"Olá a todes!": uma análise de percepções subjetivas sobre usos linguísticos não binários
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Carlos
Câmpus São Carlos |
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Linguística - PPGL
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/21153 |
Resumo: | El presente estudio tiene como objetivo investigar las percepciones de los hablantes de portugués brasileño sobre el lenguaje no binario (particularmente sobre los usos de “@”, “x” y “e” en palabras y oraciones). Defendemos estos usos, ya que los consideramos un medio simbólico de inclusión social para grupos minoritarios. El núcleo del estudio es, por tanto, la discusión de las correlaciones entre lengua, sociedad e identidades, con vistas a comprender las percepciones subjetivas. Para ello, nos basamos en la visión de una lengua heterogénea (Labov, 2008[1972]), que debe ser analizada según circunstancias lingüísticas y contextuales, y en la perspectiva de la Lingüística Queer, que encadena las discusiones sobre cómo la(s) lengua(s) puede apoyar o confrontar las normas de género y sexualidad. Con base en sustento teórico que aborda el lenguaje no binario, con base en investigaciones bibliográficas y documentales (Zambrano, 2022), organizamos y aplicamos un cuestionario a estudiantes, docentes y técnico-administrativos de una Institución de Educación Superior pública federal, ubicada en el interior de São Paulo, de modo que pudiéramos observar las reacciones subjetivas y los grados de acuerdo de este público sobre los usos lingüísticos en cuestión. Los análisis son cualitativos y cuantitativos (Knechtel, 2014) y se basan en datos obtenidos mediante escalas tipo Likert (Likert, 1932) y tipo Diferenciales Semánticos (Osgood; Suci; Tannenbaun, 1957). Los resultados revelan un rechazo significativo a las alternativas de género disruptivas en el idioma, pero apuntan a posibles tasas de aceptación de la variante “e” a largo plazo. Esperamos contribuir con la bibliografía existente sobre el tema, a partir de la validación de datos cualitativos y cuantitativos e incentivar nuevas investigaciones que discutan el mismo objeto. |
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Zambrano, Priscila CristinaBiazolli, Caroline Carniellihttp://lattes.cnpq.br/7908630593356660http://lattes.cnpq.br/82354379728189352024-12-17T18:04:04Z2024-12-17T18:04:04Z2024-11-12ZAMBRANO, Priscila Cristina. "Olá a todes!": uma análise de percepções subjetivas sobre usos linguísticos não binários. 2024. Dissertação (Mestrado em Linguística) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2024. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/21153.https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/21153El presente estudio tiene como objetivo investigar las percepciones de los hablantes de portugués brasileño sobre el lenguaje no binario (particularmente sobre los usos de “@”, “x” y “e” en palabras y oraciones). Defendemos estos usos, ya que los consideramos un medio simbólico de inclusión social para grupos minoritarios. El núcleo del estudio es, por tanto, la discusión de las correlaciones entre lengua, sociedad e identidades, con vistas a comprender las percepciones subjetivas. Para ello, nos basamos en la visión de una lengua heterogénea (Labov, 2008[1972]), que debe ser analizada según circunstancias lingüísticas y contextuales, y en la perspectiva de la Lingüística Queer, que encadena las discusiones sobre cómo la(s) lengua(s) puede apoyar o confrontar las normas de género y sexualidad. Con base en sustento teórico que aborda el lenguaje no binario, con base en investigaciones bibliográficas y documentales (Zambrano, 2022), organizamos y aplicamos un cuestionario a estudiantes, docentes y técnico-administrativos de una Institución de Educación Superior pública federal, ubicada en el interior de São Paulo, de modo que pudiéramos observar las reacciones subjetivas y los grados de acuerdo de este público sobre los usos lingüísticos en cuestión. Los análisis son cualitativos y cuantitativos (Knechtel, 2014) y se basan en datos obtenidos mediante escalas tipo Likert (Likert, 1932) y tipo Diferenciales Semánticos (Osgood; Suci; Tannenbaun, 1957). Los resultados revelan un rechazo significativo a las alternativas