Políticas de expansão da educação profissional nos anos 2000: o que pensam os professores?
| Ano de defesa: | 2013 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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| Instituição de defesa: |
Pontifícia Universidade Católica de Goiás
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| Programa de Pós-Graduação: |
Educação
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| Departamento: |
Ciências Humanas
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| Link de acesso: | https://tede2.pucgoias.edu.br/handle/tede/1111 |
Resumo: | Esta dissertação está vinculada ao Programa de Pós Graduação da PUC-Goiás e tem como objetivo central analisar os significados atribuídos pelos professores ao atual processo de expansão da Educação Profissional no Brasil, desencadeado no governo de Luis Inácio Lula da Silva e continuado na gestão da presidenta Dilma Rouseff. Buscou-se compreender o processo e identificar os pressupostos teóricos que tem orientado tal expansão, analisando, de forma consistente, a vinculação desse movimento com os interesses do capital ou com os interesses da classe trabalhadora. Assumiu-se como questão central: Quais os significados atribuídos pelos professores à política de expansão profissional atualmente em curso? Justifica-se a pesquisa pela relevância de problematizar a Educação Profissional, num país capitalista, cuja lógica de funcionamento exige que o indivíduo seja disciplinado e preparado para vender sua força de trabalho e produzir riqueza e pela necessidade de possibilitar que os sujeitos que vivenciam cotidianamente os efeitos das políticas educacionais, se posicionem a respeito. Apresenta-se os resultados de uma pesquisa que, não prescindindo de dados quantitativos, se desenvolveu numa perspectiva qualitativa, assentada no método histórico materialista dialético. Assim, os dados coletados por meio de pesquisa documental e das entrevistas semi-estruturadas foram analisados a partir da análise de conteúdo, tendo como referencial teórico autores como Marx, Gramsci, Manacorda, Ramos, Frigotto, Antunes. Foram realizadas 12 entrevistas, nos Câmpus Jataí e Inhumas, com professores, que representam os diferentes períodos da história mais recente da instituição, e atuam nas diversas modalidades e níveis de ensino ofertados pela instituição. Os critérios de escolha dos sujeitos foram definidos com o objetivo de criar condições para que o tema seja analisado na perspectiva de sua totalidade e de suas contradições. A pesquisa teórico-bibliográfica realizada apontou para a necessidade de reafirmar a centralidade da categoria trabalho e manter em pauta sua relação com a educação, tendo em vista a tendência de as práticas educativas se alinharem predominantemente aos interesses do mercado e com a busca da produtividade, em detrimento dos interesses de formação integral da classe trabalhadora (ANTUNES, 2000; FRIGOTTO, 2006). Apontou ainda a possibilidade de a escola apresentarse como espaço de contradição, de formação para a contestação e para a luta pela transformação da sociedade, por meio de uma educação pautada nos princípios da omnilateralidade e da politecnia (MANACORDA, 2000; GRAMSCI, 1982). Os dados coletados pelas entrevistas, por sua vez, demonstram que os docentes reconhecem a expansão como um meio de ampliação de vagas públicas em instituições que tradicionalmente ofertam ensino de qualidade, o que a torna um movimento importante e necessário. Porém, a expansão também é vista criticamente, no sentido de apresentar problemas que estão incidindo diretamente sobre a qualidade da formação de seus alunos. Os principais problemas levantados foram a infraestrutura deficitária, falta de professores, centralização das tomadas de decisão e falta de sintonia entre a oferta de cursos e as reais necessidades da comunidade onde a instituição está instalada. A oferta de licenciatura pelos Institutos Federais também foi questionada, assim como foi apontada a dificuldade criada pela falta de formação pedagógica de parte dos docentes que atuam na instituição. A concepção predominante entre os sujeitos aponta para a formação profissional como forma de atingir emprego, conquistar renda e contribuir para o desenvolvimento do país. A educação integral, quando defendida pelos docentes, é significada como uma formação que alia sólida formação técnica e geral, de forma que o egresso possa continuar os estudos ou exercer a profissão. |
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Justifica-se a pesquisa pela relevância de problematizar a Educação Profissional, num país capitalista, cuja lógica de funcionamento exige que o indivíduo seja disciplinado e preparado para vender sua força de trabalho e produzir riqueza e pela necessidade de possibilitar que os sujeitos que vivenciam cotidianamente os efeitos das políticas educacionais, se posicionem a respeito. Apresenta-se os resultados de uma pesquisa que, não prescindindo de dados quantitativos, se desenvolveu numa perspectiva qualitativa, assentada no método histórico materialista dialético. Assim, os dados coletados por meio de pesquisa documental e das entrevistas semi-estruturadas foram analisados a partir da análise de conteúdo, tendo como referencial teórico autores como Marx, Gramsci, Manacorda, Ramos, Frigotto, Antunes. Foram realizadas 12 entrevistas, nos Câmpus Jataí e Inhumas, com professores, que representam os diferentes períodos da história mais recente da instituição, e atuam nas diversas modalidades e níveis de ensino ofertados pela instituição. Os critérios de escolha dos sujeitos foram definidos com o objetivo de criar condições para que o tema seja analisado na perspectiva de sua totalidade e de suas contradições. A pesquisa teórico-bibliográfica realizada apontou para a necessidade de reafirmar a centralidade da categoria trabalho e manter em pauta sua relação com a educação, tendo em vista a tendência de as práticas educativas se alinharem predominantemente aos interesses do mercado e com a busca da produtividade, em detrimento dos interesses de formação integral da classe trabalhadora (ANTUNES, 2000; FRIGOTTO, 2006). 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