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Composição e história natural de uma comunidade de serpentes em área de transição Amazônia-cerrado, ecorregião florestas secas de Mato Grosso, município de Claudia, Mato Grosso, Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2006
Autor(a) principal: Carvalho, Marcos André de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Faculdade de Biociências
BR
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Zoologia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/288
Resumo: O presente estudo teve como objetivos básicos conhecer a composição, estrutura e história natural de uma comunidade de serpentes de uma reserva de floresta primária (≈150 ha) localizada em área de corte seletivo de madeira da Fazenda Continental (11° 24 49,9 S e 55° 19 45,1 W), ecorregião Florestas Secas de Mato Grosso, no sudoeste do município de Claudia, centro-norte de Mato Grosso. Enfocou a riqueza e a abundância relativa das espécies, a utilização do ambiente (hábitat e microhábitat), os padrões de atividade diária e sazonal, a dieta e a reprodução das serpentes. Entre abril de 2002 e junho de 2004, foram realizadas 18 campanhas, totalizando 250 dias não consecutivos de trabalho de campo. Foram utilizados quatro métodos de amostragem: armadilhas de interceptação e queda (AIQ), procura visual limitada por tempo (PVLT), encontros ocasionais (EO) e coletas por terceiros (CT). As AIQ permaneceram abertas por 175 dias; resultaram em um esforço de 4200 h (= 117600 horas-tambor) e no registro de 123 indivíduos (0,001 serpente/hora/tambor) de 27 espécies. A PVLT, efetuada ao longo de 136 dias, de junho de 2003 a junho de 2004, correspondeu em média a cinco horas-homem de procura diária, totalizou 945,2 horas-homem (805,3 no período noturno e 139,9 no diurno) e registrou 41 indivíduos de 13 espécies (0,04 serpente/hora/homem; noite = 0,05 e dia = 0,007). Os EO foram quantificados por dia de trabalho de campo (250 dias-campo), e resultaram no registro de 108 indivíduos de 33 espécies (0,43 serpente/dia-campo). A CT incluiu as serpentes coletadas por três colaboradores residentes na área e registrou 43 indivíduos de 18 espécies em 775 dias (0,017 serpente/dia/colaborador). No total foram registrados 315 indivíduos de 39 espécies, distribuídas em cinco famílias (Typhlopidade, Boidae, Colubridae, Elapidae e Viperidae). A composição de espécies da comunidade é mais assemelhada às de outras áreas florestadas da Amazônia, principalmente da porção oriental, que às áreas de Cerrado. Entretanto, dentre as demais áreas amazônicas estudadas, a comunidade de Claudia é a que mais se assemelha às de áreas de Cerrado. A espécie dominante foi Oxyrhopus melanogenys, com 9,8% dos registros. A distribuição de abundância da comunidade mostrou-se equilibrada e se ajustou estatisticamente a três modelos: série geométrica, lognormal e Brocken Stick. Predominaram serpentes de atividade noturna que exploram o solo e a serapilheira. A abundância relativa variou sazonalmente e apresentou correlação positiva com a precipitação mensal e as médias mensais da temperatura mínima. Também houve variação sazonal na taxa de captura de AIQ e PVLT e nas capturas de machos e fêmeas. A movimentação de fêmeas foi correlacionada diretamente com a precipitação pluviométrica e inversamente com a variação da diferença entre médias mínimas e máximas mensais, indicando maior movimentação no período mais úmido e de maior estabilidade térmica. A utilização de recursos pelas espécies da comunidade foi diversificada, sendo que os itens alimentares mais consumidos foram lagartos, anuros e mamíferos, nessa ordem. Invertebrados estiveram presentes em cerca de 18% das amostras; dentre eles, a categoria mais recorrente foi representada por quilópodes (11%). O número de fêmeas em eventos reprodutivos e a captura de juvenis não diferiu significativamente entre a estação seca e a chuvosa, e a distribuição temporal dos eventos reprodutivos indicou a ocorrência de um padrão reprodutivo assazonal para a comunidade como um todo. Contudo, foram identificadas espécies com ciclos sazonais bem definidos, o que indica que a assazonalidade registrada resulta da sobreposição de ciclos reprodutivos de diferentes espécies e extensões (sazonais e assazonais).
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