Avaliação da relação do índice tornozelo-braquial com a gravidade da doença arterial coronária

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Petracco, Andrea Mabilde
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Escola de Medicina
Brasil
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Medicina e Ciências da Saúde
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/7387
Resumo: Introdução: A Doença Arterial Periférica (DAP) está associada a eventos cardiovasculares podendo ser diagnosticada e estimada através do Índice Tornozelo-Braquial (ITB). Está bem estabelecido que o ITB é fator agravante na estratificação de risco cardiovascular, mas sua contribuição para definir a gravidade do acometimento arterial coronariano não está bem estabelecida. Objetivo: O estudo comparou o valor do ITB com a gravidade da doença aterosclerótica coronariana pelo Escore de Syntax (ES) em pacientes com Síndrome Coronariana Aguda (SCA). Métodos: Estudo prospectivo com a medida do ITB de todos pacientes internados com SCA no Hospital São Lucas da PUCRS, consecutivamente, de maio a setembro de 2016, e a comparação de seu valor com o ES destes pacientes e as respectivas formas de apresentação da SCA. Resultados: Estudamos 101 pacientes, com média de idade de 62,6±12,0 anos, 58 (57,4% ) masculinos, 74 (82,2% ) hipertensos, 33 (45,8%) diabéticos e 46 (45,5% ) apresentaram infarto agudo do miocárdio com infradesnível do segmento ST (IAMCSST). A gravidade da DAP não teve relação com a gravidade anatômica da doença coronariana. Encontramos uma associação significativa dos pacientes com ES intermediário com o infarto agudo do miocárdio sem supradesnivel do segmento ST (IAMSSST) e de ES baixo com angina instável (AI) OR (IC95%): 1,11 (1,03-1,20) (P=0,004), que se manteve após análise multivariada, ajustada para idade, tabagismo, história familiar de doença arterial coronária (DAC) e DAC prévia OR (IC95%): 1,13 (1,02-1,25) (P=0,019). Conclusões: A análise dos nossos resultados, demonstram que pacientes com ITB menor que 0,9 não apresentaram associação com maior complexidade de doença aterosclerótica coronariana determinados pelo ES em pacientes com SCA. Os pacientes com IAMSSST estiveram mais associados com ES intermediário.
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spelling Avaliação da relação do índice tornozelo-braquial com a gravidade da doença arterial coronáriaSíndrome Coronariana AgudaÍndice Tornozelo-BraquialDoença Arterial PeriféricaSyntax EscoreCIENCIAS DA SAUDE::MEDICINAIntrodução: A Doença Arterial Periférica (DAP) está associada a eventos cardiovasculares podendo ser diagnosticada e estimada através do Índice Tornozelo-Braquial (ITB). Está bem estabelecido que o ITB é fator agravante na estratificação de risco cardiovascular, mas sua contribuição para definir a gravidade do acometimento arterial coronariano não está bem estabelecida. Objetivo: O estudo comparou o valor do ITB com a gravidade da doença aterosclerótica coronariana pelo Escore de Syntax (ES) em pacientes com Síndrome Coronariana Aguda (SCA). Métodos: Estudo prospectivo com a medida do ITB de todos pacientes internados com SCA no Hospital São Lucas da PUCRS, consecutivamente, de maio a setembro de 2016, e a comparação de seu valor com o ES destes pacientes e as respectivas formas de apresentação da SCA. Resultados: Estudamos 101 pacientes, com média de idade de 62,6±12,0 anos, 58 (57,4% ) masculinos, 74 (82,2% ) hipertensos, 33 (45,8%) diabéticos e 46 (45,5% ) apresentaram infarto agudo do miocárdio com infradesnível do segmento ST (IAMCSST). A gravidade da DAP não teve relação com a gravidade anatômica da doença coronariana. Encontramos uma associação significativa dos pacientes com ES intermediário com o infarto agudo do miocárdio sem supradesnivel do segmento ST (IAMSSST) e de ES baixo com angina instável (AI) OR (IC95%): 1,11 (1,03-1,20) (P=0,004), que se manteve após análise multivariada, ajustada para idade, tabagismo, história familiar de doença arterial coronária (DAC) e DAC prévia OR (IC95%): 1,13 (1,02-1,25) (P=0,019). Conclusões: A análise dos nossos resultados, demonstram que pacientes com ITB menor que 0,9 não apresentaram associação com maior complexidade de doença aterosclerótica coronariana determinados pelo ES em pacientes com SCA. Os pacientes com IAMSSST estiveram mais associados com ES intermediário.Introduction: Peripheral Artery Disease (PAD) is associated with cardiovascular events and can be diagnosed and estimated through the Ankle-Brachial Index (ABI). It is well established that ABI is an aggravating factor in the stratification of cardiovascular risk, but its contribution to defining the severity of coronary artery disease is not well established. Objective: The study compared the value of ABI with the severity of coronary atherosclerotic disease by the Syntax (ES) Score in patients with Acute Coronary Syndrome (ACS). Methods: A prospective study with the ABI measurement of all patients hospitalized with ACS at the São Lucas Hospital of PUCRS, consecutively, from May to September 2016, and the comparison of their value with ES of these patients and the respective forms of presentation of ACS. Results: We studied101 patients, mean age 62.6 ± 12 years, 58 (57.4%) males, 74 (82.2%) hypertensive, 33 (45.8%) diabetics and 46 (45.5%) presented acute myocardial infarction with ST segment depression (STEMI) . The frequency of PAD was 3 times higher than that described in the general population. The severity of PAD was not related to the anatomical severity of the coronary disease. We found a significant association of patients with intermediate ES with non-ST elevation myocardial infarction (STEMI) and low ES with unstable angina (UA) (P = 0.015), who remained even after adjusting for age, smoking, family history of CAD and prior CAD. OR (95% CI-1.02-1.25). Conclusions: Our results demonstrate that patients with ABI lower than 0.9 were not associated with a greater complexity of coronary atherosclerotic disease, as determined by ES in patients with ACS. Patients with NSTEMI were more associated with intermediate ES.Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do SulEscola de MedicinaBrasilPUCRSPrograma de Pós-Graduação em Medicina e Ciências da SaúdeBodanese, Luiz Carlos183.406.360-49http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4728609U5Petracco, Andrea Mabilde2017-06-29T12:03:12Z2017-03-31info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttp://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/7387porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RSinstname:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)instacron:PUC_RS2017-06-29T15:00:57Zoai:tede2.pucrs.br:tede/7387Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede2.pucrs.br/tede2/PRIhttps://tede2.pucrs.br/oai/requestbiblioteca.central@pucrs.br||opendoar:2017-06-29T15:00:57Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)false
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