Uma cidade construída em seu processo de patrimonialização : modos de narrar, ler e preservar Brasília

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Perpétuo, Thiago Pereira
Orientador(a): Leal, Claudia Feierabend Baeta
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://bibliotecadigital.iphan.gov.br/handle/123456789/200
Resumo: 273 f. SUMÁRIO Introdução i. Das temáticas e questões referentes ao processo de patrimonialização de Brasília. Pág. 14. ii. Da organização e composição dos capítulos. Pág. 22. iii. Anotações sobre documentos, pesquisa e métodos. Pág. 29. 1. Capítulo I – Entre origens, epopeias e modernidades: histórias a construir Brasília. Pág. 34. 1.1. A “invenção” de uma capital ou a problematização da “pré-existência” de Brasília. Pág. 35. 1.2. A construção como epopeia moderna: os atores e o cenário. Pág. 47. 1.2.1. Personagens em construção, personagens na construção. Pág. 49. 1.2.2. O cenário e a ribalta da modernidade: da encenação à crítica a Brasília. Pág. 54. 1.3. A cidade de filiação modernista: entre referências e reelaborações. Pág. 62. 1.3.1. Na trilha do modernismo brasileiro: diálogos entre tradição e modernidade. Pág. 67. 1.3.2. Da urbanística dos CIAMs à crítica de Brasília: pontos de partida, pontos de fuga. Pág. 70. 2. Capítulo II – nas trilhas do tempo, três modos de ver e ler Brasília: a síntese das artes, a cidade ameaçada, a realidade “polinucleada”. Pág. 77. 2.1. O Congresso Internacional Extraordinário de Críticos de Arte, 1959: uma cidade feita de expectativas. Pág. 81. 2.2. I Seminário de Estudos dos Problemas Urbanos de Brasília, 1974: diagnósticos e proposições sob o Regime Militar. Pág. 98. 2.3. Simpósio Brasília: concepção, realidade, destino, 1986: discursos de preservação no processo de redemocratização. Pág. 115. 3. Capítulo III – Patrimônio Cultural em Brasília: um inventário de ações e discursos. Pág. 133. 3.1. Entre ações e intenções: as trajetórias múltiplas da preservação de Brasília: 1960- 1980. Pág. 135. 3.1.1. A Lei San Tiago Dantas: o Plano Piloto “já nasceu tombado”, ou deu ensejo à uma “monstruosa” transformação? Pág. 136. 3.1.2. Entre ações e avaliações do patrimônio histórico e artístico em Brasília pelo IPHAN de Rodrigo Melo Franco de Andrade. Pág. 140. 3.1.3. O Conselho de Supervisão e Controle de Arquitetura, Arte e Urbanismo de Brasília: tramitação e “inoportunidade”. Pág. 144. 3.1.4. Atuação de Belmira Finageiv na formação de estruturas institucionais de preservação em Brasília. Pág. 148. 3.1.5. O “tombamento projetivo” do patrimônio de “cimento e ferro”: Brasília como força-motriz para criação do CNRC de Aloísio Magalhães. Pág. 152. 3.1.6. Início da década de 1980: notícias desencontradas da preservação de Brasília, e a visão crítica a respeito do patrimônio cultural. Pág. 162. 3.1.7. Entre preservação do todo e o tombamento do particular: proteção para Praça dos Três Poderes contida no documento “Brasília 57-85”. Pág. 166. 3.2. Discursos da construção de um objeto patrimonial: a consagração da capital como patrimônio local, nacional, mundial. Pág. 169. 3.2.1. A iniciativa de patrimonialização de Brasília sob Aloísio Magalhães: a estruturação do GT-Brasília. Pág. 171. 3.2.2. Tombamento de Brasília: de estratégia de proteção ao discurso do congelamento. Pág. 173. 3.2.3. Elaboração da metodologia e seleção de objetos patrimoniais, ou a construção de uma comunidade candanga imaginada. Pág. 181. 3.2.4. O patrimônio entra na agenda política sob José Aparecido de Oliveira. Pág. 189. 3.2.5. Do anteprojeto ao decreto: o patrimônio moderno na Unesco e a estratégia de proteção brasileira. Pág. 193. 3.3. Desvendar o plano e compreender o objeto: produção de sentidos e a atribuição de valores. Pág. 213. 3.3.1. Escalas Urbanísticas: à guisa de (mais) uma explicação. Pág. 219. 3.3.2. A “maior poligonal tombada do mundo” ou o detalhe que muda tudo: o entorno do bem tombado. Pág. 223. 