Espelho, espelho meu, que professora sou eu? Reflexos e refrações sobre a formação do professor de Língua Portuguesa e os novos letramentos em um estudo autoetnográfico
| Ano de defesa: | 2022 |
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Vitória
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| Link de acesso: | https://repositorio.ifes.edu.br/handle/123456789/2273 |
Resumo: | RESUMO: A formação do professor de Língua Portuguesa e as práticas de Novos Letramentos são temas importantes para a área educacional e que ainda carecem de investigações. Assim, este estudo visa contribuir com a construção de conhecimentos sobre tais questões, apoiando-se, metodologicamente, na autoetnografia (ADAMS; JONES; ELLIS, 2015; VERSIANI, 2002; ONO, 2017; PAIVA, 2018; FADINI, 2020; MULIK, 2021). As fontes de dados são vivências da pesquisadora, apresentadas a partir de reflexões críticas sobre textos, imagens, epifanias, narrativas e documentos (re)constituídos no processo investigativo. Metaforicamente, trata-se de um processo de olhar para um espelho em que a trajetória formativa e atuação docente vão sendo refletidas e refratadas (BAKHTIN/VOLOCHÍNOV, 2014) e interpretadas pela professora-pesquisadora, tendo em vista sua participação singular em cada momento apresentado, sempre em um ato ativamente responsável (BAKHTIN, 2010). O estudo ancora-se na perspectiva pós-moderna de fazer pesquisa e de produção do conhecimento que aponta para a necessidade de desaprendizagem de crenças arraigadas relacionadas à educação e linguagem (MOITA LOPES, 2013); de abertura de espaço para as vozes do sul (KLEIMAN, 2013); de promoção de ensino com base nas novas formas de pensar e aprender, potencializadas pelas novas tecnologias digitais (FERRAZ, 2014; DUBOC, 2011; 2015); de elaboração de novas propostas de formação de professores (FREIRE; LEFFA, 2013; MILLER, 2013; MONTE MÓR, 2013). Com base em tais pressupostos e nos resultados obtidos na investigação, defende-se a formação de professores como um processo dialógico de análises reflexivas sobre as práticas educacionais e compartilhamento de experiências e de saberes entre os pares. Defende-se, ainda, a necessidade de o docente ser sujeito agente de seu processo formativo e que, nesse processo, seja envolvido em práticas que contribuam para possibilitá-lo tornar-se o “novo professor” para atuar com os “novos sujeitos” que as pesquisas sobre os novos letramentos vêm apontando (KALANTZIS; COPE, 2012). |
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Basoni, Isabel Cristina GomesUniversidade Federal do Espírito Santo (Ufes)Ferraz, Daniel de MeloTomazi, Micheline MattediOno, Fabrício Tetysuia ParreiraMachado, Flávia Medeiros AlvaroCasotti, Janayna Bertollo Cozer2022-08-29T18:20:23Z2022-08-29T18:20:23Z2022BASONI, Isabel Cristina Gomes. Espelho, espelho meu, que professora sou eu?: reflexos e refrações sobre a formação do professor de língua portuguesa e os novos letramentos em um estudo autoetnográfico. 2022. 258 f. (Programa de Pós-Graduação em Linguística - Doutorado em Linguística) - Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2022.https://repositorio.ifes.edu.br/handle/123456789/227330001013022P9RESUMO: A formação do professor de Língua Portuguesa e as práticas de Novos Letramentos são temas importantes para a área educacional e que ainda carecem de investigações. Assim, este estudo visa contribuir com a construção de conhecimentos sobre tais questões, apoiando-se, metodologicamente, na autoetnografia (ADAMS; JONES; ELLIS, 2015; VERSIANI, 2002; ONO, 2017; PAIVA, 2018; FADINI, 2020; MULIK, 2021). As fontes de dados são vivências da pesquisadora, apresentadas a partir de reflexões críticas sobre textos, imagens, epifanias, narrativas