Apicultura no Semiárido Paraibano: defensividade de abelhas africanizadas com e sem alimentação artificial, Cajazeiras - PB.
| Ano de defesa: | 2013 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Campina Grande
Brasil Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar - CCTA PÓS-GRADUAÇÃO EM SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS UFCG |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/687 |
Resumo: | A africanização foi responsável por muitas mudanças no comportamento das abelhas européias, que já habitavam no Brasil há algum tempo. Objetivou-se analisar a agressividade de colônias apis mellífera no semiárido paraibano. A pesquisa foi realizada no município de Cajazeiras, PB em um apiário no distrito de Catolé. O município está situado na região semiárida do Nordeste brasileiro, no estado da Paraíba. O apiário é composto por 60 colmeias com enxames de abelhas africanizadas (Apis mellifera) e está instalado no local desde 1983. Todas as caixas foram enumeradas na parte frontal do ninho para facilitar a identificação. Foram selecionadas 20 colmeias, dessas 20 foram escolhidas 10, nas quais se forneceu a alimentação artificial, as outras 10 colmeias não foram alimentadas artificialmente. Os testes foram realizados em três momentos que compreende os meses de agosto, outubro e dezembro de 2012. Os parâmetros analisados foram Tempo para ocorrer a primeira ferroada em um retalho de camurça, número de ferrões deixados no retalho de camurça preto, número de abelhas que atacaram e foram presas no recipiente, distância que as abelhas perseguem o observador e tempo para a calmaria das abelhas. Para o tempo de ocorrência para a primeira ferroada, a colônia 24 alimentada levou um menor tempo para atacar, indicando ser mais agressiva. Para as colônias não alimentadas a colônia 26 foi a que apresentou um maior numero de abelhas atacando nos primeiros 60s. Para as colônias alimentadas não houve diferença entre a colônia 40 e a 46, sendo a colônia 46 a que teve um maior número de abelhas que atacaram. Para a distancia percorrida a colônia 14 não alimentada foi a que perseguiu o observador a uma distancia maior com uma media de 436,8m, já para as colônias alimentadas a colônia 49 foi a que perseguiu a uma maior distancia chegando a 488,3m. Os estudos de defensividade demonstraram que existem diferenças em relação ao nível de defensividade das colônias de apis melífera estudadas, sendo necessário mais estudo para melhor analisar a defensividade de abelhas no semiárido paraibano. |
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Apicultura no Semiárido Paraibano: defensividade de abelhas africanizadas com e sem alimentação artificial, Cajazeiras - PB.Beekeeping in Semiarid of Brazil Paraiba State: defensiveness africanized bees with and without artificial feeding, Cajazeiras - PB.Apis MelliferaApicultura em Cajazeiras - PBCriação de abelhasApicultura no Semiárido ParaibanoDefensividade de abelhasAbelhas AfricanasAlimentação artificial de abelhasAfricanização de abelhasDefensiveness of beesAfricanization of beesArtificial feeding of beesAfrican beesCiências Agrárias.A africanização foi responsável por muitas mudanças no comportamento das abelhas européias, que já habitavam no Brasil há algum tempo. Objetivou-se analisar a agressividade de colônias apis mellífera no semiárido paraibano. A pesquisa foi realizada no município de Cajazeiras, PB em um apiário no distrito de Catolé. O município está situado na região semiárida do Nordeste brasileiro, no estado da Paraíba. O apiário é composto por 60 colmeias com enxames de abelhas africanizadas (Apis mellifera) e está instalado no local desde 1983. Todas as caixas foram enumeradas na parte frontal do ninho para facilitar a identificação. Foram selecionadas 20 colmeias, dessas 20 foram escolhidas 10, nas quais se forneceu a alimentação artificial, as outras 10 colmeias não foram alimentadas artificialmente. Os testes foram realizados em três momentos que compreende os meses de agosto, outubro e dezembro de 2012. Os parâmetros analisados foram Tempo para ocorrer a primeira ferroada em um retalho de camurça, número de ferrões deixados no retalho de camurça preto, número de abelhas que atacaram e foram presas no recipiente, distância que as abelhas perseguem o observador e tempo para a calmaria das abelhas. Para o tempo de ocorrência para a primeira ferroada, a colônia 24 alimentada levou um menor tempo para atacar, indicando ser mais agressiva. Para as colônias não alimentadas a colônia 26 foi a que apresentou um maior numero de abelhas atacando nos primeiros 60s. Para as colônias alimentadas não houve diferença entre a colônia 40 e a 46, sendo a colônia 46 a que teve um maior número de abelhas que atacaram. Para a distancia percorrida a colônia 14 não alimentada foi a que perseguiu o observador a uma distancia maior com uma media de 436,8m, já para as colônias alimentadas a colônia 49 foi a que perseguiu a uma maior distancia chegando a 488,3m. Os estudos de defensividade demonstraram que existem diferenças em relação ao nível de defensividade das colônias de apis melífera estudadas, sendo necessário mais estudo para melhor analisar a defensividade de abelhas no semiárido paraibano.The Africanization was responsible for many changes in the behavior of European honey bees, which inhabited in Brazil for some time. This study aimed to analyze the aggressiveness apis mellifera colonies in semiarid Paraiba. The survey was conducted in the municipality of Cajazeiras PB in an apiary District of Catole. The municipality is located in the semiarid region of northeastern Brazil, in the state of Paraiba. The apiary is composed of 60 hives with swarms of Africanized honey bees (Apis mellifera) and is installed in that place since 1983. All the boxes were listed in front of the nest to facilitate identification. 20 colonies were selected, 10 of these 20 were selected, which are provided in the artificial feeding, the other 10 colonies were not artificially fed. The tests were conducted in three stages comprising the months of August, October and December 2012. The parameters analyzed were to occur the first time in sting retail suede, number of stings left in black suede flap, the number of bees that attacked and were arrested in the container, the bees chase away the observer and time for the lull bees. For the time of occurrence for the first sting, the colony fed 24 took a little time to attack, indicating that more aggressive. For colonies not fed the colony 26 showed the greater number of bees attacking in the first 60s. For colonies fed no difference between the colony 40 and 46, 46 being the colony that had a greater number of bees attacked. Distance traveled to the colony 14 was not fed that chased the observer at a distance greater with an average of 436,8 m , while for the 49 colonies fed the colony that was pursued to a greater distance reaching 488,3 m . Defensiveness studies demonstrated that differences exist in the level of defensiveness of apis mellifera colonies studied, more study is needed to better analyze the defensiveness of bees in the semiarid Paraiba.Universidade Federal de Campina GrandeBrasilCentro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar - CCTAPÓS-GRADUAÇÃO EM SISTEMAS AGROINDUSTRIAISUFCGMARACAJÁ, Patrício Borges.MARACAJÁ, P. B.http://lattes.cnpq.br/5767308356895558SILVA, Rosilene Agra da.SILVA, R. A.http://lattes.cnpq.br/6371251034099783OLIVEIRA, Alan Martins de.ANDRADE FILHO, Francisco Cicupira de.AQUINO, José Tomaz de.2013-072018-05-15T17:57:54Z2018-05-152018-05-15T17:57:54Zinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/687AQUINO, José Tomaz de. Apicultura no Semiárido Paraibano: defensividade de abelhas africanizadas com e sem alimentação artificial, Cajazeiras - PB. 2013. 51f. 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