A crise dos mísseis de Cuba de 1962: a manobra de crise sob a perspectiva da teoria da coerção
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Escola de Guerra Naval (EGN)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.repositorio.mar.mil.br/handle/ripcmb/847201 |
Resumo: | O propósito desta pesquisa é confrontar o modelo conceitual da teoria da coerção utilizada pelos Estados como diplomacia e os acontecimentos ocorridos no desenrolar da Crise dos Mísseis de Cuba de 1962. Com especial atenção às decisões, no nível político, a ameaça ao emprego da força militar como forma de influenciar o Estado visado a alterar o seu comportamento e o emprego do Poder Naval durante a manobra de crise. Para alcançar este propósito é utiliza a confrontação da teoria com a realidade, empregando-se de pesquisa documental e bibliográfica. A pesquisa fundamentou-se nos conceitos teóricos da coerção pelo pensamento de Thomas C. Schelling (1966), que descreveu a aplicação da coerção nas formas passiva e ativa. Para tal, classificou-as como dissuasão e compulsão, respectivamente. Após comparar as características do arcabouço teórico com a evolução da crise mencionada, concluiu-se que um Estado deve ter a capacidade militar compatível com os seus interesses. A pesquisa indicou que o Poder Político é o responsável em conduzir a manobra de crise, podendo ou não ceder diante da coerção de outro Estado, dependendo dos interesses envolvidos ou vantagens que acredita poder atingir, e precisa conhecer as reais capacidades militares do seu Estado, que combinadas com as vantagens idealizadas no campo político serão preponderantes para tomada de decisão. Finalmente, identificam-se as características ativa e passiva da coerção ao longo da Crise dos Mísseis de Cuba. |
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