Criador, criação e criatura : os intervalos de silêncio enquanto bastidores para o nascer do poema

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Neu, Daniela Damaris
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Faculdade de Letras
BR
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Letras
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/2110
Resumo: Este estudo apresenta uma discussão acerca do processo criativo no âmbito da poesia, campo em que há que se considerar não apenas o poema, o ato da escrita, mas o que o sucede e, principalmente, o que o antecede. Acredito que existe um elemento que é essencial nesse processo: o silêncio. Existe silêncio antes do poema, primordial a sua existência. E existe silêncio após o poema, seja após sua escrita ou após sua leitura. Vários importantes teóricos posicionam-se com relação à criação da poesia, muitos deles mencionando justamente o silêncio, e emprestam suas teorias para reforçar nossos argumentos. Entre eles estão Blanchot, Bachelard, Trevisan, Pavese, Orlandi, Pound, Paz, Lezama Lima, Borges, Barthes, Valéry, Zambrano, entre outros. Une-se a eles não mais um poeta que também faz teoria, mas um poeta, Élvio Vargas, que traz na própria poesia a possibilidade para identificarmos traços que permitem dizer que existe algo além do poema, e que é esse algo além a matéria-prima para a palavra poética. Esta, por sua vez, nasce nos intervalos entre um e outro silêncio.
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