Ecossistema de startups de Campinas: o papel da Inova Unicamp na estruturação do campo institucional
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/10438/19725 |
Resumo: | Este estudo tem como objetivo identificar e compreender as práticas e padrões criados no processo de institucionalização do campo formado por empresas de base tecnológica, constituídas a partir do conhecimento produzido na universidade de Campinas. A pesquisa analisou o conteúdo de 13 relatórios de atividades da agência de inovação da Unicamp. Em uma primeira fase identificou práticas criadas pela agência que contribuíram para a formação do ecossistema de inovação em Campinas para, em uma segunda fase, as categorizar em grupos de práticas. O estudo concentrou-se apenas na análise dos relatórios de 2003 a 2016 da agência de inovação da Unicamp, restringindo sua análise ao discursso deste órgão da universidade. Sob o ponto de vista acadêmico, a pesquisa evidenciou que para a formação de campos institucionais de inovação em torno de instituições de ensino brasileiras, o processo deve prever, cronologicamente, o relacionamento da universidade com: o governo (por meio do Fortec, para participar das discussões), as startups e empresas estabelecidas na região (para orientar a formação do conhecimento aplicado no campo) e por último a interação entre alunos e ex-alunos (para incentivar os alunos a reconhecerem o potencial de negócios e financeiro do conhecimento por eles gerado). A partir destes resultados, temos um incentivo para o desenvolvimento de um ambiente propício à criação de patentes e startups com tecnologia licenciada em universidades. O modelo pode ajudar outras instituições de ensino a rever seus processos de aplicação de conhecimento científico na resolução de problemas de mercado. Pelo nosso estudo, esta é a primeira pesquisa que relaciona ecossistemas de inovação e teoria institucional. Apesar de inovação não ser considerada normatizável, o ecossistema de inovação de Campinas apresentou-se institucionalizado, como foi apresentado na pesquisa |
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Renner, Danielle de PaulaEscolas::EBAPEVasconcelos, Flávio Carvalho dePaiva, Kely César Martins deIrigaray, Hélio Arthur Reis2018-01-16T11:17:52Z2018-01-16T11:17:52Z2017-11-29https://hdl.handle.net/10438/19725Este estudo tem como objetivo identificar e compreender as práticas e padrões criados no processo de institucionalização do campo formado por empresas de base tecnológica, constituídas a partir do conhecimento produzido na universidade de Campinas. A pesquisa analisou o conteúdo de 13 relatórios de atividades da agência de inovação da Unicamp. Em uma primeira fase identificou práticas criadas pela agência que contribuíram para a formação do ecossistema de inovação em Campinas para, em uma segunda fase, as categorizar em grupos de práticas. O estudo concentrou-se apenas na análise dos relatórios de 2003 a 2016 da agência de inovação da Unicamp, restringindo sua análise ao discursso deste órgão da universidade. Sob o ponto de vista acadêmico, a pesquisa evidenciou que para a formação de campos institucionais de inovação em torno de instituições de ensino brasileiras, o processo deve prever, cronologicamente, o relacionamento da universidade com: o governo (por meio do Fortec, para participar das discussões), as startups e empresas estabelecidas na região (para orientar a formação do conhecimento aplicado no campo) e por último a interação entre alunos e ex-alunos (para incentivar os alunos a reconhecerem o potencial de negócios e financeiro do conhecimento por eles gerado). A partir destes resultados, temos um incentivo para o desenvolvimento de um ambiente propício à criação de patentes e startups com tecnologia licenciada em universidades. O modelo pode ajudar outras instituições de ensino a rever seus processos de aplicação de conhecimento científico na resolução de problemas de mercado. Pelo nosso estudo, esta é a primeira pesquisa que relaciona ecossistemas de inovação e teoria institucional. Apesar de inovação não ser considerada normatizável, o ecossistema de inovação de Campinas apresentou-se institucionalizado, como foi apresentado na pesquisaThe study objective’s is to identify and understand practices and patterns created in the institucionalization process of a field composed by firms designed by the applied knowledge