4. Considerações Finais. Pág. 241. 5. Referências. 5.1. Bibliografia. Pág. 250. 5.2. Fontes e documentos. Pág. 262. 5.3. Acervos e arquivos. Pág. 263. 5.4. Jornais e revistas. Pág. 263. 5.5. Legislação. Pág. 265. 6. Anexos. 6.1. Correspondência de Ítalo Campofiorito ao governador José Aparecido de Oliveira datada de 23 de setembro de 1987. Pág. 267. 6.2. Correspondência transcrita de Lucio Costa a Ítalo Campofiorito, folhas 6 a 8 do Processo de Tombamento nº 1.305-T-90 “Conjunto Urbanístico (Plano Piloto), Brasília/ Distrito Federal”. Pág. 268. 6.3. Correspondência de Ítalo Campofiorito a Jayme Zettel, em 10 de setembro de 1992. Pág. 271. 6.4. Correspondência de Ítalo Campofiorito a Jayme Zettel, em 15 de setembro de 1992. Pág. 273.
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Capítulo I – Entre origens, epopeias e modernidades: histórias a construir Brasília. Pág. 34. 1.1. A “invenção” de uma capital ou a problematização da “pré-existência” de Brasília. Pág. 35. 1.2. A construção como epopeia moderna: os atores e o cenário. Pág. 47. 1.2.1. Personagens em construção, personagens na construção. Pág. 49. 1.2.2. O cenário e a ribalta da modernidade: da encenação à crítica a Brasília. Pág. 54. 1.3. A cidade de filiação modernista: entre referências e reelaborações. Pág. 62. 1.3.1. Na trilha do modernismo brasileiro: diálogos entre tradição e modernidade. Pág. 67. 1.3.2. Da urbanística dos CIAMs à crítica de Brasília: pontos de partida, pontos de fuga. Pág. 70. 2. Capítulo II – nas trilhas do tempo, três modos de ver e ler Brasília: a síntese das artes, a cidade ameaçada, a realidade “polinucleada”. Pág. 77. 2.1. O Congresso Internacional Extraordinário de Críticos de Arte, 1959: uma cidade feita de expectativas. Pág. 81. 2.2. 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Pág. 189. 3.2.5. Do anteprojeto ao decreto: o patrimônio moderno na Unesco e a estratégia de proteção brasileira. Pág. 193. 3.3. Desvendar o plano e compreender o objeto: produção de sentidos e a atribuição de valores. Pág. 213. 3.3.1. Escalas Urbanísticas: à guisa de (mais) uma explicação. Pág. 219. 3.3.2. A “maior poligonal tombada do mundo” ou o detalhe que muda tudo: o entorno do bem tombado. Pág. 223. 4. Considerações Finais. Pág. 241. 5. Referências. 5.1. Bibliografia. Pág. 250. 5.2. Fontes e documentos. Pág. 262. 5.3. Acervos e arquivos. Pág. 263. 5.4. Jornais e revistas. Pág. 263. 5.5. Legislação. Pág. 265. 6. Anexos. 6.1. Correspondência de Ítalo Campofiorito ao governador José Aparecido de Oliveira datada de 23 de setembro de 1987. Pág. 267. 6.2. Correspondência transcrita de Lucio Costa a Ítalo Campofiorito, folhas 6 a 8 do Processo de Tombamento nº 1.305-T-90 “Conjunto Urbanístico (Plano Piloto), Brasília/ Distrito Federal”. Pág. 268. 6.3. Correspondência de Ítalo Campofiorito a Jayme Zettel, em 10 de setembro de 1992. Pág. 271. 6.4. Correspondência de Ítalo Campofiorito a Jayme Zettel, em 15 de setembro de 1992. Pág. 273.Este trabalho aborda o processo de patrimonialização de Brasília até 1990, numa trajetória que remonta ao ano de sua inauguração, em 1960. A pesquisa investiga o modo como foram construídos discursos de valoração e engendradas propostas e ações tanto de preservação da cidade quanto de seu reconhecimento enquanto patrimônio cultural, e de como esse processo resultou em três âmbitos de preservação: local, nacional e mundial. Como forma de analisar os aspectos que informaram os discursos e alimentaram as justificativas para a preservação de uma cidade ainda muito jovem, primeiro sítio contemporâneo reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco, são analisadas narrativas a respeito de Brasília, referentes à sua suposta pré-existência, às histórias de sua construção tida como épica, e sua relativa filiação à urbanística dos CIAMs. Como