A inclusão como estratégia de governamento : a condução da conduta dos sujeitos normais

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Correa, Camila Bottero
Orientador(a): Lockmann, Kamila
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.furg.br/handle/1/8334
Resumo: Esta dissertação tem por objetivo problematizar como os discursos da inclusão escolar, materializados em documentos oficiais, colocam em funcionamento estratégias de governamento que operam sobre os normais. Para tanto, esta pesquisa se pauta nas contribuições de autores pós-estruturalistas e nos estudos de Michel Foucault, sendo utilizados alguns conceitos-ferramentas, tais como: norma, normalidade e governamento. Os discursos analisados fazem parte de documentos oficiais produzidos pelo Ministério da educação, os quais são: O acesso de alunos com deficiência às escolas e classes comuns da rede regular (2004); Projeto escola viva: garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola (2005); Educar na diversidade: material de formação docente (2006). Através da construção de dois eixos de análise este estudo possibilitou mostrar e problematizar que estes documentos colocam em operação estratégias inclusivas de governamento que agem sobre o sujeito docente, através da tríade convocação - sensibilização - condução, e sobre sujeito discente normal, por meio da tríade reflexão - simulação - colaboração. Tratando-se do docente, observou-se que este aparece nos documentos não só como alvo de estratégias que visam torná-lo um sujeito-parceiro do Estado, transferindo a ele a responsabilidade pela execução do projeto da inclusão; mas também de estratégias que o fazem refletir sobre si e sobre a sua prática pedagógica, estimulando-o à autotransformação por intermédio do investimento em si mesmo. Tratando-se do discente normal, observou-se este sendo alvo não só de estratégias de reflexão que visam familiarizá-los com casos e objetos utilizados por pessoas que possuam alguma deficiência, mas de técnicas de simulação pautadas na lógica da diversidade, que buscam despertar sentimentos de comoção, pena e tolerância. Além disso, o discente normal também aparece sendo alvo do que se nomeia como cultura da colaboração. A partir dessa problematização este estudo possibilitou compreender que ao promover a aceitação, tolerância e respeito para com a diversidade, os discursos inclusivos contribuem para a naturalização da presença do outro e, desta forma, para o alargamento da noção de normalidade.
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Os discursos analisados fazem parte de documentos oficiais produzidos pelo Ministério da educação, os quais são: O acesso de alunos com deficiência às escolas e classes comuns da rede regular (2004); Projeto escola viva: garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola (2005); Educar na diversidade: material de formação docente (2006). Através da construção de dois eixos de análise este estudo possibilitou mostrar e problematizar que estes documentos colocam em operação estratégias inclusivas de governamento que agem sobre o sujeito docente, através da tríade convocação - sensibilização - condução, e sobre sujeito discente normal, por meio da tríade reflexão - simulação - colaboração. Tratando-se do docente, observou-se que este aparece nos documentos não só como alvo de estratégias que visam torná-lo um sujeito-parceiro do Estado, transferindo a ele a responsabilidade pela execução do projeto da inclusão; mas também de estratégias que o fazem refletir sobre si e sobre a sua prática pedagógica, estimulando-o à autotransformação por intermédio do investimento em si mesmo. Tratando-se do discente normal, observou-se este sendo alvo não só de estratégias de reflexão que visam familiarizá-los com casos e objetos utilizados por pessoas que possuam alguma deficiência, mas de técnicas de simulação pautadas na lógica da diversidade, que buscam despertar sentimentos de comoção, pena e tolerância. Além disso, o discente normal também aparece sendo alvo do que se nomeia como cultura da colaboração. A partir dessa problematização este estudo possibilitou compreender que ao promover a aceitação, tolerância e respeito para com a diversidade, os discursos inclusivos contribuem para a naturalização da presença do outro e, desta forma, para o alargamento da noção de normalidade.This dissertation aims to problematize how the discourses of school inclusion, materialized in official documents, put into operation strategies of gouvernment that operate on the normal. For this purpose, this research is based on the contributions of poststructuralist authors and in the studies of Michel Foucault, using some concepts-tools, such as: norm, normality and gouvernment. The speeches analyzed are part of official documents produced by the Ministry of Education, which are: O acesso de alunos com deficiência às escolas e classes comuns da rede regular (2004); Projeto escola viva: garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola (2005); Educar na diversidade: material de formação docente (2006). Through the construction of two axes of analysis, this study made it possible to show and problematize that these documents put in operation inclusive strategies of governance that act on the teacher as subject, through the triad convocation - sensitization - conduction, and on normal student subject, through the triad reflection - simulation - collaboration. In the case of the teacher, it was observed that this one appears in the documents not only as a target of strategies that aim to make it a subject of the State, transferring to him the responsibility for the execution of the project of inclusion; but also of strategies that make him reflect on himself and his pedagogical practice, stimulating him to self-transformation through investment in himself. In the case of the normal student, it was observed that it is not only the target of reflection strategies that aim to familiarize them with cases and objects used by people with disabilities, but of simulation techniques based on the logic of diversity, which seek to arouse feelings of emotion, pity and tolerance. In addition, the normal student also appears to be the target of what is called the culture of collaboration. From this problematization, this study made it possible to understand that in promoting acceptance, tolerance and respect for diversity, the inclusive discourses contribute to the naturalization of the presence of the other and, in this way, to the extension of the notion of normality.porEducaçãoInclusão escolarGovernamentoNormalidadeEducationSchool inclusionGouvernmentNormalityA inclusão como estratégia de governamento : a condução da conduta dos sujeitos normaisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)instname:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)instacron:FURGLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.furg.br/bitstreams/6f00b0e9-20cc-4f65-a066-9aa20d1e3e5a/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52falseAnonymousREADORIGINAL0000011626.pdf0000011626.pdfapplication/pdf2252731https://repositorio.furg.br/bitstreams/f9dc9847-24d1-4c15-8cd4-855a7438443d/download57e31bfedc4484cf07a32c94d7cfa929MD51trueAnonymousREADTEXT0000011626.pdf.txt0000011626.pdf.txtExtracted texttext/plain103198https://repositorio.furg.br/bitstreams/f90814e0-6858-417e-b2ec-e3917f1f8378/downloadbb942c5afd4cf211f8f3626d7d7d78e1MD53falseAnonymousREADTHUMBNAIL0000011626.pdf.jpg0000011626.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg4969https://repositorio.furg.br/bitstreams/ed6c34f0-9dec-4c53-b7dc-93f037ebd56b/download790e5281661380a6551e416e286d7234MD54falseAnonymousREAD1/83342025-12-10 01:21:36.183open.accessoai:repositorio.furg.br:1/8334https://repositorio.furg.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.furg.br/oai/request || http://200.19.254.174/oai/requestrepositorio@furg.br||sib.bdtd@furg.bropendoar:2025-12-10T04:21:36Repositório Institucional da FURG (RI FURG) - Universidade Federal do Rio Grande (FURG)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=
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