A influência do poder normativo das agências reguladoras na definição dos insumos essenciais e relevantes para fins de creditamento de PIS e COFINS

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Fontoura, Pedro Burdman da
Orientador(a): Ribeiro, Leandro Molhano, Gomes, Bianca Xavier
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
PIS
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/10438/36561
Resumo: A presente tese aborda, sob o ponto de vista regulatório, uma importante nuance do regime de apuração não cumulativo do PIS e da COFINS. Trata-se da análise do conceito de insumo essencial e relevante para fins de creditamento dessas contribuições, à luz da tese firmada em decorrência do Tema Repetitivo 779, julgado pelo Superior Tribunal de Justiça. Mais especificamente, busca-se aferir a possibilidade de influência do poder normativo das agências reguladoras na definição dos insumos passíveis de creditamento de PIS e COFINS em cada setor regulado. A questão que se coloca é se, no exercício desse poder normativo, as agências reguladoras têm a capacidade de influenciar na definição dos insumos passíveis de creditamento de PIS e de COFINS. Trata-se, portanto, de eventual impacto indireto da regulação administrativa no direito tributário. O problema de pesquisa que orienta o desenvolvimento desta tese é o seguinte: o exercício regular do poder normativo pelas agências reguladoras pode influenciar na definição dos insumos esseciais e relevantes para fins de creditamento do PIS e da COFINS? Em caso positivo, quais as condições necessárias e suficientes para tanto? Busca-se confirmar ou refutar três hipóteses inicialmente identificadas, quais sejam: (i) a decisão do STJ no Tema Repetitivo 779, disciplinando o creditamento dos insumos sob o regime não cumulativo do PIS e da COFINS, não foi capaz de determinar se e em que medida há influência do poder normativo das agências reguladoras na definição dos insumos passíveis de creditamento dessas contribuições; (ii) os tribunais administrativos e judiciais não têm operacionalizado de maneira uniforme o conceito de insumos essenciais ou relevantes, dificultando o estabelecimento de um raciocínio universalizável para a aplicação em concreto da tese firmada pelo STJ; e (iii) é possível apontar as condições necessárias e suficientes para a influência do poder normativo das agências reguladoras na definição da relevância ou essencialidade dos insumos para fins de creditamento de PIS e COFINS. Nesse contexto, a presente tese tem por principal objetivo esclarecer se, em que medida e sob que condições, o regular exercício do poder normativo das agências reguladoras influencia na definição dos insumos passíveis de creditamento sob a sistemática de apuração não cumulativa do PIS e da COFINS. A análise é norteada pela abordagem do problema de pesquisa supramencionado e tem por finalidade confirmar ou refutar as hipóteses formuladas, a partir de uma análise tanto descritiva quanto propositiva. Pretende-se contribuir ao estudo do tema com a definição das condições necessárias e suficientes por meio das quais o exercício regular do poder normativo pelas agências reguladoras é capaz de influenciar na definição dos insumos passíveis de creditamento de PIS e COFINS sob o regime de apuração não cumulativo.
id FGV_7be68468f3573118479be19fe52ec9e8
oai_identifier_str oai:repositorio.fgv.br:10438/36561
network_acronym_str FGV
network_name_str Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)
repository_id_str