e documentos (re)constituídos no processo investigativo. Metaforicamente, trata-se de um processo de olhar para um espelho em que a trajetória formativa e atuação docente vão sendo refletidas e refratadas (BAKHTIN/VOLOCHÍNOV, 2014) e interpretadas pela professora-pesquisadora, tendo em vista sua participação singular em cada momento apresentado, sempre em um ato ativamente responsável (BAKHTIN, 2010). O estudo ancora-se na perspectiva pós-moderna de fazer pesquisa e de produção do conhecimento que aponta para a necessidade de desaprendizagem de crenças arraigadas relacionadas à educação e linguagem (MOITA LOPES, 2013); de abertura de espaço para as vozes do sul (KLEIMAN, 2013); de promoção de ensino com base nas novas formas de pensar e aprender, potencializadas pelas novas tecnologias digitais (FERRAZ, 2014; DUBOC, 2011; 2015); de elaboração de novas propostas de formação de professores (FREIRE; LEFFA, 2013; MILLER, 2013; MONTE MÓR, 2013). Com base em tais pressupostos e nos resultados obtidos na investigação, defende-se a formação de professores como um processo dialógico de análises reflexivas sobre as práticas educacionais e compartilhamento de experiências e de saberes entre os pares. Defende-se, ainda, a necessidade de o docente ser sujeito agente de seu processo formativo e que, nesse processo, seja envolvido em práticas que contribuam para possibilitá-lo tornar-se o “novo professor” para atuar com os “novos sujeitos” que as pesquisas sobre os novos letramentos vêm apontando (KALANTZIS; COPE, 2012).ABSTRACT: Portuguese language teacher education and New Literacies practices are important topics in the educational field that still need investigation. Thus, this study aims to contribute to the construction of knowledge on such issues. To do so, this research is based on autoethnography as a methodology (ADAMS; JONES; ELLIS, 2015; VERSIANI, 2002; ONO, 2017; PAIVA, 2018; FADINI, 2020; MULIK, 2021)., and presents the researcher’s experiences as its source of data. Those experiences are presented in the light of critical reflections about texts, images, epiphanies, narratives and documents which have been (re)contrstructed in the process of inquiry. Metaphorically speaking, this study engages in a process of looking at oneself in the mirror in which the teacher education process and the teaching practices are reflected, refracted (BAKHTIN/VOLOCHÍNOV, 2014) and interpreted by the teacherresearcher, who has in mind her particular role in each moment being presented, each feeling that is revealed, each thought and state of mind that is given away, always in an actively responsible act (BAKHTIN, 2010). This study is based on a post-modern perspective of research and knowledge production which points out to the necessity of unlearning rooted beliefs in the educational field (MOITA LOPES, 2013); making room for the voices of the South (KLEIMAN, 2013); promoting educational practices supported by new ways of thinking and learning, powered by new digital technologies (FERRAZ, 2014; DUBOC, 2011; 2015); and elaborating new proposals for teaching education (FREIRE; LEFFA, 2013; MILLER, 2013; MONTE MÓR, 2013). Based on those principles and on the results obtained in this inquiry, this thesis defends teacher education as a dialogical process in which educational practices are analyzed through critical and reflexive lenses, and experiences as well as knowledge are shared among peers. It also states the importance of understanding educators as subjects who are agents of their educational process, as they engage in practices which aid them to become the “new teacher” who is able to perform with “new subjects” that new literacy research has been pointing