Estudo da gordura abdominal e esteatose hepática através de exames de imagem em adolescentes normais e obesos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Eloi, Juliana Cristina
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Faculdade de Medicina
Brasil
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Medicina/Pediatria e Saúde da Criança
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/6197
Resumo: INTRODUÇÃO: a obesidade vem sendo um problema de saúde pública mundial, apresentando uma prevalência alta em crianças e adolescentes. A gordura visceral está associada a um maior risco metabólico e mais sujeita a complicações no que se refere a doenças crônicas na vida adulta. Uma dessas complicações é a doença hepática gordurosa não alcóolica (esteatose hepática). Diversos métodos diagnósticos têm sido usados para mensurar a gordura visceral e a infiltração gordurosa hepática. A ressonância magnética (RM) apresenta uma excelente acurácia na avaliação da gordura abdominal visceral e subcutânea em estudos realizados em adultos e crianças, principalmente com o uso da RM de 1,5 Tesla. Um dos nossos objetivos foi avaliar a RM de 3 Tesla na mensuração da gordura abdominal visceral e subcutânea, correlacionando parâmetros antropométricos e valores laboratoriais em adolescentes obesos e eutróficos. Por outro lado, ultrassonografia (US) tem sido usada como ferramenta de avaliação da esteatose hepática. Um dos parâmetros utilizados, é o Índice hepatorrenal (IHR), com a finalidade objetivar a avaliação da esteatose. O objetivo do nosso estudo é avaliar o Índice hepatorrenal no mesmo grupo de adolescentes, correlacionando-o com antropometria e parâmetros laboratoriais. Analisar as imagens obtidas tanto em RM como na US como o auxílio de um programa de domínio público. MATERIAL E MÉTODOS: estudo prospectivo, transversal, observacional. Cinquenta e sete adolescentes foram divididos em dois grupos: sobrepeso/obesos (24) e eutróficos (33). Todos realizaram ultrassonografia, ressonância magnética 3T, avaliação antropométrica e exames laboratoriais. As imagens da US e RM foram analisadas com utilização do programa ImageJ. Todas as variáveis foram correlacionadas com a gordura visceral e subcutânea e com o IHR. RESULTADOS: os resultados obtidos nesse estudo foram divididos em dois artigos. No primeiro, correlacionamos a área e o percentual de gordura visceral e subcutânea com parâmetros antropométricos e valores laboratoriais em obesos e eutróficos. Observamos uma correlação da circunferência abdominal tanto em obesos como eutróficos com a gordura visceral. No obesos a relação colesterol total/HDL, os níveis de insulina e o modelo de avaliação da homeostase - resistência à insulina (HOMA-IR) correlacionaram-se positivamente com a gordura visceral. Em ambos os grupos, a correlação positiva também foi observada com o nível de triglicerídeos. No segundo artigo, o IHR correlacionou-se positivamente com tensão arterial diastólica e transaminase glutâmica pirúvica nos obesos, sendo negativamente correlacionado com o HDL. Nos eutróficos, apenas o sexo masculino esteve correlacionado com o IHR. CONCLUSÃO: tanto a gordura visceral como subcutânea avaliadas pela RM 3T quanto o IHR avaliado pela US, são facilmente analisados com análise computadorizada com utilização do programa ImageJ. A circunferência abdominal é um bom preditor de gordura abdominal tanto em obesos como em eutróficos. Nos obesos, a gordura visceral está associada com indicadores relacionados à resistência à insulina (insulina e HOMA-IR) e dislipidemia (relação colesterol total/HDL). O HDL atua como protetor nos obesos. Os triglicerídeos são preditores de gordura visceral tanto em obesos como em eutróficos. O IHR correlaciona-se com a tensão arterial diastólica e com a transaminase glutâmica pirúvica em obesos, que novamente apresentam como protetor o colesterol HDL. Nos eutróficos, o sexo masculino apresenta maior correlação positiva com o índice hepatorrenal.