spelling Fontoura, Pedro Burdman daEscolas::DIREITO RIOOliveira, Gustavo da gama Vital deBastos Filho, Claudio Luiz de MirandaRibeiro, Ricardo LodiLima, Daniel Batista Pereira SerraRibeiro, Leandro MolhanoGomes, Bianca Xavier2025-02-20T19:01:20Z2025-02-20T19:01:20Z2025https://hdl.handle.net/10438/36561A presente tese aborda, sob o ponto de vista regulatório, uma importante nuance do regime de apuração não cumulativo do PIS e da COFINS. Trata-se da análise do conceito de insumo essencial e relevante para fins de creditamento dessas contribuições, à luz da tese firmada em decorrência do Tema Repetitivo 779, julgado pelo Superior Tribunal de Justiça. Mais especificamente, busca-se aferir a possibilidade de influência do poder normativo das agências reguladoras na definição dos insumos passíveis de creditamento de PIS e COFINS em cada setor regulado. A questão que se coloca é se, no exercício desse poder normativo, as agências reguladoras têm a capacidade de influenciar na definição dos insumos passíveis de creditamento de PIS e de COFINS. Trata-se, portanto, de eventual impacto indireto da regulação administrativa no direito tributário. O problema de pesquisa que orienta o desenvolvimento desta tese é o seguinte: o exercício regular do poder normativo pelas agências reguladoras pode influenciar na definição dos insumos esseciais e relevantes para fins de creditamento do PIS e da COFINS? Em caso positivo, quais as condições necessárias e suficientes para tanto? Busca-se confirmar ou refutar três hipóteses inicialmente identificadas, quais sejam: (i) a decisão do STJ no Tema Repetitivo 779, disciplinando o creditamento dos insumos sob o regime não cumulativo do PIS e da COFINS, não foi capaz de determinar se e em que medida há influência do poder normativo das agências reguladoras na definição dos insumos passíveis de creditamento dessas contribuições; (ii) os tribunais administrativos e judiciais não têm operacionalizado de maneira uniforme o conceito de insumos essenciais ou relevantes, dificultando o estabelecimento de um raciocínio universalizável para a aplicação em concreto da tese firmada pelo STJ; e (iii) é possível apontar as condições necessárias e suficientes para a influência do poder normativo das agências reguladoras na definição da relevância ou essencialidade dos insumos para fins de creditamento de PIS e COFINS. Nesse contexto, a presente tese tem por principal objetivo esclarecer se, em que medida e sob que condições, o regular exercício do poder normativo das agências reguladoras influencia na definição dos insumos passíveis de creditamento sob a sistemática de apuração não cumulativa do PIS e da COFINS. A análise é norteada pela abordagem do problema de pesquisa supramencionado e tem por finalidade confirmar ou refutar as hipóteses formuladas, a partir de uma análise tanto descritiva quanto propositiva. Pretende-se contribuir ao estudo do tema com a definição das condições necessárias e suficientes por meio das quais o exercício regular do poder normativo pelas agências reguladoras é capaz de influenciar na definição dos insumos passíveis de creditamento de PIS e COFINS sob o regime de apuração não cumulativo.A presente tese aborda, sob o ponto de vista regulatório, uma importante nuance do regime de apuração não cumulativo do PIS e da COFINS. Trata-se da análise do conceito de insumo essencial e relevante para fins de creditamento dessas contribuições, à luz da tese firmada em decorrência do Tema Repetitivo 779, julgado pelo Superior Tribunal