[en] THREE ESSAYS IN MONETARY ECONOMICS
| Ano de defesa: | 2010 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
MAXWELL
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | [pt] Esta Tese é constituída por três ensaios em Economia Monetária. No primeiro trabalho, construímos um modelo teórico para avaliar como a política monetária de equilíbrio responde às diferentes percepções dos agentes acerca das preferências do BC. Concluímos que, por vezes, Bancos Centrais percebidos como mais lenientes com a inflação implementam, em equilíbrio, políticas monetárias mais rigorosas do que seus congêneres percebidos como mais avessos ao aumento de preços. Assim, não haveria uma relação monotônica entre a percepção dos agentes acerca das preferências do BC e a política monetária de equilíbrio. No segundo artigo, estimamos empiricamente o impacto de alterações nas expectativas de juros sobre as expectativas de inflação e de crescimento do PIB. Analogamente, mensuramos o impacto de mudanças nas expectativas de inflação sobre as previsões acerca da taxa juros e do PIB. Verificamos que os agentes acreditam que o BC reage mais fortemente a choques inflacionários quando as expectativas de inflação estão acima da correspondente meta. De outro lado, as expectativas de juros são mais afetadas por mudanças na previsão de crescimento do PIB quando a perspectiva para o curto prazo é de um crescimento econômico inferior a 3,5%. Por fim, no terceiro ensaio verificamos se o custo de desinflação no Brasil é provocado por rigidez de inflação ou por rigidez de preços combinada com expectativas de inflação não perfeitamente racionais. Concluímos que, para o período compreendido entre 2001 e 2009, há fortes evidências que suportam a segunda hipótese. |
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[en] THREE ESSAYS IN MONETARY ECONOMICS [pt] TRÊS ENSAIOS EM ECONOMIA MONETÁRIA [pt] JURO[pt] INFLACAO[pt] POLITICA MONETARIA[en] INTEREST[en] INFLATION[en] MONETARY POLICY[pt] Esta Tese é constituída por três ensaios em Economia Monetária. No primeiro trabalho, construímos um modelo teórico para avaliar como a política monetária de equilíbrio responde às diferentes percepções dos agentes acerca das preferências do BC. Concluímos que, por vezes, Bancos Centrais percebidos como mais lenientes com a inflação implementam, em equilíbrio, políticas monetárias mais rigorosas do que seus congêneres percebidos como mais avessos ao aumento de preços. Assim, não haveria uma relação monotônica entre a percepção dos agentes acerca das preferências do BC e a política monetária de equilíbrio. No segundo artigo, estimamos empiricamente o impacto de alterações nas expectativas de juros sobre as expectativas de inflação e de crescimento do PIB. Analogamente, mensuramos o impacto de mudanças nas expectativas de inflação sobre as previsões acerca da taxa juros e do PIB. Verificamos que os agentes acreditam que o BC reage mais fortemente a choques inflacionários quando as expectativas de inflação estão acima da correspondente meta. De outro lado, as expectativas de juros são mais afetadas por mudanças na previsão de crescimento do PIB quando a perspectiva para o curto prazo é de um crescimento econômico inferior a 3,5%. Por fim, no terceiro ensaio verificamos se o custo de desinflação no Brasil é provocado por rigidez de inflação ou por rigidez de preços combinada com expectativas de inflação não perfeitamente racionais. Concluímos que, para o período compreendido entre 2001 e 2009, há fortes evidências que suportam a segunda hipótese.[en] This thesis is constituted by three essays in Monetary Economics. In the first article we built a theoretical model to assess how monetary policy in equilibrium reacts to different agents’ perceptions about Central’s Bank (BC) preferences. We conclude that, at times, Central Banks perceived as more lenient with inflation implement, at equilibrium, more rigorous monetary policy than their peers perceived as more averse to inflation. Therefore, there isn’t a monotonic relation between agents’ perceptions about BC’s preferences and monetary policy in equilibrium. In the second article, we empirically estimate the impact of changes in interest rate expectations on inflation expectations and GDP growth. Likewise, we measure the impact of changes in inflation expectations on interest rate and GDP forecasts. We found that agents believe BC reacts strongly to inflation shocks when inflation forecast is above its target. On the other hand, interest rate expectations are more affected by changes on GDP forecasts when the projected growth is below 3,5%. Finally, on the third essay, we investigate if the disinflation cost in Brazil is motivated by inflation rigidity or price rigidity combined with inflation expectation not fully rational. We concluded that, between 2001 and 2009, there is strong evidence that support the second hypothesis.MAXWELLMARCIO GOMES PINTO GARCIAVINICIUS VELASCO RONDON2010-10-07info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesishttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=16442&idi=1https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=16442&idi=2http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.16442porreponame:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)instname:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)instacron:PUC_RIOinfo:eu-repo/semantics/openAccess2018-10-24T00:00:00Zoai:MAXWELL.puc-rio.br:16442Repositório InstitucionalPRIhttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/ibict.phpopendoar:5342018-10-24T00:00Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)false |
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