A AGU como facilitadora da colaboração entre os órgãos do Executivo e do Sistema de Justiça
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/10438/36651 |
Resumo: | Objetivo: Analisar como a Advocacia-Geral da União (AGU) pode implementar práticas de governança colaborativa, associadas ao uso de plataformas colaborativas, para aperfeiçoar as políticas públicas federais judicializadas, prevenindo e resolvendo as causas dos conflitos administrativos e judiciais. Metodologia: A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, com análise de conteúdo dos dados primários e secundários, seguindo as etapas de pré-análise, exploração do material e tratamento dos resultados (Bardin, 2016). Foram realizadas entrevistas com agentes públicos do Executivo Federal e do Sistema de Justiça, além da análise de práticas e normativos aplicados à AGU. Resultados: Identificaram-se as principais causas da judicialização das políticas públicas federais e as percepções dos agentes públicos sobre o papel proativo da AGU na prevenção e resolução de conflitos. Constatou-se que a governança colaborativa, combinada com plataformas colaborativas, é uma abordagem promissora para integrar atores e cocriar soluções mais eficazes e inovadoras para o problema complexo da judicialização das políticas públicas. Limitações: As principais limitações desta dissertação incluem a ausência de advogados privados da Ordem dos Advogados do Brasil e de representantes da sociedade civil no campo amostral das entrevistas semiestruturadas, assim como a menor representatividade dos membros do Ministério Público Federal, devido a dificuldades de acesso aos agentes públicos e ao pouco tempo disponível para a conclusão da pesquisa. A análise qualitativa foi influenciada pela subjetividade do pesquisador, embora medidas como postura reflexiva e rigor metodológico tenham sido adotadas para mitigar esse impacto. Os achados refletem exclusivamente o contexto dos órgãos do Executivo Federal e do Sistema de Justiça que trabalham com políticas pública judicializadas, sem possibilidade de generalização direta para outras esferas governamentais. No entanto, foram feitas inferências com foco na transferibilidade, permitindo a aplicação dos resultados em contextos administrativos semelhantes. Aplicabilidade do trabalho: A pesquisa oferece diretrizes para os gestores públicos sobre a implementação de modelos de governança colaborativa e o uso de plataformas colaborativas. A AGU também é posicionada como facilitadora no diálogo entre os órgãos do Executivo Federal e do Sistema de Justiça, assumindo papel fundamental na prevenção de litígios e na formulação, implementação e aperfeiçoamento de políticas públicas mais eficientes. Contribuições para a sociedade: A melhoria das práticas de governança e a redução da judicialização promovem resultados com maior efetividade nas políticas públicas, beneficiando diretamente os cidadãos em áreas como a saúde, educação e previdência. Além disso, a integração de todos os atores do arranjo institucional amplia a legitimidade e a aceitação das políticas públicas. Originalidade: A dissertação preenche lacunas da literatura ao focar no papel estratégico da AGU na prevenção da judicialização de políticas públicas e propor a combinação de princípios da governança colaborativa com plataformas colaborativas para enfrentar a judicialização. |
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Gama, Evandro CostaEscolas::EBAPEGaetani, Francisco Bandeira, Mariana LimaMotta, Paulo Roberto2025-03-14T19:57:04Z2025-03-14T19:57:04Z2025-01-09https://hdl.handle.net/10438/36651Objetivo: Analisar como a Advocacia-Geral da União (AGU) pode implementar práticas de governança colaborativa, associadas ao uso de plataformas colaborativas, para aperfeiçoar as políticas públicas federais judicializadas, prevenindo e resolvendo as causas dos conflitos administrativos e judiciais. Metodologia: A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, com análise de conteúdo dos dados primários e secundários, seguindo as etapas de pré-análise, exploração do material e tratamento dos resultados (Bardin, 2016). Foram realizadas entrevistas com agentes públicos do Executivo Federal e do Sistema de Justiça, além da análise de práticas e normativos aplicados à AGU. Resultados: Identificaram-se as principais causas da judicialização das políticas públicas federais e as percepções dos agentes públicos sobre o papel proativo da AGU na prevenção e resolução de conflitos. Constatou-se que a governança colaborativa, combinada com plataformas colaborativas, é uma abordagem promissora para integrar atores e cocriar soluções mais eficazes e inovadoras para o problema complexo da judicialização das políticas públicas. Limitações: As principais limitações desta dissertação incluem a ausência de advogados privados da Ordem dos Advogados do Brasil e de representantes da sociedade civil no campo amostral das entrevistas semiestruturadas, assim como a menor representatividade dos membros do Ministério Público Federal, devido a