Zonas climáticas locais e a relação com a morfologia urbana: estudo de caso: Campinas/SP.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Monteiro, Verônica Stefanichen
Orientador(a): Pezzuto, Claudia Cotrim
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.sis.puc-campinas.edu.br/handle/123456789/1938
Resumo: A investigação em termos de intensidade e padrões de espacialização da temperatura do ar e superficial se faz relevante uma vez que o processo de urbanização vem alterando os padrões de ocupação do solo nas grandes cidades associados às diferentes variáveis de composição destas superfícies. O presente estudo tem como objetivo investigar a distribuição espacial da temperatura do ar e superficial e dos padrões de uso e ocupação do solo em uma área de estudo no município de Campinas – SP, Brasil. Foi definida uma área de estudo considerando um dos eixos de expansão da cidade de Campinas (Centro-Norte), que incluem amostragens de diferentes padrões que caracterizam o uso e a ocupação do solo do município. A metodologia utilizada para esta pesquisa foi a coleta de dados com medidas móveis e fixas contemplando a estação do inverno. O levantamento de dados foi baseado na metodologia de classificação das Zonas Climáticas Locais, que descreve a forma urbana em 03 critérios: cobertura da superfície, propriedades dos materiais de construção e geometria da superfície. Os maiores ganhos de calor na transição dos períodos medidos se apresentam em áreas com características distintas. Para o período das 09h às 15h, a LCZ 86 a qual possui um dos maiores índices de área permeável (18,17%) e fator de visão do céu acima de 0,80. No período das 21h às 09h, a LCZ 31, que possui o menor percentual e área permeável (0,57%) e o maior de área edificada (58,06%). Por fim, os resultados obtidos evidenciaram uma variação do comportamento dos dados climáticos coletados entre diferentes Zonas Climáticas Locais caracterizadas, sendo no período de aquecimento, relatada a maior amplitude térmica, 2,1ºC.
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