicionalmente, foram rodados dois modelos econométricos para duas séries, uma sobre recuperações judiciais/concordatas e outra sobre as falências dos últimos 25 anos, tendo como resultado a influência significativa das novas legislações (Lei 11.101/05 e 14.112/20) no número de pedidos e decretações, respectivamente. O instituto da recuperação judicial vem se mostrando uma ferramenta importante para evitar a falência de firmas viáveis, sendo utilizado, inclusive, por grandes grupos, deixando de ser um tabu no mercado. |
| publishDate |
2025 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2025-07-28T17:46:42Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2025-07-28T17:46:42Z |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2025-07-22 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://hdl.handle.net/10438/37271 |
| url |
https://hdl.handle.net/10438/37271 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) instname:Fundação Getulio Vargas (FGV) instacron:FGV |
| instname_str |
Fundação Getulio Vargas (FGV) |
| instacron_str |
FGV |
| institution |
FGV |
| reponame_str |
Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) |
| collection |
Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://repositorio.fgv.br/bitstreams/c22f7564-9a9d-40dc-80ef-d9567f068181/download https://repositorio.fgv.br/bitstreams/abd58b9a-0862-4751-9304-d1c7adb0cd88/download https://repositorio.fgv.br/bitstreams/f9aad5d5-14d8-4160-a7a7-a7d599ea72be/download https://repositorio.fgv.br/bitstreams/9aa099e1-9249-47a7-8647-fec7e980f115/download |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
4245e57f33bfb2a2f3823a17107eeea0 2a4b67231f701c416a809246e7a10077 a62be3e6bdb2f46e7beee2b99b50857c 1bf532d97de97e0d6e01d9458bdff240 |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) - Fundação Getulio Vargas (FGV) |
| repository.mail.fl_str_mv |
biblioteca.digital@fgv.br |
| _version_ |
1866369067709890560 |