dificuldades de acesso aos agentes públicos e ao pouco tempo disponível para a conclusão da pesquisa. A análise qualitativa foi influenciada pela subjetividade do pesquisador, embora medidas como postura reflexiva e rigor metodológico tenham sido adotadas para mitigar esse impacto. Os achados refletem exclusivamente o contexto dos órgãos do Executivo Federal e do Sistema de Justiça que trabalham com políticas pública judicializadas, sem possibilidade de generalização direta para outras esferas governamentais. No entanto, foram feitas inferências com foco na transferibilidade, permitindo a aplicação dos resultados em contextos administrativos semelhantes. Aplicabilidade do trabalho: A pesquisa oferece diretrizes para os gestores públicos sobre a implementação de modelos de governança colaborativa e o uso de plataformas colaborativas. A AGU também é posicionada como facilitadora no diálogo entre os órgãos do Executivo Federal e do Sistema de Justiça, assumindo papel fundamental na prevenção de litígios e na formulação, implementação e aperfeiçoamento de políticas públicas mais eficientes. Contribuições para a sociedade: A melhoria das práticas de governança e a redução da judicialização promovem resultados com maior efetividade nas políticas públicas, beneficiando diretamente os cidadãos em áreas como a saúde, educação e previdência. Além disso, a integração de todos os atores do arranjo institucional amplia a legitimidade e a aceitação das políticas públicas. Originalidade: A dissertação preenche lacunas da literatura ao focar no papel estratégico da AGU na prevenção da judicialização de políticas públicas e propor a combinação de princípios da governança colaborativa com plataformas colaborativas para enfrentar a judicialização.Purpose: Analyze how the Office of the Attorney General of the Union (AGU) can implement collaborative governance practices, combined with the use of collaborative platforms, to improve federal judicialized public policies by preventing and resolving the causes of administrative and judicial conflicts. Methodology: The research adopts a qualitative approach, with content analysis of primary and secondary data, following the steps of pre-analysis, material exploration, and results processing (Bardin, 2016). Interviews were conducted with public officials from the Federal Executive Branch and the Justice System, along with an analysis of practices and regulations applied to the AGU. Findings: The main causes of the judicialization of federal public policies and the perceptions of public officials regarding the proactive role of the AGU in conflict prevention and resolution were identified. It was found that collaborative governance, combined with collaborative platforms, is a promising approach to integrating stakeholders and co-creating more effective and innovative solutions to the complex issue of the judicialization of public policies. Research Limitations: The main limitations of this dissertation include the absence of private lawyers from the Brazilian Bar Association and representatives of civil society in the sample field of the semi-structured interviews, as well as the lower representation of members of the Federal Public Prosecutor’s Office due to difficulties in accessing public officials and the limited time available for the completion of the research. The qualitative analysis was influenced by the researcher’s subjectivity, although measures such as a reflexive stance and methodological rigor were adopted to mitigate this impact. The findings exclusively reflect the context of federal executive agencies and justice system entities that deal with judicialized public policies, without the possibility of direct generalization to other governmental spheres. However, inferences were made with a focus on transferability, allowing the application of the results to similar administrative contexts. Practical implications: The research provides guidelines for public managers on the implementation of collaborative governance models and the use of collaborative platforms. The AGU is also positioned as a facilitator in the dialogue between Federal Executive Branch agencies and the Justice System, playing a key role in litigation prevention and in the formulation, implementation, and improvement of more efficient public policies. Social implications: Improving governance practices and reducing judicialization promote more effective outcomes in public policies, directly benefiting citizens in areas such as health, education, and social security. Additionally, the integration of all actors within the institutional framework enhances the legitimacy and acceptance of public policies. Originality: The dissertation fills gaps in the literature by focusing on the strategic role of the AGU in preventing the judicialization of public policies and proposing the combination of collaborative governance principles with collaborative platforms to address judicialization.porJudicializaçãoGovernança colaborativaPlataforma colaborativaArranjos institucionaisPolítica