out (KALANTZIS; COPE, 2012).Campus Colatina258 f.AutoetnografiaProfessores - FormaçãoLíngua portuguesa - EnsinoEspelho, espelho meu, que professora sou eu? Reflexos e refrações sobre a formação do professor de Língua Portuguesa e os novos letramentos em um estudo autoetnográficoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisVitóriaPrograma de Pós-graduação em LinguísticaTeoria e Análises LinguísticasLinguística Aplicadainfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional do IFESinstname:Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (IFES)instacron:IFEShttp://lattes.cnpq.br/7115127494082418https://orcid.org/0000-0003-1277-1569Estudos LínguisticosORIGINALTese_Isabel Cristina Gomes Basoni_Linguística_Ufes.pdfTese_Isabel Cristina Gomes Basoni_Linguística_Ufes.pdfTese_ESPELHO,_ESPELHO_MEU,_QUE_PROFESSORA_SOU_EU?_REFLEXOS_E_REFRAÇÕES_SOBRE_A_FORMAÇÃO_DO_PROFESSOR_DE_LÍNGUA_PORTUGUESA_E_OS_NOVOS_LETRAMENTOS_EM_UM_ESTUDO_AUTOETNOGRÁFICOapplication/pdf14446916https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/d6cb0c3e-d33f-4b6e-97b9-8219fe8968f8/downloadf53b517666e78d779ff6bb81ca4d7eadMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8934https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/12d2f22e-3f9e-4d86-a6bb-eae48fa9a68e/downloadac7cb971050ed632be934da23d966924MD52falseAnonymousREADTEXTTese_Isabel Cristina Gomes Basoni_Linguística_Ufes.pdf.txtTese_Isabel Cristina Gomes Basoni_Linguística_Ufes.pdf.txtExtracted texttext/plain537521https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/60524e30-aa8f-4ae7-866c-a7942bc1e31f/download759c19628d8a9aed973d99d7261726abMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILTese_Isabel Cristina Gomes Basoni_Linguística_Ufes.pdf.jpgTese_Isabel Cristina Gomes Basoni_Linguística_Ufes.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2407https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/0089a78d-e183-41bc-ac1e-c7eb3db7a431/download9c57a908e7f507ca6ec0d84df8bea6e8MD54falseAnonymousREAD123456789/22732025-07-01T19:30:14.148Zopen.accessoai:repositorio.ifes.edu.br:123456789/2273https://repositorio.ifes.edu.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ifes.edu.br/server/oai/requestrepositorio@ifes.edu.bropendoar:2025-07-01T19:30:14Repositório Institucional do IFES - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (IFES)falseQXV0b3JlcyBxdWUgc3VibWV0ZW0gYSBlc3RhIGNvbmZlcsOqbmNpYSBjb25jb3JkYW0gY29tIG9zIHNlZ3VpbnRlcyB0ZXJtb3M6CmEpIEF1dG9yZXMgbWFudMOpbSBvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBzb2JyZSBvIHRyYWJhbGhvLCBwZXJtaXRpbmRvIMOgIGNvbmZlcsOqbmNpYSBjb2xvY8OhLWxvIHNvYiB1bWEgbGljZW7Dp2EgTGljZW7Dp2EgQ3JlYXRpdmUgQ29tbW9ucyBBdHRyaWJ1dGlvbiwgcXVlIHBlcm1pdGUgbGl2cmVtZW50ZSBhIG91dHJvcyBhY2Vzc2FyLCB1c2FyIGUgY29tcGFydGlsaGFyIG8gdHJhYmFsaG8gY29tIG8gY3LDqWRpdG8gZGUgYXV0b3JpYSBlIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGluaWNpYWwgbmVzdGEgY29uZmVyw6puY2lhLgpiKSBBdXRvcmVzIHBvZGVtIGFicmlyIG3Do28gZG9zIHRlcm1vcyBkYSBsaWNlbsOnYSBDQyBlIGRlZmluaXIgY29udHJhdG9zIGFkaWNpb25haXMgcGFyYSBhIGRpc3RyaWJ1acOnw6NvIG7Do28tZXhjbHVzaXZhIGUgc3Vic2Vxw7xlbnRlIHB1YmxpY2HDp8OjbyBkZXN0ZSB0cmFiYWxobyAoZXguOiBwdWJsaWNhciB1bWEgdmVyc8OjbyBhdHVhbGl6YWRhIGVtIHVtIHBlcmnDs2RpY28sIGRpc3BvbmliaWxpemFyIGVtIHJlcG9zaXTDs3JpbyBpbnN0aXR1Y2lvbmFsLCBvdSBwdWJsaWPDoS1sbyBlbSBsaXZybyksIGNvbSBvIGNyw6lkaXRvIGRlIGF1dG9yaWEgZSBhcHJlc2VudGHDp8OjbyBpbmljaWFsIG5lc3RhIGNvbmZlcsOqbmNpYS4KYykgQWzDqW0gZGlzc28sIGF1dG9yZXMgc8OjbyBpbmNlbnRpdmFkb3MgYSBwdWJsaWNhciBlIGNvbXBhcnRpbGhhciBzZXVzIHRyYWJhbGhvcyBvbmxpbmUgKGV4LjogZW0gcmVwb3NpdMOzcmlvIGluc3RpdHVjaW9uYWwgb3UgZW0gc3VhIHDDoWdpbmEgcGVzc29hbCkgYSBxdWFscXVlciBtb21lbnRvIGFudGVzIGUgZGVwb2lzIGRhIGNvbmZlcsOqCg== |
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