Um estudo com a liderança feminina asiática na administração pública brasileira: trajetórias e interseccionalidade

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Song, Arlene Ting Wan
Orientador(a): Fontoura, Yuna Souza dos Reis da
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/10438/35715
Resumo: Objetivo: o estudo tem como objetivo compreender como a interseccionalidade de raça e gênero vivenciada pelas mulheres asiáticas em cargos de liderança afeta o trabalho que elas desenvolvem no setor público. Metodologia: utilizou-se o método qualitativo em que foram realizadas entrevistas longas e semiestruturadas com mulheres asiáticas, ocupantes de cargo de chefia na Receita Federal do Brasil. Por meio de entrevistas, elas puderam produzir suas narrativas para compartilhar as suas experiências de vida. O tratamento dos dados utilizou a análise de narrativas proposta por Czarniawska. Esta pesquisa também fez uso de dados secundários para investigar a representatividade passiva das mulheres asiáticas em cargos de liderança na administração pública federal. Resultados: a análise das narrativas permitiu conhecer mais sobre a vida da mulher asiática, desde o seu contexto familiar até a construção de sua identidade pessoal e cultural. Exploramos os desafios enfrentados para quebrar estereótipos e lidar com microagressões. Compreendemos como os valores culturais de sua ascendência influenciam sua forma de agir como líderes no trabalho. Investigamos o seu percurso até os cargos de liderança e, por meio de dados secundários, percebemos que ela está representada nos cargos de chefia na administração pública. Limitações: o problema a ser pesquisado encontra limites na interseção de gênero e raça. Não se pretende estudar a interseccionalidade com outros grupos, como orientação sexual nem pessoas com deficiência. Para o estudo, o termo asiático foi utilizado no contexto das etnias chinesa, coreana e japonesa. Aplicabilidade do trabalho: esta pesquisa contribui para avaliação da burocracia representativa na esfera federal da administração pública quanto à mulher asiática em cargos de liderança. Produziu-se um conhecimento único sobre a interseccionalidade da mulher asiática ocupante de cargo de chefia na Receita Federal do Brasil, como a sua infância, a influência dos valores culturais e o enfrentamento dos estereótipos associados a ela. Contribuições para a sociedade: a contribuição do trabalho desenvolvido para a administração pública leva em consideração a teoria da burocracia representativa. A base desta teoria é entender quem são as pessoas que conduzem o Estado, capazes de atuar na prestação de serviços públicos e no ciclo de políticas públicas. O estudo da interseccionalidade de gênero e raça permitiu conhecer as especificidades da mulher asiática que faz parte da liderança pública: entendemos como ela lidera e como ela carrega aspectos decorrentes de sua cultura de ascendência; compreendemos os desafios enfrentados por ela em razão dessa interseccionalidade. Originalidade: a abordagem da interseccionalidade de gênero e raça, utilizando-se a dimensão racial do ponto de vista dos asiáticos e a pesquisa qualitativa com entrevistas em profundidade com mulheres asiáticas ocupantes de cargos de liderança na administração pública é original, devido à lacuna desse tipo de estudo no contexto da literatura nacional.
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Resultados: a análise das narrativas permitiu conhecer mais sobre a vida da mulher asiática, desde o seu contexto familiar até a construção de sua identidade pessoal e cultural. Exploramos os desafios enfrentados para quebrar estereótipos e lidar com microagressões. Compreendemos como os valores culturais de sua ascendência influenciam sua forma de agir como líderes no trabalho. Investigamos o seu percurso até os cargos de liderança e, por meio de dados secundários, percebemos que ela está representada nos cargos de chefia na administração pública. Limitações: o problema a ser pesquisado encontra limites na interseção de gênero e raça. Não se pretende estudar a interseccionalidade com outros grupos, como orientação sexual nem pessoas com deficiência. Para o estudo, o termo asiático foi utilizado no contexto das etnias chinesa, coreana e japonesa. Aplicabilidade do trabalho: esta pesquisa contribui para avaliação da burocracia representativa na esfera federal da administração pública quanto à mulher asiática em cargos de liderança. Produziu-se um conhecimento único sobre a interseccionalidade da mulher asiática ocupante de cargo de chefia na Receita Federal do Brasil, como a sua infância, a influência dos valores culturais e o enfrentamento dos estereótipos associados a ela. Contribuições para a sociedade: a contribuição do trabalho desenvolvido para a administração pública leva em consideração a teoria da burocracia representativa. A base desta teoria é entender quem são as pessoas que conduzem o Estado, capazes de atuar na prestação de serviços públicos e no ciclo de políticas públicas. O estudo da interseccionalidade de gênero e raça permitiu conhecer as especificidades da mulher asiática que faz parte da liderança pública: entendemos como ela lidera e como ela carrega aspectos decorrentes de sua cultura de ascendência; compreendemos os desafios enfrentados por ela em razão dessa interseccionalidade. Originalidade: a abordagem da interseccionalidade de gênero e raça, utilizando-se a dimensão racial do ponto de vista dos asiáticos e a pesquisa qualitativa com entrevistas em profundidade com mulheres asiáticas ocupantes de cargos de liderança na administração pública é original, devido à lacuna desse tipo de estudo no contexto da literatura nacional.Purpose: the study aims to understand how the intersectionality of race and gender experienced by Asian women in leadership positions affects the work they perform in the public sector. Design/methodology/approach: a qualitative method was applied in this research in which long and non-structured interviews were conducted with Asian women holding leadership positions at the Brazil’s Receita Federal (Brazilian Federal Revenue Service). Narrative inquiry proposed by Czarniawska was used to analyze