INTUIÇÃO E RACIONALIDADE NA BATALHA NAVAL DO RIACHUELO EM 11 DE JUNHO DE 1865: uma Análise da Tomada de Decisão do Almirante Barroso

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: CASTRO, FAGNER GUEDES DE
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Escola de Guerra Naval (EGN)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.repositorio.mar.mil.br/handle/ripcmb/846835
Resumo: A pesquisa aborda o tema da intuição e da racionalidade no processo decisório, a partir de um estudo de caso referente à Batalha Naval do Riachuelo, durante a Guerra da Tríplice Aliança, onde a situação encontrava-se desfavorável para a Esquadra Brasileira e o Almirante Barroso decidiu utilizar a tática do abalroar. O método adotado é a pesquisa qualitativa e a técnica de estudo de caso. A fonte principal de dados para a realização da pesquisa foram os arquivos históricos de diversos historiadores, além dos relatos do próprio Barroso e de testemunhas oculares da Batalha e da manobra em si. Tais relatos demonstram a volatilidade, incertezas e riscos corridos, além da experiência do Almirante. Diante disso, o questionamento que norteia a pesquisa é o que poderia explicar o fato do Almirante, diante de opções, variáveis do cenário de batalha e riscos que poderiam mudar o resultado da Guerra, Barroso decidir utilizar a manobra de abalroamento. A partir desse questionamento, o propósito do trabalho é comparar as teorias dos tipos de tomada de decisão intuitiva e racional com a decisão do Almirante Barroso em abalroar os navios paraguaios por ocasião da Batalha Naval do Riachuelo por meio da metodologia de teoria e a realidade. Para tanto, são utilizadas as teorias de intuição por meio da experiência e da racionalidade limitada, com ênfase nos aspectos relativos relacionados a problemas complexos, que dificultam o processo decisório. Após a análise dos dados existentes nas fontes históricas, entre outras fontes, à luz do arcabouço teórico proposto, são identificados momentos que demonstram a construção de base cognitiva, dos ambientes de incertezas e limitações de dados, fazendo com que o processamento mental das informações disponíveis, em virtude das limitações cognitivas dos indivíduos, não teria sido satisfatório para uma decisão racional ilimitada. Por fim, demonstra-se que os fatores cognitivos podem interferir diretamente no processo decisório, mostrando indícios das suas influências no decisor.
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