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Um dos nossos objetivos foi avaliar a RM de 3 Tesla na mensuração da gordura abdominal visceral e subcutânea, correlacionando parâmetros antropométricos e valores laboratoriais em adolescentes obesos e eutróficos. Por outro lado, ultrassonografia (US) tem sido usada como ferramenta de avaliação da esteatose hepática. Um dos parâmetros utilizados, é o Índice hepatorrenal (IHR), com a finalidade objetivar a avaliação da esteatose. O objetivo do nosso estudo é avaliar o Índice hepatorrenal no mesmo grupo de adolescentes, correlacionando-o com antropometria e parâmetros laboratoriais. Analisar as imagens obtidas tanto em RM como na US como o auxílio de um programa de domínio público. MATERIAL E MÉTODOS: estudo prospectivo, transversal, observacional. Cinquenta e sete adolescentes foram divididos em dois grupos: sobrepeso/obesos (24) e eutróficos (33). Todos realizaram ultrassonografia, ressonância magnética 3T, avaliação antropométrica e exames laboratoriais. As imagens da US e RM foram analisadas com utilização do programa ImageJ. Todas as variáveis foram correlacionadas com a gordura visceral e subcutânea e com o IHR. RESULTADOS: os resultados obtidos nesse estudo foram divididos em dois artigos. No primeiro, correlacionamos a área e o percentual de gordura visceral e subcutânea com parâmetros antropométricos e valores laboratoriais em obesos e eutróficos. Observamos uma correlação da circunferência abdominal tanto em obesos como eutróficos com a gordura visceral. No obesos a relação colesterol total/HDL, os níveis de insulina e o modelo de avaliação da homeostase - resistência à insulina (HOMA-IR) correlacionaram-se positivamente com a gordura visceral. Em ambos os grupos, a correlação positiva também foi observada com o nível de triglicerídeos. No segundo artigo, o IHR correlacionou-se positivamente com tensão arterial diastólica e transaminase glutâmica pirúvica nos obesos, sendo negativamente correlacionado com o HDL. Nos eutróficos, apenas o sexo masculino esteve correlacionado com o IHR. CONCLUSÃO: tanto a gordura visceral como subcutânea avaliadas pela RM 3T quanto o IHR avaliado pela US, são facilmente analisados com análise computadorizada com utilização do programa ImageJ. A circunferência abdominal é um bom preditor de gordura abdominal tanto em obesos como em eutróficos. Nos obesos, a gordura visceral está associada com indicadores relacionados à resistência à insulina (insulina e HOMA-IR) e dislipidemia (relação colesterol total/HDL). O HDL atua como protetor nos obesos. Os triglicerídeos são preditores de gordura visceral tanto em obesos como em eutróficos. O IHR correlaciona-se com a tensão arterial diastólica e com a transaminase glutâmica pirúvica em obesos, que novamente apresentam como protetor o colesterol HDL. Nos eutróficos, o sexo masculino apresenta maior correlação positiva com o índice hepatorrenal.BACKGROUND: Obesity has been a worldwide public health problem, with a high prevalence in children and adolescents. Visceral fat is associated with increased metabolic risk and more subject to complications in relation to chronic diseases in adulthood. One of them is the nonalcoholic fatty liver disease alcoholic. Several diagnostic methods have been used to measure visceral fat and liver fat infiltration. MRI is an excellent accuracy in assessing visceral and subcutaneous abdominal fat in studies in adults and children mainly with the use of MRI 1.5T. One of our goals was to evaluate the 3T MRI to measure the visceral and subcutaneous abdominal fat, correlating anthropometric and laboratory values in obese and normal-weight adolescents. Moreover, ultrasound has been used as an evaluation tool of fatty infiltration of the liver. The hepatorenal index has been used in order to objectify the evaluation of steatosis. The aim of our study is to evaluate the hepatorenal index in the same group of adolescents, correlating it with anthropometric and laboratory parameters. MATERIAL AND METHODS: A prospective, observational study. Fifty-seven adolescents were divided into two groups: overweight / obese (24) and normal (33). All patients underwent ultrasonography, magnetic resonance 3T, anthropometric and laboratory tests. The images of US and MRI were analyzed using the ImageJ softwer. All variables were correlated with visceral and subcutaneous fat and the HRI. RESULTS: The results obtained in this study were divided into two articles. The first correlated the area and the percentage of visceral and subcutaneous fat with anthropometric and laboratory values in obese and normal weight. We observed a correlation between waist circumference in both obese and normal weight. In obese, the total cholesterol/HDL, insulin levels and HOMA-IR were positively correlated with visceral fat. In both groups, the positive correlation was also observed at the level of triglycerides. In the second article, the IHR was positively correlated with DBP and AST in obese, and negatively correlated with HDL. In eutrophic, only males was correlated with the HRI. CONCLUSION: both visceral fat and subcutaneous evaluated by MRI 3T as the HRI evaluated by the US, are easily analyzed with computer analysis using the ImageJ softwer. Waist circumference is a good predictor of both abdominal fat in obese as in normal weight. In obese, visceral fat is associated with insulin resistance-related indicators (insulin and HOMA-IR) and dyslipidemia (total cholesterol / HDL). HDL as a protection in the obese. Triglycerides are visceral fat predictors in both obese as in normal weight. The IHR correlates with DBP and ALT in obese, which again have a protective HDL. In eutrophic, the male has a higher positive correlation with hepatorenal index.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESConselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPqPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do SulFaculdade de MedicinaBrasilPUCRSPrograma de Pós-Graduação em Medicina/Pediatria e Saúde da CriançaBaldisserotto, Matteo293.596.600-78http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4704734T1Eloi, Juliana Cristina2015-07-03T20:19:07Z2015-03-24info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttp://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/6197porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RSinstname:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)instacron:PUC_RS2015-09-29T11:28:02Zoai:tede2.pucrs.br:tede/6197Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede2.pucrs.br/tede2/PRIhttps://tede2.pucrs.br/oai/requestbiblioteca.central@pucrs.br||opendoar:2015-09-29T11:28:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)false
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