A ambiência como ferramenta de humanização da unidade de pediatria: contribuições da enfermagem

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Ribeiro, Juliane Portella
Orientador(a): Gomes, Giovana Calcagno
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.furg.br/handle/1/6489
Resumo: A assistência em pediatria suscita a promoção de um ambiente que atenda as necessidades da criança, por meio de um olhar diferenciado que pondere a especificidade desta fase da vida em que se tem maior dificuldade em lidar com o adoecimento e enfrentar o desconhecido e o medo causado por ele. Considerando que qualquer desestruturação poderá interferir no pleno desenvolvimento da criança, o cuidar em Enfermagem Pediátrica deve contribuir para a diminuição dos efeitos estressores do ambiente hospitalar de forma a tornar a assistência humanizada. Assim, faz-se necessário investir em questões fundamentais de adequação do ambiente de pediatria, com equipamentos e tecnologias que considerem e respeitem a singularidade das necessidades tanto dos usuários quanto dos profissionais. Trabalhar a ambiência em pediatria mostra-se relevante no contexto atual, tendo em vista que devemos preconizar a assistência calcada nos princípios da humanização, que demandam a revisão das práticas cotidianas, com ênfase na criação de espaços de trabalho menos alienantes que valorizem a dignidade do profissional de saúde, da criança e da família. Por esta razão, este estudo teve como objetivo analisar a ambiência de unidades pediátricas como ferramenta para a humanização da assistência a partir da percepção dos diferentes atores implicados no processo de produção de saúde. Para atingi-lo, adotou-se o delineamento da pesquisa qualitativa com caráter exploratório. Os ambientes de investigação foram as Unidades de Pediatria do Hospital Universitário Dr. Miguel Riet Corrêa Jr. (HU/FURG) e do Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas (HE/UFPel), tendo como sujeitos 20 usuários, 20 trabalhadores das referidas unidades, bem como 04 gestores de enfermagem e saúde. A coleta de dados ocorreu no período compreendido de agosto a outubro de 2014, por meio da triangulação metodológica, utilizando-se imagens e dados verbais obtidos por meio de fotos e entrevistas semiestruturadas com emprego de foto-elicitação, respectivamente. Para análise dos dados empregou-se o software Nvivo 10, emergindo as seguintes categorias: Confortabilidade das crianças e de suas famílias; Produção de subjetividades nas crianças e familiares; Produção de subjetividade e autonomia dos trabalhadores de enfermagem; Ambiência como ferramenta facilitadora do processo de trabalho e da produção de saúde. Cada categoria exibe subcategorias que expõem a perspectiva dos sujeitos envolvidos no processo de produção de saúde: usuários, profissionais de enfermagem e gestores. A partir dos resultados do estudo são apontadas as potencialidades e os desafios para a consolidação da ambiência como ferramenta de humanização da unidade de pediatria. Pode-se inferir que para que a unidade de pediatria seja percebida como humanizada deve ser projetada de forma que a sua ambiência comporte aspectos que visem a confortabilidade das crianças e suas famílias; possibilite a produção de subjetividades nas crianças, familiares e a autonomia dos trabalhadores de enfermagem por meio da reflexão acerca dos processos de trabalho e possibilite a utilização do próprio espaço como ferramenta facilitadora da produção de saúde.
