As dificuldades de implementação do Split Payment na União Europeia e as lições para a introdução do mecanismo no Brasil
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/10438/36683 |
Resumo: | Objetivo – Este estudo analisa os desafios e impactos da implementação do split payment como modelo de arrecadação no contexto do novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), instituído pela Emenda Constitucional nº 132/2023. A pesquisa examina as experiências internacionais, com ênfase nos países da União Europeia que adotaram o mecanismo, e avalia sua viabilidade no Brasil, considerando aspectos como arrecadação, governança tributária e o impacto sobre a autonomia dos entes federativos. Metodologia – Foi adotada uma abordagem qualitativa e exploratória, baseada em pesquisa documental e bibliográfica. Foram analisadas legislações, relatórios técnicos e estudos de caso de quatro países da União Europeia que implementaram o split payment, comparando essas experiências ao modelo introduzido no Brasil pela EC nº 132/2023 e regulamentado pela Lei Complementar nº 214/2025. Resultados – O estudo revelou que, embora o split payment possa ser uma ferramenta eficiente no combate à evasão fiscal, sua implementação apresenta desafios operacionais e econômicos significativos. As experiências europeias demonstram que o modelo, quando aplicado de maneira irrestrita, pode impactar negativamente o fluxo de caixa das empresas, aumentar custos administrativos e gerar resistência no setor privado. No contexto brasileiro, a centralização normativa promovida pela reforma tributária pode facilitar a adoção do mecanismo, dada a uniformização regulatória e a digitalização do sistema tributário. No entanto, sua imposição amplia a dependência dos estados e municípios da administração federal, fragilizando o pacto federativo e elevando as incertezas sobre a repartição de receitas. Além disso, sua aplicação compulsória, sem uma fase de adaptação gradual, pode intensificar distorções econômicas e operacionais, reduzindo sua eficácia na modernização do sistema tributário. Limitações – A pesquisa concentrou-se na análise da implementação do split payment em países da União Europeia e na regulamentação inicial do modelo no Brasil, sem explorar detalhadamente os impactos sobre setores específicos da economia ou diferentes perfis de contribuintes. Além disso, a ausência de estudos macroeconômicos aprofundados no Brasil e a falta de um modelo consolidado de implementação tornam incertas as projeções sobre seus efeitos de longo prazo. A aplicabilidade do split payment em transações Business-to-Consumer (B2C), aspecto pouco explorado na literatura internacional, representa um desafio particular no Brasil, demandando estudos complementares para avaliar seus impactos sobre a formalização do mercado e a adaptação das empresas de menor porte. Aplicação do Trabalho – Espera-se que os resultados contribuam para a formulação de políticas tributárias mais eficientes e equilibradas, auxiliando legisladores e administradores fiscais na construção de um modelo de arrecadação que promova a eficiência arrecadatória sem comprometer a autonomia dos entes federativos e a sustentabilidade das empresas. Originalidade – A pesquisa realiza uma análise comparativa entre o modelo brasileiro e experiências internacionais, abordando um tema ainda pouco discutido no país. Ao considerar as particularidades locais, o estudo busca oferecer um referencial para a implementação do split payment, destacando seus desafios e possíveis estratégias de adaptação ao contexto nacional. Contribuições para a Sociedade – Este trabalho visa fomentar o debate sobre a modernização tributária no Brasil, fornecendo subsídios para um sistema mais eficiente, transparente e equilibrado. Ao identificar riscos e oportunidades associados ao split payment, a pesquisa pretende contribuir para a construção de políticas públicas que assegurem maior previsibilidade, justiça fiscal e crescimento econômico sustentável. |
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Conrado, Claudia Viana TovalEscolas::EBAPECosta, Leonardo de AndradeDe Carli, Ana Alice Fajardo, Bernardo de Abreu Guelber2025-03-24T19:24:53Z2025-03-24T19:24:53Z2025-02-26https://hdl.handle.net/10438/36683Objetivo – Este estudo analisa os desafios e impactos da implementação do split payment como modelo de arrecadação no contexto do novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), instituído pela Emenda Constitucional nº 132/2023. A pesquisa examina as experiências internacionais, com ênfase nos países da União Europeia que adotaram o mecanismo, e avalia sua viabilidade no Brasil, considerando aspectos como arrecadação, governança tributária e o impacto sobre a autonomia dos entes federativos. Metodologia – Foi adotada uma abordagem qualitativa e exploratória, baseada em pesquisa documental e bibliográfica. Foram analisadas legislações, relatórios técnicos e estudos de caso de quatro países da União Europeia que implementaram o split payment, comparando essas experiências ao modelo introduzido no Brasil pela EC nº 132/2023 e regulamentado pela Lei Complementar nº 214/2025. Resultados – O estudo revelou que, embora o split payment possa ser uma ferramenta eficiente no combate à evasão fiscal, sua implementação apresenta desafios operacionais e econômicos significativos. As experiências europeias demonstram que o modelo, quando aplicado de maneira irrestrita, pode impactar negativamente o fluxo de caixa das empresas, aumentar custos administrativos e gerar resistência no setor privado. No