Perfil de risco imunológico de idosas com câncer de mama

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Vollbrecht, Betina
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Instituto de Geriatria e Gerontologia
Brasil
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Gerontologia Biomédica
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/6192
Resumo: A população de idosos é hoje a que mais cresce no mundo. O sistema imune torna-se comprometido com a idade, sendo menos eficaz no combate a neoplasias malignas. Uma taxa alterada de células T CD8 positivo (CD8+), aumentada em relação às células CD4 positivo (CD4+) (normalmente mais freqüentes no sangue) define o conceito de perfil de risco imunológico no idoso (relação menor que 1). Nesta pesquisa, estudamos o perfil imunológico de 58 mulheres com câncer de mama, determinando a relação das células T CD4+/CD8+ no sangue periférico. Comparamos esta relação em grupos conforme a idade da paciente (menos ou mais que 60 anos), o comprometimento linfonodal, o tamanho do tumor, o perfil imunohistoquímico, e a ocorrência de eventos adversos (recidiva local, axilar e metástases). A proporção de linfócitos T CD4+/CD8+ média foi 1,87 (1,1 a 3,32), portanto, nenhuma paciente apresentou por conceito perfil imunológico de risco. Comparando os grupos conforme a idade, a presença de metástases linfonodal, tumores menores verso maiores que 2cm não houveram diferenças estatisticamente significativas. No entanto, a relação CD4+/CD8+ em pacientes positivos para o fator de crescimento epidérmico humano (Her-2/neu) foi mais elevada do que em amostras de pacientes com carcinomas receptor hormonal positivos e Her-2/neu negativo (p=0,036). Tanto quanto foi possível pesquisar, estes são os primeiros dados sobre células T CD4+ e CD8+ especificamente em uma população com câncer de mama. O aumento do número de linfócitos T CD4+/CD8+ circulante evidenciado nestas mulheres com carcinoma Her-2/neu positivo, parece sinalizar uma ativação do sistema imunológico em mulheres com tumores de pior prognóstico.
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