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Assim, faz-se necessário investir em questões fundamentais de adequação do ambiente de pediatria, com equipamentos e tecnologias que considerem e respeitem a singularidade das necessidades tanto dos usuários quanto dos profissionais. Trabalhar a ambiência em pediatria mostra-se relevante no contexto atual, tendo em vista que devemos preconizar a assistência calcada nos princípios da humanização, que demandam a revisão das práticas cotidianas, com ênfase na criação de espaços de trabalho menos alienantes que valorizem a dignidade do profissional de saúde, da criança e da família. Por esta razão, este estudo teve como objetivo analisar a ambiência de unidades pediátricas como ferramenta para a humanização da assistência a partir da percepção dos diferentes atores implicados no processo de produção de saúde. Para atingi-lo, adotou-se o delineamento da pesquisa qualitativa com caráter exploratório. Os ambientes de investigação foram as Unidades de Pediatria do Hospital Universitário Dr. Miguel Riet Corrêa Jr. (HU/FURG) e do Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas (HE/UFPel), tendo como sujeitos 20 usuários, 20 trabalhadores das referidas unidades, bem como 04 gestores de enfermagem e saúde. A coleta de dados ocorreu no período compreendido de agosto a outubro de 2014, por meio da triangulação metodológica, utilizando-se imagens e dados verbais obtidos por meio de fotos e entrevistas semiestruturadas com emprego de foto-elicitação, respectivamente. Para análise dos dados empregou-se o software Nvivo 10, emergindo as seguintes categorias: Confortabilidade das crianças e de suas famílias; Produção de subjetividades nas crianças e familiares; Produção de subjetividade e autonomia dos trabalhadores de enfermagem; Ambiência como ferramenta facilitadora do processo de trabalho e da produção de saúde. Cada categoria exibe subcategorias que expõem a perspectiva dos sujeitos envolvidos no processo de produção de saúde: usuários, profissionais de enfermagem e gestores. A partir dos resultados do estudo são apontadas as potencialidades e os desafios para a consolidação da ambiência como ferramenta de humanização da unidade de pediatria. Pode-se inferir que para que a unidade de pediatria seja percebida como humanizada deve ser projetada de forma que a sua ambiência comporte aspectos que visem a confortabilidade das crianças e suas famílias; possibilite a produção de subjetividades nas crianças, familiares e a autonomia dos trabalhadores de enfermagem por meio da reflexão acerca dos processos de trabalho e possibilite a utilização do próprio espaço como ferramenta facilitadora da produção de saúde.The assistance in pediatrics raises the promotion of an environment that meets the needs of the child through a different perspective that consider the specificity of this phase of life in which they have greater difficulty in dealing with the illness face the unknown and the fear caused by him. Considering that any destructuring may interfere with the full development of the child, the care in Pediatric Nursing should contribute to the reduction of stressors effects of hospital environment in order to make the humanized care. Thus, it is necessary to invest in fundamental questions of adequacy of pediatric environment, with equipment and technologies that consider and respect the uniqueness of the needs of both users and professionals. Working ambience in pediatrics is relevant in the present context, given that we should advocate the assistance based on the principles of humanization, demanding the revision of daily practices, with emphasis on creating less alienating workspaces that value the dignity of professional health, child and family. Therefore, this study aimed to analyze the environment of pediatric units as a tool for humanization of assistance from the perception of the different actors involved in the process of production process of health. To achieve it, he adopted the design of qualitative research with exploratory approach. The research environments were the Pediatrics Units of University Hospital Dr. Miguel Riet Corrêa Jr. (HU / FURG) and the Teaching Hospital of Federal University of Pelotas (HE / UFPel). The subject was 20 users, 20 employees of these units as well as 04 managers of nursing and health. Data collection occurred in the period from August to October 2014, through methodological triangulation, using pictures and verbal data obtained through photos and semi-structured interviews with job photo-elicitation, respectively. The data analysis we used the software Nvivo 10, emerging the following categories: comfortability of children and their families; The production of subjectivity in children and family; Production of subjectivity and autonomy of nursing staff; Ambience as a facilitator tool of the work process and health production. Each category exhibits subcategories that expose the perspective of subject involved in the health production process: users, nursing professionals and managers. The results of the stud point the potential and the challenges for the consolidation of ambience as humanization tool pediatric unit. It can be inferred that for the pediatric unit is perceived as humanized should be projected that its environment behave aspects that aim to comfortability of children and their families; enables the production of subjectivity