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Avaliação da escala de depressão geriátrica e do Inventário de Depressão de Beck como instrumentos de caracterização da sintomatologia depressiva em longevos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Maia, Aline Zuardi
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Instituto de Geriatria e Gerontologia
Brasil
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Gerontologia Biomédica
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/7520
Resumo: Longevos (80 anos ou mais) possuem perfil diferente dos idosos com 60 até 79 anos, com maior declínio das funcionalidades, acometimento de doenças, orgânicas e mentais, perda do status social, entre outros. Como consequência, ocorre uma grande possibilidade de desencadeamento de transtornos mentais, sendo o mais comum a depressão. O objetivo deste estudo é verificar a efetividade de dois instrumentos de rastreio para a caracterização da sintomatologia depressiva em longevos. Trata-se de um estudo quantitativo, transversal, observacional e analítico, sendo que a amostra foi composta por 74 longevos, residentes da cidade Porto Alegre, RS. Os dados de identificação do longevo foram coletados e foi realizada a aplicação do Mini International Neuropsychiatric Interview (MINI), para caracterizar os longevos em depressivos ou não. Posteriormente, foram avaliadas a Escala de Depressão Geriátrica 15 (GDS-15) e o Inventário de Depressão de Beck II (BDI-II). A partir do diagnóstico do MINI, foram calculadas a sensibilidade e especificidade do BDI-II e GDS-15 para diferentes pontos de corte, gerando duas curvas ROC (Receiver Operating Characteristics). A GDS-15 apresentou sensibilidade de 100% e especificidade de 83%, sendo o melhor ponto de corte 6. O BDI-II obteve 100% de sensibilidade e 87% de especificidade, com ponto de corte 15 indicado para esta população. O BDI-II mostrou-se mais exato do que a GDS-15, apesar deste ter melhor aplicabilidade para pesquisas epidemiológicas. Ambas as ferramentas foram eficazes para rastreio da sintomatologia depressiva em longevos.
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