de Justiça. Mais especificamente, busca-se aferir a possibilidade de influência do poder normativo das agências reguladoras na definição dos insumos passíveis de creditamento de PIS e COFINS em cada setor regulado. A questão que se coloca é se, no exercício desse poder normativo, as agências reguladoras têm a capacidade de influenciar na definição dos insumos passíveis de creditamento de PIS e de COFINS. Trata-se, portanto, de eventual impacto indireto da regulação administrativa no direito tributário. O problema de pesquisa que orienta o desenvolvimento desta tese é o seguinte: o exercício regular do poder normativo pelas agências reguladoras pode influenciar na definição dos insumos esseciais e relevantes para fins de creditamento do PIS e da COFINS? Em caso positivo, quais as condições necessárias e suficientes para tanto? Busca-se confirmar ou refutar três hipóteses inicialmente identificadas, quais sejam: (i) a decisão do STJ no Tema Repetitivo 779, disciplinando o creditamento dos insumos sob o regime não cumulativo do PIS e da COFINS, não foi capaz de determinar se e em que medida há influência do poder normativo das agências reguladoras na definição dos insumos passíveis de creditamento dessas contribuições; (ii) os tribunais administrativos e judiciais não têm operacionalizado de maneira uniforme o conceito de insumos essenciais ou relevantes, dificultando o estabelecimento de um raciocínio universalizável para a aplicação em concreto da tese firmada pelo STJ; e (iii) é possível apontar as condições necessárias e suficientes para a influência do poder normativo das agências reguladoras na definição da relevância ou essencialidade dos insumos para fins de creditamento de PIS e COFINS. Nesse contexto, a presente tese tem por principal objetivo esclarecer se, em que medida e sob que condições, o regular exercício do poder normativo das agências reguladoras influencia na definição dos insumos passíveis de creditamento sob a sistemática de apuração não cumulativa do PIS e da COFINS. A análise é norteada pela abordagem do problema de pesquisa supramencionado e tem por finalidade confirmar ou refutar as hipóteses formuladas, a partir de uma análise tanto descritiva quanto propositiva. Pretende-se contribuir ao estudo do tema com a definição das condições necessárias e suficientes por meio das quais o exercício regular do poder normativo pelas agências reguladoras é capaz de influenciar na definição dos insumos passíveis de creditamento de PIS e COFINS sob o regime de apuração não cumulativoThis thesis addresses, from a regulatory point of view, an important nuance of the noncumulative PIS and COFINS calculation regime. It involves the analysis of the concept of essential and relevant input for the purposes of crediting these contributions, in light of the thesis established as a result of Repetitive Theme 779, judged by the Superior Court of Justice. More specifically, it assess the possibibility of influence of the normative power of regulatory agencies in defining the inputs subject to credit of PIS and COFINS in each regulated sector. The question that arises is whether, in the exercise of this normative power, regulatory agencies have the capacity to influence the definition of inputs subject to PIS and COFINS credit. This is, therefore, a possible indirect impact of administrative regulation on tax law. The research problem that guides the development of this thesis is the following: does the regular exercise of normative power by regulatory agencies