Variabilidade dos Fluxos de Sedimentos em Suspensão para a Lagoa dos Patos e os Processos de Trocas com o Oceano Adjacente

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Jung, Bárbara Michelly
Orientador(a): Möller Junior, Osmar Olinto
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.furg.br/handle/1/9849
Resumo: O objetivo principal deste trabalho foi determinar a variabilidade temporal do aporte de sedimentos em suspensão dos principais afluentes da Lagoa dos Patos (LP) e analisar o balanço sedimentar com a região costeira adjacente. Foram utilizados dados de descarga fluvial para os rios Jacuí, Taquari, Camaquã e para o Canal do São Gonçalo (CSG), e dados de vazão e sedimento em suspensão para a região estuarina. Diferentes metodologias de curvas-chave de sedimento em suspensão foram testadas para os diferentes afluentes, bem como foram aplicados métodos estatísticos e análises espectrais visando determinar a variabilidade dos fluxos de entrada e saída sedimento em suspensão. Como primeiro resultado foi avaliado o desempenho das curvas-chaves em reproduzir os valores de sedimento em suspensão, onde o método não linear apresentou os melhores valores. Através destas curvas-chaves foi possível construir as séries temporais históricas de concentração de sedimento em suspensão para as análises dos objetivos específicos. As taxas de exportação encontradas foram na ordem de 2.91 x 106 ton.ano-1 para o rio Guaíba, de 0.53 x 106 ton.ano-1 para o rio Camaquã e de 2.5 x 106 ton.ano-1 para o CSG. Essas exportações correspondem a um fluxo médio diário de aproximadamente 24300 m³.dia-1 de sedimento em suspensão que chega à LP. Em contrapartida, na região estuarina encontramos uma taxa de exportação na ordem dos 11 x 106 ton.ano-1 com fluxo médio diário de aproximadamente 19500 m³. dia-1. Essas taxas apresentaram variabilidades que passam do período de dias, para sazonal e interanual. Eventos extremos como El Niño influenciam diretamente no aumento da exportação de sedimento em suspensão para a região costeira. Foi possível concluir com este trabalho que existe um balaço sedimentar plausível entre a LP e o Oceano, porém sua complexidade abrange outros fatores como a presença de lama fluída no fundo do canal estuarino, Zonas de Máxima Turbidez, ressuspensão de sedimento, floculação, entre outros fatores secundários.
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Diferentes metodologias de curvas-chave de sedimento em suspensão foram testadas para os diferentes afluentes, bem como foram aplicados métodos estatísticos e análises espectrais visando determinar a variabilidade dos fluxos de entrada e saída sedimento em suspensão. Como primeiro resultado foi avaliado o desempenho das curvas-chaves em reproduzir os valores de sedimento em suspensão, onde o método não linear apresentou os melhores valores. Através destas curvas-chaves foi possível construir as séries temporais históricas de concentração de sedimento em suspensão para as análises dos objetivos específicos. As taxas de exportação encontradas foram na ordem de 2.91 x 106 ton.ano-1 para o rio Guaíba, de 0.53 x 106 ton.ano-1 para o rio Camaquã e de 2.5 x 106 ton.ano-1 para o CSG. Essas exportações correspondem a um fluxo médio diário de aproximadamente 24300 m³.dia-1 de sedimento em suspensão que chega à LP. Em contrapartida, na região estuarina encontramos uma taxa de exportação na ordem dos 11 x 106 ton.ano-1 com fluxo médio diário de aproximadamente 19500 m³. dia-1. Essas taxas apresentaram variabilidades que passam do período de dias, para sazonal e interanual. Eventos extremos como El Niño influenciam diretamente no aumento da exportação de sedimento em suspensão para a região costeira. Foi possível concluir com este trabalho que existe um balaço sedimentar plausível entre a LP e o Oceano, porém sua complexidade abrange outros fatores como a presença de lama fluída no fundo do canal estuarino, Zonas de Máxima Turbidez, ressuspensão de sedimento, floculação, entre outros fatores secundários.The main purpose of this study was to determine the suspended sediment temporal variability in the Patos Lagoon main tributaries and to analyze the system suspended sediment budget. River discharge data were used for the Jacuí, Taquari and Camaquã rivers and for the São Gonçalo Channel (SGC). Discharge and suspended sediment data from the estuarine region were also used for the analysis. Several suspended sediment rating-curves were tested for each tributary, as well as statistical methods and spectral analyzes were applied to each area to determine their variability. The non-linear rating curve approach resulted in the most consistent method for the suspended sediment time series reconstruction. From the historical sediment time series, the Guaíba River presented an exporting rate of 2.91 x 106 ton.year-1, the Camaquã River a rate of 0.53 x 106 ton.year-1, and 2.5 x 106 ton.year-1 for the SGC. These rates correspond to a suspended sediment daily average flow of 19500 m³.day-1, arriving in the Patos Lagoon. On the other hand, in the estuarine region, it was found an exporting rate of 11 x 106 ton.year-1, with a daily average flow of 27600 m³.day-1 towards the coast. Extreme events related to El Niño cycles, increase the suspended sediment transport by increasing river discharge rates. It was possible to conclude from this research that there is a reasonable suspended sediment budget between the Patos Lagoon and the coast. There is, however, some complexity that includes secondary factors such as the presence of fluid mud at the estuarine bottom channel, the Turbidity Maximum Zones, sediment resuspension, sediment flocculation, among others, being necessary further research to encompass all aspects of Patos Lagoon sediment budget.porBalanço SedimentarLagoa dos PatosVariabilidade TemporalVariabilidade EspacialConcentração de Sedimento em SuspensãoSediment BudgetPatos LagoonTemporal VariabilitySpatial VariabilitySuspended Sediment ConcentrationVariabilidade dos Fluxos de Sedimentos em Suspensão para a Lagoa dos Patos e os Processos de Trocas com o Oceano Adjacenteinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)instname:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)instacron:FURGORIGINALBÁRBARA MICHELLY JUNG.pdfBÁRBARA MICHELLY JUNG.pdfapplication/pdf3390053https://repositorio.furg.br/bitstreams/e20c7725-31e2-4d92-a59f-38dcc6d01b3c/download8ac7200015ea92fc7a3baa3fad9c7296MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.furg.br/bitstreams/445e5972-b9b9-42e8-a9b9-72039691a1e8/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52falseAnonymousREADTEXTBÁRBARA MICHELLY JUNG.pdf.txtBÁRBARA MICHELLY JUNG.pdf.txtExtracted texttext/plain102250https://repositorio.furg.br/bitstreams/16478f46-3a59-4469-8a5c-3b1123e481c5/download7e6dce0aab3e28122338237743eefe5cMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILBÁRBARA MICHELLY JUNG.pdf.jpgBÁRBARA MICHELLY JUNG.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3345https://repositorio.furg.br/bitstreams/8ebf8b28-cb1b-49ad-80a4-dc4a03a5eb56/download568cabd07c0ba15250f18d7f682639fbMD54falseAnonymousREAD1/98492025-12-10 00:35:35.462open.accessoai:repositorio.furg.br:1/9849https://repositorio.furg.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.furg.br/oai/request || http://200.19.254.174/oai/requestrepositorio@furg.br||sib.bdtd@furg.bropendoar:2025-12-10T03:35:35Repositório Institucional da FURG (RI FURG) - Universidade Federal do Rio Grande (FURG)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=
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