Valorização do resíduo de lapidação de vidros planos para obtenção de cerâmica vermelha

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Filogônio, Paulo Henrique de Castro
Orientador(a): Sagrillo, Viviana Possamai Della
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ifes.edu.br/handle/123456789/139
Resumo: RESUMO: O crescente aumento da geração de resíduos industriais nos centros urbanos é uma preocupação constante da sociedade. Visando reduzir a deposição destes resíduos no meio ambiente e diminuir a exploração de matérias-primas, estudos são realizados no campo do reaproveitamento dos resíduos gerados como matéria-prima para outros produtos. Este trabalho teve como objetivo incorporar o resíduo proveniente do processo de lapidação de vidros sodo-cálcicos à cerâmica vermelha. Foram estudados vários teores do resíduo de lapidação de vidros planos, de forma a obter corpos de prova com as características da cerâmica vermelha tradicional. Primeiramente, foram realizadas as caracterizações mineralógicas, físicas e químicas do resíduo de vidro e da argila. Em seguida, as massas cerâmicas foram formuladas utilizando teores de 0, 10, 20, 30, 40 e 50%, em massa, de resíduo, determinando-se seus índices de plasticidade. A partir destas formulações, os corpos de prova foram conformados e secos a 100°C por 24 horas. Foram utilizadas curvas de queima tradicionais para a cerâmica vermelha, com patamares de 850 e 950°C. Os corpos de prova foram caracterizados pela absorção de água, retração linear de secagem e queima e tensão de ruptura à flexão. As análises química, mineralógica e microestrutural dos corpos de prova foram realizadas por fluorescência de raios X (FRX), difração de raios X (DRX) e microscopia eletrônica de varredura (MEV), respectivamente. A partir dos resultados, observou-se que a incorporação do resíduo em até 40% influenciou positivamente nas propriedades das cerâmicas, obtendo-se corpos de prova com propriedades adequadas para a utilização na construção civil.
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spelling Filogônio, Paulo Henrique de CastroSagrillo, Viviana Possamai DellaJunkes, Janaína Accordi2017-05-03T22:04:02Z2017-05-03T22:04:02Z2016FILOGÔNIO, Paulo Henrique de Castro. Valorização do resíduo de lapidação de vidros planos para obtenção de cerâmica vermelha. 2016. 86 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Metalúrgica e de Materiais) - Instituto Federal do Espírito, Vitória, 2016.https://repositorio.ifes.edu.br/handle/123456789/13930004012001P0RESUMO: O crescente aumento da geração de resíduos industriais nos centros urbanos é uma preocupação constante da sociedade. Visando reduzir a deposição destes resíduos no meio ambiente e diminuir a exploração de matérias-primas, estudos são realizados no campo do reaproveitamento dos resíduos gerados como matéria-prima para outros produtos. Este trabalho teve como objetivo incorporar o resíduo proveniente do processo de lapidação de vidros sodo-cálcicos à cerâmica vermelha. Foram estudados vários teores do resíduo de lapidação de vidros planos, de forma a obter corpos de prova com as características da cerâmica vermelha tradicional. Primeiramente, foram realizadas as caracterizações mineralógicas, físicas e químicas do resíduo de vidro e da argila. Em seguida, as massas cerâmicas foram formuladas utilizando teores de 0, 10, 20, 30, 40 e 50%, em massa, de resíduo, determinando-se seus índices de plasticidade. A partir destas formulações, os corpos de prova foram conformados e secos a 100°C por 24 horas. Foram utilizadas curvas de queima tradicionais para a cerâmica vermelha, com patamares de 850 e 950°C. Os corpos de prova foram caracterizados pela absorção de água, retração linear de secagem e queima e tensão de ruptura à flexão. As análises química, mineralógica e microestrutural dos corpos de prova foram realizadas por fluorescência de raios X (FRX), difração de raios X (DRX) e microscopia eletrônica de varredura (MEV), respectivamente. A partir dos resultados, observou-se que a incorporação do resíduo em até 40% influenciou positivamente nas propriedades das cerâmicas, obtendo-se corpos de prova com propriedades adequadas para a utilização na construção civil.ABSTRACT: The increasing generation of industrial waste in urban centers is a constant concern of the society. In order to reduce the disposal of this waste on the environment and reduce the exploitation of raw materials, studies are carried out in reusing generated waste as raw material for other products. This work aimed to incorporate the waste from a soda-lime glass cutting process in red ceramics. Were studied different amounts of flat glasses cutting residue, in order to obtain samples with the traditional red ceramics features. First, the mineralogical, physical and chemical characterizations of the glass waste and clay were performed. Then the ceramic bodies were formulated using 0, 10, 20, 30, 40 and 50 wt% of waste, determining their plasticity indexes. From these formulations, the samples were formed and dried at 100°C for 24 hours. Traditional firing curves for red ceramics were used, firing at 850 and 950°C. The samples were characterized by water absorption, drying and firing linear shrinkage and flexural rupture tension. The chemical, mineralogical and microstructural analysis of the samples were carried out using X-ray fluorescence (XRF), X-ray diffraction (XRD) and scanning electron microscopy (SEM), respectively. Based on the results, it was observed that the incorporation up to 40% of the residue had positive effects on ceramics properties, obtaining samples with suitable properties for the use in construction.porResíduos industriaisReaproveitamento (Sobras, refugos, etc.)VidroLapidaçãoEngenharia metalúrgicaValorização do resíduo de lapidação de vidros planos para obtenção de cerâmica vermelhainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional do IFESinstname:Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (IFES)instacron:IFESCampus VitóriaPrograma de Pós-graduação em Engenharia Metalúrgica e de MateriaisORIGINALValorização_resíduo_lapidação_vidros.pdfValorização_resíduo_lapidação_vidros.pdfapplication/pdf3015499https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/5e73555e-bbe0-47a1-88c8-070214dfbf9a/download63db59292d54ee9f7a02745f486ad60bMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/8fc12b46-8832-413f-bbd3-85de1b11a339/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52falseAnonymousREADTHUMBNAILValorização_resíduo_lapidação_vidros.pdf.jpgValorização_resíduo_lapidação_vidros.pdf.jpgimage/jpeg5253https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/eef38182-253e-417b-9fa9-e15fb14ec83b/downloadfd942346e97eba5a17ebb3a730f9c5ecMD53falseAnonymousREADTEXTValorização_resíduo_lapidação_vidros.pdf.txtValorização_resíduo_lapidação_vidros.pdf.txtExtracted texttext/plain146336https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/63dff52f-6912-4bcc-9134-ab7ec1513029/download6f3c6a7c1ffbec6ce1a76bd16266a747MD54falseAnonymousREAD123456789/1392019-06-18T20:35:23.628Zopen.accessoai:repositorio.ifes.edu.br:123456789/139https://repositorio.ifes.edu.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ifes.edu.br/server/oai/requestrepositorio@ifes.edu.bropendoar:2019-06-18T20:35:23Repositório Institucional do IFES - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (IFES)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=
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