Concepções e perspectivas de agência epistêmica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Santin, Thiago Rafael
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Brasil
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Filosofia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/5987
Resumo: Esta dissertação trata do termo “agência epistêmica”, explorando diferentes concepções e avaliando perspectivas sobre seu uso e sentido, e divide-se em três capítulos. No primeiro capítulo, ela traz considerações acerca do termo “agência”, sua origem e multiplicidade de usos, bem como expõe seu surgimento na epistemologia e uma breve caracterização histórica. Para além, ela contextualiza o deontologismo epistêmico na discussão da ética da crença, caracterizando o surgimento da agência epistêmica doxástica e apresenta o problema do involuntarismo doxástico e respostas a ele. Ao final do capítulo, ela apresenta nossa avaliação dessa proposta, concluindo-se ceticamente. No segundo capítulo, ela traz nosso exame da proposta de agência epistêmica reflexiva, bem como apresenta a epistemologia da virtude e a metafísica de desempenhos. Ainda, ela abrange a definição de agência epistêmica através de desempenhos reflexivos e traz três críticas e uma avaliação da proposta que as segue, também conluindo ceticamente. No terceiro capítulo, ela abandona a normatividade e aborda a epistemologia melhorativa. Assim, faz uma reconstrução argumentativa de considerações de estudos empíricos, diagnosticando as capacidades cognitivas humanas atuais, e examina possibilidades de melhorar suas falhas sistemáticas, ou vieses cognitivos. Ela conclui ceticamente sobre a possibilidade de aprimoramento a partir dos próprios indivíduos e indica a possibilidade de restrições coletivas aos indivíduos, chamada de paternalismo epistêmico. Por fim, apresenta brevemente a epistemologia social e o paternalismo epistêmico, e conclui indicando ceticismo quanto à agência epistêmica individual, por um lado, e a possibilidade de agência epistêmica coletiva, por outro.
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