Androginia como identidade contemporânea: a construção do ethos em revistas nacionais
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Metodista de São Paulo
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.metodista.br/handle/123456789/708 |
Resumo: | É notório como a questão da identidade ganhou importância nos últimos tempos e como a diversidade de gênero, fortemente influenciada pelo feminismo, cresce à medida que novas formas de identificação emergem. As identidades fechadas dão lugar a identidades plurais, como a androginia, e faz-se necessário compreender como a mídia constrói a imagem dessa identidade. Por isso, este trabalho tem como objetivo compreender a construção da identidade da androginia por meio da mídia revista. Com os aportes da Análise de Discurso de linha francesa, estudamos a construção do ethos pelos elementos constitutivos da representação da identidade andrógina e analisamos se há um padrão de androginia que é endossado ou desconstruído pela mídia, além de observar se há diferenças na construção do ethos em diferentes tipos de revistas ou não. O corpus conta com 80 matérias, compreendendo vinte e uma revistas diferentes em nove categorias, durante o período de 1993 a 2015. Como hipótese, consideramos que o universo discursivo que legitima a construção da imagem do andrógino é o da moda e, se comprovado, torna-se necessário observar se essa representação é marcada pelo discurso cultural de questionamento dos papeis de gênero e comercial, que propõe novas formas de consumo. Concluímos que o andrógino é legitimado pelo universo discursivo da moda em que há tanto um apelo político para o questionamento dos gêneros, quanto um aporte comercial, introduzindo uma forma de identidade por meio do consumo de determinados produtos/signos. O andrógino foi analisado por meio do ethos e constatou-se que essa identidade reflete o ousado, o libertário e o revolucionário, enquanto valores simbólicos. |
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PISA, Lícia FrezzaFARO, José Salvador2025-05-30T21:43:45Z2025-05-30T21:43:45Z2017-08-08PISA, Lícia Frezza. Androgínia como identidade contemporânea: a construção do ethos em revistas nacionais. 2017. 182 folhas. Tese (Doutorado em Comunicação Social) – Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo, 2017.https://repositorio.metodista.br/handle/123456789/708É notório como a questão da identidade ganhou importância nos últimos tempos e como a diversidade de gênero, fortemente influenciada pelo feminismo, cresce à medida que novas formas de identificação emergem. As identidades fechadas dão lugar a identidades plurais, como a androginia, e faz-se necessário compreender como a mídia constrói a imagem dessa identidade. Por isso, este trabalho tem como objetivo compreender a construção da identidade da androginia por meio da mídia revista. Com os aportes da Análise de Discurso de linha francesa, estudamos a construção do ethos pelos elementos constitutivos da representação da identidade andrógina e analisamos se há um padrão de androginia que é endossado ou desconstruído pela mídia, além de observar se há diferenças na construção do ethos em diferentes tipos de revistas ou não. O corpus conta com 80 matérias, compreendendo vinte e uma revistas diferentes em nove categorias, durante o período de 1993 a 2015. Como hipótese, consideramos que o universo discursivo que legitima a construção da imagem do andrógino é o da moda e, se comprovado, torna-se necessário observar se essa representação é marcada pelo discurso cultural de questionamento dos papeis de gênero e comercial, que propõe novas formas de consumo. Concluímos que o andrógino é legitimado pelo universo discursivo da moda em que há tanto um apelo político para o questionamento dos gêneros, quanto um aporte comercial, introduzindo uma forma de identidade por meio do consumo de determinados produtos/signos. O andrógino foi analisado por meio do ethos e constatou-se que essa identidade reflete o ousado, o libertário e o revolucionário, enquanto valores simbólicos.It's notorious how the subject of identity acquired importance lately and how gender diversity, strongly influenced by feminism, develop as new forms of identification emerge. Closed identities gives way to plural identities, such as androgyny, and it becomes necessary to understand how the media builds the image of that identity. Therefore, this work seeks to understand the construction of the androgynous identity using the magazine media. By means of the French Discourse Analysis, we studied the construction of the ethos starting from the constituting elements of the androgynous identity representation and analyzed whether there is an androgyny pattern that is endorsed or deconstructed by the media, as well as if there were differences in the construction of the ethos in different types of magazines or if they remained the same. The corpus has 80 articles, comprising twenty-one different magazines in nine categories, during the period from 1993 to 2015. As a hypothesis, we consider that the discursive universe legitimating the construction of the image of the androgyne is the fashion one and, if proven, it will be necessary to observe if this representation is marked by the cultural discourse of questioning the gender and commercial, which propose new forms of consumption. We conclude that the androgyne is legitimized by the fashion discursive universe, in which there are both a political appeal for gender questioning, as a commercial contribution, introducing a form of identity through the consumption of certain products/signs. The androgyne was analyzed by means of the ethos and we found that such identity reflects the bold, the libertarian and the revolutionary as symbolic values.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESUniversidade Metodista de São PauloCiências Sociais AplicadasAndroginiaIdentidadeAnálise do DiscursoEthosRevistas NacionaisAndrogynyIdentitySpeech analysisNational MagazinesAndroginia como identidade contemporânea: a construção do ethos em revistas nacionaisAndroginia as a contemporary identity: the construction of ethos in national magazinesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisporreponame:Repositório da METODISTAinstname:Universidade Metodista de São Paulo (METODISTA)instacron:METODISTAinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINALLícia Frezza Pisa.pdfLícia Frezza Pisa.pdfapplication/pdf1760394https://repositorio.metodista.br/bitstreams/edfe628c-9a75-4afb-a831-867c30c99587/download239bc87b81f7150e6d5d56d26a276507MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.metodista.br/bitstreams/8741cfee-8989-408b-a6f6-0a85c25b1d52/downloadbb9bdc0b3349e4284e09149f943790b4MD51TEXTLícia Frezza Pisa.pdf.txtLícia Frezza Pisa.pdf.txtExtracted texttext/plain103102https://repositorio.metodista.br/bitstreams/d03f0602-9dc8-41db-9698-c24b2cb2ea6b/downloadab5d8f5d6f2fff55feef00899c3cdf34MD52THUMBNAILLícia Frezza Pisa.pdf.jpgLícia Frezza Pisa.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2774https://repositorio.metodista.br/bitstreams/7791d74e-27c0-4ee9-8b19-d7218508aa5c/download342bd42bfe9d9ff78c701e22023b93b8MD53123456789/7082025-05-31 03:00:39.734open.accessoai:repositorio.metodista.br:123456789/708https://repositorio.metodista.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.metodista.br/jspui/http://tede.metodista.br/oai/requestbiblioteca@metodista.br||erick.roberto@metodista.bropendoar:2025-05-31T03:00:39Repositório da METODISTA - Universidade Metodista de São Paulo (METODISTA)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0IG93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLCB0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZyB0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sIGluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yIHB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZSB0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQgdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uIGFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LCB5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZSBjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdCBzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkIHdpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRCBCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUgRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSCBDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMgbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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