públicaAdvocacia-Geral da União (AGU)JudicializationCollaborative governanceCollaborative platformInstitutional arrangementsPublic policyAdministração públicaGovernançaJustiçaArranjos institucionaisAdvocacia-Geral da União (Brasil)A AGU como facilitadora da colaboração entre os órgãos do Executivo e do Sistema de Justiçainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisopenAccesssinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)instname:Fundação Getulio Vargas (FGV)instacron:FGVLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-85112https://repositorio.fgv.br/bitstreams/99fe76b3-8fb7-415c-ba81-1ba60581f9e9/download2a4b67231f701c416a809246e7a10077MD52ORIGINALDissertação - A AGU como facilitadora da colaboração entre os órgãos do Executivo e do Sistema de Justiça - Trabalho final.pdfDissertação - A AGU como facilitadora da colaboração entre os órgãos do Executivo e do Sistema de Justiça - Trabalho final.pdfPDFapplication/pdf977546https://repositorio.fgv.br/bitstreams/61999184-f167-4fa8-840e-16e6175d5db9/download2e04af2f1981a233f221b9e44ea79127MD53TEXTDissertação - A AGU como facilitadora da colaboração entre os órgãos do Executivo e do Sistema de Justiça - Trabalho final.pdf.txtDissertação - A AGU como facilitadora da colaboração entre os órgãos do Executivo e do Sistema de Justiça - Trabalho final.pdf.txtExtracted texttext/plain103538https://repositorio.fgv.br/bitstreams/b5257721-b989-4d26-b386-488bc5995e47/downloadd10a5c9b8977f7522812da74de20ab31MD54THUMBNAILDissertação - A AGU como facilitadora 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Governança Justiça Arranjos institucionais Advocacia-Geral da União (Brasil) |
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Objetivo: Analisar como a Advocacia-Geral da União (AGU) pode implementar práticas de governança colaborativa, associadas ao uso de plataformas colaborativas, para aperfeiçoar as políticas públicas federais judicializadas, prevenindo e resolvendo as causas dos conflitos administrativos e judiciais. Metodologia: A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, com análise de conteúdo dos dados primários e secundários, seguindo as etapas de pré-análise, exploração do material e tratamento dos resultados (Bardin, 2016). Foram realizadas entrevistas com agentes públicos do Executivo Federal e do Sistema de Justiça, além da análise de práticas e normativos aplicados à AGU. Resultados: Identificaram-se as principais causas da judicialização das políticas públicas federais e as percepções dos agentes públicos sobre o papel proativo da AGU na prevenção e resolução de conflitos. Constatou-se que a governança colaborativa, combinada com plataformas colaborativas, é uma abordagem promissora para integrar atores e cocriar soluções mais eficazes e inovadoras para o problema complexo da judicialização das políticas públicas. Limitações: As principais limitações desta dissertação incluem a ausência de advogados privados da Ordem dos Advogados do Brasil e de representantes da sociedade civil no campo amostral das entrevistas semiestruturadas, assim como a menor representatividade dos membros do Ministério Público Federal, devido a dificuldades de acesso aos agentes públicos e ao pouco tempo disponível para a conclusão da pesquisa. A análise qualitativa foi influenciada pela subjetividade do pesquisador, embora medidas como postura reflexiva e rigor metodológico tenham sido adotadas para mitigar esse impacto. Os achados refletem exclusivamente o contexto dos órgãos do Executivo Federal e do Sistema de Justiça que trabalham com políticas pública judicializadas, sem possibilidade de generalização direta para outras esferas governamentais. No entanto, foram feitas inferências com foco na transferibilidade, permitindo a aplicação dos resultados em contextos administrativos semelhantes. Aplicabilidade do trabalho: A pesquisa oferece diretrizes para os gestores públicos sobre a implementação de modelos de governança colaborativa e o uso de plataformas colaborativas. A AGU também é posicionada como facilitadora no diálogo entre os órgãos do Executivo Federal e do Sistema de Justiça, assumindo papel fundamental na prevenção de litígios e na formulação, implementação e aperfeiçoamento de políticas públicas mais eficientes. Contribuições para a sociedade: A melhoria das práticas de governança e a redução da judicialização promovem resultados com maior efetividade nas políticas públicas, beneficiando diretamente os cidadãos em áreas como a saúde, educação e previdência. Além disso, a integração de todos os atores do arranjo institucional amplia a legitimidade e a aceitação das políticas públicas. Originalidade: A dissertação preenche lacunas da literatura ao focar no papel estratégico da AGU na prevenção da judicialização de políticas públicas e propor a combinação de princípios da governança colaborativa com plataformas colaborativas para enfrentar a judicialização. |
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2025 |
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