Análise comparativa da interação de Marte com eventos solares transitórios durante um mínimo e um máximo solar

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Amaral, Laura Neves Ribeiro do
Orientador(a): Bernal, Cristian Giovanny, Kajdič, Primož
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.furg.br/handle/1/8907
Resumo: Neste trabalho foram analisadasos impactos de duas ejeções de massa coronal interplanetárias (ICMEs) no sistema local de plasma de Marte durante o período de mínimo solar do ano de 2007 e o período de máximo solar do ano de 2012, usando os dados dos instrumentos ELS e IMA, do experimento ASPERA-3 que encontra-se a bordo da nave MEX. Foi observada que a resposta do sistema local de plasma marciano é mais acentuada durante o evento de 2007, com as estruturas do sistema variando mais que durante o evento de 2012. A compressão da ionosfera foi mais evidente no evento de 2007 que no impacto de 2012. Durante ambos os eventos, grandes fluxos de elétrons na faixa de energia de 100eV e íons de H+ + O+ na faixa de 5 keV são observados na magnetofunda após o impacto de cada ICME. Estes foram maiores no evento de 2007. A extensão da região aumenta durante o evento de 2007, voltando ao normal depois de 2 órbitas, enquanto que no evento de 2012, a região permaneceu perturbada, variando pouco até o fim das medidas. Nas órbitas 4997, 98, 99 e 5000 do evento de 2007, bem como nas órbitas 10459, 60 e 64, existe a possibilidade de haver ocorrido erosão da região ionosférica, uma vez que além da ionosfera diminuir seu tamanho, elétrons e íons com energias acima de 20 eV são detectados na região. A contínua presença de íons energéticos dentro da cavidade ionosférica e magnetofunda, bem como uma maior quantidade destes nos dados de 2012 que em 2007, mostram que estas regiões apresentaram maior ionização.
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Foi observada que a resposta do sistema local de plasma marciano é mais acentuada durante o evento de 2007, com as estruturas do sistema variando mais que durante o evento de 2012. A compressão da ionosfera foi mais evidente no evento de 2007 que no impacto de 2012. Durante ambos os eventos, grandes fluxos de elétrons na faixa de energia de 100eV e íons de H+ + O+ na faixa de 5 keV são observados na magnetofunda após o impacto de cada ICME. Estes foram maiores no evento de 2007. A extensão da região aumenta durante o evento de 2007, voltando ao normal depois de 2 órbitas, enquanto que no evento de 2012, a região permaneceu perturbada, variando pouco até o fim das medidas. Nas órbitas 4997, 98, 99 e 5000 do evento de 2007, bem como nas órbitas 10459, 60 e 64, existe a possibilidade de haver ocorrido erosão da região ionosférica, uma vez que além da ionosfera diminuir seu tamanho, elétrons e íons com energias acima de 20 eV são detectados na região. A contínua presença de íons energéticos dentro da cavidade ionosférica e magnetofunda, bem como uma maior quantidade destes nos dados de 2012 que em 2007, mostram que estas regiões apresentaram maior ionização.In this work, the impacts of two interplanetary coronal mass ejections (ICMEs) were analyzed in the local plasma system of Mars during the solar minimum period of 2007 and the solar maximum period of 2012, using ELS and IMA, from ASPERA-3 experiment that is aboard the MEX ship. It was observed that the response of the local system of Martian plasma is more pronounced during the event of 2007, where the structures of the system varying more than during the event of 2012. The compression of the ionosphere was more evident in the event of 2007 than in the impact of 2012. During both events, large fluxes of superthermal electrons in the energy range of 100eV and H+ + O+ ions in the 5 keV energy range are observed in the magnetosheath, after the impact of each ICME. These were larger in the 2007 event. The regions extent increases during the 2007 event, returning to normal after 2 orbits, while in 2012, the region remained disturbed, varying little until the end of the measurements. In the orbits 4997, 98, 99 and 5000 of the 2007 event, as well as in the orbits 10459, 60 and 64, there is the possibility of erosion of the ionospheric region, since in addition to the ionosphere decrease its size, electrons and ions with energies above 20 eV are detected in the region. The reason for the local Martian plasma system varies more during the 2007 event than the 2012 event is due to the fact that during the 2012 event, the Sun was in its maximum period, meaning that the Martian ionosphere, which represents a obstacle that the solar wind can not penetrate, is more ionized and therefore more rigid. The continue presence of energetic ions inside the ionospheric cavity and magnetosheath, as well increase of this species on 2012, show us which this regions presents a ionization rate on 2012 greater than the 2007 case.porIonosferaMarteEjeção de massa coronal interplanetáriaIonosphereMarsInterplanetary coronal mass ejectionAnálise comparativa da interação de Marte com eventos solares transitórios durante um mínimo e um máximo solarinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)instname:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)instacron:FURGORIGINAL0000012746.pdf0000012746.pdfapplication/pdf10041829https://repositorio.furg.br/bitstreams/e241d199-7fdb-46e5-8d4b-07f88376d15d/downloadbc794910d8d132404638be875c3912faMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.furg.br/bitstreams/061fae09-4d22-4130-bc9d-d9344e7c99ba/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52falseAnonymousREADTEXT0000012746.pdf.txt0000012746.pdf.txtExtracted texttext/plain75166https://repositorio.furg.br/bitstreams/ebc2385e-791d-487b-9277-c5cad2e92ce2/download6f7350a2de45dfeb9e590b3e4c48026cMD53falseAnonymousREADTHUMBNAIL0000012746.pdf.jpg0000012746.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2778https://repositorio.furg.br/bitstreams/4de0797c-347d-416b-a22d-a70467de1b6d/download6b7f521a78963260eb21accd93c0ec8cMD54falseAnonymousREAD1/89072025-12-10 02:23:59.909open.accessoai:repositorio.furg.br:1/8907https://repositorio.furg.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.furg.br/oai/request || http://200.19.254.174/oai/requestrepositorio@furg.br||sib.bdtd@furg.bropendoar:2025-12-10T05:23:59Repositório Institucional da FURG (RI FURG) - Universidade Federal do Rio Grande (FURG)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=
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