in children, families and the autonomy of the nursing workers through the reflection on the work processes and enable the use of space itself as a facilitating tool of health production.Asistencia en la pediatría plantea la promoción de un entorno que satisfaga las necesidades del niño a través de una perspectiva diferente qué considera la especificidad de esta fase de la vida en que se tienen mayor dificultad para hacer frente a la enfermedad y enfrentar lo desconocido y el miedo causado por el. Considerando que cualquier trastorno puede interferir con el pleno desarrollo del niño, el cuidado en Enfermería Pediátrica debe contribuir a la reducción de factores de estrés del ambiente hospitalario con el fin de hacer el cuidado humanizado. Así, es necesario invertir en cuestiones fundamentales de la adecuación de entorno del pediatría, con equipos y tecnologías qué considera y respeta la singularidad de las necesidades de los usuarios y del profesionales. Trabajar el ambiente en pediatría se muestra relevante en el contexto actual, teniendo en cuenta que debemos promoverá la asistencia acera en los principios de humanización, exigiendo la revisión de las prácticas cotidianas, con énfasis en la creación de espacios de trabajo menos alienantes que valoran la dignidad de profesional de la salud, el niño y la familia. Por lo tanto, este estudio tuvo como objetivo analizar el entorno de las unidades de pediatría como una herramienta para la humanización de la asistencia en la percepción de los distintos actores involucrados en el proceso de producción de salud. Para lograrlo, hemos adoptado el diseño de la investigación cualitativa y exploratoria. Los ambientes de investigación fueron las Unidades de Pediatría del Hospital Universitario Dr. Miguel Riet Correa Jr. (HU / FURG) y el Hospital Universitario de la Universidad Federal de Pelotas (HE / UFPel), teniendo como participantes 20 usuarios, 20 empleados de estas unidades así como 04 gerentes de enfermerías y de salud. La recolección de datos ocurrió en el período de agosto a octubre de 2014, a través de la triangulación metodológica, utilizando imágenes y datos verbales obtenidos a través de fotos y entrevistas semi-estructuradas con el trabajo de foto-elicitación, respectivamente. Para el análisis de los datos se utilizó el software Nvivo 10, emergiendo las siguientes categorías: comodidad de los niños y sus familias; Producción de subjetividad en los niños y la familia; La producción de la subjetividad y la autonomía del personal de enfermería; Ambiente como herramienta facilitadora del proceso de trabajo y de producción de salud. Cada categoría muestra subcategorías que exponen la perspectiva de los implicados en el proceso de producción de salud: usuarios, profesionales de enfermería y gestores. Los resultados del estudio apuntan el potencial y los desafíos para la consolidación de un ambiente como herramienta de humanización de la unidad pediátrica Se puede inferir que para la unidad pediátrica ser percibida como humanizada debe ser diseñada de manera que su entorno comporte aspectos dirigidos a la confortabilidad de los niños y sus familias; permita la producción de subjetividad en los niños, las familias y la autonomía de los trabajadores de enfermería a través de la reflexión sobre los procesos de trabajo y permitir el uso del espacio como una herramienta facilitadora de la producción de la salud.porAmbiente de instituições de saúdeHumanização da assistênciaPediatriaCriança hospitalizadaEnfermagemHealth facility environmentHumanization of assistancePediatricsChild hospitalizedNursingAmbiente de instituciones de saludHumanización de la atenciónPediatríaNiño hospitalizadoEnfermeríaA ambiência como ferramenta de humanização da unidade de pediatria: contribuições da enfermagemThe ambience as humanization tool unit of pediatrics: contributions of nursingAmbiente como una herramienta de humanización de la unidad de pediatría: contribuciones de enfermeríainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)instname:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)instacron:FURGORIGINALjuliane ribeiro.pdfjuliane ribeiro.pdfapplication/pdf2992055https://repositorio.furg.br/bitstreams/cf9c8a4a-8404-4c79-87c6-60b2cd2ced71/download8cc2d5e96c7a70679ecb7c12db7b1f51MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.furg.br/bitstreams/990efebe-6ab5-4dff-a4f0-1cfe6394774d/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52falseAnonymousREADTEXTjuliane ribeiro.pdf.txtjuliane ribeiro.pdf.txtExtracted texttext/plain103039https://repositorio.furg.br/bitstreams/52547053-b9e3-47c7-9007-09c30af35a7f/download7e924ede565c135c7e72cccec500df6cMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILjuliane ribeiro.pdf.jpgjuliane ribeiro.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2573https://repositorio.furg.br/bitstreams/a77964d4-9d00-4d33-a81e-d1c4d6641736/download40bd2a07a37b21a6f78b648cdca8b01bMD54falseAnonymousREAD1/64892025-12-10 02:30:11.335open.accessoai:repositorio.furg.br:1/6489https://repositorio.furg.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.furg.br/oai/request || http://200.19.254.174/oai/requestrepositorio@furg.br||sib.bdtd@furg.bropendoar:2025-12-10T05:30:11Repositório Institucional da FURG (RI FURG) - Universidade Federal do Rio Grande (FURG)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=
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