contexto brasileiro, a centralização normativa promovida pela reforma tributária pode facilitar a adoção do mecanismo, dada a uniformização regulatória e a digitalização do sistema tributário. No entanto, sua imposição amplia a dependência dos estados e municípios da administração federal, fragilizando o pacto federativo e elevando as incertezas sobre a repartição de receitas. Além disso, sua aplicação compulsória, sem uma fase de adaptação gradual, pode intensificar distorções econômicas e operacionais, reduzindo sua eficácia na modernização do sistema tributário. Limitações – A pesquisa concentrou-se na análise da implementação do split payment em países da União Europeia e na regulamentação inicial do modelo no Brasil, sem explorar detalhadamente os impactos sobre setores específicos da economia ou diferentes perfis de contribuintes. Além disso, a ausência de estudos macroeconômicos aprofundados no Brasil e a falta de um modelo consolidado de implementação tornam incertas as projeções sobre seus efeitos de longo prazo. A aplicabilidade do split payment em transações Business-to-Consumer (B2C), aspecto pouco explorado na literatura internacional, representa um desafio particular no Brasil, demandando estudos complementares para avaliar seus impactos sobre a formalização do mercado e a adaptação das empresas de menor porte. Aplicação do Trabalho – Espera-se que os resultados contribuam para a formulação de políticas tributárias mais eficientes e equilibradas, auxiliando legisladores e administradores fiscais na construção de um modelo de arrecadação que promova a eficiência arrecadatória sem comprometer a autonomia dos entes federativos e a sustentabilidade das empresas. Originalidade – A pesquisa realiza uma análise comparativa entre o modelo brasileiro e experiências internacionais, abordando um tema ainda pouco discutido no país. Ao considerar as particularidades locais, o estudo busca oferecer um referencial para a implementação do split payment, destacando seus desafios e possíveis estratégias de adaptação ao contexto nacional. Contribuições para a Sociedade – Este trabalho visa fomentar o debate sobre a modernização tributária no Brasil, fornecendo subsídios para um sistema mais eficiente, transparente e equilibrado. Ao identificar riscos e oportunidades associados ao split payment, a pesquisa pretende contribuir para a construção de políticas públicas que assegurem maior previsibilidade, justiça fiscal e crescimento econômico sustentável.Objective – This study analyzes the challenges and impacts of implementing split payment as a revenue collection model within the context of the new Goods and Services Tax (IBS), established by Constitutional Amendment No. 132/2023. The research examines international experiences, with an emphasis on European Union countries that have adopted the mechanism, and assesses its feasibility in Brazil, considering aspects such as revenue collection, tax governance, and the impact on the autonomy of subnational entities. Methodology – A qualitative and exploratory approach was adopted, based on documentary and bibliographic research. Legislation, technical reports, and case studies from four European Union countries that implemented split payment were analyzed and compared to the model introduced in Brazil by Constitutional Amendment No. 132/2023 and regulated by Complementary Law No. 214/2025. Results – The study revealed that, although split payment can be an effective tool for combating tax evasion, its implementation presents significant operational and economic challenges. European experiences indicate that when applied indiscriminately, the model can negatively impact corporate cash flow, increase administrative costs, and face resistance from the private sector. In the Brazilian context, the regulatory centralization promoted by tax reform may facilitate the adoption of the mechanism due to regulatory standardization and the digitalization of the tax system. However, its imposition further increases the dependence of states and municipalities on the federal administration, weakening the federative pact and raising uncertainties regarding revenue distribution. Moreover, its compulsory application, without a gradual adaptation phase, may intensify economic and operational distortions, reducing its effectiveness in modernizing the tax system. Limitations – The research focused on analyzing the implementation of split payment in European Union countries and the initial regulation of the model in Brazil, without thoroughly exploring its impacts on specific economic sectors or different taxpayer profiles. Furthermore, the absence of in-depth macroeconomic studies in Brazil and the lack of a consolidated implementation model creates uncertainties regarding its long-term effects. The applicability of split payment in Business-to-Consumer (B2C) transactions, a topic scarcely explored in the international literature, represents a particular challenge in Brazil, requiring further studies to assess its impact on market formalization and the adaptation of small and medium-sized enterprises. Practical Implications – The findings are expected to contribute to the formulation of more efficient and balanced tax policies, assisting legislators and tax administrators in designing a revenue collection model that enhances tax efficiency without compromising the autonomy of subnational entities or the financial sustainability of businesses. Originality – This research conducts a comparative analysis between the Brazilian model and international experiences, addressing