maneira de observar as leituras da cidade ao longo do tempo, foram selecionados três encontros de especialistas que se debruçaram a pensar os espaços da capital. Por fim, o trabalho buscará uma análise aprofundada tanto das ações que engendraram sua efetiva patrimonialização quanto problematizará o objeto de valoração e seu peculiar instrumento de preservação: a maior poligonal urbana tombada do mundo, protegida a partir da manutenção das escalas urbanísticas que informam seu projeto, de plano-piloto a Plano Piloto de Brasília.This dissertation studies the processes of patrimonializing Brasília, from its inauguration in 1960 until 1990. This research looks into the valuation discourses and the actions and proposes on the preservation of the city, as well as on its acklowledgement as cultural heritage, and how it resulted on three different preservation contexts: local, national and world heritage. As a means of studying the aspects which informed both discourses and justifications for the preservation of such a young city, regarded as the very first contemporary site enlisted as Unesco World Heritage , I analyzed narratives on Brasília referring to its alleged pre-existence, its “epic” construction and its urbanistic affiliation to the International Congresses of Modern Architecture (CIAM). As a means of observing the ways the city was read throughout time, I selected three meetings that gathered specialists to think over the capital. At the end, this study searches both to analyze the actions that motivated the city’s actual patrimonialization and to discuss the patrimonialized object itself and the particular instrument for its preservation: the world´s largest heritage site, protected by means of the maintenance of the urban scales that informed its original project.O objeto de estudo dessa pesquisa foi definido a partir de uma questão identificada no cotidiano da prática profissional da Superintendência do IPHAN no Distrito Federal.Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico NacionalIPHANBrasilOUTROSPatrimônio culturalBrasíliaHistóriaPreservaçãoCultural heritageHistoryPreservationUma cidade construída em seu processo de patrimonialização : modos de narrar, ler e preservar BrasíliaA city built in its patrimonialization process : ways of narrate, read and preserve Brasíliainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisRio de JaneiroMestrado Profissional do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico NacionalMestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Culturalporreponame:Biblioteca Digital do IPHANinstname:Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN)instacron:IPHANORIGINALDissertação_Perpétuo_Uma cidade construída em seu processo de patrimonialização_2015.pdf.pdfDissertação_Perpétuo_Uma cidade construída em seu processo de patrimonialização_2015.pdf.pdfapplication/pdf4755452https://bibliotecadigital.iphan.gov.br/bitstreams/98d4a877-0dbf-49f6-b0e2-eabc519fadc2/downloada6d0198f8e682060ef37ff9219d2e8acMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://bibliotecadigital.iphan.gov.br/bitstreams/0d920736-ec75-4c45-b501-8e9e666641da/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52THUMBNAILDissertação_Perpétuo_Uma cidade construída em seu processo de patrimonialização_2015_capa.pngimage/png15870https://bibliotecadigital.iphan.gov.br/bitstreams/70c2340b-2fff-45f9-9054-46a477d57bc7/downloadc458a239b7b87d40f592cb3153c5ac2dMD53123456789/2002026-03-03 11:13:40.917open.accessoai:bibliotecadigital.iphan.gov.br:123456789/200https://bibliotecadigital.iphan.gov.brBiblioteca Digital de Teses e DissertaçõesPUBhttps://bibliotecadigital-web.iphan.gov.br/server/oai/requestraphael.carmo@iphan.gov.bropendoar:2026-03-03T14:13:40Biblioteca Digital do IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=
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