de género disruptivas en el idioma, pero apuntan a posibles tasas de aceptación de la variante “e” a largo plazo. Esperamos contribuir con la bibliografía existente sobre el tema, a partir de la validación de datos cualitativos y cuantitativos e incentivar nuevas investigaciones que discutan el mismo objeto.O presente estudo objetiva investigar as percepções de falantes do português brasileiro sobre a linguagem não binária (particularmente, sobre os usos de “@”, “x” e “e” em palavras e sentenças). Partimos da defesa desses usos, pelo fato de os considerarmos um meio simbólico de inclusão social de grupos minorizados. O cerne do estudo está, portanto, na discussão das correlações entre língua, sociedade e identidades, com vistas ao entendimento das percepções subjetivas. Para tanto, baseamo-nos na visão de língua heterogênea (Labov, 2008[1972]), que deve ser analisada de acordo com as circunstâncias linguísticas e contextuais, e na ótica da Linguística Queer, que encadeia discussões sobre como a língua(gem) pode sustentar ou confrontar as normas de gênero e sexualidade. Com base em aporte teórico que versa sobre linguagem não binária, a partir de pesquisas bibliográfica e documental (Zambrano, 2022), organizamos e aplicamos um questionário a estudantes, docentes e técnico-administrativos de uma Instituição de Ensino Superior pública federal, localizada no interior de São Paulo, a fim de que pudéssemos observar as reações subjetivas e os graus de concordância desse público sobre os usos linguísticos em questão. As análises são quali-quantitativas (Knechtel, 2014) e contam com dados obtidos através das escalas do tipo Likert (Likert, 1932) e do tipo de Diferenciais Semânticos (Osgood; Suci; Tannenbaun, 1957). Os resultados revelam uma rejeição expressiva no que se refere às alternativas disruptivas de gênero na língua, mas aponta para possíveis índices de aceitação da variante “e” a longo prazo. Esperamos contribuir com a bibliografia existente sobre a temática, a partir da validação de dados quali-quantitativos e fomentar novas investigações que venham a discorrer sobre o mesmo objeto.Não recebi financiamentoporUniversidade Federal de São CarlosCâmpus São CarlosPrograma de Pós-Graduação em Linguística - PPGLUFSCarAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessLinguagem não bináriaPercepções linguísticasSociolinguísticaLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICALINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICA::SOCIOLINGUISTICA E DIALETOLOGIA"Olá a todes!": uma análise de percepções subjetivas sobre usos linguísticos não binários"¡Hola a todes!": un análisis de las percepciones subjetivas sobre usos lingüísticos no binariosinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCARinstname:Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR)instacron:UFSCARTEXTDissertação_Priscila - v. final.pdf.txtDissertação_Priscila - v. final.pdf.txtExtracted texttext/plain103457https://repositorio.ufscar.br/bitstreams/07e06297-20c0-4087-9e60-225e63922453/download7db50142e729dfa9d7628cc630643e85MD55falseAnonymousREADTHUMBNAILDissertação_Priscila - v. final.pdf.jpgDissertação_Priscila - v. final.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg6370https://repositorio.ufscar.br/bitstreams/fe800844-9983-4f67-a17a-06844cfe022a/downloadd2e37fd0553d2778db4759f4642a3577MD56falseAnonymousREADORIGINALDissertação_Priscila - v. final.pdfDissertação_Priscila - v. final.pdfapplication/pdf4995148https://repositorio.ufscar.br/bitstreams/f03d8fe0-4b72-4eba-9cc4-80d30fa11edb/downloadec9619698dda37646a4fd05e5a422bf4MD51trueAnonymousREADCC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8810https://repositorio.ufscar.br/bitstreams/cebc27aa-dc3a-42d2-8949-bd25ff56bc88/downloadf337d95da1fce0a22c77480e5e9a7aecMD54falseAnonymousREAD20.500.14289/211532025-02-06 04:29:50.326http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilopen.accessoai:repositorio.ufscar.br:20.500.14289/21153https://repositorio.ufscar.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufscar.br/oai/requestrepositorio.sibi@ufscar.bropendoar:43222025-02-06T07:29:50Repositório Institucional da UFSCAR - Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR)false |
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