influences the definition of essential and relevant inputs for PIS and COFINS crediting purposes? If so, what are the necessary and sufficient conditions for this? The aim is to confirm or refute three hypotheses initially identified, namely: (i) the decision of the Superior Court of Justice in the Repetitive Theme 779, regulating the crediting of inputs under the non-cumulative regime of PIS and COFINS, was unable to determine whether and in what extent the normative power of regulatory agencies influences the definition of inputs subject to credit for these contributions; (ii) administrative and judicial courts have not uniformly operationalized the concept of essential or relevant inputs, making it difficult to establish universal reasoning for the concrete application of the thesis established by the Superior Court of Justice; and (iii) it is possible to point out the necessary and sufficient conditions for the influence of the normative power of regulatory agencies in defining the relevance or essentiality of inputs for the purposes of PIS and COFINS crediting. In this context, the main objective of this thesis is to clarify whether, to what extent and under what conditions, the regular exercise of the normative power of regulatory agencies influences the definition of inputs subject to crediting under the non-cumulative calculation regime of the PIS and COFINS. The analysis is guided by the approach to the research problem mentioned above and aims to confirm or refute the hypotheses formulated, based on both a descriptive and propositional analysis. The aim is to contribute to the study of the topic by defining the necessary and sufficient conditions through which the regular exercise of normative power by regulatory agencies is capable of influencing the definition of inputs subject to PIS and COFINS crediting under the noncumulative calculation regimeporAgênciasRegulaçãoPISCOFINSInsumosAgenciesRegulationInputsDireitoDireito regulatórioAgências reguladoras de atividades privadas - BrasilCOFINSPIS-PASEPA influência do poder normativo das agências reguladoras na definição dos insumos essenciais e relevantes para fins de creditamento de PIS e COFINSinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)instname:Fundação Getulio Vargas (FGV)instacron:FGVLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-85112https://repositorio.fgv.br/bitstreams/6a32b6f0-c9fd-427d-a33b-745b6c5633b9/download2a4b67231f701c416a809246e7a10077MD51ORIGINALPedro Burdman da Fontoura - vf para depósito - 16-02-2025.pdfPedro Burdman da Fontoura - vf para depósito - 16-02-2025.pdfPDFapplication/pdf4743455https://repositorio.fgv.br/bitstreams/e705bb22-9d7c-4d51-a322-cee464d8e81a/download1633f3cb4b313eba8f60c441de7ac5b2MD52TEXTPedro Burdman da Fontoura - vf para depósito - 16-02-2025.pdf.txtPedro Burdman da Fontoura - vf para depósito - 16-02-2025.pdf.txtExtracted texttext/plain102815https://repositorio.fgv.br/bitstreams/5929fc0d-5087-492a-bdaf-6cba4aaeb9dd/download1460587534977d2b1f990b6c5e84e701MD53THUMBNAILPedro Burdman da Fontoura - vf para depósito - 16-02-2025.pdf.jpgPedro Burdman da Fontoura - vf para depósito - 16-02-2025.