Condutos poliméricos microestruturados longitudinalmente para o reparo do nervo periférico

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Garcez, Giovanna Ramos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Faculdade de Engenharia
Brasil
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Tecnologia de Materiais
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/6538
Resumo: Lesões no nervo periférico são um problema clínico comum e a construção de novos dispositivos para auxiliar no seu reparo tem se mostrado uma área em crescimento. A utilização de condutos microestruturados vem sendo investigada, com o objetivo de promover um crescimento celular guiado, auxiliando na recuperação do tecido lesado. Materiais biocompatíveis e biodegradáveis podem ser aplicados para a construção destes dispositivos eliminando a necessidade de um segundo procedimento para remoção do implante. Este trabalho propõe a preparação de filmes microestruturados com canais longitudinalmente alinhados de polidimetilsiloxano (PDMS) e blendas de policaprolactona (PCL) e poli(ácido lácticoco- glicólico) (PLGA) para potencial aplicação em regeneração de nervo periférico. Filmes de PDMS foram preparados pelo método de mistura da solução base de oligômeros com agente de cura. Blendas de PCL (Mn = 80,00) e PLGA (85:15) com diferentes razões de PCL/PLGA (100/0, 90/10, 80/20 e 70/30) foram preparadas pelo método de evaporação do solvente. O molde utilizado para produzir os filmes era constituído de canais com diferentes larguras (5, 10, 15 e 20 μm) e altura constante (25 μm). Os materiais foram caracterizados por Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV), Espectroscopia no Infravermelho por Transformada de Fourier (ATR/FT-IR), Análise termogravimétrica (TGA), Microscopia de Força Atômica (AFM). Para verificar o tempo de degradação dos filmes foi realizado ensaio de degradação in vitro das blendas de PCL e PCL/PLGA, observando-se perda de massa de 0,4-9,9 % até o período de 90 dias de ensaio. Constatou-se que a adição de PLGA ao PCL é uma forma efetiva de controlar a taxa de degradação das blendas e que não há diferença significativa entre a degradação dos filmes lisos e microestruturados.
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