the interview data. This study also used secondary data to investigate the passive representation of Asian women in leadership positions within the federal public administration. Findings: the use of narrative inquiry allowed us to learn more about the lives of Asian women, from an early family context up to the construction of their personal and cultural identity. We explored the challenges faced to break stereotypes and to deal with microaggressions. We understood their behavior at work and how they acted as leaders, influenced by cultural values of their ancestry. We investigated their journey to leadership positions and, through secondary data, found that they are represented in leadership positions within the federal public administration. Research limitations/implications: the research problem lies at the intersection of gender and race dimensions; there is no intention to study intersectionality considering other dimensions such as sexual orientation, nor people with disabilities. In this study, the term “Asian” is used in the context of Chinese, Japanese and Korean ethnicities. Practical Implications: this research contributes to the assessment of representative bureaucracy in the federal public administration regarding Asian women in leadership positions. It has produced unique insights into Asian women occupying leadership positions in Brazil’s Receita Federal, like their childhood experiences, the influence of cultural values and confronting the stereotypes associated with them. Social Implications: the research’s contribution to the public administration bears in mind the representative bureaucracy theory. The basis of this theory is to understand who are the people that conduct the State, capable of engaging in the provision of public services and the formulation of public policies. The study of the intersectionality of gender and race allowed us to interpret the specificities of Asian women who are part of public leadership: we understand how she leads and how she is influenced by aspects from her culture of ancestry; we perceive the challenges she faces because of this intersectionality. Originality: the intersectionality approach of gender and race, using the racial dimension from the perspective of Asians and qualitative research conducting in-depth interviews with Asian women in leadership positions in public administration is original, given the gap of this type of study in Brazil.porLiderança feminina asiáticaAnálise de narrativasInterseccionalidadeAdministração públicaAsian female leadershipIntersectionalityNarrative inquiryPublic administrationAdministração públicaMulheres no serviço público - BrasilLiderança em mulheresInterseccionalidade (Sociologia)GêneroRaçasUm estudo com a liderança feminina asiática na administração pública brasileira: trajetórias e interseccionalidade info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)instname:Fundação Getulio Vargas (FGV)instacron:FGVORIGINALVersao Final_ArleneTingWanSong_MAP.pdfVersao 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Gênero
Raças
description Objetivo: o estudo tem como objetivo compreender como a interseccionalidade de raça e gênero vivenciada pelas mulheres asiáticas em cargos de liderança afeta o trabalho que elas desenvolvem no setor público. Metodologia: utilizou-se o método qualitativo em que foram realizadas entrevistas longas e semiestruturadas com mulheres asiáticas, ocupantes de cargo de chefia na Receita Federal do Brasil. Por meio de entrevistas, elas puderam produzir suas narrativas para compartilhar as suas experiências de vida. O tratamento dos dados utilizou a análise de narrativas proposta por Czarniawska. Esta pesquisa também fez uso de dados secundários para investigar a representatividade passiva das mulheres asiáticas em cargos de liderança na administração pública federal. Resultados: a análise das narrativas permitiu conhecer mais sobre a vida da mulher asiática, desde o seu contexto familiar até a construção de sua identidade pessoal e cultural. Exploramos os desafios enfrentados para quebrar estereótipos e lidar com microagressões. Compreendemos como os valores culturais de sua ascendência influenciam sua forma de agir como líderes no trabalho. Investigamos o seu percurso até os cargos de liderança e, por meio de dados secundários, percebemos que ela está representada nos cargos de chefia na administração pública. Limitações: o problema a ser pesquisado encontra limites na interseção de gênero e raça. Não se pretende estudar a interseccionalidade com outros grupos, como orientação sexual nem pessoas com deficiência. Para o estudo, o termo asiático foi utilizado no contexto das etnias chinesa, coreana e japonesa. Aplicabilidade do trabalho: esta pesquisa contribui para avaliação da burocracia representativa na esfera federal da administração pública quanto à mulher asiática em cargos de liderança. Produziu-se um conhecimento único sobre a interseccionalidade da mulher asiática ocupante de cargo de chefia na Receita Federal do Brasil, como a sua infância, a influência dos valores culturais e o enfrentamento dos estereótipos associados a ela. Contribuições para a sociedade: a contribuição do trabalho desenvolvido para a administração pública leva em consideração a teoria da burocracia representativa. A base desta teoria é entender quem são as pessoas que conduzem o Estado, capazes de atuar na prestação de serviços públicos e no ciclo de políticas públicas. O estudo da interseccionalidade de gênero e raça permitiu conhecer as especificidades da mulher asiática que faz parte da liderança pública: entendemos como ela lidera e como ela carrega aspectos decorrentes de sua cultura de ascendência; compreendemos os desafios enfrentados por ela em razão dessa interseccionalidade. Originalidade: a abordagem da interseccionalidade de gênero e raça, utilizando-se a dimensão racial do ponto de vista dos asiáticos e a pesquisa qualitativa com entrevistas em profundidade com mulheres asiáticas ocupantes de cargos de liderança na administração pública é original, devido à lacuna desse tipo de estudo no contexto da literatura nacional.
publishDate 2024
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