Biotecnologia marinha e algas: da divulgação científica para as redes sociais ao manuscrito para academia
| Ano de defesa: | 2023 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.repositorio.mar.mil.br/handle/ripcmb/846046 |
Resumo: | As redes sociais aliadas a tecnologia tornaram o acesso à informação mais rápida, todavia não previu a legitimidade dessas informações. A divulgação científica em redes sociais surge co- mo uma forma de apresentar o método científico de forma mais didática com linguagem sim- ples, sem jargões, principalmente numa era pandêmica, de busca de resultados e entendimento científico. Diante disso, foi criado a página “algas pra que te quero” no Instagram, sobre Bio- tecnologia Marinha e o uso de algas nesse meio, para entender o impacto, dificuldades e al- cance do tema ao público em geral. Com isso, o presente trabalho trouxe resultados positivos. Após um ano de página, nos insights (recurso da própria plataforma), foram alcançados, no total, 6.231 (seis mil duzentas e trinta e uma) visualizações, conquistados 215 seguidores, com uma média de interação de 60% de média. Os dados demonstram que houve uma signifi- cativa participação e interação dos usuários com o conteúdo fornecido. Para além dos núme- ros, essa página gerou entrevistas com pesquisadores da grande área que aborda, e a partir disso, gerou diversos frutos, entre eles, um manuscrito intitulado “Biorrefinaria de macroalgas para indústria cosmética: conceito básico, tecnologia verde e diretrizes de segurança”, para responder as lacunas e indagações do espaço entre academia, indústria e sociedade. |
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Biotecnologia marinha e algas: da divulgação científica para as redes sociais ao manuscrito para academiaBiotecnologiaAlgasInstagramBiorrefinariaIndústriaBiotecnologia marinhaAs redes sociais aliadas a tecnologia tornaram o acesso à informação mais rápida, todavia não previu a legitimidade dessas informações. A divulgação científica em redes sociais surge co- mo uma forma de apresentar o método científico de forma mais didática com linguagem sim- ples, sem jargões, principalmente numa era pandêmica, de busca de resultados e entendimento científico. Diante disso, foi criado a página “algas pra que te quero” no Instagram, sobre Bio- tecnologia Marinha e o uso de algas nesse meio, para entender o impacto, dificuldades e al- cance do tema ao público em geral. Com isso, o presente trabalho trouxe resultados positivos. Após um ano de página, nos insights (recurso da própria plataforma), foram alcançados, no total, 6.231 (seis mil duzentas e trinta e uma) visualizações, conquistados 215 seguidores, com uma média de interação de 60% de média. Os dados demonstram que houve uma signifi- cativa participação e interação dos usuários com o conteúdo fornecido. Para além dos núme- ros, essa página gerou entrevistas com pesquisadores da grande área que aborda, e a partir disso, gerou diversos frutos, entre eles, um manuscrito intitulado “Biorrefinaria de macroalgas para indústria cosmética: conceito básico, tecnologia verde e diretrizes de segurança”, para responder as lacunas e indagações do espaço entre academia, indústria e sociedade.Social networks combined with technology allow to information faster but did not predict the legitimacy of this information. Scientific dissemination on social networks emerges as a way to present the scientific method in a more didactic way with simple language, without jargon, especially in a pandemic era, in search of results and scientific understanding. Given this, the page “Algas para que Te Quero” was created on Instagram, about Marine Biotechnology and the use of algae in this environment, to understand the impact, difficulties, and reach of the theme to the general public. With this, the present work brought positive results. After a year on the page, in the insights (resource of the platform itself), a total of 6,231 (six thousand, two hundred and thirty-one) views were achieved, and 215 followers were gained, with an average interaction of 60% of average. The data show that there was significant participation and interaction of users with the provided content. In addition to the numbers, this page generated interviews with researchers from the large area that it addresses, and from that, it generated several fruits, among them, a manuscript entitled “Biorefinery of macroalgae for the cosmetic industry: basic concept, green technology, and guidelines for security”, to answer the gaps and questions of the space between academia, industry, and society.Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM)Colepicolo Neto, PioHempel, Mariana de Sousa Santos2023-04-13T13:40:19Z2023-04-13T13:40:19Z2023info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.repositorio.mar.mil.br/handle/ripcmb/846046info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da Produção Científica da Marinha do Brasil (RI-MB)instname:Marinha do Brasil (MB)instacron:MB2024-12-09T11:39:10Zoai:www.repositorio.mar.mil.br:ripcmb/846046Repositório InstitucionalPUBhttps://www.repositorio.mar.mil.br/oai/requestdphdm.repositorio@marinha.mil.bropendoar:2024-12-09T11:39:10Repositório Institucional da Produção Científica da Marinha do Brasil (RI-MB) - Marinha do Brasil (MB)false |
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