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2919https://repositorio.fgv.br/bitstreams/1551556d-7e74-467e-87b9-7d5d913cc706/downloadac42ffd6dcf06428e90cda7d9901e1d6MD5410438/365612025-02-20 21:01:48.429open.accessoai:repositorio.fgv.br:10438/36561https://repositorio.fgv.brRepositório InstitucionalPRIhttp://bibliotecadigital.fgv.br/dspace-oai/requestopendoar:39742025-02-20T21:01:48Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) - Fundação Getulio Vargas (FGV)falseVGVybW8gZGUgTGljZW5jaWFtZW50bwpIw6EgdW0gw7psdGltbyBwYXNzbzogcGFyYSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciBlIGRpc3RyaWJ1aXIgc3VhIHN1Ym1pc3PDo28gZW0gdG9kbyBvIG11bmRvLCB2b2PDqiBkZXZlIGNvbmNvcmRhciBjb20gb3MgdGVybW9zIGEgc2VndWlyLgoKQ29uY29yZGFyIGNvbSBvIFRlcm1vIGRlIExpY2VuY2lhbWVudG8sIHNlbGVjaW9uYW5kbyAiRXUgY29uY29yZG8gY29tIG8gVGVybW8gZGUgTGljZW5jaWFtZW50byIgZSBjbGlxdWUgZW0gIkZpbmFsaXphciBzdWJtaXNzw6NvIi4KClRFUk1PUyBMSUNFTkNJQU1FTlRPIFBBUkEgQVJRVUlWQU1FTlRPLCBSRVBST0RVw4fDg08gRSBESVZVTEdBw4fDg08gUMOaQkxJQ0EgREUgQ09OVEXDmkRPIMOAIEJJQkxJT1RFQ0EgVklSVFVBTCBGR1YgKHZlcnPDo28gMS4yKQoKMS4gVm9jw6osIHVzdcOhcmlvLWRlcG9zaXRhbnRlIGRhIEJpYmxpb3RlY2EgVmlydHVhbCBGR1YsIGFzc2VndXJhLCBubyBwcmVzZW50ZSBhdG8sIHF1ZSDDqSB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXRyaW1vbmlhaXMgZS9vdSBkaXJlaXRvcyBjb25leG9zIHJlZmVyZW50ZXMgw6AgdG90YWxpZGFkZSBkYSBPYnJhIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhIGVtIGZvcm1hdG8gZGlnaXRhbCwgYmVtIGNvbW8gZGUgc2V1cyBjb21wb25lbnRlcyBtZW5vcmVzLCBlbSBzZSB0cmF0YW5kbyBkZSBvYnJhIGNvbGV0aXZhLCBjb25mb3JtZSBvIHByZWNlaXR1YWRvIHBlbGEgTGVpIDkuNjEwLzk4IGUvb3UgTGVpIDkuNjA5Lzk4LiBOw6NvIHNlbmRvIGVzdGUgbyBjYXNvLCB2b2PDqiBhc3NlZ3VyYSB0ZXIgb2J0aWRvLCBkaXJldGFtZW50ZSBkb3MgZGV2aWRvcyB0aXR1bGFyZXMsIGF1dG9yaXphw6fDo28gcHLDqXZpYSBlIGV4cHJlc3NhIHBhcmEgbyBkZXDDs3NpdG8gZSBkaXZ1bGdhw6fDo28gZGEgT2JyYSwgYWJyYW5nZW5kbyB0b2RvcyBvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBlIGNvbmV4b3MgYWZldGFkb3MgcGVsYSBhc3NpbmF0dXJhIGRvcyBwcmVzZW50ZXMgdGVybW9zIGRlIGxpY2VuY2lhbWVudG8sIGRlIG1vZG8gYSBlZmV0aXZhbWVudGUgaXNlbnRhciBhIEZ1bmRhw6fDo28gR2V0dWxpbyBWYXJnYXMgZSBzZXVzIGZ1bmNpb27DoXJpb3MgZGUgcXVhbHF1ZXIgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSBwZWxvIHVzbyBuw6NvLWF1dG9yaXphZG8gZG8gbWF0ZXJpYWwgZGVwb3NpdGFkbywgc2VqYSBlbSB2aW5jdWxhw6fDo28gw6AgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHViwgc2VqYSBlbSB2aW5jdWxhw6fDo28gYSBxdWFpc3F1ZXIgc2VydmnDp29zIGRlIGJ1c2NhIGUgZGlzdHJpYnVpw6fDo28gZGUgY29udGXDumRvIHF1ZSBmYcOnYW0gdXNvIGRhcyBpbnRlcmZhY2VzIGUgZXNwYcOnbyBkZSBhcm1hemVuYW1lbnRvIHByb3ZpZGVuY2lhZG9zIHBlbGEgRnVuZGHDp8OjbyBHZXR1bGlvIFZhcmdhcyBwb3IgbWVpbyBkZSBzZXVzIHNpc3RlbWFzIGluZm9ybWF0aXphZG9zLgoKMi4gQSBhc3NpbmF0dXJhIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhIHRlbSBjb21vIGNvbnNlccO8w6puY2lhIGEgdHJhbnNmZXLDqm5jaWEsIGEgdMOtdHVsbyBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBlIG7Do28tb25lcm9zbywgaXNlbnRhIGRvIHBhZ2FtZW50byBkZSByb3lhbHRpZXMgb3UgcXVhbHF1ZXIgb3V0cmEgY29udHJhcHJlc3Rhw6fDo28sIHBlY3VuacOhcmlhIG91IG7Do28sIMOgIEZ1bmRhw6fDo28gR2V0dWxpbyBWYXJnYXMsIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhcm1hemVuYXIgZGlnaXRhbG1lbnRlLCByZXByb2R1emlyIGUgZGlzdHJpYnVpciBuYWNpb25hbCBlIGludGVybmFjaW9uYWxtZW50ZSBhIE9icmEsIGluY2x1aW5kby1zZSBvIHNldSByZXN1bW8vYWJzdHJhY3QsIHBvciBtZWlvcyBlbGV0csO0bmljb3MsIG5vIHNpdGUgZGEgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHViwgYW8gcMO6YmxpY28gZW0gZ2VyYWwsIGVtIHJlZ2ltZSBkZSBhY2Vzc28gYWJlcnRvLgoKMy4gQSBwcmVzZW50ZSBsaWNlbsOnYSB0YW1iw6ltIGFicmFuZ2UsIG5vcyBtZXNtb3MgdGVybW9zIGVzdGFiZWxlY2lkb3Mgbm8gaXRlbSAyLCBzdXByYSwgcXVhbHF1ZXIgZGlyZWl0byBkZSBjb211bmljYcOnw6NvIGFvIHDDumJsaWNvIGNhYsOtdmVsIGVtIHJlbGHDp8OjbyDDoCBPYnJhIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLCBpbmNsdWluZG8tc2Ugb3MgdXNvcyByZWZlcmVudGVzIMOgIHJlcHJlc2VudGHDp8OjbyBww7pibGljYSBlL291IGV4ZWN1w6fDo28gcMO6YmxpY2EsIGJlbSBjb21vIHF1YWxxdWVyIG91dHJhIG1vZGFsaWRhZGUgZGUgY29tdW5pY2HDp8OjbyBhbyBww7pibGljbyBxdWUgZXhpc3RhIG91IHZlbmhhIGEgZXhpc3Rpciwgbm9zIHRlcm1vcyBkbyBhcnRpZ28gNjggZSBzZWd1aW50ZXMgZGEgTGVpIDkuNjEwLzk4LCBuYSBleHRlbnPDo28gcXVlIGZvciBhcGxpY8OhdmVsIGFvcyBzZXJ2acOnb3MgcHJlc3RhZG9zIGFvIHDDumJsaWNvIHBlbGEgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHVi4KCjQuIEVzdGEgbGljZW7Dp2EgYWJyYW5nZSwgYWluZGEsIG5vcyBtZXNtb3MgdGVybW9zIGVzdGFiZWxlY2lkb3Mgbm8gaXRlbSAyLCBzdXByYSwgdG9kb3Mgb3MgZGlyZWl0b3MgY29uZXhvcyBkZSBhcnRpc3RhcyBpbnTDqXJwcmV0ZXMgb3UgZXhlY3V0YW50ZXMsIHByb2R1dG9yZXMgZm9ub2dyw6FmaWNvcyBvdSBlbXByZXNhcyBkZSByYWRpb2RpZnVzw6NvIHF1ZSBldmVudHVhbG1lbnRlIHNlamFtIGFwbGljw6F2ZWlzIGVtIHJlbGHDp8OjbyDDoCBvYnJhIGRlcG9zaXRhZGEsIGVtIGNvbmZvcm1pZGFkZSBjb20gbyByZWdpbWUgZml4YWRvIG5vIFTDrXR1bG8gViBkYSBMZWkgOS42MTAvOTguCgo1LiBTZSBhIE9icmEgZGVwb3NpdGFkYSBmb2kgb3Ugw6kgb2JqZXRvIGRlIGZpbmFuY2lhbWVudG8gcG9yIGluc3RpdHVpw6fDtWVzIGRlIGZvbWVudG8gw6AgcGVzcXVpc2Egb3UgcXVhbHF1ZXIgb3V0cmEgc2VtZWxoYW50ZSwgdm9jw6ogb3UgbyB0aXR1bGFyIGFzc2VndXJhIHF1ZSBjdW1wcml1IHRvZGFzIGFzIG9icmlnYcOnw7VlcyBxdWUgbGhlIGZvcmFtIGltcG9zdGFzIHBlbGEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBmaW5hbmNpYWRvcmEgZW0gcmF6w6NvIGRvIGZpbmFuY2lhbWVudG8sIGUgcXVlIG7Do28gZXN0w6EgY29udHJhcmlhbmRvIHF1YWxxdWVyIGRpc3Bvc2nDp8OjbyBjb250cmF0dWFsIHJlZmVyZW50ZSDDoCBwdWJsaWNhw6fDo28gZG8gY29udGXDumRvIG9yYSBzdWJtZXRpZG8gw6AgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHVi4KCjYuIENhc28gYSBPYnJhIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhIGVuY29udHJlLXNlIGxpY2VuY2lhZGEgc29iIHVtYSBsaWNlbsOnYSBDcmVhdGl2ZSBDb21tb25zIChxdWFscXVlciB2ZXJzw6NvKSwgc29iIGEgbGljZW7Dp2EgR05VIEZyZWUgRG9jdW1lbnRhdGlvbiBMaWNlbnNlIChxdWFscXVlciB2ZXJzw6NvKSwgb3Ugb3V0cmEgbGljZW7Dp2EgcXVhbGlmaWNhZGEgY29tbyBsaXZyZSBzZWd1bmRvIG9zIGNyaXTDqXJpb3MgZGEgRGVmaW5pdGlvbiBvZiBGcmVlIEN1bHR1cmFsIFdvcmtzIChkaXNwb27DrXZlbCBlbTogaHR0cDovL2ZyZWVkb21kZWZpbmVkLm9yZy9EZWZpbml0aW9uKSBvdSBGcmVlIFNvZnR3YXJlIERlZmluaXRpb24gKGRpc3BvbsOtdmVsIGVtOiBodHRwOi8vd3d3LmdudS5vcmcvcGhpbG9zb3BoeS9mcmVlLXN3Lmh0bWwpLCBvIGFycXVpdm8gcmVmZXJlbnRlIMOgIE9icmEgZGV2ZSBpbmRpY2FyIGEgbGljZW7Dp2EgYXBsaWPDoXZlbCBlbSBjb250ZcO6ZG8gbGVnw612ZWwgcG9yIHNlcmVzIGh1bWFub3MgZSwgc2UgcG9zc8OtdmVsLCB0YW1iw6ltIGVtIG1ldGFkYWRvcyBsZWfDrXZlaXMgcG9yIG3DoXF1aW5hLiBBIGluZGljYcOnw6NvIGRhIGxpY2Vuw6dhIGFwbGljw6F2ZWwgZGV2ZSBzZXIgYWNvbXBhbmhhZGEgZGUgdW0gbGluayBwYXJhIG9zIHRlcm1vcyBkZSBsaWNlbmNpYW1lbnRvIG91IHN1YSBjw7NwaWEgaW50ZWdyYWwuCgpBbyBjb25jbHVpciBhIHByZXNlbnRlIGV0YXBhIGUgYXMgZXRhcGFzIHN1YnNlccO8ZW50ZXMgZG8gcHJvY2Vzc28gZGUgc3VibWlzc8OjbyBkZSBhcnF1aXZvcyDDoCBCaWJsaW90ZWNhIFZpcnR1YWwgRkdWLCB2b2PDqiBhdGVzdGEgcXVlIGxldSBlIGNvbmNvcmRhIGludGVncmFsbWVudGUgY29tIG9zIHRlcm1vcyBhY2ltYSBkZWxpbWl0YWRvcywgYXNzaW5hbmRvLW9zIHNlbSBmYXplciBxdWFscXVlciByZXNlcnZhIGUgbm92YW1lbnRlIGNvbmZpcm1hbmRvIHF1ZSBjdW1wcmUgb3MgcmVxdWlzaXRvcyBpbmRpY2Fkb3Mgbm8gaXRlbSAxLCBzdXByYS4KCkhhdmVuZG8gcXVhbHF1ZXIgZGlzY29yZMOibmNpYSBlbSByZWxhw6fDo28gYW9zIHByZXNlbnRlcyB0ZXJtb3Mgb3UgbsOjbyBzZSB2ZXJpZmljYW5kbyBvIGV4aWdpZG8gbm8gaXRlbSAxLCBzdXByYSwgdm9jw6ogZGV2ZSBpbnRlcnJvbXBlciBpbWVkaWF0YW1lbnRlIG8gcHJvY2Vzc28gZGUgc3VibWlzc8Ojby4gQSBjb250aW51aWRhZGUgZG8gcHJvY2Vzc28gZXF1aXZhbGUgw6AgYXNzaW5hdHVyYSBkZXN0ZSBkb2N1bWVudG8sIGNvbSB0b2RhcyBhcyBjb25zZXHDvMOqbmNpYXMgbmVsZSBwcmV2aXN0YXMsIHN1amVpdGFuZG8tc2UgbyBzaWduYXTDoXJpbyBhIHNhbsOnw7VlcyBjaXZpcyBlIGNyaW1pbmFpcyBjYXNvIG7Do28gc2VqYSB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXRyaW1vbmlhaXMgZS9vdSBjb25leG9zIGFwbGljw6F2ZWlzIMOgIE9icmEgZGVwb3NpdGFkYSBkdXJhbnRlIGVzdGUgcHJvY2Vzc28sIG91IGNhc28gbsOjbyB0ZW5oYSBvYnRpZG8gcHLDqXZpYSBlIGV4cHJlc3NhIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gdGl0dWxhciBwYXJhIG8gZGVww7NzaXRvIGUgdG9kb3Mgb3MgdXNvcyBkYSBPYnJhIGVudm9sdmlkb3MuCgpQYXJhIGEgc29sdcOnw6NvIGRlIHF1YWxxdWVyIGTDunZpZGEgcXVhbnRvIGFvcyB0ZXJtb3MgZGUgbGljZW5jaWFtZW50byBlIG8gcHJvY2Vzc28gZGUgc3VibWlzc8OjbywgY2xpcXVlIG5vIGxpbmsgIkZhbGUgY29ub3NjbyIuCgpTZSB2b2PDqiB0aXZlciBkw7p2aWRhcyBzb2JyZSBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBwb3IgZmF2b3IgZW50cmUgZW0gY29udGF0byBjb20gb3MgYWRtaW5pc3RyYWRvcmVzIGRvIFJlcG9zaXTDs3Jpby4K