a topic that remains underexplored in the country. By considering local particularities, the study aims to provide a reference framework for the implementation of split payment, highlighting its challenges and possible adaptation strategies to the national context. Social Contributions – This study aims to foster the debate on tax modernization in Brazil, providing insights for a more efficient, transparent, and balanced tax system. By identifying risks and opportunities associated with split payment, the research seeks to contribute to the development of public policies that ensure greater predictability, tax justice, and sustainable economic growth.porSplit paymentIBSIVAReforma tributáriaGovernança tributáriaAdministração públicaReforma tributáriaImpostosSonegação de impostosUnião EuropeiaAs dificuldades de implementação do Split Payment na União Europeia e as lições para a introdução do mecanismo no Brasilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)instname:Fundação Getulio Vargas (FGV)instacron:FGVLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-85112https://repositorio.fgv.br/bitstreams/db95cedc-093a-40cf-b7be-ba607705a2a4/download2a4b67231f701c416a809246e7a10077MD51ORIGINALDissertação - V.FINAL - 18-03-25 - Claudia Conrado COMPLETA.pdfDissertação - V.FINAL - 18-03-25 - Claudia 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Split payment IBS IVA |
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Split payment IBS IVA Reforma tributária Governança tributária Administração pública Reforma tributária Impostos Sonegação de impostos União Europeia |
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Objetivo – Este estudo analisa os desafios e impactos da implementação do split payment como modelo de arrecadação no contexto do novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), instituído pela Emenda Constitucional nº 132/2023. A pesquisa examina as experiências internacionais, com ênfase nos países da União Europeia que adotaram o mecanismo, e avalia sua viabilidade no Brasil, considerando aspectos como arrecadação, governança tributária e o impacto sobre a autonomia dos entes federativos. Metodologia – Foi adotada uma abordagem qualitativa e exploratória, baseada em pesquisa documental e bibliográfica. Foram analisadas legislações, relatórios técnicos e estudos de caso de quatro países da União Europeia que implementaram o split payment, comparando essas experiências ao modelo introduzido no Brasil pela EC nº 132/2023 e regulamentado pela Lei Complementar nº 214/2025. Resultados – O estudo revelou que, embora o split payment possa ser uma ferramenta eficiente no combate à evasão fiscal, sua implementação apresenta desafios operacionais e econômicos significativos. As experiências europeias demonstram que o modelo, quando aplicado de maneira irrestrita, pode impactar negativamente o fluxo de caixa das empresas, aumentar custos administrativos e gerar resistência no setor privado. No contexto brasileiro, a centralização normativa promovida pela reforma tributária pode facilitar a adoção do mecanismo, dada a uniformização regulatória e a digitalização do sistema tributário. No entanto, sua imposição amplia a dependência dos estados e municípios da administração federal, fragilizando o pacto federativo e elevando as incertezas sobre a repartição de receitas. Além disso, sua aplicação compulsória, sem uma fase de adaptação gradual, pode intensificar distorções econômicas e operacionais, reduzindo sua eficácia na modernização do sistema tributário. Limitações – A pesquisa concentrou-se na análise da implementação do split payment em países da União Europeia e na regulamentação inicial do modelo no Brasil, sem explorar detalhadamente os impactos sobre setores específicos da economia ou diferentes perfis de contribuintes. Além disso, a ausência de estudos macroeconômicos aprofundados no Brasil e a falta de um modelo consolidado de implementação tornam incertas as projeções sobre seus efeitos de longo prazo. A aplicabilidade do split payment em transações Business-to-Consumer (B2C), aspecto pouco explorado na literatura internacional, representa um desafio particular no Brasil, demandando estudos complementares para avaliar seus impactos sobre a formalização do mercado e a adaptação das empresas de menor porte. Aplicação do Trabalho – Espera-se que os resultados contribuam para a formulação de políticas tributárias mais eficientes e equilibradas, auxiliando legisladores e administradores fiscais na construção de um modelo de arrecadação que promova a eficiência arrecadatória sem comprometer a autonomia dos entes federativos e a sustentabilidade das empresas. Originalidade – A pesquisa realiza uma análise comparativa entre o modelo brasileiro e experiências internacionais, abordando um tema ainda pouco discutido no país. Ao considerar as particularidades locais, o estudo busca oferecer um referencial para a implementação do split payment, destacando seus desafios e possíveis estratégias de adaptação ao contexto nacional. Contribuições para a Sociedade – Este trabalho visa fomentar o debate sobre a modernização tributária no Brasil, fornecendo subsídios para um sistema mais eficiente, transparente e equilibrado. Ao identificar riscos e oportunidades associados ao split payment, a pesquisa pretende contribuir para a construção de políticas públicas que assegurem maior previsibilidade, justiça fiscal e crescimento econômico sustentável. |
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2025 |
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