produced by the Campinas University. For this purpose, it was analysed the content of 13 annual reports from the patent office Inova Unicamp. The first phase of this research identified practices that have assisted Inova Unicamp to design the Campinas’s innovation ecosystem and in the second phase the practices were categorized according the annual report’s content analyzed. By the academic point o view, the study evidenced that to create a innovation organizational field around a Brazilian university, the process must contain the university’s interaction with: the government (troughout Fortec to foster discussion), startups and companies (to guide knowledge application), and the interaction between students and alumni (to encourage the recognition of the business potention of the applied knowledge by the students). The limitation of this research was to analise only the content of the annual reports of Inova Unicamp between the years of 2003 and 2016. From these results, we can foster innovation and technological entrepreneurship in universities and contribute for the development of patents and startups. The model created by the top ranking office patent office in the country (Inova Unicamp) could be used by others brazilian’s universities to review patent creation process or foster projects to apply scientific knowledge in the resolution of market problems, creating new jobs and companies. To our knowledge, this is the first study that relates innovation ecosystems with institutional theory. Besides the facts innovation pretends not to be institutionalized, it shows to be at the Campinas university ecosystem.porNovas empresasEmpreendedorismoInovações tecnológicasPatentesEcossistemasStartupsEntrepreneurshipTechnological innovationsPatentsEcosystemsAdministração públicaEmpresas novasEmpreendedorismoInovações tecnológicasPatentesEcossistemasEcossistema de startups de Campinas: o papel da Inova Unicamp na estruturação do campo institucionalinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)instname:Fundação Getulio Vargas (FGV)instacron:FGVTEXTDissertacao_Danielle Renner_abstract emerald_4jan.pdf.txtDissertacao_Danielle Renner_abstract emerald_4jan.pdf.txtExtracted texttext/plain281870https://repositorio.fgv.br/bitstreams/2c926e8f-50b5-4ef7-86e7-fef122df1894/downloadf130bc1fcc999416e0f2550788b7b716MD54ORIGINALDissertacao_Danielle Renner_abstract 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Este estudo tem como objetivo identificar e compreender as práticas e padrões criados no processo de institucionalização do campo formado por empresas de base tecnológica, constituídas a partir do conhecimento produzido na universidade de Campinas. A pesquisa analisou o conteúdo de 13 relatórios de atividades da agência de inovação da Unicamp. Em uma primeira fase identificou práticas criadas pela agência que contribuíram para a formação do ecossistema de inovação em Campinas para, em uma segunda fase, as categorizar em grupos de práticas. O estudo concentrou-se apenas na análise dos relatórios de 2003 a 2016 da agência de inovação da Unicamp, restringindo sua análise ao discursso deste órgão da universidade. Sob o ponto de vista acadêmico, a pesquisa evidenciou que para a formação de campos institucionais de inovação em torno de instituições de ensino brasileiras, o processo deve prever, cronologicamente, o relacionamento da universidade com: o governo (por meio do Fortec, para participar das discussões), as startups e empresas estabelecidas na região (para orientar a formação do conhecimento aplicado no campo) e por último a interação entre alunos e ex-alunos (para incentivar os alunos a reconhecerem o potencial de negócios e financeiro do conhecimento por eles gerado). A partir destes resultados, temos um incentivo para o desenvolvimento de um ambiente propício à criação de patentes e startups com tecnologia licenciada em universidades. O modelo pode ajudar outras instituições de ensino a rever seus processos de aplicação de conhecimento científico na resolução de problemas de mercado. Pelo nosso estudo, esta é a primeira pesquisa que relaciona ecossistemas de inovação e teoria institucional. Apesar de inovação não ser considerada normatizável, o ecossistema de inovação de Campinas apresentou-se institucionalizado, como foi apresentado na pesquisa |
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