dc.title.none.fl_str_mv A influência do poder normativo das agências reguladoras na definição dos insumos essenciais e relevantes para fins de creditamento de PIS e COFINS
title A influência do poder normativo das agências reguladoras na definição dos insumos essenciais e relevantes para fins de creditamento de PIS e COFINS
spellingShingle A influência do poder normativo das agências reguladoras na definição dos insumos essenciais e relevantes para fins de creditamento de PIS e COFINS
Fontoura, Pedro Burdman da
Agências
Regulação
PIS
COFINS
Insumos
Agencies
Regulation
Inputs
Direito
Direito regulatório
Agências reguladoras de atividades privadas - Brasil
COFINS
PIS-PASEP
title_short A influência do poder normativo das agências reguladoras na definição dos insumos essenciais e relevantes para fins de creditamento de PIS e COFINS
title_full A influência do poder normativo das agências reguladoras na definição dos insumos essenciais e relevantes para fins de creditamento de PIS e COFINS
title_fullStr A influência do poder normativo das agências reguladoras na definição dos insumos essenciais e relevantes para fins de creditamento de PIS e COFINS
title_full_unstemmed A influência do poder normativo das agências reguladoras na definição dos insumos essenciais e relevantes para fins de creditamento de PIS e COFINS
title_sort A influência do poder normativo das agências reguladoras na definição dos insumos essenciais e relevantes para fins de creditamento de PIS e COFINS
author Fontoura, Pedro Burdman da
author_facet Fontoura, Pedro Burdman da
author_role author
dc.contributor.unidadefgv.por.fl_str_mv Escolas::DIREITO RIO
dc.contributor.member.none.fl_str_mv Oliveira, Gustavo da gama Vital de
Bastos Filho, Claudio Luiz de Miranda
Ribeiro, Ricardo Lodi
Lima, Daniel Batista Pereira Serra
dc.contributor.author.fl_str_mv Fontoura, Pedro Burdman da
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Ribeiro, Leandro Molhano
Gomes, Bianca Xavier
contributor_str_mv Ribeiro, Leandro Molhano
Gomes, Bianca Xavier
dc.subject.por.fl_str_mv Agências
Regulação
PIS
COFINS
Insumos
topic Agências
Regulação
PIS
COFINS
Insumos
Agencies
Regulation
Inputs
Direito
Direito regulatório
Agências reguladoras de atividades privadas - Brasil
COFINS
PIS-PASEP
dc.subject.eng.fl_str_mv Agencies
Regulation
Inputs
dc.subject.area.por.fl_str_mv Direito
dc.subject.bibliodata.por.fl_str_mv Direito regulatório
Agências reguladoras de atividades privadas - Brasil
COFINS
PIS-PASEP
description A presente tese aborda, sob o ponto de vista regulatório, uma importante nuance do regime de apuração não cumulativo do PIS e da COFINS. Trata-se da análise do conceito de insumo essencial e relevante para fins de creditamento dessas contribuições, à luz da tese firmada em decorrência do Tema Repetitivo 779, julgado pelo Superior Tribunal de Justiça. Mais especificamente, busca-se aferir a possibilidade de influência do poder normativo das agências reguladoras na definição dos insumos passíveis de creditamento de PIS e COFINS em cada setor regulado. A questão que se coloca é se, no exercício desse poder normativo, as agências reguladoras têm a capacidade de influenciar na definição dos insumos passíveis de creditamento de PIS e de COFINS. Trata-se, portanto, de eventual impacto indireto da regulação administrativa no direito tributário. O problema de pesquisa que orienta o desenvolvimento desta tese é o seguinte: o exercício regular do poder normativo pelas agências reguladoras pode influenciar na definição dos insumos esseciais e relevantes para fins de creditamento do PIS e da COFINS? Em caso positivo, quais as condições necessárias e suficientes para tanto? Busca-se confirmar ou refutar três hipóteses inicialmente identificadas, quais sejam: (i) a decisão do STJ no Tema Repetitivo 779, disciplinando o creditamento dos insumos sob o regime não cumulativo do PIS e da COFINS, não foi capaz de determinar se e em que medida há influência do poder normativo das agências reguladoras na definição dos insumos passíveis de creditamento dessas contribuições; (ii) os tribunais administrativos e judiciais não têm operacionalizado de maneira uniforme o conceito de insumos essenciais ou relevantes, dificultando o estabelecimento de um raciocínio universalizável para a aplicação em concreto da tese firmada pelo STJ; e (iii) é possível apontar as condições necessárias e suficientes para a influência do poder normativo das agências reguladoras na definição da relevância ou essencialidade dos insumos para fins de creditamento de PIS e COFINS. Nesse contexto, a presente tese tem por principal objetivo esclarecer se, em que medida e sob que condições, o regular exercício do poder normativo das agências reguladoras influencia na definição dos insumos passíveis de creditamento sob a sistemática de apuração não cumulativa do PIS e da COFINS. A análise é norteada pela abordagem do problema de pesquisa supramencionado e tem por finalidade confirmar ou refutar as hipóteses formuladas, a partir de uma análise tanto descritiva quanto propositiva. Pretende-se contribuir ao estudo do tema com a definição das condições necessárias e suficientes por meio das quais o exercício regular do poder normativo pelas agências reguladoras é capaz de influenciar na definição dos insumos passíveis de creditamento de PIS e COFINS sob o regime de apuração não cumulativo.
publishDate 2025
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2025-02-20T19:01:20Z
dc.date.available.fl_str_mv 2025-02-20T19:01:20Z
dc.date.issued.fl_str_mv 2025
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://hdl.handle.net/10438/36561
url https://hdl.handle.net/10438/36561
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)
instname:Fundação Getulio Vargas (FGV)
instacron:FGV
instname_str Fundação Getulio Vargas (FGV)
instacron_str FGV
institution FGV
reponame_str Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)
collection Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.fgv.br/bitstreams/6a32b6f0-c9fd-427d-a33b-745b6c5633b9/download
https://repositorio.fgv.br/bitstreams/e705bb22-9d7c-4d51-a322-cee464d8e81a/download
https://repositorio.fgv.br/bitstreams/5929fc0d-5087-492a-bdaf-6cba4aaeb9dd/download
https://repositorio.fgv.br/bitstreams/1551556d-7e74-467e-87b9-7d5d913cc706/download
bitstream.checksum.fl_str_mv 2a4b67231f701c416a809246e7a10077
1633f3cb4b313eba8f60c441de7ac5b2
1460587534977d2b1f990b6c5e84e701
ac42ffd6dcf06428e90cda7d9901e1d6
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) - Fundação Getulio Vargas (FGV)
repository.mail.fl_str_mv
_version_ 1827842386650202112